Biofeedback na Fisioterapia Uroginecológica


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O biofeedback de EMGs uro-ginecológico baseia-se no fluxo de informação entre: Paciente, terapeuta e equipamento de biofeedback.


O terapeuta configura o equipamento com o protocolo necessário para a reabilitação do paciente. O equipamento faz a captação dos sinais musculares do paciente, enviando o biofeedback visual e sonoro para o paciente e o terapeuta. O paciente é motivado pelo terapeuta e pelo equipamento.

A figura abaixo apresenta esse fluxo de informações:




O Biofeedback pode ajudar os pacientes a adquirirem maior controle sobre a atividade dos músculos do assoalho pélvico, reduzindo uma atividade excessiva, ou ajudando no treinamento para utilização do músculo mais apropriado.


A informação provinda do biofeedback uro-ginecológico atua como um estimulador externo ao paciente, até que os músculos ganhem força e gerem maior sensação interna.


Para pacientes que têm pouca ou nenhuma "sensação" da musculatura do assoalho pélvico, o biofeedback pode ser uma das melhores escolhas de tratamento para o paciente primeiramente identificar a musculatura correta que deve ser ativada durante o exercício.

Vantagens do Biofeedback Uro-ginecológico


A utilização do biofeedback de EMGs na prática clínica apresenta vários benefícios, tanto para o paciente, quanto para o terapeuta:

Para o Paciente:

Aumentar a consciência da atividade psicofisiológica, reação e recuperação da estimulação;
Aumentar auto-eficácia e confiança na sua capacidade de auto-regulação psicofisiológica;
Aprender a usar o relacionamento entre pensamento, comportamento e funcionamento fisiológico;

Desenvolver auto-regulação psico-fisiológica geralmente não aprendida sem esta informação, tornando a aprendizagem destes procedimentos mais rápida;
Fornecimento de uma terapia não farmacológica, segura e eficaz.

Para o Terapeuta:

Fonte valorosa de diagnóstico e informação terapêutica;
Velocidade e a continuidade com que a informação é fornecida ao terapeuta e ao paciente;
Avaliação e documentação de mudanças psico-fisiológicas durante a sessão e o tratamento;
Aumentar o interesse e a confiança profissional para promover terapias auto-regulatórias psico-fisiológicas;
Quantificar os resultados da atividade muscular;
Fornecer ao terapeuta através de gráficos e traçados, a função e disfunção muscular;
Calibrar a resposta do paciente mediante a instrução verbal do terapeuta;
Observar se o paciente atingiu o objetivo, mediante a visualização gráfica.
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