A fisioterapia completa e efetiva é essencial neste campo. O fisioterapeuta utiliza técnicas de alongamentos de determinados grupos muscular...

Objetivos da fisioterapia no período pós-natal





A fisioterapia completa e efetiva é essencial neste campo. O fisioterapeuta utiliza técnicas de alongamentos de determinados grupos musculares, reeducação respiratória, exercícios para musculatura do assoalho pélvico, além de todo um trabalho de conscientização postural. Antes de lançar mão destas técnicas, o profissional de fisioterapia deve fazer uma avaliação postural cuidadosa e traçar um plano de tratamento adequado a cada caso.


Pode ser acompanhado pelo fisioterapeuta desde a fase hospitalar até que a mãe tenha se recuperado totalmente e o corpo tenha sofrido todas as modificações.

Objetivos da fisioterapia no período pós-natal são:
  • Promover a recuperação pós-parto;
  • Orientar quanto às alterações fisiológicas do puerpério;
  • Restabelecer a circulação adequada, evitando ou tratando problemas como varizes, hemorróidas, edema (inchaço);
  • Promover uma reeducação postural;
  • Orientar quanto a mecânica corporal correta;
  • Prevenir ou promover alívio das dores, através de técnicas como alongamento, crioterapia (aplicação de gelo), eletroterapia (aplicação de correntes que promovem analgesia), massoterapia e relaxamento;
  • Manter a função e força abdominal;

Outro grande problema de saúde tratado em ginecologia e obstetrícia é a incontinência urinária. O foco do tratamento fisioterapêutico é o reforço dos músculos que compõem o assoalho pélvico através de exercícios e eletroestimulação, e a reeducação miccional, O atendimento aos pacientes que passaram por cirurgias de próstata também é realizado. Nas cirurgias de próstata podem ocorrer, como consequência, incontinência urinária, que pode ser tratada pela Fisioterapia através de técnicas onde o paciente trabalha a musculatura do assoalho pélvico e através de recursos eletroterápicos, que visam reforçar os músculos do assoalho pélvico e capacitar esse paciente a reter a urina.

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Conforme o Instituto Nacional ...

A importância do Novembro Azul


Conforme o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca), para o Brasil, estimam-se 68.220 casos novos de câncer de próstata para cada ano do biênio 2018-2019. Esses valores correspondem a um risco estimado de 66,12 casos novos a cada 100 mil homens. Ele é considerado câncer da terceira idade, já que cerca de três quartos dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos.

No Brasil, a cada 10 homens diagnosticados com a doença, nove têm mais de 55 anos. No entanto, há tumores que podem crescer de forma rápida, espalhando-se para outros órgãos e podendo levar à morte.

Geralmente, os homens são imediatistas. Eles ainda não tem a cultura de se cuidar de maneira preventiva, procuram o médico somente quando estão sentindo algo que esteja incomodando. O papel do novembro azul é conscientizá-los da importância em se prevenir, ao invés de apenas remediar.

Os números mostram que 90% dos casos diagnosticados em fase inicial têm cura, desde que o diagnóstico e o tratamento ocorram em fase inicial. É importante que os homens passem a se cuidar como rotina, independente de sentirem algo ou não. O Câncer de próstata é assintomático no início, quando os sinais acontecem, a doença já está em estágio mais avançado.

As opções de tratamento são definidas de acordo com cada caso e exige o envolvimento de uma equipe multidisciplinar. Essa equipe deverá ser formada por especialistas, como cirurgião, oncologista e radioterapeuta. Mas, muitos outros poderão estar envolvidos durante o tratamento, como, enfermeiros, nutricionistas, assistentes sociais e psicólogos.

É importante que todas as opções de tratamento sejam discutidas com o médico, bem como seus possíveis efeitos colaterais, para ajudar a tomar a decisão que melhor se adapte às necessidades de cada paciente.

Como prevenir o câncer de Próstata

Manter hábitos saudáveis é a melhor forma de prevenir o câncer de próstata, o que inclui uma dieta pobre em alimentos gordurosos, objetivando evitar ganho ponderal, mesmo que pequeno; atividade física regular, pouca ingestão de bebidas alcoólicas e nenhum cigarro. A atividade física e boa alimentação são considerados os principais fatores de proteção contra a doença.

O ganho progressivo de peso, mesmo que lento, durante o passar dos anos estimula a multiplicação celular e o risco de ter câncer.

Sinais que exigem atenção

- Micção frequente.

- Fluxo urinário fraco ou interrompido.

- Vontade de urinar frequentemente à noite (Nictúria).

- Sangue na urina ou no líquido seminal.

- Disfunção erétil.

- Dor no quadril, costas, coxas, ombros ou outros ossos se a doença se disseminou.

- Fraqueza ou dormência nas pernas ou pés.

Exames investigativos

- Toque prostático: o médico avalia tamanho, forma e textura da próstata, introduzindo o dedo, protegido por uma luva lubrificada, no reto. Esse exame permite palpar as partes posterior e lateral da próstata e detectar algum nódulo

- PSA: exame de sangue que mede a quantidade de uma proteína produzida pela próstata - antígeno prostático específico (PSA). Níveis altos dessa proteína podem significar câncer, mas também doenças benignas da próstata

- Biópsia: para confirmar a doença é preciso fazer biópsia. Nesse exame são retirados pedaços muito pequenos da próstata, para serem analisados em laboratório. Ela é indicada caso seja encontrada alguma alteração no exame de PSA ou no toque retal.  

A incontinência urinária masculina pode ser decorrente da incompetência esfincteriana, da hiper ou hipoatividade detrusora, ou de um proces...

Tratamento de incontinência urinária masculina



Resultado de imagem para incontinencia urinaria

A incontinência urinária masculina pode ser decorrente da incompetência esfincteriana, da hiper ou hipoatividade detrusora, ou de um processo obstrutivo infra-vesical. Portanto, é necessário o reconhecimento do tipo de incontinência urinária, para que o tratamento a ser instituído seja o mais adequado. A literatura tem apresentado um grande número de publicações que demonstram sucesso no tratamento clínico da incontinência urinária masculina.

Inicialmente é importante descartar a possibilidade de uma incontinência urinária transitória. Neste caso, a ação sobre os fatores desencadeantes, como a obstipação intestinal, a infecção urinária, o uso de medicamentos com ação colateral no trato urinário inferior, é a solução para a incontinência urinária na maioria das vezes.1

Nos pacientes com graus leves de incontinência de esforço, instabilidade detrusora e nos portadores de patologias demenciais, medidas como o esvaziamento vesical freqüente, programado ou estimulado, são de grande utilidade. O seu objetivo é manter o volume e pressão vesicais em valores abaixo do ponto em que ocorre a falha no armazenamento da urina, evitando assim a perda urinária.

Embora não muito difundidas na literatura urológica, a fisioterapia e a cinesioterapia, por meio de exercícios que visam o fortalecimento da musculatura pélvica, tem promovido resultados controversos no tratamento da incontinência urinária de esforço. 2

Outro método, o biofeedback baseia-se na transmissão de conhecimentos, para o paciente, a respeito do processo biológico em questão, no caso a incontinência urinária, objetivando um controle voluntário sobre esse processo, a partir dos sintomas e sinais por ele apresentados. Para tal, podem ser utilizados dados urodinâmicos, bem como outros recursos áudio-visuais. O sucesso obtido com este método chega a atingir em média 40% dos pacientes com incontinência de esforço ou instabilidade detrusora.3

A estimulação elétrica através de dispositivos cutâneos, endo-anais, eletrodos locados no períneo por via percutânea, entre outros, promove um aumento na resistência esfincteriana e redução na contração detrusora (estimulação de ramos do nervo pudendo e nervo pélvico). Os resultados obtidos pelos diversos autores são muitas vezes não reproduzíveis. Em um estudo com 20 pacientes portadores de incontinência urinária pós-prostatectomia, submetidos a esta forma de tratamento, oito obtiveram sucesso.4 Outros autores alcançaram até 80% de melhora em pacientes portadores de incontinência urinária decorrente de instabilidade detrusora.5

Várias drogas são utilizadas no tratamento da incontinência urinária masculina. Cada classe de medicamentos tem aplicação específica sobre determinado tipo de incontinência urinária. Os agonistas alfa-adrenérgicos promovem um aumento na pressão de fechamento uretral através da estimulação de receptores alfa-adrenérgicos localizados em grande quantidade no colo vesical, cápsula e estroma prostáticos. Seu uso pode desencadear efeitos colaterais adversos principalmente do ponto de vista hemodinâmico. A droga mais utilizada é a fenilpropanolamina (Ornatrol ®).

Alguns miorrelaxantes, como a oxibutinina (Retemic®), tem ação direta no detrusor e um efeito anticolinérgico, promovendo uma redução na contratilidade vesical. Tem sua indicação mais específica nos casos de incontinência urinária secundária a instabilidade detrusora. Os anticolinérgicos puros também são muito utilizados neste tipo de incontinência urinária, sendo o brometo de propantelina o maior representante desta classe de medicamentos.

Se a incontinência urinária é conseqüência de um mau esvaziamento vesical, decorrente de um processo obstrutivo infravesical funcional, podemos utilizar drogas bloqueadoras alfa-adrenérgicas, como a doxazosina, a alfuzosina e a terazosina, as quais promovem um relaxamento na musculatura lisa esfincteriana, facilitando a drenagem urinária. Nos casos em que esse esvaziamento vesical deficitário é fruto de uma hipocontratilidade detrusora a instituição do cateterismo vesical intermitente faz-se necessária.

Quando as medidas acima citadas não são suficientes e o paciente não apresenta condições de tratamento cirúrgico ou na eventual falha deste último, só nos resta lançar mão de dispositivos coletores ou absorventes de urina, apesar dos transtornos ocasionados por estes.


BIBLIOGRAFIA
FRIED, G. W.; GETZ, G.; POTTS-NULTY, S.; CIOSCHI, H. M.; STAAS JR, W. E. - A behavioral approach to the treatment of urinary incontinence in a disable population. Arch. Phys. Med. Rehabil 1995, 76(12): 1120-1124
HARRISON, S. C. W.; ABRAMS, P. - Postprostatectomy incontinence. In: MUNDY, A. R.; STEPHENSON, T. P.; WEIN, A. J., ed - Urodynamics principles, practice and application, 2nd edition, Churchill Livingstone, 1994. p. 257-262.
STEIN, M.; DISCIPPIO, W.; DAVIA, M.; TAUB, H. - Biofeedback for the treatment of stress and urge incontinence. J. Urol 1995, 153 (3 pt 1): 641-643
TANAGHO, E. A.; SCHMIDT, R. A. - Electrical stimulation in the clinical management of the neurogenic bladder. J. Urol 1988, 140: 1331
ISHIGOOKA, M.; HASHIMOTO, T.; SASAGAWA, I.; NAKADA, T.; HANDA, Y. - Electrical pelvic floor stimulation by percutaneous implantable electrode. Br. J. Urol 1994, 74(2): 191-194

O Pilates é um método que estimula o corpo de forma global durante cada exercício, visando aumentando de mobilidade, flexibilidade f...

Pilates na Gravidez pode amenizar desconfortos e dores



O Pilates é um método que estimula o corpo de forma global durante cada exercício, visando aumentando de mobilidade, flexibilidade força e tônus muscular. Portanto, muito mais que uma atividade completa, o Pilates é especialmente indicado para mulheres grávidas, principalmente após o terceiro trimestre.

O Pilates na gravidez é uma atividade física muito indicada, pois o Método garante saúde, equilíbrio e conforto para a gestante. Por ser um método de exercícios de baixo impacto, que não provoca sobrecargas nas articulações, o Pilates é um dos mais indicados na gestação. As séries, criadas especificadamente para as necessidades de cada mulher, são excelentes para fortalecer e tonificar os músculos de todo o corpo, além de ajudar a aumentar a flexibilidade, preparando o corpo da gestante para a chegada do bebê.

Com os músculos mais fortes e firmes, a gestante tende a sentir menos dores nas costas, movimenta-se com maior facilidade e encontra-se com mais disposição para realizar suas atividades do dia-a-dia.

Quando você pratica Pilates durante a gravidez, seu corpo e mente adquirem diversos benefícios como:

– Fortalecimento dos músculos abdominais;

– Fortalecimento dos músculos específicos como o tronco, membros superiores e inferiores;

– Melhora do controle respiratório;

– Aumento da Autoestima e sensação de bem-estar;

– Diminuição do risco de diabetes gestacional;

– Redução da constipação intestinal;

– Alívio das dores;

– Melhora da circulação;

– Melhora da postura;

– Aumento da energia do corpo;

– Melhora da resistência física;

– Redução do estresse e ansiedade.

O Pilates é indicado pela maioria dos médicos para gestantes, a partir do 3º mês de gestação. Porém, para quem já fazia alguma atividade física antes de engravidar, alguns médicos autorizam antes desse período, mas sempre com orientação e indicação do ginecologista obstetra que acompanha o pré-natal.

Durante a gestação, o corpo da futura mãe sofre diversas modificações, entre elas alterações das linhas de gravidade que passam pelo corpo devido à projeção da barriga. Isso faz com que os eixos articulares sejam alterados podendo causar desconfortos e dores nas articulações, principalmente na coluna vertebral, quadris e joelhos. O pilates auxilia na prevenção e cuidado com as articulações e ainda alivia o desconforto.

O Pilates na gestação é uma ótima pedida!

A Uroginecologia é uma especialidade cada vez mais importante na vida das mulheres. É a área da Medicina que estuda o trato urinário ba...

Uroginecologia e sua importância na vida das mulheres





A Uroginecologia é uma especialidade cada vez mais importante na vida das mulheres. É a área da Medicina que estuda o trato urinário baixo, bexiga e uretra, e sua íntima associação com o útero, reto e anus, músculos, ligamentos e fascias do assoalho pélvico, mas comumente chamado de períneo. Ela auxilia na qualidade de vida, trazendo bem estar para as pacientes que perdem urina, com impacto negativo na vida sexual, social, familiar e econômica.

As principais queixas das mulheres nessa área, informa, são Incontinência urinária, infecção urinaria de repetição, queda de útero, frouxidão vaginal e dor. É muito importante a prevenção e o tratamento, pois esses problemas trazem constrangimentos para as pacientes.

Toda mulher pode ter um problema nesta região, devendo procurar um especialista em Uroginecologia, quando este problema impactar negativamente sua qualidade de vida. O diagnóstico é feito através de uma anamnese, exame físico, de imagem e urodinâmico. Os tratamentos mais comuns são cirúrgico, medicamentoso, fisioterapeutico e comportamental.

Sem dúvidas, um profissional especializado em assoalho pélvico, um ginecologista, urologista, coloproctologista e fisioterapeutas são um diferencial na vida destas mulheres.

Dentro da fisioterapia, é uma especialidade que consiste no tratamento de disfunções do assoalho pélvico como a incontinência urinária de urgência, incontinência urinária de esforço, incontinência fecal, algias pélvicas, disfunções pélvicas, prolapsos genitais e bexiga hiperativa. Estas disfunções ocorrem com mais frequência em idosos, mulheres que optaram por parto normal, pessoas que praticam atividade física de alto impacto, gestantes entre outros.

A reabilitação nessa área tem como objetivo principal readquirir o controle da musculatura do assoalho pélvico (associado à respiração de forma correta), através de diversos recursos como cinesioterapia, estimulação elétrica, exercícios proprioceptivos, além das orientações domiciliares.

O tratamento contribui para postergar e até mesmo evitar a cirurgia.

    C ada ciclo da vida tem suas características e requer atenção especial em alguns pontos. Essa tese é...

Cuidados com a saúde íntima da mulher dos 20 aos 60 anos


 
 


Cada ciclo da vida tem suas características e requer atenção especial em alguns pontos. Essa tese é ainda mais importante quando falamos da saúde íntima da mulher. É necessário visitar periodicamente o ginecologista e fazer os exames solicitados afim de prevenir qualquer problema futuro.

Ao longo dos anos a saúde íntima sofre diversas alterações, seja pelo estilo de vida e/ou pela idade da mulher. Portanto, é imprescindível fazer consultas e exames regulares não só para prevenir ameaças, como também para contornar desequilíbrios que, mesmo precoces, podem não manifestar sintomas", ressalta.

Para manter a saúde íntima em dia, saiba dos principais cuidados que a mulher deve ter em cada fase da vida.

20 anos – A partir dos 20 anos é importante evitar o uso de roupas muito justas e de tecidos grossos. Quanto às calcinhas, priorize as de algodão e coloque para secar sempre em um ambiente fresco e seco. Nessa fase é necessário a realização de ultrassom pélvico e das mamas, pois eles ajudam na identificação precoce de alterações, como cistos nos ovários, ovários policísticos, endometriose, nódulos mamários, entre outros problemas. Para a mulher que já teve a primeira relação sexual, é necessário realizar o ultrassom pélvico transvaginal e, sobretudo, o Papanicolau, que detecta vários problemas, como o câncer de colo de útero e anormalidades causadas pelo HPV.

30 anos – Durante essa fase a mulher deve ter cuidado especial com o sistema reprodutivo, pois aumenta a incidência de câncer de mama e do colo do útero. São repetidos os exames feitos na faixa dos 20 anos, mas novos testes são adicionados, como mamografia, para aquelas que possuem histórico na família, e radiografia de tórax, indicada para fumantes.

40 anos – Nessa faixa etária começa a preocupação com a menopausa, que pode resultar na diminuição da produção dos hormônios femininos, pois torna-se comum secura vaginal, sendo necessário avaliar a necessidade e indicação de cremes com ação estrogênica.

Além dos exames indicados para os 20 e 30 anos, a mamografia passa a ser obrigatória independente de histórico familiar. Também é importante acrescentar uma avaliação cardiológica, uma vez que ocorrem alterações hormonais que podem aumentar o risco de doenças cardiovasculares.

60 anos – Os exames são os mesmos, o que muda é a frequência em que são realizados. Cuidados com a osteoporose devem ser intensificados, sendo monitoramento pela densitometria óssea. Os demais exames, laboratoriais, ultrassonografia, mamografia, colonoscopia, também não podem deixar de ser realizados.

  Escolher uma atividade física para chamar de sua é al...

A mulher e atividades físicas ideais para cada idade


  Atividade física faz bem para o corpo e para a mente, basta escolher a mais adequada para você

Escolher uma atividade física para chamar de sua é algo bastante pessoal. O ideal é encontrar aquela que faça bem para o corpo e também para a mente, ou seja, que seja algo prazeroso e divertido, ou será difícil mantê-la na rotina.

As academias oferecem cada vez mais e mais opções de aulas e pode até ser complicado saber por qual atividade física optar no meio de tanta coisa. Uma dica é seguir as necessidades do corpo de acordo com a faixa etária. Uma adolescente ou jovem mulher pode se sentir mais à vontade em uma aula vigorosa, já aquelas com mais de 50 anos devem se preocupar em dar uma ênfase a preservação de músculos e tecidos para o bem-estar. 

Para saber mais detalhes, Gisele Almeida, líder técnica da rede de academias Bluefit, monta uma lista de atividades de acordo com a idade da mulher. Tem sugestão desde a adolescente de 12 anos até a mulher com mais de 50. 

Dos 12 aos 19 anos

Esse é o momento que a mulher torna o exercício um hábito. Além disso, ela ressalta que praticar uma atividade ajuda a jovem a conhecer melhor o corpo, que ainda está em desenvolvimento, e isso pode contribuir para a autoestima e também para entender e acompanhar as mudanças hormonais dessa fase. 

A sugestão é procurar atividades divertidas e também aquelas de alto gasto calórico, já que não falta energia aos adolescentes. Algumas opções são: 

  • Aulas de damças
  • Atividades aeróbicas (caminhada, corrida)
  • Lutas (muay thai e jiu jitsu)

Dos 20 aos 29 anos

Aqui já estamos falando de mulheres adultas, que geralmente precisam conciliar o tempo na academia com outras atividades, como o trabalho e cuidados com a família. Por isso, vale uma atividade que além de cuidar do corpo, ajude a revigorar as energias ou seja uma válvula de escape para as tensões do dia a dia. 

É nessa fase que as mulheres estão mais preocupadas em como entrar em forma, portanto aulas e exercícios que queimem bastante calorias e ainda ajudem a definir o corpo, como o muay thai, são bem-vindas. 

Veja algumas sugestões da especialista para quem está na casa dos 20 anos de acordo com diferentes objetivos: 

    • Musculação: é um clássico e excelente opção para definir e conquistar o corpo malhado. Também é uma atividade interessante quando o assunto é aumentar a massa óssea, fator importante para quem está pensando em ser mãe em breve e também para evitar problemas que chegam com o avançar da idade, como a osteoporose.
    • Corrida: indicado para quem busca condicionamento físico e emagrecimento.
    • Pilates ou alongamento: são atividades que ajudama relaxar e trazem sensação de bem-estar. Além disso, também propiciam benefícios para o corpo, como melhora na postura, fortalecimento do core e prevenção de lesões.
    • Aulas de ginástica: a lista é grande e você pode escolher práticas como j ump, HIIT,  funcional ou danças. Aulas em grupo são animadas e um aluno incentiva o outro a não desistir.
    • Lutas: aulas de muay thai e jiu-jitsu também fazem  sucesso as  mulheres. As lutas geralmente representam alto gasto calórico, ou seja, ajudam a emagrecer e melhoram condicionamento físico, e ainda servem como uma forma de aliviar o estresse.

    Dos 30 aos 39 anos

    A necessidade e os objetivos seguem parecidos com a faixa etária anterior, mas agora ainda há mais chances de termos mulheres já com filhos e também ainda mais estressadas com as cobranças do trabalho.

    As atividades do item anterior seguem como sugestões, e Gisele ainda completa, afirmando que a musculação nessa fase auxilia também no combate à flacidez, que pode já começar a incomodar, além de ajudar na prevenção de males como osteoporose, artrose, diabetes e hipertensão. A lista de sugestões fica assim: 

    • Aulas de ginástica
    • Lutas
    • Musculação
    • Atividades aeróbicas (caminhada, corrida)

    Dos 40 aos 49 anos

    A idade já avançou um pouco mais e chega a hora de cuidar do corpo não apenas pensando na parte estética, mas também olhando cada vez para a saúde. Nesta fase, o organismo já começa a passar por uma desaceleração metabólica e a atividade física ajuda a manter a disposição do dia a dia, o bom funcionamento do organismo, a autoestima e a qualidade dos movimentos.

    Vale apostar em: 

    • Atividade física aeróbica (caminhada, corrida)
    • Musculação
    • Ginástica (treino de abdominal, treinamento funcional)
    • Alongamento
    • Pilates

    Acima dos 50 anos

    A lista de atividades segue a mesma da anterior, mas é preciso se preocupar ainda mais com os sinais da idade no corpo. Será preciso cada vez mais um reforço na musculação, já que há uma desaceleração metabólica e também perda de massa muscular nesta idade. 

    O treinamento adequado vai ajudar a chegar à terceira idade com mais disposição e tamb;em mais qualidade nos movimentos, por isso o treino funcional, que simula movimentos comuns do dia a dia, como subir e descer escadas, é tão interessante até aqui. 

    É importante manter a atividade física depois dos 50, dos 60... 

    Atividade física na TPM e na menstruação

    Durante boa parte da vida, as mulheres ainda têm de lidar com o período pré-menstrual, a TPM e a menstruação em si. Segundo Gisele, a atividade física também pode ajudar nesses momentos. 

    Especialistas defendem que a atividade física leve e a moderada contribuem para o alívio de dores como cólicas e outros incômodos. Você pode optar por caminhada, treinos de bicicleta ou alongamento. Muitas vezes, bate um cansaço a mais nesse período, mas segundo a profissional da BlueFit, vale buscar energia extra e se dedicar a uma atividade que logo conseguirá notar os benefícios no corpo. Até um treino leve de musculação pode ajudar. 

    A cistocele ou prolapso da bexiga , popularmente conhecida como "bexiga caída", é o resultado do enfraquecimento da musculatur...

    Saiba mais sobre a Cistocele




    A cistocele ou prolapso da bexiga, popularmente conhecida como "bexiga caída", é o resultado do enfraquecimento da musculatura do períneo da mulher, principalmente entre as paredes da bexiga e da vagina, provocando a queda da bexiga na vagina. Esta condição pode também envolver o útero, que desce na vagina e pode, inclusive, ficar aparente a partir da abertura vaginal.

    O fenômeno possui diferentes causas, porém a mais comum é causada pelo parto normal. Para facilitar o parto as paredes da vagina se distendem, sob a ação de hormônios, no entanto, as estruturas podem permanecer estiradas mesmo depois do nascimento do bebê, sobretudo nas mulheres que tiveram mais de 2 filhos.

    Após a menopausa o corpo da mulher passa por queda nos níveis de estrogênio e causa a degeneração dos músculos pélvicos. Isso, por sua vez, pode levar à cistocele. Outro motivo a ser lembrado é que a doença pode estar ligada à constipação intestinal, sobrepeso, tosses crônicas ou cirurgias pélvicas anteriores que geraram pressão abdominal. A remoção do útero também pode ser uma causa, mesmo que menos decorrente.

    A cistocele pode ser classificada em três graus:

    • Grau 1 (a bexiga desce na vagina, é leve),
    • Grau 2 (a bexiga quase cai na abertura vaginal),
    • Grau 3 (a bexiga sobressai da abertura vaginal).

    Os sintomas dependem do grau da doença. No caso de um distúrbio menor em que a bexiga cai levemente, não existem sintomas visíveis. Para os graus mais elevados da doença, os sinais e sintomas são mais graves e podem incluir pressão na pelve e na vagina, sensação de corpo estranho, dificuldade de iniciar ou interromper o xixi, aumento da frequência e incontinência da urina. incidência recorrente de infecções no trato urinário, podendo até sentir dor nas relações sexuais.

    Sintomas de prolapso da bexiga

    • O paciente pode ter uma sensação de plenitude na área vaginal e na bacia.
    • Uma sensação de evacuação incompleta após a micção
    • A presença de algo que sobressai da vagina.
    • Incontinência urinária (causada por tosse, risada, espirros, etc).
    • Perda de urina durante a relação sexual.
    • Dificuldade de esvaziar a bexiga
    • Às vezes inchaço na vagina
    • Sensação de pressão na vagina
    • Dor na coluna lombar
    • Dor vaginal durante a relação sexual
    • Dor no baixo ventre
    • Infecção da bexiga (recorrente).

    O diagnóstico da cistocele é feito pelo exame físico que o medico realizará, partindo das queixas da paciente.

    O tratamento da cistocele leve, sem sintomas, pode ser feito com exercícios destinados a fortalecer a musculatura perineal e devem ser orientados por um fisioterapeuta. Nos casos moderados pode ser utilizado um pessário (dispositivo circular de silicone feito para cobrir o colo do útero e para impedir a fecundação ou conter o prolapso uterino), um tampão ou um diafragma como uma alternativa ou como um precedente à cirurgia. Nos casos graves, a correção tem de ser feita por cirurgia em que o médico recoloca a bexiga de volta à sua posição normal. A operação, geralmente simples, é realizada por um ginecologista ou um urologista. Por vezes, pode ser recomendada a retirada do útero, se houver conjuntamente um prolapso desse órgão. Se houver recorrência da cistocele, uma segunda cirurgia pode ser realizada. Paralelamente, é recomendável fazer a terapia com estrogênio para aquelas pacientes que já estejam na menopausa, se os músculos pélvicos se enfraqueceram devido à ausência de estrogênios.


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