A notícia de uma gravidez de gêmeos muda a forma como você gerencia o pré-natal...

Atividade física na gestação gemelar pede cuidados especiais


A notícia de uma gravidez de gêmeos muda a forma como você gerencia o pré-natal e também sua rotina de exercícios. Durante a gravidez, a prática de atividade física é recomendada por gerar diversos benefícios para a mãe e para o bebê, mas será que a mesma recomendação é válida no caso de uma gravidez gemelar?

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A gestação gemelar sobrecarrega intensamente o organismo da mulher, tanto pelo peso, como pela maior demanda do sistema cardiovascular. Estar bem condicionada fisicamente, permite que a grávida de gêmeos consiga estar mais disposta, diminui a incidência de dores nas costas, ajuda no controle de peso, repercute em menores casos de incontinência urinária, além de diminuir a chance de desenvolver diabetes gestacional e pré-eclampsia.É bom ter atividades que tenham baixo impacto, como os exercícios feitos na água, yoga, pilates e caminhada, o que reduz a sobrecarga articular.

Os exercícios que envolvam ativação dos músculos abdominais e do assoalho pélvico (períneo) devem ser incentivados, porém é importante que sejam bem orientados por um profissional fisioterapeuta ou educador físico. Os profissionais devem orientar e ter conhecimento das alterações fisiológicas e biomecânicas sofridas durante a gestação. Quando realizado de forma incorreta, os exercícios podem trazer graves problemas, tanto para mãe quanto para os bebês.

Para que a gestante não ameace sua saúde,  os exercícios devem ser feitos com o consentimento e orientação do obstetra, que checará se não existem riscos adicionais. As complicações mais frequentes como o ganho de peso dos bebês abaixo do esperado, colo uterino curto, placenta baixa podem se agravar com a atividade física e nestes casos estarão contra-indicados a partir de seus diagnósticos.

Desde sua primeira menstruação, é recomendável que a mulher crie o hábito de consultar um ginecologista regularmente. Essa é uma atitude pre...

Conheça os cânceres que afetam o aparelho reprodutor feminino




Desde sua primeira menstruação, é recomendável que a mulher crie o hábito de consultar um ginecologista regularmente. Essa é uma atitude preventiva essencial para que ela cuide da sua saúde íntima e evite que alguma doença seja descoberta apenas em estágios bastante avançados.

Um dos problemas que mais preocupa médicos e pacientes é, sem sombra de dúvida, o câncer, enfermidade que pode atingir os diversos órgãos do aparelho reprodutor feminino. Por isso, a mulher que se preocupa com a sua saúde, também aprende a se conhecer muito bem para identificar os primeiros sintomas de quando alguma coisa está errada. 



É preciso primeiramente entender que o aparelho reprodutor feminino é formado por um órgão externo (vulva) e outros internos (vagina, útero, trompas de falópio e ovários). Todos esses órgãos são passíveis de desenvolver câncer e cada prognóstico irá levar a um tratamento específico.





A mama não é considerada órgão do sistema reprodutor, embora esteja intimamente relacionada a ele. Nos países desenvolvidos, o câncer mais comum é o do endométrio, seguido pelo câncer do ovário e depois, colo do útero, vagina e trompas. Já no Brasil, há diferentes dados de acordo com a região, mas, ao que tudo indica, o mais frequente é o câncer do colo do útero, seguido pelo do endométrio e ovário

Apesar da maior incidência de câncer na mulher ser mesmo o de mama, dados do Instituto Nacional do Câncer indicam que, no ano de 2008, 4.812 mulheres brasileiras foram vítimas do câncer de colo de útero. Naquele ano, o câncer de mama contabilizou 11.860 mortes. O que torna um câncer mais perigoso é seu comportamento, como ele se espalha para os outros órgãos. O câncer de mama tende a ser de pior comportamento se considerarmos casos iniciais, porque pode se espalhar pelo sangue e voltar mesmo depois de vários anos de tratamento.

Causas e sintomas
Todos os tipos de câncer apresentam sintomas quando em fases já avançadas. Portanto é imprescindível que as mulheres se submetam a exames periódicos de prevenção e detecção precoce. Alguns dos sintomas mais comuns em cada tipo de câncer do aparelho reprodutor feminino são:

Câncer do colo do útero: Segundo a especialista, esse tipo muitas vezes está relacionado à infecção pelo vírus HPV, transmitido sexualmente. No entanto, vários fatores de risco associados, como tabagismo, uso de pílulas, higiene inadequada, mudança frequente de parceiros e outras infecções concomitantes, aumentam o risco do aparecimento e progressão das lesões pré-tumorais. 



Em relação aos sintomas, o câncer de colo de útero geralmente provoca corrimento vaginal (às vezes sanguinolento), sangramento nas relações sexuais e dor pélvica em casos mais avançados. As lesões iniciais e pré-tumorais, não causam sintomas e podem ser detectadas pelo exame ginecológico e pelo teste de Papanicolau.


Câncer de endométrio (corpo do útero): esse tipo de câncer de endométrio geralmente está relacionado a desequilíbrios hormonais, obesidade na perimenopausa e menopausa, diabetes e pressão alta. Esse tipo de câncer também pode ser induzido pelo uso inadequado de terapia hormonal para tratamento de sintomas da menopausa.

Câncer de vulva: Na mulher jovem, o câncer de vulva, muitas das vezes, aparece relacionado à infecção pelo HPV. Nas mulheres mais velhas, pode evoluir a partir da coçadura crônica causada por alterações da pele da vulva. Esse tipo de câncer apresenta como principais sintomas, além das coceiras crônicas, o aparecimento de úlceras, feridas ou gânglios na região inguinal.

Câncer do ovário: o caso do câncer de ovário, o fator hereditário é bastante determinante, apesar da doença também se manifestar frequentemente em mulheres que não engravidaram, são inférteis e fizeram múltiplos tratamentos para indução de ovulação. "Embora estes não sejam os fatores causais, aumentam o risco", afirma.


É possível prevenir? 

Os cuidados com alimentação, prática de exercícios físicos regulares e sexo com proteção, aliados à atitude de evitar vícios, como o cigarro e o álcool, são medidas gerais que ajudam muito a prevenir todos os tipos de câncer.

O grande aliado das mulheres no combate a esses tumores é o seu ginecologista. A realização de exames periódicos e orientação adequada sobre os cuidados a serem tomados nas diferentes fases da vida, é decisiva na luta contra o câncer feminino.

Publicado em 12/09/11 e revisado em 20/04/17

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