A incontinência urinária afeta 10 milhões de brasileiros, de acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia, e é considerada um câncer social...

Calor piora casos de incontinência urinária


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A incontinência urinária afeta 10 milhões de brasileiros, de acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia, e é considerada um câncer social, pelos danos que causa à autoestima da pessoa. A pessoa não consegue ter convívio social nem sexual. Acredita que está sempre cheirando urina, tem medo de sair de casa e passar por um sufoco. E essa situação pode sim causar uma depressão - porque ela acredita que aquilo não terá cura.

O calor torna mais difícil a vida de quem não consegue controlar a urina. Isso porque, com o consumo maior de água durante o período, torna-se mais recorrente a necessidade de ir ao banheiro. Outra questão é o cheiro forte, agravado pelas altas temperaturas e as roupas usadas durante o verão. Como a estação quente exige roupas mais leves e claras, fica mais difícil esconder em caso de alguma perda de urina.

Causas
Ao contrário da crença popular, a incontinência urinária não é uma consequência normal da idade, apesar do envelhecimento trazer alterações estruturais na bexiga e no trato urinário que podem favorecer o aparecimento da condição. O tipo mais comum é a Incontinência Urinária de Esforço (I.U.E.), caracterizada pela perda de urina ao rir, tossir ou em qualquer movimento ou esforço. A I.U.E. atinge exclusivamente mulheres e pode ocorrer por fraqueza do esfíncter e do assoalho pélvico, além de múltiplos partos ou queda do hormônio feminino após a menopausa. Já nos homens, a incontinência urinária está relacionada a procedimentos cirúrgicos na próstata, que podem afetar o funcionamento do esfíncter.

Tem tratamento
Engana-se quem acredita que a condição não tem cura. Nas mulheres, nos casos mais simples, é possível fazer fisioterapia ou usar radiofrequência para ativar a musculatura, entre outros tratamentos. Nos casos moderados a graves, há um procedimento cirúrgico para aplicação de slings, malhas que sustentam a uretra. Nos pacientes mais complexos, como homens que perdem o funcionamento do esfíncter após a prostatectomia radical, é possível substituir o esfíncter com uma operação, utilizando um esfíncter artificial .

A prótese fica totalmente contida no corpo e possui uma bombinha dentro do saco escrotal que permite ao homem liberar a urina quando tiver vontade. No restante do tempo, o esfíncter permanece fechado. A incontinência urinária grave atinge 10% dos pacientes com incontinência que, sem tratamento, precisam recorrer às fraldas. As terapias devolvem o conforto e autoestima do homem.

Tratamento para a Incontinência Urinária

Homens
Após retirada de próstata
- Cirurgia para aplicação de esfíncter artificial

Mulheres
Incontinência Urinária de Esforço
- Cirurgia para aplicação de sling

Bexiga Hiperativa
- Toxina Botulínica
- Neuromodulador sacral
- Medicamento
- Fisioterapia Pélvica

A Fisioterapia em Urologia e Uroginecologia consiste no tratamento de disfunções do assoalho pélvico como a incontinência urinária por e...

Dica de 3 livros para profissionais na Fisioterapia Uroginecologica


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A Fisioterapia em Urologia e Uroginecologia consiste no tratamento de disfunções do assoalho pélvico como a incontinência urinária por esforço, incontinência urinária de urgência, incontinência fecal, obstipação, algias pélvicas além de disfunções pélvicas causadas por alterações neurológicas. A fisioterapia em uroginecologia também é indicada para tratar graus leves de prolapsos, como a popularmente conhecida, "bexiga caída".

Segue dica de três livros para que fisioterapeutas possam estudar e executar um melhor atendimento nos seus pacientes.

 Livro - Fisioterapia em Uroginecologia

A uroginecologia é uma subespecialidade médica abrangente, que relaciona os tratos urinário e ginecológico, bem como suas estruturas contíguas. Com o avanço científico na área, a fisioterapia uroginecológica se estabeleceu como uma alternativa cientificamente comprovada para o tratamento das disfunções do assoalho pélvico. O interesse dos fisioterapeutas pela atuação em uroginecologia tem crescido de forma gradual, e seus processos de formação e atualização são contínuos.

Livro - Uroginecologia Ilustrada

A última década teve como destaque a aquisição de inúmeros conhecimentos referentes ao estudo dos mecanismos da micção. O maior interesse dos urologistas e ginecologistas na urologia feminina e nos estudos urodinâmicos levou ao surgimento de uma nova subespecialidade, a Uroginecologia.

Livro - Tratado de Uroginecologia e Disfunções do Assoalho Pélvico

O conhecimento em Uroginecologia vem se consolidando gradativamente ao longo das décadas. Muitos aspectos ainda são controversos e suscitam pontos de vista diversos, pois se trata de uma área com grande impacto na qualidade de vida das mulheres e que necessita de conhecimento específico para o correto diagnóstico e tratamento das enfermidades uroginecológicas. Assim, dentre os principais temas apresentados no Tratado de Uroginecologia e Disfunções do Assoalho Pélvico, destacam-se:

Com o aumento acentuado de gestantes praticando atividade física, a literatura científica dessa temática vem respondendo aos profissionais...

Contra-indicações do exercício físico na gestação


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Com o aumento acentuado de gestantes praticando atividade física, a literatura científica dessa temática vem respondendo aos profissionais da saúde como médicos, fisioterapeutas e professores de educação física, a indicar, orientar e restringir o exercício principalmente quando:

Contra-indicações Absolutas

Doenças cardíacas
Doenças pulmonares obstrutivas
Incompetência de colo uterino
Placenta prévia após 26 semanas de gestação
Gestações múltiplas com risco de partos prematuros
Sangramento persistente no segundo e terceiro trimestre
Trabalhos de parto prematuros
Ruptura de membranas
Hipertensão gravídica

Contra-indicações relativas:

Anemia severa
Bronquite crónica
Arritmias cardíacas
Diabetes Mellitus – Tipo I
Obesidade extrema
Extremo baixo peso corporal (Índice de massa corporal < 12)
Retardo de crescimento uterino
Hipertensão não controlada
Limitações ortopédicas
Fumantes severas
Baixo controle dos hormônios tireoidianos (hipertireoidismo e hipotireoidismo).

  ​ Muitas fisioterapeutas que trabalham com fisioterapia em gestantes podem 'apresentar' a Shantala para as futuras mamães. ...

Fisioterapeuta: apresente a Shantala para suas pacientes


 

Muitas fisioterapeutas que trabalham com fisioterapia em gestantes podem 'apresentar' a Shantala para as futuras mamães.

O médico francês Frederick Leboyer, em visita à Índia, via constantemente uma jovem mãe da periferia de Calcutá massageando seu bebê. O médico a acompanhou durante algum tempo e observou que seu filho, mesmo vivendo em condições precárias, se desenvolvia tão bem quanto nenéns mais abastados. Foi então que aprendeu a técnica e a trouxe para o ocidente batizando-a de Shantala, em homenagem à indiana. (Naquele país a atividade é corriqueira para as mães locais e não possui um nome específico).

Voltada para recém-nascidos, a Shantala consiste, basicamente, em movimentos lentos e suaves, além de compressões e alongamentos passivos por todo o corpo do neném, passando por braços, pernas, mão, cabeça, costas, barriga e rosto.

A criança deve ficar sem roupa e a mãe deve espalhar em suas mãos um pouco de óleo vegetal – sempre aquecido em banho-maria, para não alterar demais a temperatura do bebê.

É importante dar um bom banho no neném, tirando o excesso de óleo em seu corpo, depois para finalizar a massagem tocando partes que podem ser esquecidas durante a shantala, como a orelha.

É recomendável que a criança complete 30 dias de vida antes de começar a receber a massagem e todas as sessões devem ser iniciadas sempre com o bebê de frente para a mãe – ou para o pai. É essencial que haja troca de olhares no início da massagem. Faz parte do reconhecimento entre mãe-pai-filho", explica Adriana.

E se há idade certa para iniciar, para terminar não é bem assim. Segundo a fisioterapeuta, a shantala pode ser realizada até quando a criança aceitar o toque dos pais, sendo, inclusive, um ótimo "remédio" para aquela mais agitada ou a que têm ciúme do irmão mais novo etc.

A shantala também pode ser feita por outros familiares, mas como seu maior objetivo é fortalecer a relação com o bebê, o ideal é que os próprios pais a façam.

A técnica ajuda a aliviar as cólicas e a prisão de ventre; a regular o sono e, o choro; a acalmar o bebê; e a melhorar o seu sistema psicomotor. Porém, o maior benefício é a aproximação entre pais e filhos. Uma forte evidência disso é que muitas mães conseguiram vencer a depressão pós-parto praticando a Shantala. Com a massagem a depressão foi dando lugar ao amor", conta.

Por fim, deve-se levar em conta o fato de que a ação é rápida e barata. Pode ser realizada em cerca de 20 minutos e não exige materiais extras além de óleos e muito amor. A resposta é imediata.

Apresente a Shantala para a (o) sua (seu) paciente. Ela (ele) vai adorar!

 

Uma região do corpo humano onde se encontram os genitais e um conjunto de músculos denominados Assoalho Pélvico. Como o nome sugere, é como ...

Problemas que atingem o Períneo


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Uma região do corpo humano onde se encontram os genitais e um conjunto de músculos denominados Assoalho Pélvico. Como o nome sugere, é como se fosse o chão da bacia, que se estende do púbis ao cóccix. E este assoalho é passagem para o canal da vagina, da uretra (canal que elimina a urina) e do ânus.

A dor pélvica e a dor posterior baixa são sintomas relativamente comuns, principalmente por estarem relacionados etiologicamente com mais de uma centena de doenças – desde daquelas que são de origem infecciosa até as inflamatórias inespecíficas, passando pelas que são decorrentes de alterações osteomusculares carências, funcionais, pelas neoplásicas e pelas de causas indeterminadas.

Os problemas mais comuns que atingem o são:

•      dificuldade de segurar a urina quando a bexiga está cheia;

•      perda de urina aos pequenos e grandes esforços (espirro, tosse, saltos, risadas, ao pegar um peso, caminhando, ao praticar um esporte);

•      perda de urina na relação sexual;

•      dificuldade de sentir o atrito entre o pênis e a vagina na relação sexual;

•      dificuldades e dor na hora da penetração.

Em outros casos:

•      cistocele ("queda da bexiga);

•      uretrocele ("queda da uretra");

•      retocele ("queda do reto")

Músculos do assoalho pélvico fortes dão melhor apoio ao peso extra da gravidez, ajudam no segundo estágio do trabalho de parto e, ao aumen...

7 coisas para você saber sobre os exercícios de Kegel


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Músculos do assoalho pélvico fortes dão melhor apoio ao peso extra da gravidez, ajudam no segundo estágio do trabalho de parto e, ao aumentar a circulação, auxiliam na recuperação do períneo (área entre a vagina e o ânus) após o nascimento do bebê por parto normal. Quando feitos regularmente, esses exercícios ajudam a prevenir a manifestação da incontinência urinária e do prolapso.

É possível ter esses objetivos com os exercícios kegel. Saiba 7 coisas sobre eles:
 
  1. Os músculos do nosso pavimento pélvico, localizados na parte interna da vagina, com o passar do tempo, e tal como acontece com o resto dos músculos do nosso corpo, vão perdendo a tonificação. A gravidez e o parto natural também pode conduzir a esta situação, o que faz com que a fricção gerada pela penetração não seja tão intensa como costumava ser, afetando o nosso prazer sexual.

    Os exercícios Kegel ajudam a prevenir e melhorar esta situação, tonificando os músculos da nossa vagina e melhorando o prazer sexual.

  2. Um dos exercícios do método Kegel mais conhecido e popular é o que podemos realizar cada vez que vamos no banheiro para urinar. Siga estas instruções para o conseguir:

    • Lembre-se que o objetivo é tonificar os músculos da sua vagina, por isso convém localizá-los primeiro. Contraia toda a região vaginal e anal para dentro, imagine que quer que a mesma seja absorvida para dentro do seu corpo, sentirá também como o ânus se contrai. Esse é o movimento que deve fazer.
    • Depois disso, cada vez que for ao banheiro tome um tempinho para exercitar a sua vagina. Aguente durante 3 segundos a urina e depois solte um pouco, repita o processo até ter esvaziado completamente a bexiga. Cada vez que for no banheiro pode levar a cabo esta rotina.
  3. O fantástico dos exercícios Kegel é que os pode fazer em qualquer momento. Enquanto etá no escritório, em casa ou sentado tomando um café pode por em prática este exercício:

    • Sente-se direita com os braços ao lado do corpo
    • Contraia a sua vagina durante 3 segundos, depois relaxe mais 3 segundos. Retome o exercício até fazer 10 repetições.
    • Depois de controlar na perfeição o ritmo com 3 segundos, aumente até 5 e vá subindo pouco a pouco até chegar a 10 segundos.
    • Faça-o com calam, é um processo evolutivo, assim como qualquer outro exercício de tonificaç4ao muscular, deve ir com calma.
  4. Outro exercício que pode fazer para fortalecer a sua vagina, é realizar movimentos rápidos soltando e contraindo os músculos do seu pavimento pélvico. Para não perder o ritmo pode acompanhar os exercícios com a sua respiração, inspirando e expirando de forma rápida com cada movimento. Repita 20 vezes.

  5. Um exercício que ajudará a tonificar a sua vagina, e que se faz muito nas aulas de aeróbica, é o seguinte:

    • Deite-se sobre uma colchonete com os braços de lado e as pernas fletidas, os seus ombros e as solas dos pés devem estar completamente apoiadas no solo e de forma firme.
    • Contraia os músculos e levante lentamente o quadril, o seu corpo ficará apoiado no solo apenas na parte superior das suas costas e na sola dos pés.
    • Baixe até à posição inicial. Repita 20 vezes.
  6. Uma excelente alternativa é a utilização de bolas chinesas, estas ajudam a exercitar de forma eficaz o pavimento pélvico melhorando a tonificação dos músculos da sua vagina.

  7. Tenha em conta que os exercícios do método Kegel que se fazem em casa são progressivos, por volta do terceiro mês de prática começa a notar os resultados. Também existe a possibilidade de fazer estes exercícios com máquinas especiais, disponíveis nos consultórios de ginecologia, que oferecem resultados em menos tempo. Consulte o seu médico sobre esta opção.

Para identificar esses músculos, há três métodos. Tente interromper o fluxo de urina quando estiver sentada no vaso sanitário. Se o conseguir fazer, significa que está utilizando os músculos corretos. Outra opção é imaginar que você está tentando impedir a saída de gases. Contraia os músculos que utilizaria nessa situação. Se você sentir uma sensação de "puxar", significa que esses são os músculos corretos para os exercícios de Kegel. O terceiro método é, deitada, colocar o dedo dentro da vagina. Contraia-se como se estivesse tentando interromper a saída de urina. Se sentir o seu dedo apertado, significa que está contraindo o músculo pélvico correto.

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O que é a Síndrome do Choque Tóxico?



Síndrome do Choque Tóxico: o que o absorvente interno tem a ver com isso


A Síndrome do Choque Tóxico é uma grave infecção bacteriana que evolui rapidamente e pode levar à morte.

A SCT é uma doença decorrente de uma infecção bacteriana estafilocócica. Essa bactéria é normalmente encontrada na pele, mas só se torna um problema quando ocorre uma proliferação intensa, gerando a toxina TSST-1 (toxyc shock syndrome toxine-1). Essas toxinas causam a doença porque são superantígenas, ou seja, são capazes de ativar um número grande de células T (as responsáveis pela defesa do organismo) de uma só vez, resultando em uma produção massiva de citocina - a substância produzida pelas células para comunicarem-se - para combatê-las.

Além do choque tóxico, a bactéria também é responsável por outras enfermidades, como a síndrome da pele escaldada e intoxicações alimentares.

Os primeiros casos de Síndrome do Choque Tóxico apareceram em 1978, nos Estados Unidos, mas eram notificados como pediátricos (ou não relacionados a menstruação). Somente nos anos 1980 é que se percebeu a ligação entre a SCT e mulheres em período menstrual, principalmente com o uso de absorventes internos de alta absorção, as novidades da época.

Quem pode ter?

A síndrome não está ligada, necessariamente, apenas à menstruação. 50% dos casos relatados são entre crianças e adultos (homens e mulheres) que não estão em fase menstrual. Nesses indivíduos a doença pode ter diferentes origens: infecções de cicatrizes cirúrgicas ou de pós-parto, sinusite, osteomielite (infecção óssea), artrite bacteriana, queimaduras, lesões na pele (principalmente nas extremidades, região perianal e nas axilas), infecções respiratórias seguidas de gripe e enterocolite (infecção intestinal). Isso acontece quando a bactéria que está na pele (ou é decorrente de infecções hospitalares) cai na corrente sanguínea e gera a reação intensa do corpo contra a toxina, o chamado choque tóxico.

Quando está relacionada ao ciclo, não se sabe exatamente o motivo da proliferação estafilocócica em algumas mulheres e em outras não. De acordo com um estudo da Universidade de Illinois, nos EUA, publicado no Yale Journal of Biology and Medicine, aproximadamente 20% da população geral carrega a bactéria na pele e muitos mais carregam no nariz. O que se sabe é que o absorvente interno tem uma participação, atuando como o meio ideal para a rápida reprodução da bactéria. "24 horas de uso inadequado do absorvente pode levar à síndrome, com aparecimento dos sintomas. O quadro é muito grave e a piora é progressiva", alerta a ginecologista Erica Mantelli. Ainda assim, desde 1986 o número de casos diminuiu de 9 em 100 mil mulheres para 1 em 100 mil, como aparece documentado no artigo da Universidade de Duke (EUA).

Quais são os sintomas?

Quando as toxinas caem na corrente sanguínea todos os sistemas do corpo sofrem. Isso significa que múltiplos órgãos se manifestam ao mesmo tempo. Fique atenta aos sinais:

  • febre acima de 38.9 °C;
  • hipotensão arterial (pressão baixa)
  • reações na pele (vermelhidão no corpo todo que lembra queimadura de sol)
  • calafrios;
  • mal-estar;
  • dor de cabeça;
  • dor de garganta;
  • dor muscular (mialgias);
  • fadiga;
  • vômitos/diarreia;
  • dor abdominal;
  • tontura e desmaios;

Tem tratamento?

A síndrome é uma doença grave que evolui rapidamente, com risco de levar à morte. Ao perceber alguns sintomas indicados, mesmo que se pareçam com gripe ou outras enfermidades, corra para um hospital. A ginecologista enfatiza: "Internação imediata. O médico deve avaliar o caso e o paciente receberá cuidados intensivos no hospital".

Como afeta vários sistemas, a medicamentação conta com antibióticos e reposição de fluidos para fazer o sangue chegar aos órgãos e vice-versa, já que a hipotensão dificulta a circulação. Intervenções cirúrgicas podem ser necessárias para drenar o foco infeccioso, retirando o pus do local para a penetração da medicação. Normalmente o tratamento dura de 10 a 14 dias.

Algumas pessoas têm uma grande produção de citocina durante a infecção e por isso não conseguem produzir anticorpos suficientes para criar uma "memória" contra a toxina.

Dá para evitar?

Como a relação da presença de estafilococos no corpo e a subsequente proliferação e produção de exotoxinas não é clara, difícil prever uma maneira de evitar a doença. Cuidados básicos com a higiene (inclusive a íntima) e não usar absorventes internos durante muitas horas ajudam a reduzir os riscos. Outras opções, como o coletor menstrual e o absorvente biodegradável, também apresentam chances menores de infecção.

O que o absorvente tem a ver com essa história?

Após a epidemia nos Estados Unidos nos anos 1980, o absorvente interno se tornou o "vilão" da SCT. Na época os novos produtos disponíveis no mercado contavam com uma tecnologia de alta absorção e substituíram o algodão por materiais sintéticos, como o poliacrilato-rayon, um derivado da polpa da madeira.

A grande questão desse tipo de substância é que ela cria um ambiente propício para a proliferação dos estafilococos quando o absorvente é utilizado por períodos prolongados, pois imita o ágar-ágar utilizado nas placas de Petri para fazer as bactérias se repoduzirem mais rapidamente. "O material utilizado no absorvente pode reagir com bactérias locais e produzir toxinas, que caem na corrente sanguínea e atingem o organismo todo", explica a ginecologista e obstetra Erica Mantelli. A recomendação é trocar a cada 4 ou 6 horas no máximo.

O pH vaginal também influencia a criação do meio, como apontado no estudo do Dr. Sharra L. Vostral, da Universidade de Illinois: o pH durante a menstruação passa de 4,2 para 7,4, ou seja, de ácido para básico – e tudo o que a bactéria precisa é de um meio neutro (pH 7).

Existe alguma regulamentação sobre absorventes no Brasil?

Os absorventes descartáveis não precisam de registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), mas são submetidos a testes que comprovem que não existem substância tóxicas no sentido de gerar irritação na pele ou alergia, além de checar se o produto está livre de germes, como o estafilococo. No entanto, não há nenhuma obrigação de informar a possibilidade de Síndrome do Choque Tóxico, ainda que algumas marcas tenham um panfleto com a nota.

A nefrite é a inflamação dos rins . Essa inflamação dos rins geralmente costuma ser provocada por uma infecção, como na pielonefrite, ou...

Saiba mais sobre a Nefrite


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A nefrite é a inflamação dos rins. Essa inflamação dos rins geralmente costuma ser provocada por uma infecção, como na pielonefrite, ou por uma reação imune anormal que ataca os rins.

Uma reação imune anômala pode produzir-se de duas formas:

1) um anticorpo pode atacar diretamente o rim ou um antigênico (uma substância que estimula uma reação imune), aderido às células renais,;

2) um antigênico e um anticorpo podem unir-se em qualquer outra parte do organismo e depois aderir às células do rim.

Os sinais que indicam nefrite, como a presença de sangue e de proteínas na urina e uma função renal deteriorada, dependem do tipo, da localização e da intensidade da reação imune. Contudo, numerosas condições capazes de lesar os rins podem produzir lesões, sintomas e consequências semelhantes.

Geralmente, a inflamação não afeta todo o rim. A doença resultante depende do facto de a inflamação afetar principalmente os glomérulos (a primeira parte do aparelho de filtração do rim), os tubos e os tecidos que o circundam (tecido tubulointersticial) ou os vasos sanguíneos do interior dos rins, causando vasculite.




Inflamação dos rins Zona afetada Doença resultante Vasos sanguíneos Vasculite Glomérulos Síndrome nefrítica aguda
Síndrome nefrítica de progressão rápida
Síndrome nefrótica
Síndrome nefrítica crónica Tecido tubulointersticial Nefrite tubulointersticial aguda
Nefrite tubulointersticial crónica

O treino dos músculos do assoalho pélvico pode ser uma maneira eficaz de minimizar ou prevenir a perda de urina. O trein...

Exercícios para assoalho pélvico


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O treino dos músculos do assoalho pélvico pode ser uma maneira eficaz de minimizar ou prevenir a perda de urina. O treino pode ser feito voluntariamente, não custa dinheiro nem tem efeitos secundários, por isso talvez queira experimentar antes de iniciar outros métodos de tratamento. As melhorias poderão não ser imediatas, mas não desista.

 

O que é o assoalho pélvico?
O assoalho pélvico é composto por uma fina camada de fibras musculares e tecido conjuntivo que encerram a cavidade pélvica na sua parte inferior, entre osso púbico o anteriormente e o sacro posteriormente. 

Qual é a função dos músculos do assoalho pélvico?

  • Os músculos do assoalho pélvico contraem quando se tosse, espirra ou se faz força, ajudando a prevenir a perda involuntária de urina;
  • Ajudam a sustentar os órgãos no abdomen especialmente quando se fica em pé;
  • Ajudam a proteger os órgãos pélvicos contra lesões externas;
  • Ajudam a segurar os órgãos pélvicos, como a bexiga, na posição correta;
  • Ajudam a controlar a saída de urina, gases e fezes;
  • Desempenham um papel importante durante a relação sexual.

Para os músculos do pavimento pélvico desempenharem corretamente as suas funções precisam de estar condicionados e terem uma força adequada, como qualquer outro músculo do corpo. 

O que poderá acontecer se os músculos meu assoalho pélvico estiverem fracos?

A fraqueza dos músculos do pavimento pélvico pode causar ou agravar vários problemas tais como:

  1. Incontinência urinária de esforço. É a queixa de perda involuntária de urina ao fazer esforços ou durante a prática de exercício físico, quando se assoa ou se tosse.
  2. Incontinência urinária de urgência. É a queixa de perda involuntária de urina associada a uma necessidade urgente de urinar.
  3. Incontinência mista (urgência e esforço). É a queixa de perda involuntária de urina associada à urgência como também ao esforço.
  4. Prolapso dos órgãos pélvicos ou prolapso genital. É a descida da bexiga, recto, ou útero, pressionando a parede vaginal, que nas formas mais graves pode ultrapassar a entrada da vagina.
  5. A perda de desejo sexual ou a percepção de que a vagina está alargada. 

O que pode causar fraqueza dos músculos do assoalho pélvico?

  1. A não utilização destes músculos. Os músculos do pavimento pélvico, tal como todos os outros músculos têm de ser exercitados para funcionarem.
    É muito importante exercitar estes músculos durante toda a vida da mulher (não apenas após ter filhos).
  2. Lesão dos músculos durante a gravidez e parto.
  3. Alterações hormonais associadas à menopausa pode implicar fraqueza da destes músculos, no entanto ainda não está comprovado cientificamente.
  4. A própria diminuição do tónus muscular associado com o processo de envelhecimento.
  5. Danos musculares provocados pelo esforço prolongado quando existe de obstipação intestinal, ou ainda associado a doentes com antecedentes de tosse crónica ou obesidade.

O papel dos exercícios de fortalecimento do assoalho pélvico
Exercícios regulares e intensos do pavimento pélvico ajudam a fortalecer e tonificar estes músculos.

Muitas mulheres perceberão uma melhoria ou até um desaparecimento dos sintomas da incontinência urinária de esforço após aprenderem fazer corretamente os exercícios, podendo assim evitar ou adiar a necessidade de uma cirurgia. 

Como exercitar os músculos do assoalho pélvico?
É importante aprender a realizar os exercícios desde o início e avaliar de vez em quando se os continua a realizar corretamente.

O seu fisioterapeuta vai poder ajuda-la a aprender e a realizar os exercícios utilizando ilustrações, desenhos e figuras.

  1. Sente-se confortavelmente com os pés e joelhos afastados. Dobre o seu tronco de modo a apoiar os cotovelos sobre os joelhos.
    Lembre-se de continuar a respirar, mantendo a barriga, pernas e coxas relaxados.
  2. Imagine que está a tentar evitar a perda de gases e urina ao mesmo tempo. Ao fazer isto deve sentir um aperto e levantar da zona à volta da vagina e ânus.
  3. Uma boa maneira de avaliar se está a fazer bem os exercícios é observar-se ao espelho.
    Pode deitar-se numa cama com um espelho colocado entre as pernas afastadas e com os joelhos dobrados.
    Ao apertar os músculos vai notar que o recto e entrada da vagina vão subir e aproximar-se.

Se notar que a sua vagina abriu, está afazer a força para baixo, que é ao contrário da contração dos músculos do pavimento pélvico.
Além disso, se perder urina ou gases enquanto está a fazer os exercícios estará também a fazer a força em sentido contrário, em vez de estar a puxar para cima.

Poderá não conseguir fazer as contrações no início, mas não se fique decepcionada.


A maior parte das doentes aprendem a contrair e relaxar os após algum treino. 

Com que frequência devo fazer os exercícios?
Primeiro, determine a sua "série inicial". Use um diário de exercícios.

Aperte ao máximo os músculos do seu pavimento pélvico sem usar os glúteos, as coxas ou os abdominais, como já foi descrito acima.
Depois mantenha a força durante o máximo tempo possível até ao máximo de 10 segundos). 

Quando tempo consegue segurar uma contração máxima?

______segundos

Relaxe e descanse durante pelo menos o mesmo tempo da contração.
Repita a sequência "apertar, segurar e soltar" o número máximo de vezes que conseguir (até um máximo de 8-12 repetições).

Quantas vezes consegue repetir a contração?

______ vezes (por exemplo 2 segundos 4 vezes)

Este será a sua "série inicial" de exercícios. Repita a sua "série inicial" 4 a 6 vezes durante o dia.
Assim, com o treino muscular regular o seu pavimento pélvico ficará mais forte e sua série de exercício poderá ser modificada, como por exemplo passar para 4 segundos 6 vezes.
Esta passará a ser sua nova "série inicial".

Esse programa vai promover a resistência deste grupo muscular. Assim os seus músculos vão conseguir contrair com mais força e por mais tempo. 

Agora faça os exercícios de fortalecimento do pavimento pélvico, apertando com mais força ainda, depois relaxe.


Isso é a chamada contração rápida e irá ajudar os músculos a contrair rápido quando tiver que tossir, sorrir, praticar exercício físico ou carregar pesos.

Quantas contrações poderá fazer?
Tente aumentar o número de 8 a 12 repetições, 3 vezes ao dia durante pelo menos 6 meses.

Esta é uma sugestão a seguir!
O mais difícil é lembrar de fazer os exercícios! 

Aqui vão alguns conselhos a que ajudarão:
Coloque seu relógio no outro pulso.

  • Coloque adesivos em lugares que veja (por exemplo: no espelho da casa de banho, telefone, frigorifico, no volante do carro).
  • Faça exercício após esvaziar a bexiga.
  • Faça exercício em todas as posições.

Quando tempo irá demorar para ver resultados?
Não vai sentir provavelmente melhoria no controle da bexiga antes de 3 a 6 semanas, mas poderá levar até 6 meses.

No entanto, Não desista! É importante manter a força destes músculos.

Deve praticar os exercícios duas vezes por semana, 3 séries de 8-12 contrações máximas, 3 vezes ao dia deverá ser suficiente.
Tente incorporar esses exercícios nas suas atividades da vida diárias.
Se não tem a certeza de estar a fazer corretamente os exercícios, consulte um médico, enfermeiro (que seja especialista na área) ou fisioterapeuta para se aconselhar e fazer uma avaliação. 

O que posso fazer se não consigo contrair os meus músculos do assoalho pélvico?
Se não conseguir contrair os músculos, um profissional especializado na área poderá sugerir alguns tratamentos adicionais. 

Biofeedback
Tem como objectivo ajudar a mulher a identificar e contrair isoladamente os músculos do pavimento pélvico usando sinais de seu próprio corpo.

Um exemplo é sentir esses músculos com os próprios dedos.
Outro método envolve pequenos sensores, ligados a um computador, que são colocados no abdomen e coxa ou dentro da vagina ou recto.
A força e a manutenção da contração que vai realizar podem ser assim ser visualizadas no ecrã do computador.

Eletroestimulação
Algumas vezes, os músculos do pavimento pélvico não podem contrair por causa de lesões nervosas, que poderá acontecer por exemplo, após um parto ou uma cirurgia.

A eletroestimulação irá promover uma contração artificial desses músculos ajudando o seu fortalecimento.
Esse método não está indicado para mulheres que já conseguem contrair os músculos do pavimento pélvico. 

Pontos para lembrar:. O enfraquecimento dos músculos do assoalho pélvico causa sempre problemas no controle da bexiga.

  • Os exercícios de fortalecimento do pavimento pélvico realizados diariamente, ajudam a fortalecer os músculos e melhoram o controlo da bexiga.
  • Pergunte ao seu fisioterapeuta se está a exercitar os músculos certos.
  • Aperte ou contraia os seus músculos do pavimento pélvico antes de tossir, espirrar, saltar ou carregar pesos. Isso pode ajudar a prevenir a perda involuntária de urina, gases ou fezes, como ainda prevenir a descida dos órgãos pélvicos.
  • Tente manter o peso no limite saudável.

Escherichia coli (E.coli) é o nome da bactéria responsável por 80% das infecções urinárias, cujo tratamento é feito com antibióticos, sob ...

Dicas para evitar a cistite


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Escherichia coli (E.coli) é o nome da bactéria responsável por 80% das infecções urinárias, cujo tratamento é feito com antibióticos, sob orientação médica. A realidade, porém, é que após alguns episódios de infecção urinária, a mulher se automedica, tendo como agravante o fato de que a exposição rotineira aos antibióticos causa resistência bacteriana e não previne o problema. Ao mesmo tempo, o tratamento só funciona enquanto a paciente está sob efeito de remédios e a infecção pode voltar pouco tempo depois de terminado o tratamento.

Porem há algumas dicas que se pode seguir para a prevenção. Veja:

- Beba bastante líquido (pelo menos 1 litro ao dia). Para prevenir as cistites recidivantes, experimente sucos (250 ml ao dia) de plantas com bagas (arando vermelho, cranberry) pois estes são bastante eficazes.

-
Lute contra a fadiga e o estresse, pois ambos podem ser responsáveis pelo aparecimento da cistite, através do enfraquecimento do sistema imunológico. Você pode tomar fortificantes e vitaminas para fortalecer o sistema imunológico.

Aumente suas defesas imunológicas, através da sauna, por exemplo, e de uma alimentação saudável, composta de frutas que são ricas em vitaminas (evite as frutas cítricas,) ou probióticos ( iogurtes, lactobacilos, ...).
Você pode também tomar remédios à base de equinácea, vitamina C ou medicamentos imunoestimulantes à base de extratos de germes, como a bactéria E.Coli, para reforçar o sistema imunológico.

- Utilize roupas quentes no inverno, evite roupas íntimas muito apertadas, curtas ou sintéticas (dê preferência às confecções em algodão). As jovens devem tomar cuidado com a moda da barriga à mostra no inverno, pois o frio fragiliza o sistema imunológico, sendo assim, o risco de obter uma cistite aumenta.

- Troque regularmente suas roupas íntimas para evitar o aparecimento de agentes infecciosos.

- Trate e previna qualquer problema de prisão de ventre o quanto antes, pois esta pode favorecer a fermentação intestinal que por sua vez, poderá levar a uma propagação das bactérias em direção às vias urinárias.

Urine sempre que tiver vontade, não é aconselhável "segurar o xixi", pois neste caso os germes podem se proliferar mais facilmente.

- Tenha uma boa higiene íntima. O uso de sabonetes ou cosméticos muito fortes pode favorecer a entrada de agentes infecciosos.

- Em algumas mulheres, após as primeiras relações sexuais, pode sobrar alguns restos do hímen, que impedem uma boa evacuação da urina e podem provocar cistites. Devido a isso, algumas mulheres conseguem observar uma redução e até mesmo a interrupção das cistites após o nascimento do primeiro filho.  Para isso, o parto deve ser normal, pois isso ajudará a evacuar de maneira natural os restos do hímen. Em alguns casos, o médico poderá propor uma cirurgia para retirar estes restos.

- Respeite os conselhos de higiene no banheiro, as mulheres devem se limpar de frente para trás, em direção ao ânus, para evitar a contaminação das vias urinárias por agentes infecciosos fecais.

- As relações sexuais podem, às vezes, favorecer o aparecimento de cistites, portanto é aconselhado beber antes da relação e urinar (esvaziar a bexiga) logo depois, já que isso permite a eliminação de determinados germes que podem provocar uma cistite.

- Evite as jacuzzi (elas podem estar infectadas por inúmeros germes)

- Se você está na menopausa, deve saber que a secura vaginal sintomática desta pode favorecer as infecções urinárias. Converse com o seu médico para agir de forma preventiva, se for o caso.

- Evite o uso de absorventes externos, especialmente entre as mulheres com cistite de repetição. Prefira os internos.


Sob o novo título Fisioterapia Aplicada à Saúde da Mulher , mais adequado à abrangência do seu conteúdo, esta edição contou com aprimora...

Fisioterapia Aplicada à Saúde da Mulher


Fisioterapia Aplicada à Saúde da Mulher

Sob o novo título Fisioterapia Aplicada à Saúde da Mulher, mais adequado à abrangência do seu conteúdo, esta edição contou com aprimoramentos que não se limitaram ao novo formato gráfico. O texto foi totalmente atualizado e a organização do conteúdo foi reformulada, tornando a obra mais coesa. Além disso, mais sete capítulos foram agregados e todas as ilustrações, refeitas.

Saiba mais sobre esse livro

Informações Técnicas
Título Fisioterapia Aplicada à Saúde da Mulher
Editora Guanabara Koogan
ISBN 9788527721042
Páginas 444
Edição 5
Tipo de capa Brochura
Ano 2012
Assunto Medicina E Saude-Fisioterapia
Idioma Português
Código de Barras 9788527721042

A fisioterapia obstetrícia objetiva auxiliar a futura mãe em estabelecer a segurança física no processo que vai da gravidez até o part...

Conheça mais a Fisioterapia na Obstetrícia


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A fisioterapia obstetrícia objetiva auxiliar a futura mãe em estabelecer a segurança física no processo que vai da gravidez até o parto. Esse último será grandiosamente beneficiado com o tratamento, levando em conta que todos os exercícios propostos pelo profissional fisioterapeuta devem ser seguidos pela mulher durante a gravidez.

Parceiro

Como benefício imediato, a fisioterapia obstetrícia promove a redução imediata dos desconfortos durante a gravidez, bem como os sintomas dolorosos. Outro fator importante a lembrar é que esses exercícios podem promover a elevação da alto-estima da mulher grávida e uma melhor interação entre seu corpo e sua personalidade. A recuperação no pós-parto também é facilitada se os exercícios forem corretamente praticados.

Em atividade desde 2012, o Grupo de Atendimento de Fisioterapia Preventiva em Saúde da Mulher da Universidade de...

Fisioterapia preventiva em saúde da mulher



Pessoas procuram cuidados especiais durante a gestação (Foto: Divulgação)

Em atividade desde 2012, o Grupo de Atendimento de Fisioterapia Preventiva em Saúde da Mulher da Universidade de Sorocaba (Uniso) tem demonstrado ser um projeto de extensão universitária de sucesso. Já atendeu a dezenas de pessoas, que procuram cuidados especiais durante a gestação, na fase de mudanças fisiológicas e também na terceira idade.

Segundo quem atua no grupo, durante a vida, a mulher percorre diferentes etapas e junto a elas apresentam-se modificações fisiológicas, anatômicas, emocionais e psicossociais. Entre essas, destacam-se a gestação, o climatério (transição do período reprodutivo para o não reprodutivo) e a terceira idade. A atividade física durante a gestação, por exemplo, proporciona menor probabilidade de complicações durante o parto e melhor recuperação pós-parto, o que produz uma sensação de bem-estar e um melhor relacionamento entre mãe e bebê.

O projeto de extensão tem caráter preventivo, com objetivo de alcançar o equilíbrio corporal diante das manifestações fisiológicas de cada um destes períodos, por meio de exercício físico realizado em grupo.

Os encontros podem acontecer uma ou duas vezes por semana, a depender das necessidades de cada grupo de pessoas atendidas, na Cidade Universitária (com exceção de mulheres idosas, cujo atendimento é realizado na Universidade da Terceira Idade).

As atividades são realizadas de forma dinâmica, envolvem alongamento e fortalecimento muscular, exercícios aeróbicos e demais atividades. As sessões são finalizadas com técnicas respiratórias e de relaxamento corporal.

O projeto já atendeu, até 2014, 68 mulheres (das quais oito gestantes, cinco climatéricas e 55 idosas).  As participantes relatam maior disposição para atividade física, fortalecimento dos ossos, mais saúde e bem-estar, além de melhorias no processo fisiológico.

Neste ano, o grupo foi tema de estudo das alunas Andréia Cristina de Oliveira Silva, Karine Hitomi Nagamine, Mayara do Amaral Barreto e Lilian Pinto Amaral, sob orientação da professora Aline Alcoforado dos Santos Gasparini.

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