Existem técnicas Fisioterapêuticas que podem ser utilizadas de forma preventiva, para que haja reeducação pélvica perineal, são elas: contr...

Tratamento de fisioterapia para incontinência urinária








Existem técnicas Fisioterapêuticas que podem ser utilizadas de forma preventiva, para que haja reeducação pélvica perineal, são elas: contração do intróito vaginal contra a resistência, exercícios descontraturantes; exercícios de Kegel, entre outros. O fortalecimento desses músculos é de extrema importância não só na gestão da incontinência urinária, mas sim durante toda a vida; pois os mesmos agem como uma rede para apoiar o útero, a bexiga, intestinos e outros órgãos do arcabouço pélvico (VIANA, 2001).

O Tratamento fisioterapêutico, na maioria das vezes, concentra-se na IU mista, por transbordamento e IU de esforço, sendo as demais tratadas com uso de fármacos e cirurgias, dependendo da situação. Os exercícios perineais ou a eletroestimulação devem ser indicados antes do tratamento farmacológico (ARRUDA et al., 2007).

As condutas mais utilizadas pela Fisioterapia são: cinesioterapia, através de exercícios de propriocepção e perineais; eletroestimulação, envolvida no relaxamento e na contração uretral e da musculatura indiretamente envolvida no ato da micção (abdome, nádegas e coxas) onde se observa que impulsos eferentes dos nervos pudendos promovem contração reflexa da musculatura estriada que envolve a uretra e, concomitantemente, acompanha-se de reflexo inibitório da contração do músculo detrusor; tem-se ainda o uso do Biofeedback, no qual é um método empregado para o reconhecimento da musculatura esquelética.

Independente do tipo de terapêutica, sendo ela fisioterapêutica, farmacológica, ou cirúrgica, o tratamento deve ser realizado pela equipe de saúde, com a participação do paciente e das pessoas que lhe prestam cuidados, além de que a fisioterapia pode atuar tanto no pré como no pós-operatório, contribuindo para os resultados cirúrgicos obtidos e, assim, mantendo o paciente continente e melhorando a sua qualidade de vida. (GROSSE e SENGLER, 2002; GUEDES & SEBBEN, 2006).


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