<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067</id><updated>2012-01-27T09:53:05.391-08:00</updated><category term='Fisioterapia'/><category term='Assoalho Pélvico'/><category term='Video'/><title type='text'>Fisioterapia Uroginecológica</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>105</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-7765377637277610264</id><published>2012-01-27T09:53:00.001-08:00</published><updated>2012-01-27T09:53:05.400-08:00</updated><title type='text'>A importância dos exames femininos</title><content type='html'>&lt;font&gt;Sentirmo-nos bem não é suficiente para ficarmos  tranquilos quanto ao nosso estado de saúde. Todos os dias pessoas  aparentemente saudáveis descobrem, a partir de um sintoma ligeiro, uma  doença já em fase desenvolvida, que os médicos garantem ter estado  presente por longos meses, silenciosamente.&lt;br&gt; &lt;br&gt; O &amp;quot;exame de saúde&amp;quot; nasce desta noção. Em vez de procurarmos o médico  quando nos apercebemos de uma alteração física, consultamo-lo com  regularidade.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;u&gt;&lt;b&gt;Pressão&lt;br&gt; &lt;/b&gt;&lt;/u&gt;&lt;br&gt; Uma vez por ano, a partir dos 20 anos, para manter a pressão sob controle e evitar riscos de infarte e derrame.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;u&gt;&lt;b&gt;Colesterol&lt;br&gt; &lt;/b&gt;&lt;/u&gt;&lt;br&gt; A cada dois anos, a partir dos 30 anos, para evitar riscos de infarto.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;u&gt;&lt;b&gt;Densitometria óssea&lt;br&gt; &lt;/b&gt;&lt;/u&gt;&lt;br&gt; Uma vez por ano, depois da menopausa, para descobrir a evolução da perda óssea.&lt;br&gt; &lt;u&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt; Mamografia&lt;/b&gt;&lt;/u&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; A primeira com 35 anos e uma por ano depois dos 40 anos, para detectar o câncer de mama precocemente.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;u&gt;&lt;b&gt;Papanicolau e colposcopia&lt;/b&gt;&lt;/u&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; Uma vez por ano depois da primeira relação sexual, para detectar alterações no útero e ovário.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;u&gt;&lt;b&gt;Ultrassom das mamas&lt;br&gt; &lt;/b&gt;&lt;/u&gt;&lt;br&gt; Uma vez por ano, a partir da primeira menstruação, para mulheres com histórico de câncer na família para detectar tumores.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;u&gt;&lt;b&gt;Ultrassom transvaginal&lt;br&gt; &lt;/b&gt;&lt;/u&gt;&lt;br&gt; Nas mulheres que não estão grávidas, serve para detectar possível câncer de endométrio. Deve ser feito anualmente.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;u&gt;&lt;b&gt;Autoexame de mamas&lt;br&gt; &lt;/b&gt;&lt;/u&gt;&lt;br&gt; Uma vez por mês, logo depois da menstruação, para detectar secreções, feridas e caroços.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Autoexame da mama&lt;br&gt; &lt;br&gt; O autoexame deve ser feito mensalmente pela própria mulher após o  período de menstruação. Aquelas mulheres que já entraram na menopausa ou  que não menstruam por qualquer outra razão devem examinar as mamas uma  vez por mês. Se notar nódulos ou se houver secreção ao apertar os  mamilos, deve procurar imediatamente o médico.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;span style="font-size:small"&gt;&lt;span style&gt;&lt;span style&gt;&lt;b&gt;Importante&lt;br&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt; Não há limite de idade para iniciar a rotina médica. Caso a mulher fume,  esteja acima do peso, tenha antecedentes familiares ou seja sedentária,  ela pode começar a partir dos 30 anos.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;u&gt;Exames&lt;br&gt; &lt;/u&gt;&lt;br&gt; Atualmente, a visão da medicina é muito diferente da ciência que dirigia  todos os seus esforços para curar doenças. Com o advento dos exames de  imagem, como a ultrassonografia ou a tomografia computadorizada, somados  aos exames laboratoriais mais precisos, hoje é possível detectar um  sem-números de enfermidades na fase inicial, quando ainda não há  sintomas de sua existência.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;u&gt;Check-up&lt;/u&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; O conjunto de exames que todo paciente conhece pela expressão inglesa  check-up começou a se tornar popular a partir da década de 1960. No auge  do programa espacial norte-americano, os astronautas precisavam ser  avaliados com rigor. Para isso, deveriam se submeter a uma série de  exames físicos para verificar se estavam aptos ou não para encararem o  espaço.&lt;br&gt; &lt;br&gt; No final da mesma década, o check-up já era indicado pelos médicos para  os seus pacientes em geral. Entretanto, naquela época os exames não eram  feitos com a intenção de descobrir e prevenir doenças como acontece  hoje, mas apenas para auxiliar o médico a fazer um diagnóstico correto,  principalmente quando havia dúvidas sobre o quadro de um paciente. &lt;br&gt; &lt;br&gt; Fonte: JORNAL DO POVO - RS&lt;/font&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-7765377637277610264?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/7765377637277610264'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/7765377637277610264'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2012/01/importancia-dos-exames-femininos.html' title='A importância dos exames femininos'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-6754845023565947443</id><published>2012-01-18T05:35:00.001-08:00</published><updated>2012-01-18T05:35:31.213-08:00</updated><title type='text'>Corrimento na mulher sem cheiro ou coceira pode ser sinal de ovulação</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;p&gt; 	Nem sempre corrimento na região genital da mulher é sinal de problema.  Desde que a secreção não venha acompanhada de coceira, cheiro ou dor na  vagina, pode ser decorrente da ovulação durante o ciclo menstrual. Mas,  se houver outros sintomas associados, é preciso procurar um médico.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	No caso dos homens, corrimento é sempre sinal de doença sexualmente  transmissível (DST) ou de algo mais sério, como câncer de próstata. Por  isso, é importante usar camisinha em todas as relações sexuais, pois  muitas vezes o homem tem DST, mas não apresenta nenhuma manifestação  física.&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align:center" class="foto componente_materia midia-largura-620"&gt; 	&lt;img alt="Corrimento  (Foto: Arte/G1)" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2012/01/16/corrimento.jpg" title="Corrimento  (Foto: Arte/G1)" height="990" width="620"&gt;&lt;/div&gt;  &lt;p&gt; 	Segundo o ginecologista José Bento e o infectologista Caio Rosenthal,  o corrimento é um desequilíbrio do corpo e pode ter duas causas: baixa  imunidade ou agressão à região genital. A primeira ocorre quando há  diminuição na resistência da pessoa, por dormir ou comer mal, tomar  muito sol, não praticar esportes ou abusar de antibióticos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	Já o fator externo é desencadeado por aumento da temperatura  (absorvente diário, calça jeans justa ou calcinhas e cuecas de tecido  sintético), relação sexual sem lubrificação ou uso de absorvente interno  por muitas horas (o sangue ajuda a proliferar bactérias). O excesso de  higiene também pode alterar a flora vaginal e tirar a camada protetora  da vulva.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt; 	Os médicos deram dicas para prevenir os corrimentos genitais, como  evitar roupas apertadas, biquínis ou sungas molhados, trocar o  absorvente a cada três horas e não dormir com absorvente interno.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	Na maioria das vezes, os corrimentos são de fácil tratamento. Quanto  mais cedo o paciente for ao médico, mais rápida é a melhora. Se não  tratada, a infecção pode até provocar infertilidade na mulher, pois é  capaz de destruir as trompas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	De acordo José Bento,  em algumas fases da vida pode haver mais corrimentos, como o período  que antecede a menstruação em pré-adolescentes ou a menopausa, quando a  ovulação acaba. Maus hábitos, como não se limpar direito após evacuar,  também favorecem o problema.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt; 	Além disso, com o verão aumentam as chances de corrimento, porque o  calor propicia a proliferação de bactérias e fungos, que gostam de  ambientes abafados, quentes e úmidos, como a vagina.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	O ginecologista disse, ainda, que a secreção pode ser uma defesa do  organismo para combater bactérias e outros micro-organismos, e o cheiro  ruim pode ser maior quando a vagina entra em contato com substâncias  alcalinas, como o esperma e o sangue da menstruação.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt; 	&lt;strong&gt;Principais causas de corrimento na mulher&lt;/strong&gt;&lt;br&gt; 	- Candidíase (fungo) – provoca um corrimento esbranquiçado. Traz muita coceira e é frequente no verão&lt;br&gt; 	- Trichomonas (protozoário) – causa corrimento amarelado, com ardor e vermelhidão na mucosa vaginal&lt;br&gt; 	- Gardnerella (bactéria) – dá corrimento acinzentado, com odor desagradável&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	&lt;strong&gt;Circuncisão&lt;/strong&gt;&lt;br&gt; 	A circuncisão deve ser feita em homens com fimose (que não conseguem  expor a glande por causa dessa pele), para evitar infecções genitais ou  por motivos religiosos.&lt;/p&gt;  	A cirurgia retira o prepúcio, pele que recobre a glande. Pode ser  aplicada anestesia local ou raquidiana (nas costas, como quando a mulher  vai dar à luz).&lt;br&gt;&lt;br&gt;Fonte: G1&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-6754845023565947443?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/6754845023565947443'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/6754845023565947443'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2012/01/corrimento-na-mulher-sem-cheiro-ou.html' title='Corrimento na mulher sem cheiro ou coceira pode ser sinal de ovulação'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-2357867806521682181</id><published>2012-01-17T12:07:00.001-08:00</published><updated>2012-01-17T12:07:19.062-08:00</updated><title type='text'>Saiba quando o Mioma prejudica a fertilidade</title><content type='html'>&lt;h3&gt;&lt;/h3&gt;                 &lt;p class="textoCorrido"&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textoCorrido"&gt;Há uma associação a  dificuldade de engravidar  à  presença de um mioma. O motivo é simples: por ser frequente em mulheres  com mais de 30 anos de idade, não é incomum encontrar nódulos de mioma  em pacientes com infertilidade  ou abortamentos de repetição. Para se ter ideia, estima-se que  aproximadamente metade das mulheres do mundo sejam portadoras de miomas.  Assim, será que estes miomas são os únicos responsáveis por essa  dificuldade de engravidar? Em uma grande parte dos casais, a resposta é  não. &lt;/p&gt;                 &lt;p class="textoCorrido"&gt;Primeiramente, é importante  ressaltar que o mioma é um tumor benigno - ou seja, não se transforma em  câncer - e que acomete mulheres que têm em geral entre 30 e 50 anos de  idade, sendo o principal responsável pelas cirurgias para retirada do  útero. O principal sintoma do mioma é o aumento do fluxo menstrual, ou  seja, sangramentos mais intensos e mais duradouros que o habitual. &lt;/p&gt;                 &lt;p class="textoCorrido"&gt;No  entanto, apesar de comum, o mioma uterino é responsável único por  apenas 3% de todos os casos de infertilidade. Ou seja, na grande maioria  das vezes, a sua presença não impede ou atrapalha a gestação. &lt;/p&gt;                     &lt;h3&gt;&lt;strong&gt;Quais tipos de mioma dificultam engravidar?&lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;                 &lt;p class="textoCorrido"&gt;Antes de mais nada, é importante  entendermos que o útero tem formato de pera e sua cavidade interna, o  endométrio, é o local onde ocorre o crescimento do bebê. Os miomas que  comprovadamente reduzem a chance de gestação são os chamados submucosos,  ou seja, que ocupam a cavidade interna do útero. &lt;/p&gt;                 &lt;p class="textoCorrido"&gt;Outro tipo de mioma que também  prejudica a fertilidade é aquele que fica na parede do útero  (intramural) e que o distorce. Isso acontece com miomas volumosos, ou  seja, com diâmetro acima de 4 a 5 cm. Já os miomas que crescem para fora  do útero, chamados de subserosos, não costumam atrapalhar a  fertilidade, com algumas raras exceções. &lt;/p&gt;                     &lt;h3&gt;&lt;strong&gt;Quando é preciso realizar a retirada do mioma?&lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;                 &lt;p class="textoCorrido"&gt;A cirurgia está indicada em  pacientes com infertilidade e miomas como os descritos acima:  localizados na cavidade do útero e/ou maiores de 4 a 5 cm. Outras  situações que também devem ser consideradas são: abortamentos de  repetição ou sintomas importantes (aumento do abdome e sangramento  menstrual intenso). &lt;/p&gt;                 &lt;p class="textoCorrido"&gt;A retirada do mioma, ou  miomectomia, pode ser realizada através de três tipos de cirurgia: a  laparoscopia, a histeroscopia e a laparotomia. As duas primeiras são  consideradas minimamente invasivas e são feitas através de câmeras de  vídeo e pinças delicadas inseridas por pequenos orifícios na pele ou no  útero. Assim, proporcionam uma recuperação mais rápida e com menos  complicações. A laparotomia é a técnica tradicional, com uma maior  incisão abdominal. A escolha da técnica depende da localização, do  número e do tamanho dos miomas, bem como do treinamento do médico e de  sua equipe. &lt;/p&gt;                                      &lt;p class="textoCorrido"&gt;Uma alternativa à cirurgia é a  embolização das artérias uterinas. É uma técnica de exceção, mas que  pode ser usada nos casos de miomas muito volumosos e numerosos. &lt;/p&gt;                 Por fim, como o mioma raramente é  a única causa de infertilidade, é essencial também que investiguemos  todos os outros possíveis fatores que dificultam a gravidez. Muitos  miomas são assintomáticos e não precisam ser tratados. Assim, a  avaliação de um especialista é importante para defini &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-2357867806521682181?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/2357867806521682181'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/2357867806521682181'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2012/01/saiba-quando-o-mioma-prejudica.html' title='Saiba quando o Mioma prejudica a fertilidade'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-2824317455512654890</id><published>2012-01-16T04:25:00.001-08:00</published><updated>2012-01-16T04:25:51.220-08:00</updated><title type='text'>Vagina envelhece? Entenda causas e consequências do problema</title><content type='html'>&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;a name="article"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; 						&lt;/div&gt;&lt;div class="tabs"&gt;&lt;div style="display:block" class="mod-content mod-article tab-content" id="article"&gt;  	 	 	   		                     		 			 				      			   			 				     			    				     							&lt;div class="img-article fontsize p1 printing vertical"&gt; 								&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;img src="http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cs/1058/1410/995/0/301/401/img.terra.com.br/i/2011/12/12/2143696-6581-rec.jpg" alt="Atrofia, ressecamento e afinamento da mucosa são consequências do envelhecimento vaginal. Foto: Getty Images" title="Atrofia, ressecamento e afinamento da mucosa são consequências do envelhecimento vaginal. Foto: Getty Images" height="401" width="301"&gt;&lt;/div&gt; &lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="page fontsize p1 printing" id="SearchKey_Text1"&gt; 								  &lt;p&gt;Dizem que o tempo é cruel. Afinal de contas, ele passa para todas as  pessoas e traz consequências que são sentidas no físico e até no  emocional. A passagem dos anos marca o corpo de maneira singular,  vincando a pele que era viçosa e transformando os cabelos negros em fios  grisalhos. Mas outras partes do nosso organismo também sofrem com o  envelhecimento e nem todo mundo se dá conta disso. A vagina, por  exemplo, sofre diversas alterações físicas e fisiológicas que interferem  nas saúdes sexual e urológica.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Vagina atrofiada&lt;/b&gt;&lt;br&gt; Uma das principais ocorrências que o tempo traz para as mulheres é a  menopausa, época em que cessa a produção de hormônios no organismo. E é  justamente a falta do hormônio estrógeno que causa diversas mudanças na  vida sexual e na vagina. Débora Pádua, fisioterapeuta uroginecológica da  Clínica Dr. José Bento, da capital paulista, contou que a queda  hormonal altera a espessura do canal vaginal, tornando-o mais fino e  causando fissuras durante a penetração, o que causa muito incômodo  durante o ato sexual. &amp;quot;O desconforto é sentido pelo casal, tanto pelo  homem quanto pela mulher e muitas têm preconceito em usar lubrificantes e  querem até desistir do sexo por causa da dor&amp;quot;, contou.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Maria Luiza Mendes Nazar, ginecologista do Complexo Hospitalar  Edmundo Vasconcelos, da capital paulista, disse que o ressecamento e a  perda da capacidade de se contrair também são consequências que surgem  da redução hormonal. &amp;quot;Assim como a pele envelhece, por falta dos  hormônios a vagina sofre uma atrofia. O ressecamento é mais sentido  durante o ato sexual, mas mulheres que não tem uma vida sexual ativa  reclamam de uma coceirinha, como se a pele estivesse ressecada mesmo&amp;quot;,  contou.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Embora a palavra atrofia seja bastante forte, o problema pode ser  tratado e as mulheres que têm dúvidas se a vagina está atrofiada ou não  pode consultar o ginecologista para conferir o problema. Segundo Maria  Luiza, o exame de Papanicolau, que é recomendado uma vez ao ano para  todas as mulheres, em idade fértil ou não, costuma acusar o problema.  &amp;quot;Muitas mulheres sentem também que a vagina está mais curta&amp;quot;, contou a  ginecologista.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Perda urinária&lt;/b&gt;&lt;br&gt; O envelhecimento vaginal prejudica consideravelmente a vida sexual, mas  não apenas ela. Outra consequência da passagem dos anos nas partes  íntimas é o afinamento da mucosa, que fica menos resistente, e o  encurtamento da uretra. &amp;quot;Muitas pacientes chegam ao consultório se  queixando de perda de urina em atividades simples, como espirrar ou  tossir&amp;quot;, contou Maria Luiza. Essa perda urinária não está relacionada às  perdas anatômicas ou à quantidade de partos normais pela qual passou a  paciente. É, sim, um distúrbio fisiológico e que tem tratamento.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;quot;Elas não precisam sofrer com o problema. Se houver a queixa da perda  urinária e o Papanicolau acusar a atrofia vaginal, a primeira coisa a  ser feita é contestar seu médico sobre a possibilidade de usar cremes  vaginais com hormônios, que costumam solucionar o problema&amp;quot;, falou Maria  Luiza.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Malhação &amp;quot;nas partes&amp;quot;&lt;/b&gt;&lt;br&gt; Além dos cremes hormonais e o uso de lubrificantes aquosos durante o ato  sexual, um dos tratamentos que podem ajudar significativamente o  tratamento do envelhecimento vaginal é a fisioterapia uroginecológica.  &amp;quot;Por meio de exercícios perineais, conseguimos estimular as glândulas de  Bartholin, que são responsáveis pela lubrificação vaginal, para  melhorar o ressecamento e exercícios para evitar a atrofia&amp;quot;, contou  Débora, que é também autora do livro &lt;i&gt;Prazer em conhecer: você acha que sabe tudo sobre sexo?&lt;/i&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os exercícios praticados durante a fisioterapia não têm  contraindicação e podem ser praticados por mulheres de todas as idades,  em especial aquelas com vida sexual ativa. Segundo a fisioterapeuta da  Clínica Dr. José Bento, tais exercícios seriam os mesmos do pompoarismo,  sendo que este é aplicado durante o ato sexual. &amp;quot;A partir dos 40 anos,  as mulheres perdem fibras musculares e, com isso, há a queixa de  frouxidão vaginal por causa da musculatura que fica flácida,  comprometendo o prazer&amp;quot;, contou a fisioterapeuta, que explicou que os  prolapsos, que são relatados como &amp;quot;quedas&amp;quot; da bexiga, útero e intestino  também podem se tornar mais frequentes por causa da flacidez dos  músculos vaginais. &amp;quot;Não dói. Muitas mulheres reclamam de um peso no pé  da barriga e se ela não se olha, só descobre o problema quando o órgão  está visível, quando sai e aí precisa fazer cirurgia para corrigir o  problema.&amp;quot;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A resposta ao exercício físico varia de acordo com a idade e as  atividades são feitas especificamente para o períneo e o canal vaginal.  &amp;quot;Ninguém vai saber que ela está fazendo o exercício. Para quem nunca  tentou, pode aprender prendendo o jato de urina, mas depois que estiver  craque, não deve mais interromper a urina, apenas fazer a contração. Com  isso, melhora-se muito a atrofia vaginal, a musculatura do canal  vaginal e até a lubrificação&amp;quot;, concluiu Débora.&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-2824317455512654890?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/2824317455512654890'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/2824317455512654890'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2012/01/vagina-envelhece-entenda-causas-e.html' title='Vagina envelhece? Entenda causas e consequências do problema'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-2891065865948301081</id><published>2012-01-03T10:20:00.001-08:00</published><updated>2012-01-03T10:20:23.761-08:00</updated><title type='text'>O que é o Estudo Urodinâmico?</title><content type='html'>&lt;p class="textos-internos"&gt;É o estudo dos aspectos fisiológicos e patológicos envolvidos no armazenamento, transporte e esvaziamento da urina.&lt;/p&gt; &lt;p class="textos-internos"&gt;Trata-se hoje de um poderoso método de  investigação das disfunções miccionais. Sua finalidade é detectar as  possíveis alterações funcionais que possam estar gerando os sintomas  urinários ou a incontinência.&lt;/p&gt; &lt;p class="textos-internos"&gt;Convém lembrar que a urodinâmica, a despeito  de ser um método cada vez mais empregado na investigação das  incontinências, é um exame complementar, cujo resultado deve ser  analisado e valorizado no conjunto de vários outros dados clínicos e/ou  laboratoriais para se ter o diagnóstico final e escolher o melhor  tratamento.&lt;/p&gt; &lt;p class="textos-internos"&gt;&lt;strong&gt;Indicação&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;1.  Pacientes que tenham vários sintomas urinários associados como urgência,  urge-incontinência, nictúria (vontade de urinar várias vezes durante a  noite), perda aos esforços (tosse, espirro, atividade física, etc).&lt;/p&gt; &lt;p class="textos-internos"&gt;2. Pacientes já submetidas a tratamento para incontinência urinária, sem resultados satisfatórios;&lt;/p&gt; &lt;p class="textos-internos"&gt;3. Incontinências urinárias recidivadas (que retornam após algum tempo);&lt;/p&gt; &lt;p class="textos-internos"&gt;4. Pacientes com antecedentes de cirurgias ginecológicas ou para tratamento de neoplasias malignas da pelve;&lt;/p&gt; &lt;p class="textos-internos"&gt;5. Qualquer paciente com indicação cirúrgica  para incontinência urinária, a fim de confirmar o diagnóstico clínico e  prognosticar a evolução clínica do paciente.&lt;/p&gt; &lt;p class="textos-internos"&gt;6. Crianças com distúrbios miccionais e de continência&lt;/p&gt; &lt;p class="textos-internos"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="textos-internos"&gt;&lt;strong&gt;Como é feito o exame?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="textos-internos"&gt;Atualmente utilizam-se equipamentos  computadorizados com as vantagens de proporcionar maior conforto para a  paciente, menos tempo para realização do exame e maior precisão nos  resultados.&lt;/p&gt; &lt;p class="textos-internos"&gt;O tempo estimado entre a entrada da paciente  no laboratório, até a sua saída, com o laudo do exame impresso é de 30 a  40 minutos.&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-2891065865948301081?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/2891065865948301081'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/2891065865948301081'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2012/01/o-que-e-o-estudo-urodinamico.html' title='O que é o Estudo Urodinâmico?'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-954764699703165684</id><published>2012-01-03T10:19:00.001-08:00</published><updated>2012-01-03T10:19:25.044-08:00</updated><title type='text'>Flatuência Vaginal</title><content type='html'>&lt;p class="textos-internos"&gt;Esse é um problema que aflige muitos casais e  em especial as mulheres que ficam muito constrangidas durante o ato  sexual, quando ele acontece.&lt;/p&gt; &lt;p class="textos-internos"&gt;Flatulência vaginal é a saída de ar da vagina  que faz vibrar os pequenos e grandes lábios, provocando um som  característico, semelhante a flatulência intestinal, porém sem odor  desagradável.&lt;/p&gt; &lt;p class="textos-internos"&gt;&lt;strong&gt;Porque acontece?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="textos-internos"&gt;Em algumas mulheres ocorre a entrada de ar na  vagina, devido a um relaxamento da musculatura pélvica e das paredes  vaginais. Acontece também em determinadas posições sexuais, que permitem  uma maior abertura da genitália feminina.&lt;/p&gt; &lt;p class="textos-internos"&gt;&lt;strong&gt;Quando acontece?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="textos-internos"&gt;Toda a vez que o pênis entra na vagina, ele expulsa o ar armazenado, que ao sair faz o ruído característico.&lt;/p&gt; &lt;p class="textos-internos"&gt;&lt;strong&gt;O que podemos fazer para diminuir o problema?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="textos-internos"&gt;Naquelas mulheres em que existe flacidez  muscular, a cirurgia de correção do períneo e os exercícios que aumentam  o tônus muscular podem ajudar. A fisioterapia uroginecológica promove o  fortalecimento dos músculos do assoalho pélvico através de exercícios  específicos (exercícios de Kegel e uso de cones vaginais), e por meio de  aparelhos de eletroestimulação e biofeedback. Com estes recursos, a  mulher aprende a contrair o períneo o que reduz ou elimina a flatulência  vaginal, além de aumentar a satisfação sexual.&lt;/p&gt; &lt;p class="textos-internos"&gt;•diminuição do desejo sexual &lt;/p&gt; &lt;p class="textos-internos"&gt;•pré e pós-cirurgia pélvica&lt;/p&gt; &lt;p class="textos-internos"&gt;•Pós-cirurgia de próstata&lt;/p&gt; &lt;p class="textos-internos"&gt;•pré e pós-parto &lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-954764699703165684?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/954764699703165684'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/954764699703165684'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2012/01/flatuencia-vaginal.html' title='Flatuência Vaginal'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-5088366644839160551</id><published>2011-12-16T10:47:00.001-08:00</published><updated>2011-12-16T10:47:44.959-08:00</updated><title type='text'>Eletroestimulacao no tratamento de incontinencia urinaria</title><content type='html'>Outra forma de ganho muscular pode ser feita através da estimulação elétrica com o uso de dispositivos cutâneos, endo-anais. Eletrodos colocados no períneo por via percutânea, entre outros, promovem um aumento na resistência esfincteriana e redução na contração detrusora (estimulação dos nervos pudendo e pélvico).&lt;br&gt; &lt;br&gt;O mecanismo preciso de ação da eletroestimulação em humanos ainda não está comprovado, embora tenha sido demonstrado que o estímulo sensório que segue&lt;br&gt;pelo nervo pudendo pode inibir a atividade do detrusor em homens. Muitos especialistas acreditam que nenhuma forma de estimulação elétrica implantada consiga, através da estimulação dos nervos aferentes pudendo, pelo percurso eferente, causar a contração da musculatura pélvica estriada. Há uma inibição da atividade inapropriada do detrusor, embora o mecanismo aferente ainda não tenha sido esclarecido.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Existe um consenso de que a ação da musculatura estriada é capaz de promover a inibição do detrusor neste contexto. Todavia, os dados que suportam esta hipótese permanecem incompletos.14, 15A estimulação crônica fortalece a musculatura estriada  e a hipertrofia, as fibras de contração rápida e lenta. Acredita-se que a eletroestimulação é uma terapia neuromoduladora a qual afeta os sinais neurais que controlam a incontinência, porém isso é alcançado apenas pela estimulação crônica.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Não há relatos de morbidade significante dessa forma de terapia. Efeitos colaterais que são comuns com tratamento medicamentoso não acompanham este tratamento, porém alguns pacientes relatam algum desconforto ou irritação local. Pacientes com marcapasso (ou outros implantes elétricos) devem considerar métodos alternativos de tratamento, baseados teoricamente nos riscos elétricos. No entanto, não há nenhuma análise econômica dessa terapia. Sabe-se que, nos Estados Unidos, estes estimuladores são muito caros, portanto eles não têm muita popularidade entre os especialistas que tratam a incontinência.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Wille et al.16 avaliaram os efeitos dos exercícios para a musculatura pélvica, eletroestimulação e biofeedback na incontinência urinária após a prostatectomia radical&lt;br&gt;randomizando 139 pacientes em três grupos que realizariam respectivamente cinesioterapia, cinesioterapia mais biofeedback e cinesioterapia, biofeedback e eletroestimulação. Foi verificado que as  diferenças entre os grupos não eram estatisticamente significantes. Portanto conclui-se que os tratamentos com eletroestimulação e biofeedback contribuem para redução dos sintomas urinários, mas não otimizam os efeitos dos exercícios na reabilitação da incontinência.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;a href="http://www.inca.gov.br/rbc/n_52/v02/pdf/revisao4.pdf"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-5088366644839160551?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/5088366644839160551'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/5088366644839160551'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2011/12/eletroestimulacao-no-tratamento-de.html' title='Eletroestimulacao no tratamento de incontinencia urinaria'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-3054540725543404656</id><published>2011-12-15T11:45:00.000-08:00</published><updated>2011-12-15T11:46:00.700-08:00</updated><title type='text'>Saiba como fazer o autoexame das mamas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;a class="lightbox-enabled" href="http://i0.ig.com/bancodeimagens/92/cz/9c/92cz9cp9axz0oiaulikxuzgm5.jpg" rel="lightbox-foto" title="Autoexame: detecção precoce aumenta as chances de cura do câncer de mama"&gt;&lt;img src="http://i0.ig.com/bancodeimagens/62/9g/qu/629gquww0bts5gtj21swtdtqm.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt;O autoexame mensal pode ajudar a identificar mudanças ou  anormalidadades nos seios de forma precoce, o que aumenta as chances de  sucesso em qualquer tratamento para qualquer que seja o problema  detectado.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A Sociedade Americana do Câncer oferece as seguintes orientações para fazer o autoexame:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;1)&lt;/strong&gt; Deite em uma superfície confortável e plana (pode  ser na cama ou até mesmo sobre um tapete de ioga) e coloque o braço  direito atrás da cabeça&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;2)&lt;/strong&gt; Com os três dedos do meio da mão esquerda faça  pequenos movimentos circulares na mama direita, em busca de qualquer  anormalidade&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;3)&lt;/strong&gt; Alterne esses movimentos usando uma pressão de dedos leve, média e firme&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;4)&lt;/strong&gt; Continue o exame passando os três dedos de cima  para baixo, fazendo linhas imaginárias por todo o seio, para ter certeza  de que está examinando toda a superfície da mama, a área do peito e o  interior do braço&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt; 		&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;strong&gt; 		 		&lt;/strong&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;5)&lt;/strong&gt; Repita o exame na mama esquerda,  colocando o braço esquerdo atrás da cabeça e fazendo os movimentos com  os três dedos médios da mão direita&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;6)&lt;/strong&gt; Em pé, examine os seios no espelho, levantando os braços para examinar as axilas e a parte de dentro dos braços&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;7)&lt;/strong&gt; Procure por qualquer mudança no tamanho, no formato ou na cor da pele, incluindo vermelhidão, escamações ou ondulações&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;8)&lt;/strong&gt; Caso perceba alguma característica que fuja do  normal, marque uma consulta com o ginecologista e informe-o sobre as  alterações observadas&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-3054540725543404656?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/3054540725543404656'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/3054540725543404656'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2011/12/saiba-como-fazer-o-autoexame-das-mamas.html' title='Saiba como fazer o autoexame das mamas'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-6777947978352215879</id><published>2011-12-14T04:56:00.001-08:00</published><updated>2011-12-14T04:56:30.286-08:00</updated><title type='text'>Fisioterapia na incontinéncia urinária</title><content type='html'>&lt;p&gt;A eficácia da fisioterapia nesta área tem muitas evidências práticas e científicas comprovadas de bons resultados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;       Uma avaliação inicial é necessária para a programação do tratamento a ser realizado. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;       Os recursos que podem ser utilizados são:&lt;/p&gt;            &lt;p&gt;&lt;strong&gt;CINESIOTERAPIA&lt;/strong&gt;  – tratamento através de exercícios para aumento de força e elasticidade  muscular. Esta técnica contribui para melhora da percepção corporal,  ajuste postural e melhora do padrão respiratório.&lt;/p&gt;            &lt;p&gt;&lt;strong&gt;CONES VAGINAIS&lt;/strong&gt;  – são pesos graduados, de forma e volumes iguais (parecido com  tampões), que são inseridos na vagina. A paciente realiza uma contração  resistida para não deixá-los escapar e, conseqüentemente, aumenta a  força dos músculos do períneo. Esse é o princípio do pompoarismo.&lt;/p&gt;            &lt;p&gt;&lt;strong&gt;ELETROESTIMULAÇÃO&lt;/strong&gt;  – através de correntes elétricas, são realizadas contrações repetidas  dos músculos do períneo. A intensidade é ajustada individualmente e os  estímulos são delicados e totalmente tolerados pelas pacientes.&lt;/p&gt;            &lt;p&gt;Todos materiais são de uso individual, descartáveis ou corretamente desinfetados e esterilizados.&lt;/p&gt;            &lt;p&gt;A  incontinência urinária, por ser considerada um assunto íntimo e  constrangedor, muitas vezes não é relatada ao(à) médico(a). Isso  impossibilita ou atrasa o diagnóstico, impedindo que se encontre uma  solução satisfatória mais rapidamente.&lt;/p&gt;            &lt;p style="text-align:center"&gt;&lt;span class="subtitulo"&gt;&lt;img src="http://www.brevesdesaude.com.br/ed01/fotos/incontinencia1.jpg" border="0" height="224" width="520"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;             &lt;p&gt;A adesão do paciente ao tratamento depende da sua compreensão sobre a doença, seus tratamentos e resultados.&lt;/p&gt;            &lt;p&gt;Ao  superar este problema, bastante complexo, por envolver aspectos  físicos, sociais e psicológicos, uma melhor qualidade de vida será  assegurada.&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-6777947978352215879?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/6777947978352215879'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/6777947978352215879'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2011/12/fisioterapia-na-incontinencia-urinaria.html' title='Fisioterapia na incontinéncia urinária'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-2344485243954371244</id><published>2011-11-22T09:38:00.001-08:00</published><updated>2011-11-22T09:38:49.926-08:00</updated><title type='text'>O que é capuz cervical?</title><content type='html'>O capuz cervical é um dispositivo de controle da natalidade para mulheres. É feita de borracha de látex rígido e tem o formato de uma xícara pequena. &lt;br&gt; &lt;br&gt; É projetado para ajustar-se firmemente acima da cérvice (a cérvice é a abertura do útero). O capuz é menor e mais rígido que o diafragma. &lt;br&gt; &lt;br&gt; Antes de manter relações sexuais, preencha um terço do capuz com uma geléia ou creme que mate o esperma (espermicida) e então coloque o capuz acima da cérvice. O capuz impede o espermatozóide de entrar no útero e este é então destruído, prevenindo deste modo, a gravidez. &lt;br&gt; &lt;br&gt; O capuz cervical está disponível em vários tamanhos. É freqüentemente usado por mulheres que não podem usar um diafragma. É importante ter um capuz bem ajustado e para usá-lo corretamente é preciso de uma consulta médica para que seja determinado o tamanho correto. Seu médico também mostrará como inserir e remover o capuz cervical. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;b&gt;Como é usado?&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;/b&gt;Insira o capuz não mais do que 24 horas antes da relação sexual. &lt;br&gt; &lt;br&gt; Antes de usá-lo, levante o capuz contra a luz e olhe atentamente para quaisquer fissuras, buracos, ou manchas que indiquem fragilidade no capuz. (Se você achar quaisquer falhas, não use o capuz.) Encha um terço do capuz com geléia ou creme espermicida e empurre-o para cima na vagina de forma que ele cubra a cérvice. Não remova o capuz por pelo menos 6 a 8 horas após ter mantido relação sexual. O capuz pode permanecer no interior da vagina por até 48 horas. Durante este tempo pode manter relações sexuais mais de uma vez sem remover o capuz. Para melhor prevenção aplique mais espermicida. &lt;br&gt; &lt;br&gt; Não deixe o capuz na cérvice por períodos mais longos que 48 horas. Uma secreção vaginal com um odor desagradável pode aparecer se o capuz cervical for retirado tardiamente da cérvice. Limpe o capuz com sabão neutro e seque-o cada vez que o usar. &lt;br&gt; &lt;br&gt; Armazene-o em um lugar seco, longe do calor e luz. O capuz cervical deve ser usado só por mulheres cujo resultado do exame de Papanicolaou foi normal. &lt;br&gt; &lt;br&gt; Faça um acompanhamento médico através de exame de Papanicolaou após ter usado o capuz cervical por 3 meses para ter certeza de que a área ao redor da sua cérvice não sofreu mudança. &lt;br&gt; &lt;br&gt; Os capuzes cervicais que são freqüentemente usados podem começar a perder seu formato. Você pode precisar de um novo capuz depois de uso prolongado ou se perceber quaisquer fissuras, buracos, ou manchas que denotam fragilidade. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;b&gt;Quais são os benefícios ? &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;/b&gt;Os benefícios do capuz cervical incluem: &lt;br&gt; &lt;br&gt; - A eficiência é de 90% a 92% na prevenção da gravidez quando usado corretamente com um espermicida. &lt;br&gt; - Pode ser inserido até 24 horas antes da relação não interferindo no ato sexual. &lt;br&gt; - Pode ser usado em outras relações sexuais durante um período de 48 horas. &lt;br&gt; - É menor e geralmente mais confortável que um diafragma. &lt;br&gt; - Exige menos espermicida que um diafragma. &lt;br&gt; - É barato e reutilizável. &lt;br&gt; - O capuz fornece proteção contra algumas doenças sexualmente transmissíveis. Porém, &amp;quot;não protege contra transmissão da AIDS&amp;quot;. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;b&gt;Quais são as desvantagens ?&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;/b&gt;Os riscos e desvantagens do capuz cervical são: &lt;br&gt; &lt;br&gt; - O capuz pode causar mudanças cervicais.&lt;br&gt; - É necessário alguma prática para colocá-lo sem que cause desconforto.&lt;br&gt; - Bactérias podem crescer dentro do capuz e causar infecção.&lt;br&gt; -Uma prescrição é exigida de um profissional médico que determinará tipo e tamanho apropriados de capuz após exames.&lt;br&gt; - O capuz pode (raramente) causar desconforto e reduzir o prazer durante o ato sexual.&lt;br&gt; - O esquecimento da remoção do capuz pode provocar irritação ou infecção.&lt;br&gt; - Pode ser inconveniente usar, limpar, e guardar.&lt;br&gt; - Não protege contra AIDS. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-2344485243954371244?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/2344485243954371244'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/2344485243954371244'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2011/11/o-que-e-capuz-cervical.html' title='O que é capuz cervical?'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-1440706420183111659</id><published>2011-11-16T03:55:00.001-08:00</published><updated>2011-11-16T03:55:22.597-08:00</updated><title type='text'>Pós-parto exige cuidados especiais</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;p align="justify"&gt;O puerpério, como é chamado o período posterior a  parição, vai do nascimento do bebê até 42° dia após o parto.  Popularmente conhecido como &amp;quot;quarentena&amp;quot;, esta é uma fase de mudanças  radicais no corpo da mulher, já que todos os órgãos, principalmente os  genitais, se recuperam das alterações que tiveram durante a gestação e o  parto. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;As transformações psicológicas também são intensas.  Segundo o obstetra Domingos Mantelli Borges Filho, "o medo, a ansiedade,  a insegurança de cuidar do bebê, além da reviravolta hormonal, podem  deixar a mulher mais irritada e confusa. Por isso, o apoio e compreensão  do papai nesse momento são fundamentais", explica.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Após o período gestacional, a mamãe precisa observar o  sangramento vaginal, a situação das mamas, a contração do útero. E, o  mais importante: ir a todos os retornos médicos solicitados. Alguns  problemas que surgiram durante a gestação, como hemorróidas, varizes e  azia, tendem a desaparecer, mas procure seu médico para saber os  cuidados necessários. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Veja a seguir algumas dicas do obstetra Domingos Mantelli Borges Filho para a nova fase da mamãe:&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Sangramento vaginal &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Inicialmente vermelho vivo, torna-se gradativamente  mais claro até ficar transparente. Desaparece entre quatro e seis  semanas. A menstruação normal tende a recomeçar até 60 dias após o  parto, em alguns casos demora um pouco mais devido à amamentação. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Amamentação &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Esse é um momento muito importante para o  desenvolvimento do pequeno.  O médico pode ajudá-la com dicas de como  amamentar corretamente e sem dor. Ajuda bastante apoiar um travesseiro  embaixo do bebê. Procure ficar com a postura ereta para não ter dores na  coluna. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Na fase de amamentação, as mamães devem evitar tomar  medicamentos, principalmente sem orientação médica, pois existem  substâncias que passam para o leite e podem prejudicar o bebê. Se for  necessário tomar remédios, peça orientação profissional.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Contrações uterinas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;As contrações do útero são decorrentes da volta do  órgão ao tamanho normal. Durante a amamentação, podem ficar mais  elevadas, pois são provocadas pela estimulação dos mamilos que promove a  liberação de ocitocina, hormônio responsável pela ejeção do leite.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Queda de cabelo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Pode ocorrer de três à seis meses após o parto. O uso  de tinturas durante a gravidez contribui para agravar a queda. É  indicado usar xampus suaves e penteados simples, até que os cabelos  voltem à condição normal.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Incontinência urinária&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;O controle será readquirido com a ingestão de muito  líquido e exercícios. O médico deve ser procurado caso o problema  permaneça por mais de quatro meses após o parto.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Intestino preso&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;É normal permanecer a constipação intestinal da época  da gravidez. Aos poucos, o intestino volta a funcionar normalmente.  Ingerir alimentos ricos em fibras, como mamão, ameixa e gérmen de trigo,  além de beber bastante água ajuda. Hemorróidas, acúmulo de gases e  dificuldades para evacuar também são comuns, pela dor na região anal e  pelo receio de que os pontos se abram. Se for o caso, o médico pode  receitar laxantes.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Relação Sexual&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;O companheiro precisa ser compreensível nesse  momento, pois além dos cuidados intensos com o bebê, a mamãe tem um  tempo de readaptação do organismo e de cicatrização das regiões afetadas  na cirurgia. A recuperação pode levar de 30 a 40 dias. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Com as alterações hormonais, é normal estar com a  libido menos intensa e com a vagina ressecada. Por isso, as primeiras  relações sexuais pós-parto devem ser mais cuidadosas. O melhor a fazer  nesta fase é conversar com o parceiro, que deve ser compreensivo e  paciente, dar apoio em tudo o que precisar, até o retorno à rotina  normal de vida conjugal.&lt;/p&gt;Fonte: Sempre Materna - UOL&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-1440706420183111659?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/1440706420183111659'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/1440706420183111659'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2011/11/pos-parto-exige-cuidados-especiais.html' title='Pós-parto exige cuidados especiais'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-8497392709588525550</id><published>2011-11-08T09:54:00.001-08:00</published><updated>2011-11-08T09:54:19.477-08:00</updated><title type='text'>Atuação da cinesioterapia no fortalecimento muscular do assoalho pélvico feminino</title><content type='html'>    O assoalho pélvico é um conjunto de partes moles que fecham a pelve, sendo formado por músculos, ligamentos e fáscias. Suas funções são de sustentar e suspender os órgãos pélvicos e abdominais, mantendo as continências urinária e fecal. Os músculos do assoalho pélvico também participam da função sexual e distendem-se em sua porção máxima na passagem do produto conceptual (OLIVEIRA &amp;amp; LOPES, 2006).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;    Atualmente, entende-se como assoalho pélvico todo o conjunto de estruturas que dá suporte às vísceras abdominais e pélvicas. (SAMPAIO, FAVORITO &amp;amp; RODRIGUES, 1999). O assoalho pélvico consiste dos músculos coccígeos e elevadores do ânus, que conjuntamente são chamados de diafragma pélvico, que é atravessado à frente pela vagina e uretra e ao centro pelo canal anal (FREITAS, MENKE &amp;amp; RIVOIRE, 2002).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;    Os músculos levantador do ânus se divide em pubococcígeo, ileococcígeo e puborretal, os músculos bulbocavernoso, transverso superficial do períneo e o isquiocavernoso compõem o diafragma urogenital, e também a fascia endopélvica que é composta pelos ligamentos pubo-vesical, redondo do útero, uterossacro e ligamento cervical transverso e são importantes para manter a estruturas pélvicas em suas posições normais (ZANATTA &amp;amp; FRARE, 2003; MOORE, 1998; OLIVEIRA &amp;amp; LOPES, 2006).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;    A musculatura estriada do assoalho pélvico, juntamente com a fáscia endopélvica, exerce papel fundamental no suporte dos órgãos pélvicos e na manutenção da continência urinária (RIBEIRO &amp;amp; ROSSI, 2000).&lt;br&gt;&lt;br&gt;      Os músculos do assoalho pélvico são constituídos de 70% de fibras do tipo I (fibras de contração lenta) e 30% de fibras do tipo II (fibras de contração rápida). Assim as fibras do tipo I são responsáveis pela ação antigravitacional dos músculos do assoalho pélvico, mantendo o tônus constante e também na manutenção da continência no repouso. E as do tipo II são recrutadas durante aumento súbito da pressão abdominal contribuindo assim para o aumento da pressão de fechamento uretral (CAMARRÃO et al., 2003; ZANATTA &amp;amp; FRARE, 2003; OLIVEIRA &amp;amp; LOPES, 2006).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;    A bexiga urinária está localizada posteriormente à sínfise púbica e anteriormente ao reto, e nas mulheres está em contato com o útero e a vagina. A bexiga é um órgão pélvico muscular côncavo que possui quatro camadas: mucosa, submucosa, muscular e serosa (adventícia). A mucosa é composta de epitélio, que diminui em espessura quando a bexiga enche-se e as células são distendidas. A camada submucosa serve para dar suporte à mucosa. A parte muscular é constituída por um músculo liso denominado detrusor, e a camada serosa (externa) é constituída de gordura e tecido conjuntivo, e aparece apenas na face superior da bexiga. (GRAAF, 1992).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;    A uretra feminina apresenta em média quatro centímetros de comprimento e também é composta por fibras musculares lisas (esfíncter interno) e estriadas (esfíncter externo). As fibras lisas têm pouca variedade de contração espasmódica, possibilitando que se mantenha uma pressão de fechamento e, assim, a continência urinária por período prolongado sem fadiga, e as fibras estriadas está sob o controle voluntário do sistema nervoso e pode ser usado para impedir conscientemente a micção, mesmo quando controles involuntários estão tentando esvaziar a bexiga (GUYTON &amp;amp; HALL, 2002; ZANATTA &amp;amp; FRARE, 2003; OLIVEIRA &amp;amp; LOPES, 2006).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;    A submucosa constituída de tecido conjuntivo frouxo misturado com feixes de fibras musculares lisas é um elaborado plexo vascular, cria um efeito vital para o mecanismo de continência (OLIVEIRA &amp;amp; LOPES, 2006).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;    Sob o ponto de vista funcional, a integridade da camada de músculo liso circundante mantém esse mecanismo, direcionando as pressões submucosas de expansão para dentro, em direção à mucosa. A integridade do músculo liso e do tecido esponjoso vascular da uretra fornece uma importante contribuição para o mecanismo de fechamento, possuindo, portanto, grande importância para a continência urinária passiva normal. As fibras de músculo estriado, extrínsecas à uretra no nível do diafragma urogenital, fornecem atividade esfincteriana reflexa e voluntária, contribuindo principalmente para a continência ativa (WEI, RAZ &amp;amp; YOUNG, 1999).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;    Quando os músculos são mais requisitados do que o normal, eles são forçados a um trabalho extra para superar uma resistência ou carga. Este trabalho conduz a um aumento de força, pois o músculo se contrai e a síntese de proteínas musculares é estimulada. Após um período de descanso e recuperação, novas proteínas são construídas tornando as fibras musculares maiores em diâmetro e força (BRINCK &amp;amp; NERY, 2006).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;    A força muscular é a quantidade máxima de força que um músculo ou grupo muscular pode gerar em um padrão específico de movimento e em uma determinada velocidade. O termo treinamento de força tem sido usado para descrever um tipo de exercício que requer que os músculos se movam (ou tentem se mover) (FLECK et al., 1999).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;    O grau de benefício que um programa de treinamento de força pode transferir para o desempenho de um exercício e está muito relacionado ao treinamento de potência muscular e este está em função da velocidade de execução de movimento e da força desenvolvida pelo músculo, caracterizando assim a definição de potência como sendo a velocidade em que se desempenha o trabalho, sendo esta altamente dependente da força (SIMÃO, 2001).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;    Muitos são os trabalhos que evidenciam a importância da força e potência muscular. Os treinamentos destas variáveis têm-se demonstrado efetivos na melhoria de várias capacidades físicas, bem como o aumento da massa muscular (SIMÃO, 2001).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;    Então esses treinamentos visam à melhora na coordenação muscular e na flexibilidade o que garantirá menor risco de lesão (JUNQUEIRA, RIBEIRO &amp;amp; SCIANNI, 2004). E esses ganhos de força ocorrem devido à capacidade dos músculos de desenvolverem tensão e do sistema nervoso de ativá-los, o que desencadeará um maior recrutamento de unidades motoras (MARCHAND, 2004).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;    O diâmetro do músculo corresponde ao volume da fibra e são através de exercícios elaborados especificamente para desenvolver força que o tamanho dessas fibras musculares esqueléticas pode ser aumentado. Isso é chamado de hipertrofia (KISNER &amp;amp; COLBY, 2002; LEITE et al., 2004).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;    Todos os exercícios de fortalecimento promovem: hipertrofia devido ao aumento no tamanho das fibras musculares, que acontece por aumento na síntese protéica e diminuição da degradação de proteínas, fenômeno que leva de seis a oito semanas para ocorrer; maior eficiência de recrutamento de fibras musculares pelos mecanismos de neurofacilitação (ou aprendizado motor); aumento da capacidade oxidativa e volume das mitocôndrias; aumento da densidade óssea, do conteúdo mineral ósseo e de hidroxiprolina; alterações nas células do corno anterior da medula espinhal e aumento da resistência de tendões e ligamentos (MACHADO, 2005).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;    Como as fibras do tipo I (que representa 70% da musculatura do assoalho pélvico) são responsáveis pela ação antigravitacional dos músculos do assoalho pélvico e as do tipo II (que representa os restantes 30%) são recrutadas durante aumento súbito da pressão abdominal contribuindo assim para o aumento da pressão de fechamento uretral, os exercícios que trabalham com essa musculatura podem melhorar sua função e essa sustentação do fortalecimento muscular se deve à mudança funcional das fibras musculares (CAMARRÃO et al., 2003).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;    A força muscular é então adquirida através da prática de exercícios específicos para o assoalho pélvico baseados no preceito de que os movimentos voluntários repetidos proporcionam aumento da força muscular e seus efeitos benéficos incluem desenvolvimento, melhora, restauração ou manutenção da força, da resistência, da mobilidade, da flexibilidade, do relaxamento, da coordenação e da habilidade através dos movimentos (HILBERATH, 2006; RUBINSTEIN, 2001).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;    O fisioterapeuta tem sido um membro importante da equipe de obstetrícia durante anos, na verdade, desde 1912. Assim a terapeuta Mennie Randall junto com o obstetra J. S. Fairbairn no Hospital St. Thomas desenvolveram interesses especiais no tratamento da gravidez, parto e puerpério. Mais tarde o campo de interesse estendeu-se a casos ginecológicos (POLDEN &amp;amp; MANTLE, 2000).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;    Por volta dos anos 50, Arnold Kegel, médico ginecologista, foi o primeiro a introduzir o treinamento da musculatura do assoalho pélvico feminino para tratar a incontinência urinária. Em seu primeiro estudo ele obteve 84% de cura de mulheres com incontinência urinária, onde o protocolo incluía palpação vaginal e observação clínica da contração voluntária da musculatura do assoalho pélvico e o uso do biofeedback para mensurar a pressão vaginal durante os exercícios. Hoje existe uma variedade de aparelhos de biofeedback usados na prática clínica para ajudar no treinamento da musculatura do assoalho pélvico feminino (MORKVED et al., 2002).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;    A cinesioterapia é então, uma terapia através dos movimentos, onde estes são utilizados como forma de tratamento, tendo como base de que os movimentos voluntários repetidos proporcionam o aumento da força muscular, uma resistência à fadiga, melhorando a mobilidade, a flexibilidade e a coordenação muscular (AMARO &amp;amp; GAMEIRO, 2001). E baseado neste preceito das contrações repetidas, esses exercícios têm sido indicados em alguns casos de incontinência urinária, devido ao aumento do tônus das fibras musculares lentas ou tipo I (que constituem 70% e que promovam sustentação e resistência na contração muscular) e das fibras musculares rápidas ou tipo II (os 30% restantes, que promovem contrações fortes e breves) (LAYCOCK, 1994; BERNARDES et al., 2000; CAMARRÃO et al., 2003).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;    Mas com o passar do tempo os exercícios para o assoalho pélvico foi sendo esquecida (MORENO, 2004). A partir daí as cirurgias foram a melhor opção para o tratamento de incontinência urinária, porém às recidivas foram aparecendo com freqüência submetendo assim as pacientes as mesmas condições iniciais de perda urinária, ou até mesmo a piora do prognóstico (SOUZA, 2002). Até que no ano de 1992, a Sociedade Internacional de Continência validou cientificamente as técnicas de reabilitação do assoalho pélvico para tratamento de distúrbios perineais, e como conseqüência o reconhecimento e a valorização foram crescendo cada vez mais (MORENO, 2004).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;    A atuação do fisioterapeuta na reeducação perineal do assoalho pélvico, tem como finalidade melhorar a força de contração das fibras musculares, promover a reeducação abdominal e um rearranjo estático lombopélvico através de exercícios, aparelhos e técnicas. Assim estes poderão ajudar a fortalecer os músculos necessários para manter a continência urinária (SOUZA, 2002). A reeducação da musculatura do assoalho pélvico torna-se imperativo no programa de exercícios atribuídos para pacientes vindos sob forma preventiva ou até mesmo curativa da patologia, além de melhorar a função sexual. Porém, os melhores resultados do tratamento fisioterapêutico da incontinência urinária são obtidos nos casos leve ou moderado (MORENO et al., 2004).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;    A cinesioterapia do assoalho pélvico compreende basicamente na realização dos exercícios de Kegel que objetiva trabalhar a musculatura perineal para o tratamento da hipotonia do assoalho pélvico (SANTOS, 2004). Mas estudos mostram que 30% das mulheres não conseguem exercitar corretamente a musculatura do assoalho pélvico, então se preconizou que os músculos abdominais, glúteos e adutores, devem ficar em repouso ou em tensão constante na tentativa de evitar a contração conjunta (PRADO et al., 2003).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;    Segundo Santos (2004), afirmou que a maioria das mulheres são incapazes de realizar uma contração somente pela simples instrução verbal, por isso é importante um controle palpatório intravaginal e a presença de um fisioterapeuta. E Grosse &amp;amp; Sengler (2002), afirmam que a informação e a conscientização representam uma fase essencial na reeducação.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;    Segundo Moreno (2004), a contração correta dos músculos do assoalho pélvico, principalmente os elevadores do ânus, tem sido muito eficaz no tratamento de incontinência urinária, apresentando melhora no controle esfincteriano, no aumento do recrutamento das fibras musculares tipo I e II, no estímulo da funcionalidade inconsciente de contração simultânea do diafragma pélvico aumentando assim o suporte das estruturas pélvicas e abdominais prevenindo futuras distopias genitais.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;    De acordo com Géo &amp;amp; Lima (2001), Souza (2002), a cinesioterapia para o assoalho pélvico é isenta de efeitos colaterais e morbidade, ao contrário das cirurgias. Por isso, hoje o tratamento fisioterapêutico está sendo cada vez mais utilizado devido ao seu resultado positivo no tratamento da incontinência urinária feminina, porém depende de uma boa avaliação do paciente e da escolha da técnica e parâmetro de tratamento para cada tipo de patologia que será tratada.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;    Existem várias formas de aplicação da cinesioterapia para o tratamento da incontinência urinária feminina, dentre eles o trabalho com a bola suíça. A bola suíça é um instrumento utilizado para o retreinamento dos músculos enfraquecidos como a hipotonia dos músculos do assoalho pélvico. Os exercícios são funcionais e podem ser realizados de várias maneiras, pois a bola suíça é considerada como um instrumento indispensável e intermediário ideal para os movimentos no treino dessa musculatura (CARRIÉRE &amp;amp; TRANZBERGER, 1999).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;    Outro método utilizado seria os cones vaginais que foram conceituados por Plevnik, em 1985, para a tonificação da musculatura perineal (GROSSE &amp;amp; SENGLER, 2002; MORENO &amp;amp; SANTOS, 2004). Os cones são pequenas cápsulas de pesos diferentes, de uso individual, que se introduz na vagina para fornecer resistência e feedback sensorial nos músculos do assoalho pélvico à medida que eles se contraem (SIZINO, SILVA &amp;amp; BRAZ, 2003; MORENO, 2004; SANTOS, 2004). Os exercícios realizados com os cones são os de Kegel, trabalhando assim contrações perineais. São encontrados de forma e tamanho iguais, porém de pesos diferentes que variam de 25g a 75g (MORENO, 2004).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;    Quando o cone de peso adequado é inserido na vagina, ele tende a deslizar causando uma sensação de perda que irá proporcionar um biofeedback tátil e cinestésico, fazendo com que o assoalho pélvico se contraia de forma reflexa na tentativa de retê-lo (SOUZA, 2002). De acordo com Moreno (2004) e Santos (2004), o uso de cones vaginais além de aumentar força muscular torna a atividade fisiológica do assoalho pélvico mais coordenada com contrações, aumentando assim o recrutamento de unidades motoras, tanto do tipo I quanto do tipo II. As indicações para este tratamento são: IU de esforço, urge-incontinência, assoalho pélvico fraco, pós-parto, disfunção sexual, pouca propriocepção pélvica e incoordenação da contração pélvica. As contra-indicações são: presença de infecções no trato-urogenital, durante a menstruação, paciente com distúrbio psiquiátrico, durante ou imediatamente após relação sexual, gravidez, retenção/obstrução urinária.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;    Já o biofeedback descrito por Kegel em 1948 é essencialmente toda e qualquer abordagem que o fisioterapeuta utiliza para conscientizar um paciente de seu corpo e suas funções, sejam estímulos táteis, visuais, auditivos ou elétricos (perineômetro, toque digital ou cones vaginais). Então é um aparelho que mensura, avalia e trata as disfunções neuromusculares, sendo eficiente na avaliação dos músculos do assoalho pélvico por monitorar o tônus em repouso, a força, a sustentação e outros padrões de atividade, mostrando-se efetivo na orientação da paciente a melhorar as contrações voluntárias dessa musculatura, favorecendo também o treino do relaxamento (MORENO, 2004).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;    Enfim, a cinesioterapia para o assoalho pélvico compreende exercícios para a normalização do tônus muscular, sendo empregada tanto para o fortalecimento de áreas hipotônicas como para o relaxamento de áreas hipertônicas (GROSSE &amp;amp; SENGLER, 2002; MORENO, 2004).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;a href="http://www.efdeportes.com/efd117/fortalecimento-muscular-do-assoalho-pelvico-feminino.htm" target="_blank"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-8497392709588525550?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/8497392709588525550'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/8497392709588525550'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2011/11/atuacao-da-cinesioterapia-no.html' title='Atuação da cinesioterapia no fortalecimento muscular do assoalho pélvico feminino'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-9000913640572200169</id><published>2011-10-27T11:14:00.001-07:00</published><updated>2011-10-27T11:14:58.830-07:00</updated><title type='text'>Disfunções do trato urinário inferior</title><content type='html'>1-     Medidas de freqüência, gravidade e impacto dos sintomas do trato urinário inferior:&lt;br&gt; &lt;br&gt;O registro dos eventos micçionais pode ser feito de três maneiras:&lt;br&gt; &lt;br&gt;·        Tabela miccional: registra o número de micções, diurnas e noturnas, por um período de pelo menos 24h.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;·        Tabela de volume e freqüência: registra o volume e o tempo de cada micção, diurna e noturna, por no mínimo 24h.&lt;br&gt;&lt;br&gt;·         Diário vesical: registra o número de micções, seu volume,  episódios de incontinência, uso de absorventes, ingesta de fluidos, grau  de urgência e de incontinência.&lt;br&gt;&lt;br&gt;As seguintes medidas podem ser obtidas nas tabelas de volume e frequência e no diário vesical:&lt;br&gt; &lt;br&gt;·         Freqüência diurna: é o número de micções durante o período em  que a paciente está acordada, e inclui a última micção antes de dormir.&lt;br&gt;&lt;br&gt;·         Noctúria: número de micções durante o período de sono noturno.  Cada micção deve ser precedida e seguida por um período de sono.&lt;br&gt;&lt;br&gt;·        Freqüência de 24h: é a freqüência diurna somada ao número de episódios de noctúria durante um período de 24 horas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;·         Produção de 24h: é o volume total urinado em 24h. Geralmente  inicia-se após a primeira micção e termina incluindo a primeira micção  da manhã seguinte.&lt;br&gt;&lt;br&gt;·        Poliúria: é quando o volume urinado é superior a 2,8 litros em 24h (em adultos).&lt;br&gt;&lt;br&gt;·         Volume urinário noturno: é o volume urinado após o sono e ao  levantar com intenção de urinar, portanto exclui a última micção antes  de dormir, mas inclui a primeira micção ao levantar.&lt;br&gt;&lt;br&gt;·         Poliúria noturna: está presente quando uma proporção maior do volume  urinado em 24 horas ocorre no período noturno (superior a 20% em adultos  jovens e 33% em maiores de 65 anos).&lt;br&gt;&lt;br&gt;·        Volume máximo  urinado: é o maior volume urinado durante uma micção, registrado em uma  tabela de volume e freqüência ou diário vesical.&lt;br&gt; &lt;br&gt;2-     O exame  físico é essencial no manejo do paciente com disfunção do trato urinário  inferior e deve incluir todos os passos do exame convencional, exame  ginecológico e exame neurológico. Alguns sinais podem ser observados  durante o exame físico:&lt;br&gt; &lt;br&gt;·        Exame abdominal:  a bexiga pode ser percebida durante a palpação abdominal ou percussão supra-púbica&lt;br&gt; &lt;br&gt;·         Inspeção genital/perineal: permite a descrição das  características da pele, alterações anatômicas e observação de  incontinência.&lt;br&gt; &lt;br&gt;-         Incontinência urinária (sinal): é a perda de urina observada ao exame, podendo ser uretral ou extra – uretral.&lt;br&gt;&lt;br&gt;-          Incontinência urinária de esforço (sinal): é a percepção, ao  exame, da perda de urina através da uretra sincrônica a uma manobra de  esforço (espirro, tosse, Valsalva).&lt;br&gt;&lt;br&gt;-         Incontinência extra – uretral: é a observação de perda de urina por outro canal que não seja a uretra.&lt;br&gt;&lt;br&gt;-          Incontinência não categorizada: é a perda de urina verificada  durante o exame, que não pode ser classificada em nenhuma das categorias  prévias.&lt;br&gt; &lt;br&gt;·        Exame vaginal: permite a descrição de alterações anatômicas e avaliação da função dos músculos do assoalho pélvico.&lt;br&gt; &lt;br&gt;-         Prolapso de órgãos pélvicos: é a descida de uma ou mais das estruturas descritas abaixo.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;-         Prolapso da parede vaginal anterior: é a descida da parede vaginal anterior.&lt;br&gt;&lt;br&gt;-         Prolapso do segmento apical da vagina (colo uterino ou cúpula vaginal): é a queda do colo uterino ou cúpula vaginal.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;-         Prolapso da parede vaginal posterior: é a descida de qualquer ponto da parede vaginal posterior.&lt;br&gt; &lt;br&gt;·         Função da musculatura do assoalho pélvico: pode ser avaliada  pela inspeção visual, palpação, eletromiografia ou perineometria. Os  fatores a serem avaliados incluem força, duração da contração, amplitude  e reprodutibilidade. No exame de toque em repouso e/ou durante   contração voluntária pode ser classificada em forte, fraca ou ausente.&lt;br&gt; &lt;br&gt;·        Exame retal: permite a avaliação da função da musculatura do assoalho pélvico em crianças e homens.&lt;br&gt; &lt;br&gt;3-  Pad teste: utilizado para quantificar a perda de urina nos episódios de  incontinência. Os métodos variam do teste provocativo curto até o teste  de 24h.     &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-9000913640572200169?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/9000913640572200169'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/9000913640572200169'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2011/10/disfuncoes-do-trato-urinario-inferior.html' title='Disfunções do trato urinário inferior'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-4429477841149863370</id><published>2011-10-25T08:13:00.001-07:00</published><updated>2011-10-25T08:13:02.559-07:00</updated><title type='text'>Sintomas do trato urinário inferior</title><content type='html'>São indicadores subjetivos de doença ou de alterações percebidas pela  paciente ou pelo seu parceiro, que pode levá-la a procurar ajuda  profissional. Podem ser referidos voluntariamente ou em anamnese  dirigida. Dividem-se em três grupos: sintomas de armazenamento,  miccionais e pós miccionais.&lt;br&gt; &lt;br&gt;1-     Sintomas de armazenamento são aqueles experimentados durante a fase de enchimento vesical, e incluem:&lt;br&gt; &lt;br&gt;·         Frequência diária aumentada: é o termo usado para caracterizar a  queixa de micções muito frequentes durante o dia, equivalente à  polaciúria.&lt;br&gt;&lt;br&gt;·        Noctúria: deve ser utilizado para designar  quando a paciente precisa acordar para urinar  mais de uma vez durante a  noite.&lt;br&gt;&lt;br&gt;·        Urgência: desejo súbito e incontrolável de urinar.&lt;br&gt;&lt;br&gt;·        Incontinência urinária: é qualquer perda involuntária de urina.&lt;br&gt;&lt;br&gt;·         Incontinência urinária de esforço: é a perda involuntária de  urina associada ao esforço ou atividade física, como durante a tosse ou  espirro.&lt;br&gt;&lt;br&gt;·        Urge-incontinência urinária: é a perda  involuntária de urina acompanhada ou imediatamente precedida pela  sensação de urgência (inclui desde pequenas perdas até uma perda   que    leve ao esvaziamento vesical completo).&lt;br&gt;&lt;br&gt;·        Incontinência urinária mista: é a perda involuntária de urina associada ao esforço e também com a sensação de urgência.&lt;br&gt;&lt;br&gt;·        Enurese: é qualquer perda involuntária de urina.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;·        Enurese noturna: é a perda de urina durante o sono.&lt;br&gt;&lt;br&gt;·        Incontinência urinária contínua: é a perda contínua de urina.&lt;br&gt;&lt;br&gt;·         Outros tipos de incontinência: são caracterizados de acordo com a  situação em que ocorre a perda de urina, exemplo incontinência durante o  coito ou incontinência durante o riso.&lt;br&gt;&lt;br&gt;·        Sensação  vesical: é a maneira como a paciente percebe ou não o enchimento  vesical, pode ser qualificada em cinco categorias.&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;div style="margin-left:40px"&gt;             a. Normal: a paciente é  capaz de perceber o enchimento vesical e esta sensação aumenta à medida  que o desejo miccional torna-se mais forte.&lt;br&gt;&lt;br&gt;             b. Aumentada: a paciente sente desejo precoce e persistente de urinar.&lt;br&gt;&lt;br&gt;             c. Reduzida: a paciente é capaz de perceber o enchimento vesical, mas não sente desejo de urinar.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;             d. Ausente: a paciente não percebe o enchimento, nem sente desejo miccional.&lt;br&gt;&lt;br&gt;              e. Inespecífica: a paciente não refere sensação vesical  específica, mas pode relatar plenitude abdominal, sintomas vegetativos  ou espasticidade.&lt;br&gt;&lt;/div&gt; &lt;br&gt;2-     Sintomas miccionais ocorrem, como o próprio nome sugere, durante a fase de micção:&lt;br&gt; &lt;br&gt;·         Jato urinário fraco: é o mesmo que fluxo reduzido, quando  comparado com performances prévias. Pode ser referido, também, jato em  spray.&lt;br&gt;&lt;br&gt;·        Jato urinário intermitente: é o termo usado para  caracterizar quando o fluxo urinário é interrompido e reiniciado após um  intervalo, involuntariamente, uma ou mais vezes durante a micção.&lt;br&gt;&lt;br&gt;·        Hesitância: descreve a dificuldade para iniciar a micção, resultando em retardo no início do fluxo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;·        Esforço miccional: é o esforço abdominal utilizado para iniciar, manter ou melhorar o jato urinário.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;·        Gotejamento terminal: corresponde à duração prolongada da fase final da micção, com fluxo lento, em gotas.&lt;br&gt; &lt;br&gt;3-     Sintomas pós-miccionais são aqueles experimentados imediatamente após a micção, e incluem:&lt;br&gt;   &lt;br&gt;·         Sensação de esvaziamento incompleto: termo auto-explicativo  usado para descrever a sensação de persistência de urina na bexiga após a  micção.&lt;br&gt;&lt;br&gt;·        Gotejamento pós-miccional: designa a perda involuntária de urina, geralmente em gotas, imediatamente após a micção.&lt;br&gt; &lt;br&gt;4-      Sintomas associados ao coito como dispareunia, ressecamento vaginal  e incontinência são os mais comumente descritos, podendo ocorrer  durante ou após o ato sexual. É importante caracterizar se a perda de  urina se dá durante a penetração, no intercurso ou no orgasmo.&lt;br&gt; &lt;br&gt;5-      Sintomas associados à distopia genital incluem sensação de  protuberância (algo que desce), dor lombar, sensação de peso, sensação  de arrancamento e necessidade de reduzir com o dedo o prolapso para  conseguir defecar ou urinar.&lt;br&gt; &lt;br&gt;6-     Dor genital e do trato  urinário inferior: é importante caracterizar o tipo de dor, freqüência,  duração, fatores precipitantes e fatores de alívio. Pode ser  classificada de acordo com a localização:&lt;br&gt; &lt;br&gt;· dor vesical: supra-púbica ou retropúbica, geralmente piora com o enchimento vesical e pode persistir mesmo após a micção.&lt;br&gt;&lt;br&gt;· dor uretral&lt;br&gt;&lt;br&gt;· dor vulvar: ao redor da genitália externa&lt;br&gt;  &lt;br&gt;· dor vaginal: interna, acima do intróito&lt;br&gt;&lt;br&gt;· dor perineal: entre a fúrcula e o ânus&lt;br&gt;&lt;br&gt;·  dor pélvica: é menos definida, não sendo localizada em um único órgão, e  não claramente relacionada com micção ou função intestinal.&lt;br&gt; &lt;br&gt;7-     Síndromes dolorosas genito-urinárias e sintomas sugestivos de síndrome de disfunção do trato urinário inferior:&lt;br&gt; &lt;br&gt;Síndrome  é o termo utilizado para definir um sintoma principal associado a outro  ou mais sintomas, na impossibilidade de se fazer um diagnóstico  preciso. Faz-se necessário também a exclusão de doenças de natureza  infecciosa, neoplásica, metabólica ou hormonal que possam estar  associadas aos sintomas descritos na síndrome.&lt;br&gt; &lt;br&gt;· As Síndromes dolorosas genito-urinárias são todas de natureza crônica e têm em comum a dor como sintoma principal:&lt;br&gt; &lt;br&gt;-          Síndrome dolorosa vesical: tem como sintoma principal a dor  supra-púbica relacionada ao enchimento vesical. Outros sintomas que  podem estar relacionados são aumento da freqüência urinária diurna ou  noturna. Deve-se descartar infecção urinária e outras doenças do trato  urinário.&lt;br&gt;&lt;br&gt;-          Síndrome dolorosa uretral: define a  associação de dor na uretra, recorrente, geralmente, durante a micção,  noctúria e aumento da freqüência urinária diurna, na ausência de  infecção urinária ou outra doença.&lt;br&gt;&lt;br&gt;-          Síndrome dolorosa  vulvar: dor vulvar associada a sintomas de disfunção do trato urinário  inferior ou disfunção sexual, excluída infecção vaginal ou doença  neoplásica, metabólica ou hormonal.&lt;br&gt;&lt;br&gt;-         Síndrome dolorosa  vaginal: dor vaginal relacionada à disfunção sexual ou do trato urinário  inferior afastadas outras condições óbvias.&lt;br&gt;&lt;br&gt;-         Síndrome  dolorosa perineal: dor perineal ligada ao ciclo da micção ou associada à  disfunção sexual ou do trato urinário inferior, excluídas as causas  óbvias.&lt;br&gt;&lt;br&gt;-         Síndrome dolorosa pélvica: dor pélvica  relacionada a sintomas sugestivos de disfunção do trato urinário  inferior, sexual, intestinal ou ginecológica, na ausência de doença  infecciosa, neoplásica, hormonal ou metabólica.&lt;br&gt; &lt;br&gt;· Sintomas sugestivos de síndrome de disfunção do trato urinário inferior:&lt;br&gt; &lt;br&gt;-          Urgência: associada ou não à urge-incontinência, geralmente  acompanhada de freqüência e noctúria pode ser descrita como síndrome de  bexiga hiperativa, síndrome de urgência ou síndrome urgência –  freqüência. A combinação desses sintomas é sugestiva de hiperatividade  do detrusor demonstrada pelo estudo urodinâmico, mas a causa pode ser  outra forma de disfunção uretro-vesical.&lt;br&gt; &lt;br&gt; - Sintomas do trato  urinário inferior sugestivos de obstrução vesical são predominantemente  sintomas miccionais (jato fraco, hesitância, esforço miccional,  gotejamento terminal), mas também podem ser irritativos (urgência, urge –  incontinência, noctúria, freqüência, sensação de esvaziamento  incompleto). &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-4429477841149863370?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/4429477841149863370'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/4429477841149863370'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2011/10/sintomas-do-trato-urinario-inferior.html' title='Sintomas do trato urinário inferior'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-6703342350507686468</id><published>2011-10-20T10:15:00.001-07:00</published><updated>2011-10-20T10:15:16.548-07:00</updated><title type='text'>O que é Flatuência Vaginal?</title><content type='html'>&lt;p&gt;Esse é um problema que aflige muitos casais e  em especial as mulheres que ficam muito constrangidas durante o ato  sexual, quando ele acontece.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Flatulência vaginal é a saída de ar da vagina  que faz vibrar os pequenos e grandes lábios, provocando um som  característico, semelhante a flatulência intestinal, porém sem odor  desagradável.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Porque acontece?&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em algumas mulheres ocorre a entrada de ar na  vagina, devido a um relaxamento da musculatura pélvica e das paredes  vaginais. Acontece também em determinadas posições sexuais, que permitem  uma maior abertura da genitália feminina.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Quando acontece?&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Toda a vez que o pênis entra na vagina, ele expulsa o ar armazenado, que ao sair faz o ruído característico.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;O que podemos fazer para diminuir o problema?&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Naquelas mulheres em que existe flacidez  muscular, a cirurgia de correção do períneo e os exercícios que aumentam  o tônus muscular podem ajudar. A fisioterapia uroginecológica promove o  fortalecimento dos músculos do assoalho pélvico através de exercícios  específicos (exercícios de Kegel e uso de cones vaginais), e por meio de  aparelhos de eletroestimulação e biofeedback. Com estes recursos, a  mulher aprende a contrair o períneo o que reduz ou elimina a flatulência  vaginal, além de aumentar a satisfação sexual.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;•diminuição do desejo sexual &lt;/p&gt; &lt;p&gt;•pré e pós-cirurgia pélvica&lt;/p&gt; &lt;p&gt;•Pós-cirurgia de próstata&lt;/p&gt; &lt;p&gt;•pré e pós-parto &lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-6703342350507686468?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/6703342350507686468'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/6703342350507686468'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2011/10/o-que-e-flatuencia-vaginal.html' title='O que é Flatuência Vaginal?'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-413203126319762339</id><published>2011-10-13T06:00:00.001-07:00</published><updated>2011-10-13T06:00:39.248-07:00</updated><title type='text'>O que é o Estudo Urodinâmico?</title><content type='html'>&lt;p class="textos-internos"&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="textos-internos"&gt;É o estudo dos aspectos fisiológicos e patológicos envolvidos no armazenamento, transporte e esvaziamento da urina.&lt;/p&gt; &lt;p class="textos-internos"&gt;Trata-se hoje de um poderoso método de  investigação das disfunções miccionais. Sua finalidade é detectar as  possíveis alterações funcionais que possam estar gerando os sintomas  urinários ou a incontinência.&lt;/p&gt; &lt;p class="textos-internos"&gt;Convém lembrar que a urodinâmica, a despeito  de ser um método cada vez mais empregado na investigação das  incontinências, é um exame complementar, cujo resultado deve ser  analisado e valorizado no conjunto de vários outros dados clínicos e/ou  laboratoriais para se ter o diagnóstico final e escolher o melhor  tratamento.&lt;/p&gt; &lt;p class="textos-internos"&gt;&lt;strong&gt;Indicação&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;1.  Pacientes que tenham vários sintomas urinários associados como urgência,  urge-incontinência, nictúria (vontade de urinar várias vezes durante a  noite), perda aos esforços (tosse, espirro, atividade física, etc).&lt;/p&gt; &lt;p class="textos-internos"&gt;2. Pacientes já submetidas a tratamento para incontinência urinária, sem resultados satisfatórios;&lt;/p&gt; &lt;p class="textos-internos"&gt;3. Incontinências urinárias recidivadas (que retornam após algum tempo);&lt;/p&gt; &lt;p class="textos-internos"&gt;4. Pacientes com antecedentes de cirurgias ginecológicas ou para tratamento de neoplasias malignas da pelve;&lt;/p&gt; &lt;p class="textos-internos"&gt;5. Qualquer paciente com indicação cirúrgica  para incontinência urinária, a fim de confirmar o diagnóstico clínico e  prognosticar a evolução clínica do paciente.&lt;/p&gt; &lt;p class="textos-internos"&gt;6. Crianças com distúrbios miccionais e de continência&lt;/p&gt; &lt;p class="textos-internos"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="textos-internos"&gt;&lt;strong&gt;Como é feito o exame?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="textos-internos"&gt;Atualmente utilizam-se equipamentos  computadorizados com as vantagens de proporcionar maior conforto para a  paciente, menos tempo para realização do exame e maior precisão nos  resultados.&lt;/p&gt; &lt;p class="textos-internos"&gt;O tempo estimado entre a entrada da paciente  no laboratório, até a sua saída, com o laudo do exame impresso é de 30 a  40 minutos.&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-413203126319762339?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/413203126319762339'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/413203126319762339'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2011/10/o-que-e-o-estudo-urodinamico.html' title='O que é o Estudo Urodinâmico?'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-8632606370917650426</id><published>2011-09-24T10:14:00.001-07:00</published><updated>2011-09-24T10:14:15.235-07:00</updated><title type='text'>Vaginismo: sentir dor na hora do sexo é um distúrbio com tratamento</title><content type='html'>O vaginismo é um incômodo que cerca de 5% das mulheres já sofreu ou  ainda sofrerá, em maior ou menor grau. Os sintomas deste mal são  contrações involuntárias dos músculos da região pélvica e do canal  vaginal. Esse movimento acaba impossibilitando a penetração no ato  sexual e desestimula a mulher completamente. Diferente do que o parceiro  pode pensar, isso é distúrbio sexual grave e está longe de ser  frescura. A notícia boa é que existe tratamento quando a situação é  diagnosticada corretamente. A paciente deve passar por uma avaliação  psicológica completa.&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;Tipos de vaginismo&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Existem três classificações  distintas para o vaginismo. &amp;quot;Quando essa mulher sempre manifestou a  dificuldade de ser penetrada, desde a iniciação sexual, chamamos de  vaginismo 'primário'. O  &amp;#39;secundário' é caracterizado quando essa mulher  já teve momentos de atividade sexual normal com penetração peniana e  por algum motivo ou trauma não consegue mais ter a relação com a  penetração peniana&amp;quot;, explica a coordenadora de fisioterapia do Centro de  Atendimento ao Vaginismo da Universidade Federal de São Paulo  (UNIFESP), Maria Angélica Alcides, em entrevista ao site &amp;quot;Bolsa de  Mulher&amp;quot;.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Existe também o terceiro tipo, que pode ser chamado de  &amp;quot;situacional&amp;quot;, pois a mulher apresenta episódios diferenciados, por  fatores também diferentes, que pode variar desde o tipo de objeto a ser  penetrado até os locais onde ocorre a prática sexual.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;Tratamento&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&amp;quot;O  tratamento é sempre de caráter multiprofissional, com a presença de  ginecologista especialistas em sexualidade, sexólogos, psicólogos  especialistas em sexualidade e fisioterapeutas especialistas em saúde da  mulher&amp;quot;, conta Angélica. Isso porque o distúrbio decorre de fatores  psicológicos. &amp;quot;Iniciamos o tratamento com sessões de relaxamento e  conscientização corporal, fazendo com que essa mulher passe a se  conhecer e a perceber as reações que estão acontecendo em seu corpo,  para que essa possa começar a ter domínio sobre ele. É um tratamento que  requer paciência de ambas as partes&amp;quot;. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Além do tratamento psicológico, é essencial passar pela fisioterapia. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Assim  como grande parte dos dirtúrbios sexuais, o vaginismo pode ter suas  causas relacionadas a fatores educacionais, culturais, religiosos,  traumáticos e com todas as vivências da paciente.&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-8632606370917650426?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/8632606370917650426'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/8632606370917650426'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2011/09/vaginismo-sentir-dor-na-hora-do-sexo-e.html' title='Vaginismo: sentir dor na hora do sexo é um distúrbio com tratamento'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-7917494224894098456</id><published>2011-09-24T10:11:00.001-07:00</published><updated>2011-09-24T10:11:47.742-07:00</updated><title type='text'>Reeducação Sexual do Homem Lesado Medular</title><content type='html'>&lt;div class="WFD StoryContent"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A lesão medular afeta a função sexual?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt; Sim. As alterações podem ser orgânicas (do corpo) e/ou comportamentais  (alteração da autoimagem, tabus, preconceitos). Porém, não significa que  acabe ou que não tenha solução, como veremos ao longo deste manual.&lt;br&gt; &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como fica a função sexual após a lesão medular?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt; Continua. O processo mental da função sexual é o mesmo antes e após a  lesão. Portanto, o desejo sexual (libido) permanece. O que ocorre é que  este desejo é colocado de lado ou em segundo plano. É desestimulado pelo  próprio lesado e/ou por seu parceiro por pensarem que estão fazendo  algo errado ao valorizarem a função sexual. Muitos acreditam  que deveriam estar voltados apenas para os aspectos da reabilitação  física, como a fisioterapia, remédios, sondagem e outros. Isto não é  verdade.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O desejo sexual acontece no cérebro, portanto, permanece após a lesão  medular. O desafio inicial é aceitar o novo corpo e poder "curti-lo"  para que outras pessoas também o aceitem.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Medicamentos podem alterar o desempenho sexual?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt; Sim. O desejo sexual (libido) pode sofrer alterações por ação de alguns  medicamentos, tais como, tranquilizantes, antidepressivos, relaxantes  musculares. Portanto, devem ser avaliados pelo médico a indicação destes  medicamentos e os benefícios frente aos efeitos colaterais. Sempre que  ocorrer alguma alteração ao iniciar um novo medicamento, o médico que  receitou deverá ser comunicado para avaliar a possibilidade de troca ou  algum ajuste que evite esses efeitos.&lt;br&gt; &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Existem outros fatores que interferem no desempenho sexual?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt; Sim. As alterações na movpimentação do corpo, espasticidade,  contraturas, não controle do intestino e/ou da bexiga podem afetar a  autoimagem e a capacidade de realização do ato sexual.&lt;br&gt; &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;As alterações do desejo sexual (libido) têm tratamento?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt; Sim. A fisioterapia, os exercícios, a reeducação da bexiga e do  intestino, ou seja, o tratamento físico, e também o acompanhamento  psicológico, contribuem para o bem estar do portador de deficiência e,  consequentemente, sua autoimagem, autoestima e capacidade de desempenho  do ato sexual.&lt;br&gt; &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;O homem tem ereção após a lesão medular?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt; Sim. Cerca de 80% dos homens com lesão da medula têm alguma capacidade  de ereção. O problema mais comum é o tempo de duração e a qualidade  (grau de rigidez) da ereção que, muitas vezes, são insuficientes para  manter uma relação sexual satisfatória. Se a relação estiver centrada na  ereção, o prazer fica comprometido. Portanto, as carícias nos genitais  (mesmo sem sensibilidade) e em áreas com sensibilidade, antes, durante e  após a penetração, ou mesmo sem penetração, são muito importantes.&lt;br&gt; &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como acontece a ereção?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt; A ereção acontece quando os corpos cavernosos ("grandes veias") do pênis  se enchem de sangue. Existem três maneiras do homem conseguir uma  ereção: psicogênica (ocorre através do pensamento), reflexa (resulta da  estimulação do pênis ou regiões próximas) ou espontânea (acontece por  algum estímulo interno, como por exemplo, acordar com uma ereção por  estar com a bexiga cheia). O nível da lesão na medula (altura em que  ocorreu a lesão: cervical, torácica, lombar, cone medular, cauda equina)  e o tipo (completa ou incompleta) é que vão determinar o tipo e a  qualidade da ereção.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Homens com lesão entre T11 (vértebra torácica) e L2 (vértebra lombar)  não conseguem a ereção psicogênica porque a mensagem (pensamento  erótico) vinda do cérebro não consegue passar através da lesão, uma vez  que esta é a área responsável pela ereção. A ereção reflexa pode ocorrer  de várias maneiras: puxando os pelos pubianos, estimulação oral ou  manual do pênis, vagina ou ânus, estímulo de qualquer área do corpo onde  há sensibilidade (como orelhas, pescoço, costas, tórax).&lt;br&gt; &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;É possível melhorar a qualidade da ereção?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt; Sim. Diversos mecanismos podem auxiliar a alcançar e manter uma ereção  satisfatória. Vão desde métodos economicamente acessíveis e temporários  até métodos mais caros e/ou definitivos. O mais econômico é o anel  peniano de borracha encontrado em lojas de produtos eróticos (sexshop).  Esse anel poderá ser usado após orientação de um profissional da saúde.  Após estimulação do pênis manualmente ou com auxílio de um vibrador, o  anel é colocado na base do pênis retendo o sangue nos corpos cavernosos e  deve ser retirado em no máximo 20 minutos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O urologista poderá prescrever e orientar o uso de medicamentos com a finalidade de proporcionar uma ereção.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Pode ser uma injeção (baixo custo) aplicada facilmente no pênis, bem  como comprimidos (custo mais elevado).Uma complicação rara do uso dessas  injeções é o priapismo (ereção que dura mais de três horas). Nesses  casos é necessário ir com urgência a um hospital para retirada do sangue  retido.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A prótese peniana é o método definitivo mais eficaz disponível,  podendo ser feita através do sistema público de saúde (SUS) ou  particular. Um urologista poderá orientá-lo quanto ao método mais  adequado.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O posicionamento do corpo também pode auxiliar na ereção: deitado,  reclinado ou sentado, com as pernas abertas ou fechadas, esticadas ou  flexionadas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Experimente as várias posições e descubra as que mais se adaptam ao seu caso.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Não tenho mais ejaculação. Por quê?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt; Ejaculação é a expulsão do sêmen através da uretra. Por&lt;strong&gt; s&lt;/strong&gt;er  bastante complexa e estar comprometida pela lesão medular, poucos  indivíduos conseguem alcançá-la após a lesão medular. Alguns homens têm a  sensação de ejaculação, mas não ocorre a saída do sêmen.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que acontece com o sêmen?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt; O sêmen continua existindo, porém, pelas alterações da lesão medular o  mecanismo que bloqueia sua entrada na bexiga permanece aberto, fazendo  com que o sêmen vá para dentro da bexiga (ejaculação retrógrada). Assim,  aparece uma substância esbranquiçada flutuando na urina, o que muitas  vezes é confundido com infecção urinária.&lt;br&gt; &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;O homem lesado medular pode ter filhos?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt; Sim. Embora na maioria dos homens lesados medulares ocorra a ejaculação  retrógrada, existem métodos para realizar a fertilização da mulher com o  sêmen. Através da estimulação próxima ao freio da glande (ponta) do  pênis com um vibrador, a ereção e ejaculação podem ser alcançadas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Este sêmen pode ser recolhido em um frasco estéril e colocado com uma  seringa na vagina da mulher. Esta seria uma inseminação artificial  caseira. Existem vários métodos realizados pelo médico para a  inseminação artificial tal como a introdução de um estimulador elétrico  no ânus do lesado medular até que chegue próximo à próstata provocando a  ejaculação para inseminação artificial.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Outro método é a retirada dos espermatozóides diretamente dos  testículos através de uma seringa. O problema maior é quando a qualidade  dos espermatozóides não é boa. Isto ocorre pelo aumento da temperatura  nos testículos pela posição sentada por muito tempo, infecções urinárias  frequentes, entre outras causas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte: &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://serlesado.com.br/?p=726" target="_blank"&gt;Manual de orientação: Reeducação Sexual do Lesado Medular&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-7917494224894098456?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/7917494224894098456'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/7917494224894098456'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2011/09/reeducacao-sexual-do-homem-lesado.html' title='Reeducação Sexual do Homem Lesado Medular'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-6222984091651843535</id><published>2011-09-12T07:45:00.001-07:00</published><updated>2011-09-12T07:45:26.400-07:00</updated><title type='text'>Conheça os cânceres que afetam o aparelho reprodutor feminino</title><content type='html'>&lt;div id="ctl00_ctl00_body_corpoPagina_materia1_lstTextos_ctrl0_tMateria"&gt;                 &lt;p class="TxtCorridoMateria TxtFlx"&gt;Desde sua primeira menstruação, é recomendável que a mulher crie o hábito de consultar um ginecologista  regularmente. Essa é uma atitude preventiva essencial para que ela  cuide da sua saúde íntima e evite que alguma doença seja descoberta  apenas em estágios bastante avançados.  &lt;br&gt;&lt;br&gt;Um dos problemas que mais preocupa médicos e pacientes é, sem sombra de dúvida, o câncer,  enfermidade que pode atingir os diversos órgãos do aparelho reprodutor  feminino. Por isso, a mulher que se preocupa com a sua saúde, também aprende a se  conhecer muito bem para identificar os primeiros sintomas de quando  alguma coisa está errada.  &lt;br&gt;&lt;br&gt;De acordo com a especialista em oncologia ginecológica e  coordenadora do Programa de Prevenção do Câncer Ginecológico do Hospital  Amaral Carvalho de Jaú (SP), Lenira Maria Queiroz Mauad, é preciso  primeiramente entender que o aparelho reprodutor feminino é formado por  um órgão externo (vulva) e outros internos (vagina, útero, trompas de  falópio e ovários). &amp;quot;Todos esses órgãos são passíveis de desenvolver  câncer e cada prognóstico irá levar a um tratamento específico&amp;quot;,  afirma. &lt;/p&gt;             &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;                      &lt;img title="Conheça os cânceres que afetam o aparelho reprodutor feminino - Foto: Getty Images" class="FotoEsqMat" src="http://images3.minhavida.com.br/imagensConteudo/12667/tirste-crop_12667_20735.jpg" alt="Conheça os cânceres que afetam o aparelho reprodutor feminino - Foto: Getty Images" style="border-width:0px;"&gt;             &lt;/div&gt;&lt;div id="ctl00_ctl00_body_corpoPagina_materia1_lstTextos_ctrl1_tMateria"&gt;                 &lt;p class="TxtCorridoMateria TxtFlx"&gt;Mauad explica também  que a mama não é considerada órgão do sistema reprodutor, embora esteja  intimamente relacionada a ele. &amp;quot;Nos países desenvolvidos, o câncer mais  comum é o do endométrio, seguido pelo câncer do ovário e depois, colo  do útero,  vagina e trompas. Já no Brasil, há diferentes dados de acordo com a  região, mas, ao que tudo indica, o mais frequente é o câncer do colo do  útero, seguido pelo do endométrio e ovário&amp;quot;, esclarece. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Apesar da maior incidência de câncer na mulher ser mesmo o de  mama, dados do Instituto Nacional do Câncer indicam que, no ano de 2008,  4.812 mulheres brasileiras foram vítimas do câncer de colo de útero.  Naquele ano, o câncer de mama contabilizou 11.860 mortes. &amp;quot;O que torna  um câncer mais perigoso é seu comportamento, como ele se espalha para os  outros órgãos. O câncer de mama tende a ser de pior comportamento se  considerarmos casos iniciais, porque pode se espalhar pelo sangue e  voltar mesmo depois de vários anos de tratamento&amp;quot;, diz a médica.  &lt;/p&gt;             &lt;/div&gt;                                   &lt;div id="ctl00_ctl00_body_corpoPagina_materia1_lstTextos_ctrl2_tMateria"&gt;                 &lt;p class="TxtCorridoMateria TxtFlx"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Causas e sintomas  &lt;/span&gt;&lt;br style="font-weight: bold;"&gt;A ginecologista esclarece que  todos os tipos de câncer apresentam sintomas quando em fases já  avançadas. Portanto é imprescindível que as mulheres se submetam a  exames periódicos de prevenção e detecção precoce.  Alguns dos sintomas mais comuns em cada tipo de câncer do aparelho  reprodutor feminino são: &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Câncer do colo do útero:&lt;/span&gt; Segundo a especialista, esse tipo muitas vezes está relacionado à infecção pelo vírus HPV,  transmitido sexualmente. No entanto, vários fatores de risco  associados, como tabagismo, uso de pílulas, higiene inadequada, mudança  frequente de parceiros e outras infecções concomitantes, aumentam o  risco do aparecimento e progressão das lesões pré-tumorais. &lt;br&gt;&lt;br&gt; Em relação aos sintomas, o câncer de colo de útero geralmente provoca  corrimento vaginal (às vezes sanguinolento), sangramento nas relações  sexuais e dor pélvica em casos mais avançados. &amp;quot;As lesões iniciais e  pré-tumorais, não causam sintomas e podem ser detectadas pelo exame  ginecológico e pelo teste de Papanicolau&amp;quot;, alerta. &lt;br&gt;&lt;/p&gt;             &lt;/div&gt;                                   &lt;div id="ctl00_ctl00_body_corpoPagina_materia1_lstTextos_ctrl3_tMateria"&gt;                 &lt;p class="TxtCorridoMateria TxtFlx"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Câncer de endométrio (corpo do útero):&lt;/span&gt;  De acordo com a especialista, o câncer de endométrio geralmente está  relacionado a desequilíbrios hormonais, obesidade na perimenopausa e  menopausa, diabetes e pressão alta. &amp;quot;Esse tipo de câncer também pode ser  induzido pelo uso inadequado de terapia hormonal para tratamento de  sintomas da menopausa&amp;quot;, explica.  &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Câncer de vulva:&lt;/span&gt; Na  mulher jovem, o câncer de vulva, muitas das vezes, aparece relacionado à  infecção pelo HPV. Nas mulheres mais velhas, pode evoluir a partir da  coçadura crônica causada por alterações da pele da vulva. Esse tipo de  câncer apresenta como principais sintomas, além das coceiras crônicas, o  aparecimento de úlceras, feridas ou gânglios na região inguinal.  &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Câncer do ovário:&lt;/span&gt; Para  Mauad, no caso do câncer de ovário, o fator hereditário é bastante  determinante, apesar da doença também se manifestar frequentemente em  mulheres que não engravidaram, são inférteis e fizeram múltiplos  tratamentos para indução de ovulação. &amp;quot;Embora estes não sejam os fatores  causais, aumentam o risco&amp;quot;, afirma. &lt;/p&gt;             &lt;/div&gt;                                      &lt;div id="ctl00_ctl00_body_corpoPagina_materia1_lstTextos_ctrl4_tMateria"&gt;                 &lt;p class="TxtCorridoMateria TxtFlx"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;É possível prevenir?  &lt;/span&gt;&lt;br style="font-weight: bold;"&gt;A especialista explica que os cuidados com alimentação, prática de exercícios físicos regulares e sexo  com proteção, aliados à atitude de evitar vícios, como o cigarro e o  álcool, são medidas gerais que ajudam muito a prevenir todos os tipos de  câncer.  &lt;br&gt;&lt;br&gt;O grande aliado das mulheres no combate a esses tumores é o  seu ginecologista. A realização de exames periódicos e orientação  adequada sobre os cuidados a serem tomados nas diferentes fases da vida,  é decisiva na luta contra o câncer feminino.&lt;/p&gt;&lt;p class="TxtCorridoMateria TxtFlx"&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;             &lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-6222984091651843535?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/6222984091651843535'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/6222984091651843535'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2011/09/conheca-os-canceres-que-afetam-o.html' title='Conheça os cânceres que afetam o aparelho reprodutor feminino'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-2435538987299842645</id><published>2011-09-09T13:15:00.001-07:00</published><updated>2011-09-09T13:15:12.182-07:00</updated><title type='text'>Infecção urinária afeta mais a mulher por causa da anatomia feminina</title><content type='html'>&lt;p&gt; 	Infecção urinária é a infecção bacteriana mais comum no ser humano,  principalmente entre as mulheres dos 20 aos 40 anos e as grávidas. Já os  homens sofrem mais na primeira infância e depois dos 55 anos, sobretudo  por distúrbios na próstata.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	O problema é tão recorrente que apenas 10% das pessoas que responderam à  nossa enquete no site disseram desconhecer a dor e a ardência típicas  da infecção.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	Dependendo do local em que os agentes invasores se instalam, a doença é  chamada de vulvovaginite (abertura da vagina), cistite (uretra e  bexiga) ou pielonefrite (rins). E, na hora do aperto, muita gente ignora  o sinal do cérebro de que a bexiga está cheia e deixa para fazer xixi  depois. O problema é que, ao não urinar, a uretra pode ficar mais suja e  facilitar uma complicação.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	Quem esclareceu melhor o assunto nesta terça-feira (6) foi o urologista  Marcelo Vieira, ao lado do ginecologista e consultor José Bento. Os  médicos também ensinaram cinco dicas para evitar doenças no aparelho  urinário.&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: center;" class="foto componente_materia midia-largura-620"&gt; 	&lt;img alt="Infecção urinária (Foto: Arte/G1)" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2011/09/06/infeccaourinaria.jpg" title="Infecção urinária (Foto: Arte/G1)" height="518" width="620"&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt; 	Beber água é fundamental para prevenir inflamações e infecções. A  hidratação ajuda a manter o aparelho ativo, com fluxo de urina normal e  saudável. A água também é necessária para uma série de processos  metabólicos e biológicos do organismo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	Outra dica importantíssima destacada pelo Bem Estar é que as pessoas  devem prestar atenção na cor da urina, que precisa ser clara. Uma  coloração mais amarelada pode ser falta de hidratação, alimentação ou  decorrência do uso de medicamentos. A primeira urina do dia é mais  escura porque à noite um hormônio secretado aumenta a absorção de água e  a concentração do xixi.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se houver sangue na urina, sinal de alerta: há 80% de chances de você  precisar de tratamento. O sangue pode indicar infecções, doenças  hereditárias (como rins policísticos), pedras nos rins, doenças de  próstata, traumas e até tumores.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	Portanto, sempre que você ou alguém da sua família detectar sangue na  urina, é preciso procurar um médico e fazer os exames indicados. Esse  xixi pode aparecer com coloração avermelhada ou até marrom, quase preta.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	A dica seguinte é sempre urinar depois do sexo. Isso porque o atrito e  as bactérias envolvidas na relação podem contaminar a região pélvica da  mulher. Ao fazer xixi, o aparelho urinário é exercitado e elimina grande  parte das bactérias que podem ter entrado na uretra e ir em direção à  bexiga. A própria vagina já concentra micro-organismos que podem causar  infecção.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	A higiene íntima também é imprescindível, principalmente para as  mulheres, que têm a vagina e o ânus em locais muito próximos. Uma boa  dica é limpar, sempre que possível, o xixi com papel higiênico e o cocô  com chuveirinho.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	Sabonetes íntimos também são úteis, mas devem ser usados na medida  certa (até uma vez por dia), porque a vagina tem uma flora bacteriana  importantíssima para manter o pH da região e proteger a mulher.  Absorventes internos precisam ser trocados a cada 2 ou 3 horas, e não se  deve dormir com eles.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	De qualquer forma, a limpeza precisa ser eficiente, para que as  bactérias da vagina e do ânus não entrem no canal da uretra. A bactéria  mais comum entre as responsáveis pela infecção é a &lt;em&gt;Escherichia coli&lt;/em&gt;,  que vive no intestino e pode passar para o trato urinário. Para evitar o  contato desse aparelho com as fezes, devem-se limpá-las sempre de baixo  para cima. Um lenço umedecido também pode ser um bom aliado na limpeza  íntima feminina.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	&lt;strong&gt;Sistema urinário&lt;/strong&gt;&lt;br&gt; 	É composto pelos rins, ureter (canal que leva a urina dos rins até a  bexiga), bexiga e uretra (canal que conduz a urina da bexiga para fora  do corpo).&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	A bexiga precisa ter um mínimo de líquido armazenado para que a pessoa  consiga fazer xixi. Se for muito pouco, ela não funciona e fica  esperando encher. Na hora do aperto, a bexiga envia um sinal para o  sistema límbico, no cérebro, que manda o corpo resolver o problema com  urgência.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	O ideal é não deixar a bexiga chegar ao volume máximo, porque ela pode  pressionar os músculos em volta e provocar uma sensação de incômodo e  desconforto. Com a idade, o assoalho pélvico perde a sustentação e a  força, facilitando a ação das bactérias. Por isso, beba sempre muita  água e faça xixi como frequência.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	&lt;strong&gt;Diagnóstico&lt;/strong&gt;&lt;br&gt; 	Existem dois exames essenciais para descobrir qual é a origem do seu  problema urinário. O primeiro é um teste de urina tipo 1, que fica  pronto no mesmo dia e detecta o número de leucócitos (células de defesa)  no xixi. Se houver demais, é sinal de que alguma bactéria entrou no  sistema urinário e está causando infecção.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	O segundo exame é a urocultura. As bactérias da urina são cultivadas  durante cinco dias para identificar quem são elas e, consequentemente,  qual é o antibiótico mais eficaz para eliminá-las.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fonte: G1&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-2435538987299842645?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/2435538987299842645'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/2435538987299842645'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2011/09/infeccao-urinaria-afeta-mais-mulher-por.html' title='Infecção urinária afeta mais a mulher por causa da anatomia feminina'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-3841429650756917323</id><published>2011-09-05T12:43:00.001-07:00</published><updated>2011-09-05T12:43:17.669-07:00</updated><title type='text'>Fisioterapia na cólica menstrual</title><content type='html'> cólica menstrual, também conhecida como &lt;strong&gt;dismenorréia&lt;/strong&gt;, é  um grande problema atualmente. Este distúrbio é caracterizado por dores  intensas no baixo ventre, podendo até mesmo ser irradiada para a parte  interna das coxas, provocada por contrações intensas do útero no dia  imediatamente anterior ao início da menstruação ou nos primeiros dias do  ciclo menstrual.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A dismenorréia pode ser &lt;strong&gt;primária&lt;/strong&gt; ou &lt;strong&gt;secundária&lt;/strong&gt;.  A forma secundária é causada por miomas, DIU, endometriose, infecções e  outras alterações uterinas e pélvicas. A forma primária é causada pelas  contrações uterinas em si, sem associação com outras alterações que  possam justificar a dor. Cerca de 52% das mulheres que sofrem de  dismenorréia apresentam a forma primária, sendo que 10% delas chegam até  mesmo a ficarem incapacitadas pela dor!&lt;br&gt;&lt;br&gt;O tratamento geralmente é  baseado em medicamentos, incluindo analgésicos, antiespasmódicos e  anticoncepcionais. Infelizmente, geralmente esta forma de é cara e,  muitas vezes, sem resultado ou com resultados insatisfatórios. A &lt;strong&gt;Fisioterapia&lt;/strong&gt; é outra possibilidade de tratamento, ainda pouco conhecida pela maioria das pessoas, mas bastante estudada e bastante eficaz!&lt;br&gt; &lt;br&gt;Já acessou o &lt;a href="http://www.facafisioterapia.net"&gt;Faça Fisioterapia&lt;/a&gt; hoje? &lt;br&gt;&lt;br&gt;Uma delas é a &lt;em&gt;massagem do tecido conjuntivo&lt;/em&gt;.  Na verdade, praticamente qualquer tipo de massagem, já que o principal  efeito procurado é o relaxamento corporal e diminuição da tensão  psicológica, que colabora muito para amenizar dores. O tratamento com  massagem do tecido conjuntivo por um período de aproximadamente três  meses, com apenas duas sessões por semana, alivia o problema durante o  tratamento e esse alívio ainda persiste após o término do tratamento!  Simples, barato e sem contra-indicações!&lt;br&gt;&lt;br&gt;Outra opção é a &lt;em&gt;eletroterapia&lt;/em&gt;,  o famoso "choquinho" da Fisioterapia e um excelente recurso no  tratamento de diversos tipos de dor. A principal modalidade utilizada é o  TENS, um tipo de corrente elétrica fácil de ser utilizada e com  pouquíssimas contra-indicações, indolor e bastante efetiva  principalmente para o controle de crises de dor.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Por fim, a &lt;em&gt;cinesioterapia&lt;/em&gt;,  ou seja, exercício! São exercícios simples, principalmente para a  região pélvica, para melhorar a coordenação muscular, alongar  delicadamente os músculos e promover o relaxamento destas estruturas.  Além disso, o exercício promove naturalmente uma sensação de bem-estar  que sempre ajuda a aliviar qualquer tipo de dor.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Simples, não é?! E sem contra-indicações.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;a href="http://fredericogarcia.wordpress.com/2010/06/21/colica-menstrual/"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-3841429650756917323?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/3841429650756917323'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/3841429650756917323'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2011/09/fisioterapia-na-colica-menstrual.html' title='Fisioterapia na cólica menstrual'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-1568332437332196633</id><published>2011-08-28T10:46:00.000-07:00</published><updated>2011-08-28T10:46:00.456-07:00</updated><title type='text'>Fisioterapia na Uroginecologia</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://1.bp.blogspot.com/-19WfGtO9TIk/TZDanNPnsVI/AAAAAAAAAU4/eD4PiV8TmqE/s1600/3.jpg" src="http://1.bp.blogspot.com/-19WfGtO9TIk/TZDanNPnsVI/AAAAAAAAAU4/eD4PiV8TmqE/s1600/3.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Conceito: tratamento fisioterapêutico nas disfunções uroginecológicas e obstétricas. O tratamento é feito através de orientações, terapia comportamental, biofeedback, eletroestimulação, cinesioterapia, treinamento global, ginástica hipopressiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os materiais utilizados são: Biofeedback-perina, eletroestimulador, cones vaginais, luvas, camisinhas não lubrificadas, papel toalha, papel lençol, gel lubrificante e maca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Indicações:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Incontinênica urinária;&lt;br /&gt;    Obstetrícia;&lt;br /&gt;    Dor pélvica crônica&lt;br /&gt;    Constipação intestinal;&lt;br /&gt;    Sexualidade;&lt;br /&gt;   Qualidade de vida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-1568332437332196633?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/1568332437332196633'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/1568332437332196633'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2011/08/fisioterapia-na-uroginecologia.html' title='Fisioterapia na Uroginecologia'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-19WfGtO9TIk/TZDanNPnsVI/AAAAAAAAAU4/eD4PiV8TmqE/s72-c/3.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-958152184112421124</id><published>2011-08-20T10:48:00.000-07:00</published><updated>2011-08-20T10:48:00.349-07:00</updated><title type='text'>Prevenção de doenças ginecológicas</title><content type='html'>A prevenção é a melhor conduta em saúde, seja ela pública ou privada. Para os clientes as ações preventivas os deixarão em menor risco para que sejam expostos a doenças e suas conseqüências, para a sociedade observamos o controle efetivo de epidemias e pandemias e para o gestor uma população sadia e economicamente ativa diminui os gastos com doenças e sequelados. Países onde os programas de saúde são direcionados para a profilaxia têm menores custos na área da saúde e uma população livre de patologias e participativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A qualidade de vida desde alimentação rica em nutrientes, com baixa caloria, com frutas e verduras, atividade física, ocupação mental, vacinação, hábitos de não fumar, manutenção de peso, vida sem estresse, bom humor, amor, dentre outras são atitudes simples que somarão resultados positivos à efetivação de uma boa saúde. Infelizmente vivemos numa estrutura econômica e política aonde a população na sua maioria não tem emprego e/ou trabalho, não estuda e não tem nem o que comer. Como trabalhar com prevenção neste Brasil tão grande, pobre e heterogêneo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As atitudes governamentais são importantíssimas para a divisão de renda e garantia de oportunidades para todos. Não devemos somente ficar a espera das mudanças, já que poderemos esta perdendo tempo. Campanhas de vacinação, campanhas de prevenção de câncer ginecológico, campanhas de anti-tabaco, controle de alcoolismo, anti-drogas, campanhas de doenças sexualmente transmissíveis, pré-natal, garantia de métodos contraceptivos e muitas outras que são oferecidas pelos gestores são ações que minimizam as patologias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na esfera da ginecologia e obstetrícia as vacinas para rubéola, tétano, hepatite B e, hoje de HPV diminuem as taxas de doenças para as mulheres. Infelizmente no Brasil, ainda temos uma medicina para os pobres e outra para os que tem dinheiro, mesmo que pouco. A vacinação em massa, exceto a de HPV que ainda não é acessível a maior parte da população é a forma mais democrática de prevenção. Faz-se necessário o mapeamento da cliente por idade, risco profissional, vida sexual, hábitos, heranças familiares, doenças pregressas e modo de vida atual. O zoneamento vai pontuar a que patologias esta cliente esta susceptível, facilitando as ações preventivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mama que é para a mulher o órgão que demonstra sua feminilidade esta sujeita a várias patologias, porém a que mais apavora a população feminina é o câncer. As dores mamárias são freqüentes e conseqüentes às alterações hormonais vividas durante o ciclo menstrual e na maioria das vezes manisfetam-se como parênquima denso aos exames radiológicos de rotina. Alguns alimentos, explicação cientifica de difícil constatação, quando retirados da alimentação diária amenizam as dores. Estes alimentos são a cafeína, chocolates, frangos de criação e ovos. O estresse aumenta as dores mamárias. Uma vida feliz influencia de maneira positiva a saúde de uma população.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-958152184112421124?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/958152184112421124'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/958152184112421124'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2011/08/prevencao-de-doencas-ginecologicas.html' title='Prevenção de doenças ginecológicas'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-3154688698235034914</id><published>2011-08-13T10:53:00.000-07:00</published><updated>2011-08-13T10:53:00.066-07:00</updated><title type='text'>Anorgasmia x Fisioterapia</title><content type='html'>A Fisioterapia, como profissão da área da Saúde, deve possuir profissional&lt;br /&gt;capaz de lidar com as condições de saúde da população. Executar um trabalho cujo objetivo maior consiste em propiciar um “estado” de condições de saúde que permita um elevado grau de conforto e segurança à população. Para isso, são necessárias promoções de saúde, manutenção de boas condições de saúde e prevenção de problemas, além da assistência curativa e reabilitadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chama-se anorgasmia o distúrbio que causa a falta de orgasmo numa relação sexual. Ela pode ocorrer em homens e mulheres que tem uma vida sexual ativa, chegam a sentir prazer durante o ato sexual mas não atingem o clímax.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As causas da anorgasmia comunmente são de foro emocional, por falta de confiança no parceiro, falta de conhecimento do próprio corpo ou por algum problema físico como acidentes que causam problemas ao nível da medula espinhal, problemas hormonais, corrimentos ou má formação dos órgãos sexuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No tratamento de uma disfunção sexual, o paciente deve ser pensado como um todo,&lt;br /&gt;emocional e físico. Porque as emoções desencadeiam processos físicos pela liberação de neurotransmissores. Para isso, torna-se importante o enfoque interdisciplinar com a participação de diversos profissionais, tais como ginecologista, psicólogo, sexológo e fisioterapeuta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tratamento para a anorgasmia que têm maiores resultados são realizados através de fisioterapia uro-ginecológica com exercícios e eletro-estimulações específicas, com exercícios em musculatura em região pélvica.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-3154688698235034914?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/3154688698235034914'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/3154688698235034914'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2011/08/anorgasmia-x-fisioterapia.html' title='Anorgasmia x Fisioterapia'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-2507314435223552727</id><published>2011-08-05T11:00:00.000-07:00</published><updated>2011-08-05T11:00:01.271-07:00</updated><title type='text'>Fisioterapia Uroginecológica na disfunção sexual</title><content type='html'>A disfunção sexual é a alteração de uma das fases do ciclo da resposta sexual, que é dividida em desejo, excitação e orgasmo. Nas mulheres, as disfunções mais comuns são a inibição do desejo, a anorgasmia (ausência do orgasmo), a dispareunia (dor no momento da relação sexual) e o vaginismo (contração involuntária da vagina, que evita a penetração). Nos homens, os principais problemas são ejaculação precoce e disfunção erétil (incapacidade permanente de iniciar, manter e concluir o ato sexual de forma satisfatória, afetando a ereção). Além de ir ao médico e descobrir se a disfunção não está associada a outro problema orgânico, os especialistas orientam que se deve também procurar orientação psicológica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, um tratamento relativamente novo no Brasil chamado de fisioterapia uroginecológica surge como uma alternativa nesses casos e, segundo os profissionais, tem excelentes resultados. O tratamento já existe na Europa há mais de 20 anos. No Brasil, a fisiosexologia surgiu há pouco tempo. A fisioterapeuta com formação internacional em uroginecologia, Priscila Hermann, explica que o tratamento é feito com exercícios e aparelhos específicos que devolvem o controle da musculatura da região da pelve (que, segundo ela, são eficientes tanto para o homem quanto para a mulher). São exercícios que fortalecem e relaxam. Depende muito do caso, mas em geral, 15 sessões são suficientes para a recuperação do paciente. Geralmente os aparelhos e a postura já resolvem, diz a especialista. As sessões normalmente duram uma hora, uma vez por semana. Mesmo depois do tratamento os meus pacientes entram em contato e dizem que o resultado foi satisfatório, garante a fisioterapeuta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante lembrar que o tratamento terá bons resultados caso a disfunção sexual não seja de origem psicológica. Ao contrário do que muitas pessoas pensam, Priscila conta que os homens procuram muito mais a fisioterapia uroginecológica do que as mulheres. Em geral, o paciente que busca a profissional é muito tímido, pois acabou nem admitindo ao médico que tinha algum tipo de disfunção. Percebo que existe muita ansiedade neles. Mas isso só existe porque a parte física não está boa, comenta a especialista. Já as mulheres, diz a fisioterapeuta, demoram mais para admitir o problema, em qualquer situação. Percebo que muitas delas só buscam ajuda quando não têm mais alternativa, quando a relação com o parceiro já ficou desgastada por conta da disfunção sexual. Algumas vêm com o marido, diz Priscila. Outro dado interessante é que a fisioterapia uroginecológica também traz bons resultados para outros problemas, como dores na região anal e perineal, incontinência urinária e fecal, além de constipação intestinal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Psicológico atrapalha ereção&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos homens, a disfunção sexual mais comum é a disfunção erétil. Nesse caso, a ereção do homem é que fica prejudicada, e não a ejaculação. Como explica o médico urologista Fernando Lorenzini, as causas da disfunção erétil podem ser psicológicas, orgânicas ou a junção das duas. Não é regra, mas, no jovem, o mais comum é a disfunção erétil estar associada à questão psicológica. Já no idoso, o problema pode estar ligado ao diabetes e à arteriosclerose, explica o médico. Lorenzini afirma que pesquisas mais tradicionais indicam que na faixa etária entre os 40 e os 70 anos, 50% dos homens teriam o problema. Porém, explica ele, a forma completa, mais grave da disfunção erétil, só aparece em 10% dos homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em qualquer caso é muito importante o acompanhamento médico. Segundo Lorenzini, há alguns tipos de tratamento para a disfunção erétil, como os medicamentos de via oral (que são paliativos, segundo o médico), injeções (as quais devem ser ministradas com bastante cautela porque podem piorar o problema) e, como última alternativa, a prótese peniana (que também deve ser muito bem estudada, pois pode causar infecções).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mulher: falta de orgasmo é a disfunção sexual mais comum&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas mulheres, as disfunções sexuais mais freqüentes são inibição do desejo, anorgasmia (ausência do orgasmo), dispareunia (dor na relação) e vaginismo (contração involuntária da vagina evitando o ato).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ginecologista especializado na área de sexualidade humana, Fernando César de Oliveira Júnior diz que o mais freqüente é a anorgasmia. Ele explica que neste caso a mulher até sente desejo, mas não consegue chegar ao orgasmo. Em geral, diz ele, a causa é de origem psicológica. Depende muito da ansiedade da pessoa, que fica com dificuldade de se soltar. É importante que ela não fique se observando na hora da relação, tem que brincar, se soltar, orienta o médico. A repressão e o parceiro que não colabora podem ser causas ou até agravantes do problema. A fase das preliminares é muito importante. Às vezes a mulher demora mais para se excitar e também para ter o orgasmo. É um mito que os dois tenham que atingir o orgasmo juntos, diz o médico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dispareunia geralmente é mais fácil de tratar, diz o ginecologista, porque em geral é causado por algum problema orgânico, como corrimentos ou alterações uterinas. Neste caso, trata-se a doença e resolve-se o problema. Mas a disfunção também pode ser de origem psicológica. Já a inibição do desejo, segundo ele, é mais difícil de resolver. Geralmente os resultados são bons em conjunto com um terapeuta sexual. Ocorre que a pessoa que tem inibição do desejo vai fugindo cada vez mais do sexo, vai perdendo o encanto, às vezes acontece muito na menopausa, o que não é normal, pois o desejo sexual começa no útero e prossegue até a morte. E para as mulheres, para as quais não há remédios para isso, como o Viagra para os homens, alertou o especialista. Não dá para generalizar, mas alguns medicamentos podem causar a diminuição da libido também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso da anorgasmia, um dos tipos de tratamento é o focossensorial, no qual a pessoa aprende a se tocar e conhecer o próprio corpo, deixando o toque mais erótico para o final. O médico recomenda que a fantasia nunca acabe quando o assunto é sexo. Já que é a cabeça que comanda tudo, os estímulos são importantes, como filmes ou leituras eróticas, roupas, enfim, aquilo que o casal achar melhor, explica. (MA)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-2507314435223552727?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/2507314435223552727'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/2507314435223552727'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2011/08/fisioterapia-uroginecologica-na.html' title='Fisioterapia Uroginecológica na disfunção sexual'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-788931053016779783</id><published>2011-07-24T10:44:00.000-07:00</published><updated>2011-07-24T10:44:00.161-07:00</updated><title type='text'>Biofeedback na Fisioterapia Uroginecológica</title><content type='html'>O biofeedback de EMGs uro-ginecológico baseia-se no fluxo de informação entre: Paciente, terapeuta e equipamento de biofeedback.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;O terapeuta configura o equipamento com o protocolo necessário para a reabilitação do paciente. O equipamento faz a captação dos sinais musculares do paciente, enviando o biofeedback visual e sonoro para o paciente e o terapeuta. O paciente é motivado pelo terapeuta e pelo equipamento.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;   A figura abaixo apresenta esse fluxo de informações:&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;O Biofeedback pode ajudar os pacientes a adquirirem maior controle sobre a atividade dos músculos do assoalho pélvico, reduzindo uma atividade excessiva, ou ajudando no treinamento para utilização do músculo mais apropriado.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;A informação provinda do biofeedback uro-ginecológico atua como um estimulador externo ao paciente, até que os músculos ganhem força e gerem maior sensação interna.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;Para pacientes que têm pouca ou nenhuma "sensação" da musculatura do assoalho pélvico, o biofeedback pode ser uma das melhores escolhas de tratamento para o paciente primeiramente identificar a musculatura correta que deve ser ativada durante o exercício.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;   Vantagens do Biofeedback Uro-ginecológico&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;A utilização do biofeedback de EMGs na prática clínica apresenta vários benefícios, tanto para o paciente, quanto para o terapeuta:&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;   Para o Paciente:&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;   Aumentar a consciência da atividade psicofisiológica, reação e recuperação da estimulação;&lt;br /&gt;   Aumentar auto-eficácia e confiança na sua capacidade de auto-regulação psicofisiológica;&lt;br /&gt;   Aprender a usar o relacionamento entre pensamento, comportamento e funcionamento fisiológico;&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;Desenvolver auto-regulação psico-fisiológica geralmente não aprendida sem esta informação, tornando a aprendizagem destes procedimentos mais rápida;&lt;br /&gt;   Fornecimento de uma terapia não farmacológica, segura e eficaz.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;   Para o Terapeuta:&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;   Fonte valorosa de diagnóstico e informação terapêutica;&lt;br /&gt;   Velocidade e a continuidade com que a informação é fornecida ao terapeuta e ao paciente;&lt;br /&gt;   Avaliação e documentação de mudanças psico-fisiológicas durante a sessão e o tratamento;&lt;br /&gt;   Aumentar o interesse e a confiança profissional para promover terapias auto-regulatórias psico-fisiológicas;&lt;br /&gt;   Quantificar os resultados da atividade muscular;&lt;br /&gt;   Fornecer ao terapeuta através de gráficos e traçados, a função e disfunção muscular;&lt;br /&gt;   Calibrar a resposta do paciente mediante a instrução verbal do terapeuta;&lt;br /&gt;   Observar se o paciente atingiu o objetivo, mediante a visualização gráfica.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-788931053016779783?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/788931053016779783'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/788931053016779783'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2011/07/biofeedback-na-fisioterapia.html' title='Biofeedback na Fisioterapia Uroginecológica'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-3192257463705682528</id><published>2011-07-19T10:43:00.000-07:00</published><updated>2011-07-19T10:43:00.879-07:00</updated><title type='text'>A cólica menstrual</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://todaperfeita.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Uroginecologia-300x180.jpg" src="http://todaperfeita.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Uroginecologia-300x180.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A cólica menstrual, também conhecida como dismenorréia, é um grande problema atualmente. Este distúrbio é caracterizado por dores intensas no baixo ventre, podendo até mesmo ser irradiada para a parte interna das coxas, provocada por contrações intensas do útero no dia imediatamente anterior ao início da menstruação ou nos primeiros dias do ciclo menstrual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dismenorréia pode ser primária ou secundária. A forma secundária é causada por miomas, DIU, endometriose, infecções e outras alterações uterinas e pélvicas. A forma primária é causada pelas contrações uterinas em si, sem associação com outras alterações que possam justificar a dor. Cerca de 52% das mulheres que sofrem de dismenorréia apresentam a forma primária, sendo que 10% delas chegam até mesmo a ficarem incapacitadas pela dor!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tratamento geralmente é baseado em medicamentos, incluindo analgésicos, antiespasmódicos e anticoncepcionais. Infelizmente, geralmente esta forma de é cara e, muitas vezes, sem resultado ou com resultados insatisfatórios. A Fisioterapia é outra possibilidade de tratamento, ainda pouco conhecida pela maioria das pessoas, mas bastante estudada e bastante eficaz!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma delas é a massagem do tecido conjuntivo. Na verdade, praticamente qualquer tipo de massagem, já que o principal efeito procurado é o relaxamento corporal e diminuição da tensão psicológica, que colabora muito para amenizar dores. O tratamento com massagem do tecido conjuntivo por um período de aproximadamente três meses, com apenas duas sessões por semana, alivia o problema durante o tratamento e esse alívio ainda persiste após o término do tratamento! Simples, barato e sem contra-indicações!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra opção é a eletroterapia, o famoso “choquinho” da Fisioterapia e um excelente recurso no tratamento de diversos tipos de dor. A principal modalidade utilizada é o TENS, um tipo de corrente elétrica fácil de ser utilizada e com pouquíssimas contra-indicações, indolor e bastante efetiva principalmente para o controle de crises de dor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, a cinesioterapia, ou seja, exercício! São exercícios simples, principalmente para a região pélvica, para melhorar a coordenação muscular, alongar delicadamente os músculos e promover o relaxamento destas estruturas. Além disso, o exercício promove naturalmente uma sensação de bem-estar que sempre ajuda a aliviar qualquer tipo de dor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Simples, não é?! E sem contra-indicações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://fredericogarcia.wordpress.com/"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-3192257463705682528?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/3192257463705682528'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/3192257463705682528'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2011/07/colica-menstrual.html' title='A cólica menstrual'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-8372972367722217189</id><published>2011-07-14T09:58:00.000-07:00</published><updated>2011-07-14T09:58:01.157-07:00</updated><title type='text'>Pielonefrite</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://www.patologias.net/wp-content/uploads/2010/03/adultos-sistema_urinario_anatomia_414558621.jpg" src="http://www.patologias.net/wp-content/uploads/2010/03/adultos-sistema_urinario_anatomia_414558621.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A pielonefrite é uma infecção do trato urinário ascendente que atingiu a "pielo" (pelve) do rim. Afeta quase todas as estruturas do rim, incluindo túbulos, sistema recolector e interstício. Só o glomérulo é exceção, pelo menos até uma fase avançada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem duas formas de pielonefrite, a aguda, causada por uma infecção bacteriana, e a crônica, na qual infecções de repetição se conjugam com a reação do sistema imunitário a essas infecções para produzir o quadro de lesões.&lt;br /&gt;Índice&lt;br /&gt;[esconder]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   1 Pielonefrite Aguda&lt;br /&gt;       1.1 Epidemiologia&lt;br /&gt;       1.2 Fisiopatologia&lt;br /&gt;       1.3 Clínica (sintomas)&lt;br /&gt;       1.4 Patologia&lt;br /&gt;       1.5 Tratamento&lt;br /&gt;   2 Pielonefrite Crônica&lt;br /&gt;       2.1 Fisiopatologia&lt;br /&gt;       2.2 Clínica (sintomas)&lt;br /&gt;       2.3 Patologia&lt;br /&gt;       2.4 Tratamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[editar] Pielonefrite Aguda&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma infecção supurativa (com produção de pus). É quase sempre causada por bactérias e só raramente por vírus (tipo Polioma) ou fungos como Candida albicans.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Epidemiologia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afecta mais frequentemente três populações: bebês com menos de um ano e anomalias congênitas do sistema urinário; mulheres de meia idade e homens idosos com hiperplasia da próstata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fisiopatologia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pielonefrite é frequentemente causada por bactérias Gram-negativas que são flora normal no intestino. Estas bactérias (Escherichia coli, Enterobacter, Proteus Mirabillis, Klebsiella) causam as infecções do tracto urinário (ITUs), mais frequentes nas mulheres. As pielonefrites são quase sempre complicações decorrentes destas infecções da uretra, bexiga e/ou ureteros - denominada infecção ascendente. Normalmente os ureteres não recebem urina de volta da bexiga, devido a mecânismos anti-refluxo. Contudo se estes mecanismos devido a anomalias congénitas ou a inflamação não forem eficazes, o refluxo de urina pode transportar bactérias que infectem a bexiga ou a uretra para o rim. Outra condição que frequentemente leva à pielonefrite é a obstrução do ureter. A obstrução pode ser devida a litíase renal ("pedra dos rins") ou nos idosos do sexo masculino a hiperplasia benigna da próstata (uma condição quase universal a partir dos 70 anos) pode provocar suficiente obstrução também. Nessa situação, a estase da urina acima da obstrução permite o crescimento bacteriano, que normalmente seria impedido pelo fluxo constante. A cateterização de doentes acamados ou com outros problemas das vias urinárias também é um factor de risco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clínica (sintomas)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ínicio é abrupto, com dor na micção (disúria) e maior frequência (polaciúria)e urgência, inclusivamente acordando o doente à noite (noctúria). Como em qualquer infecção, há febre, suores, mal-estar. São detectaveis leucócitos em massas cilíndricas na urina (piúria), devido a terem sido arrastados dos túbulos cilíndricos pela urina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Patologia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Microscópicamente observa-se inflamação supurativa, com infiltração primeiro de neutrófilos, mais tarde de macrofagos e linfócitos. Há necrose das células dos túbulos renais. Pode haver ou não formação de abcessos. Após resolução há extensa fibrosação das regiões afectadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resolução inicia-se após alguns dias de terapia com antibióticos. Infrequentemente, e principalmente em individuos debilitados ou diabéticos podem ocorrer complicações. Estas incluem a Bacteremia, multiplicação bacteriana no sangue grave, frequentemente pode ser mortal, ou a necrose da pelve renal, com insuficiência renal crônica, podendo levar a morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pielonefrite Crônica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pielonefrite crônica é derivada de múltiplos ataques de pielonefrite aguda, que podem ser mais ou menos graves, e que ocorrem frequentemente durante um período alargado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fisiopatologia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A causa mais frequente é a insuficiência dos mecânismos anti-refluxo, com refluxo de urina da bexiga para o rim. Outra causa frequente é a litíase renal, com cálculos obstrutivos do fluxo da urina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clínica (sintomas)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ínicio pode ser gradual ou dar-se ataque de pielonefrite aguda. Sintomas são semelhantes a esta última mas tendem a ser mais suaves mas mais arrastados. Pode complicar com surgimento de hipertensão arterial de causa renal; síndrome nefrótica; e insuficiência renal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Patologia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Macroscopicamente há atrofia do rim afectado. A pelve e os cálices ficam danificados e por vezes obstruem a passagem da urina. Com o microscópio, vê-se extensa fibrosação do rim, uma resposta provocada pelo sistema imunitário à infecção constante. Há atrofia de alguns túbulos, dilatação de outros, com conteúdo hialino devido à proteína retida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pielonefrite crónica não raramente resulta em insuficiência renal crónica, com necessidade de diálise. A terapia com antibióticos resolve os episódios agudos mas não impede a sua recorrência.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-8372972367722217189?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/8372972367722217189'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/8372972367722217189'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2011/07/pielonefrite.html' title='Pielonefrite'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-617913573618939272</id><published>2011-07-07T09:56:00.000-07:00</published><updated>2011-07-07T09:56:00.806-07:00</updated><title type='text'>Infecção urinária na gravidez</title><content type='html'>infecção urinária é uma das complicações mais comuns durante a gravidez, cerca de 10 a 20% das gestantes apresentam este problema. É preciso ficar atenta ao primeiro trimestre da gestação, período em que sintomas dessa alteração aparecem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Infecção urinária ocorre por causa da presença de glicose na urina da mulher grávida, que aumenta devido às alterações hormonais. Isso faz com que a uretra se torne um ambiente propício à proliferação de bactérias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra complicação é que o hormônio progesterona relaxa os músculos da uretra, diminuindo a velocidade do fluxo da urina dos rins para a bexiga, isso aumenta os fatores favoráveis à proliferação de bactérias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sintomas dos casos mais graves de infecção urinária são náuseas, vômitos, febre, urina turva com odor, calafrios e uma dor intensa na região dos rins.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É praciso saber que toxinas liberadas pelas bactérias do tipo mais grave de infecção urinária (nos rins) podem causar contrações do útero, levando ao trabalho de parto prematuro, abortamentos, hipertensão arterial, morte do bebê e até mesmo da mãe quando a infecção se torna severa e generalizada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A infecção urinária durante a gravidez pode ser evitada com o pré-natal, essencial para que se tenha uma gestação saudável. Os médicos pedem exames de urina de três em três meses, diagnosticando a infecção urinária o mais precoce possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia a dia, algumas ações podem ser tomadas na intenção de prevenir a infecção urinária. Beber de 1 a 2 litros de água durante o dia é uma delas. Outra recomendação é ir ao banheiro com freqüência, não segurando o xixi quando a vontade vier, principalmente depois das relações sexuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É fundamental lembrar-sede cuidar da higiene pessoal, passando o papel higiênico de frente para trás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tratamento da infecção urinária pode ser feito com antibióticos indicados pelo médico para que não afete o desenvolvimento do bebê.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-617913573618939272?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/617913573618939272'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/617913573618939272'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2011/07/infeccao-urinaria-na-gravidez.html' title='Infecção urinária na gravidez'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-8721844675021968272</id><published>2011-07-03T09:55:00.000-07:00</published><updated>2011-07-03T09:55:00.345-07:00</updated><title type='text'>Infecções urinárias</title><content type='html'>O que é?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;As vias urinárias são constituídas pelos rins, ureteres, bexiga e uretra.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A Infecção do Trato Urinário (ITU) ou Infecção Urinária (IU), como é mais popularmente conhecida, ocorre quando há presença de microorganismos que se multiplicam nas vias urinárias.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Pode ser dividida em dois grupos, de acordo com a localização e sintomas:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;- infecções das vias urinárias inferiores: bexiga (cistite) e uretra (uretrite)&lt;br /&gt;- infecções das vias urinárias superiores:rins (pielonefrite)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A infecção urinária pode atingir pessoas de qualquer sexo e qualquer idade, mas é muito mais freqüente em mulheres, sendo que 20% a 30% da população feminina terão, pelo menos, um episó dio durante a vida.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Geralmente a infecção é causada por bactéria, sendo que o agente mais comum é a Escherichia coli.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Alguns fatores predispõem ao aparecimento da infecção. Sabe-se que as mulheres tem infecção urinária muito mais frequentemente do que os homens.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Isto se deve ao fato de que a uretra feminina é mais curta e também mais próxima ao ânus, podendo haver contaminação.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A relação sexual é um importante fator predisponente, pois podem ocorrer microtraumatismos que facilitam a entrada das bactérias no trato urinário. A mai oria dos episódios de infecção urinária desenvolve- se nas 12 horas seguintes após a relação sexual. A diminuição de hormônios femininos, que ocorre na mulher após a menopausa, também é fator predisponente. Há outros fatores que podem contribuir, porém são mais raros, como cálculos renais, anormalidades do aparelho urinário ou problemas neurológicos impedindo que a urina seja eliminada normalmente.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Sintomas&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O ato de urinar, normalmente, é voluntário e indolor. A presença de alguns sintomas são sugestivos de infecção:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;• dor ou ardência para urinar&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;• sensação de urgência para urinar&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;• micções urinárias muito freqüentes e de pequena quantidade de urina&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;• gotejamentos de sangue pode ocorrer&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;• dor na região baixa do abdome&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Quando o rim é atingido, além dos sintomas anteriores, o paciente pode ter febre, calafrios ou dor lombar. Algumas vezes, também ocorre cólicas abdominais, náuseas e vômitos.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;-:- Caso apresente algum desses sintomas procure o seu médico -:-&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Diagnóstico&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Para o diagnóstico da infecção urinária, o médico deve associar dados da história clínica, exame físico e exames laboratoriais.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Realiza-se exame de urina (Urina I), para ver se há inflamação ou não. Juntamente, é feita a cultura da urina (Urocultura), para detectar qual bactéria está causando o problema.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;No caso de Infecção Urinária, a exame de Urina I pode ter grande quantidade de leucócitos (glóbulos brancos, nossas células de defesa), eritrócitos (glóbulos vermelhos, células que compõem o sangue) e proteínas no sedimento urinário. Pode haver também bactérias.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O exame de cultura na Infecção Urinária mostra crescimento de bactérias superior a 100.000 colônias por mililitro de ur ina. Atualmente, admitem- se valores superiores a 100 unidades formadoras de colônias/ml de urina como resultado positivos em pacientes com sintomas t ípicos. O Antibiograma testa a sensibilidade da bactéria isolada aos antibióticos.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Para isso, é muito importante que a coleta de uma amostra de urina seja feita sem contaminação.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A maioria das coletas é feita do jato médio tendo pelo menos 2 hs da última micção, após uma higienização da região peri-uretral. O jato médio é o jato urinário colhido após ter sido desprezada a primeira porção da urina, que poderia estar contaminada por microorganismos da uretra.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Dependendo de cada caso, podem ser necessários outros exames para complementar o diagnóstico (pesquisar malformações associadas, cálculo renal, ...).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Tratamento&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O tratamento é a antibioticoterapia (penicilinas sintéticas, sulfas, nitrofurantoínas, cefalosporinas e as quinolonas). Em geral, o antibiótico é dado por via oral, por um período que pode variar de um a sete dias. Orienta-se também a hidratação adequada, com ingesta de um e meio a dois litros de água por dia.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Dependendo do caso, é importante repetir a cultura da urina após o tratamento, para ter certeza de que a infecção foi eliminada, principalmente nos casos em que o rim foi acometido ou no caso dos sintomas persistirem.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Nas pessoas com problemas de infecção recorrente, podem ser utilizados antibióticos profilaticamente (dose única diária, fluradantina ou quinolonas), no período noturno, por três a seis meses ou então um comprimido após a relação sexual. Estes são administrados em doses menores mas por um tempo prolongado.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Os casos de malformações do aparelho urinário podem ser corrigidos pela cirurgia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-8721844675021968272?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/8721844675021968272'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/8721844675021968272'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2011/07/infeccoes-urinarias.html' title='Infecções urinárias'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-4338056879988043691</id><published>2011-06-27T10:37:00.000-07:00</published><updated>2011-06-27T10:37:00.379-07:00</updated><title type='text'>Exercicios para gestantes</title><content type='html'>&lt;p align="left"&gt;&lt;strong&gt;Objetivos:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;• Promover e manter uma ótima saúde física e emocional do começo ao final da gestação.&lt;br /&gt;• Realizar um trabalho preventivo para as possíveis durante a após o parto e gestação, desde o 1º ao 9º mês.&lt;br /&gt;• Preparar e informar os pais sobre gravidez, parto e puerpério.&lt;br /&gt;• A principal finalidade é resultar uma gravidez e o parto o mais saudáveis possível.&lt;/p&gt; &lt;p align="left"&gt;&lt;strong&gt;    Exercícios para gestante&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;   Os  exercícios para a mulher grávida podem ser iniciados desde o 1º  trimestre gestacional, com exercícios respiratórios, relaxamento e  orientação postural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    A partir do 2º trimestre inicia-se então  a ginástica propriamente dita, com exercícios de alongamento,  fortalecimento, posturas tanto estática quanto a mudanças de decúbito,  exercícios respiratórios que irão ajudá-las na preparação do parto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    São os seguintes exercícios de base mais importantes para a gestante:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Exercícios  para o metabolismo: tem por finalidade de estimular a irrigação  sangüínea e do metabolismo, efetuados com movimentos isotônicos e de  grande amplitude (das mãos, antebraços, pés e das pernas), chamados  exercícios de elasticidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Exercícios de flexibilidade: para  relaxar os músculos das costas, abdômen e do assoalho pélvico,  praticados por pequenos movimentos de extensão, flexão e rotação do  tronco, em várias posições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) Exercícios para o abdômen e  assoalho pélvico: para favorecer sua capacidade de contração e  relaxamento (a alternância isométrica da tensão e do relaxamento) para  que possa auxiliar durante os períodos de dilatação e expulsão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) Natação  e hidroginástica: os exercícios dentro d’água proporcionarão  alongamento da  musculatura das pernas, assoalho pélvico e panturrilha.&lt;/p&gt; &lt;p align="left"&gt;5) Exercícios respiratórios: assim como os exercícios de  alongamento e fortalecimento são importantes, os exercícios  respiratórios têm fundamental importância para a gestante, pois acalma  durante o período de dilatação. O trabalho vigoroso dos músculos  abdominais durante o período de expulsão requerem não somente condições  psíquicas, mas igualmente físicas. Tipos de respiração: respiração  torácica, respiração diafragmática, apnéia, hiperventilação — contra  indicada.&lt;/p&gt; &lt;p align="left"&gt;&lt;strong&gt;    Exercícios físicos que a gestante poderá fazer&lt;br /&gt;    &lt;/strong&gt;Movimente-se.  A gravidez, o parto e o aleitamento exigirão muito de seu corpo, por  isso quanto melhor for o seu estado físico, melhor será a sua gestação e  o parto.&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;    &lt;img alt="exercicio" src="http://www.ebb.com.br/images/banco/exercicio.jpg" align="right" border="1" hspace="5" vspace="5" /&gt;&lt;br /&gt;     Quando você sentar, parar e caminhar. Faça-o corretamente com a coluna  sempre reta, evitando dores provocadas pela má postura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Quando precisar pegar objetos no chão, mexer em gavetas próximas ao chão  agache-se (de cócoras) ou encoste os dois joelhos no chão, sempre com a  coluna reta.&lt;br /&gt;Com exercícios, você poderá recuperar sua forma normal mais rápido depois do parto.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="left"&gt;    Consulte seu médico ou a equipe do pré-natal sobre  os exercícios que pretende fazer, antes de começá-los. Com a autorização  médica você poderá seguir estas sugestões:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; a)nunca faça um movimento que lhe produza dor, isto significa que o movimento está errado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; b)se  você não fazia exercícios antes da gravidez, não deve iniciá-los agora.  Procure caminhar, pelo menos 20 minutos por dia, sempre que possível,  não se esquecendo de manter a coluna reta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; c)há exercícios que podem ser feitos com você sentada de uma cadeira e que melhoram a circulação e aliviam a tensão nervosa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• cabeça  e pescoço: encoste o queixo no seu peito e gire a cabeça lentamente  para o lado esquerdo, leve a cabeça para trás, descendo pelo lado  direito, retornando o queixo ao peito. Faça então o giro para o lado  direito repetindo o mesmo movimento.&lt;br /&gt;• ombros: faça círculos com os ombros para trás, para aliviar a tensão.&lt;br /&gt;• tornozelos:  levante um pouco os pés, separe os calcanhares, gire os pés num círculo  onde os dedões se toquem e depois se separem. Faça depois um círculo na  direção contrária, com os dedões voltados para baixo e os demais dedos  virados para cima.&lt;br /&gt;• Pés: estique as pontas dos pés e faça grandes círculos no ar, movendo somente os tornozelos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d) exercício que você poderá fazer sentada no chão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e) costas:  para melhorar a flexibilidade das costas, sente-se no chão com as  pernas cruzadas e as costas apoiadas contra a parede, Alongue (estique) a  coluna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;    Ao dormir:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;    Procurar deitar-se ao lado esquerdo, se for confortável para você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;    Ao Levantar da cama:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;• apóie  o braço esquerdo no colchão, com o braço direito à frente, apóie a  palma da mão no colchão e utilize os dois braços para empurrar-se para  cima, sempre na lateral;&lt;br /&gt;• gire lentamente o corpo e sente-se na cama com os pés sobre o colchão;&lt;br /&gt;• aproxime-se, ainda sentada, da lateral da cama e abaixe lentamente as pernas até tocas o chão com firmeza;&lt;br /&gt;• coloque  um pé para trás do outro, apóie as mãos nas coxas (perto dos joelhos) e  empurre fazendo pressão sobre as pernas. Mantenha o pescoço para frente  e as costas reta, empurrem desde os pés e levante-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    &lt;strong&gt;Ao levantar-se de uma cadeira:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;    Seguir o indicado no último item anterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    &lt;strong&gt;Para erguer uma criança pequena:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;    Coloque os pés um ao lado do outro, dobre os joelhos, abaixe-se e depois levante-se com as costas retas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;    Ao carregar seu filho:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;    Mantenha o corpo reto, não se curve e troque a criança de um braço para outro.&lt;/p&gt; &lt;p align="left"&gt;    &lt;strong&gt;Evite:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;    Levantar peso e  esforços desnecessários, mas se precisar fazê-lo, sente-se agachada (de  cócoras) mantendo as costas retas. Inspire profundamente, contando até 3  e levante o objeto ao chegar ao número 4.&lt;br /&gt;    Solte a respiração enquanto ergue o peso. Segure o objeto próximo ao seu corpo enquanto levanta.&lt;br /&gt;    Quando carregar pacotes entre os braços, evite mover-se de um lado para outro e distribua o peso por igual.&lt;br /&gt;     Evite abaixar os objetos pesados de locais altos. Suas costas se curvarão e você poderá perder o equilíbrio.&lt;/p&gt; &lt;p align="left"&gt;&lt;strong&gt;    Normas e procedimentos dos exercícios na gravidez&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;1) Movimentos e atividades aos trancos, saltos devem ser evitados.&lt;br /&gt;2) Sessões de exercícios regulares — pelo menos 3 vezes por semana - são mais seguros.&lt;br /&gt;3) Cuidadoso aquecimento no início da atividade e relaxamento no final.&lt;br /&gt;4) A FC materna não deve exceder 140 BPm e não deve continuar por mais de 15 minutos.&lt;br /&gt;5) Deve-se ingerir líquido antes, durante e depois dos exercícios físicos.&lt;br /&gt;6)  A grávida sedentária deve iniciar a atividade física com exercícios de  baixa intensidade como: caminhada, natação, bicicleta estacionária ou  ioga, e ir aumentando gradualmente.&lt;br /&gt;7) O exercício deve ser adequado às limitações da gravidez.&lt;/p&gt; &lt;p align="left"&gt;&lt;strong&gt;Exercícios respiratórios para amenizar as dores do parto&lt;br /&gt;    &lt;/strong&gt;No  pré-parto fazer respiração diafragmática. No parto propriamente dito  fazer respiração torácica — apnéia. Descer o ar para o diafragma contar  até 10 e soltar o ar. Isso ajudará na expulsão do feto. Fazer força,  empurrar elevando o tronco com apnéia, respirar no final para descansar.&lt;br /&gt;*Apnéia — prender a respiração.&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;a href="http://www.ebb.com.br/mostrar_gestantes.php?ref=33"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-4338056879988043691?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/4338056879988043691'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/4338056879988043691'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2011/06/exercicios-para-gestantes.html' title='Exercicios para gestantes'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-6689859675936239262</id><published>2011-06-21T10:45:00.000-07:00</published><updated>2011-06-21T10:45:00.775-07:00</updated><title type='text'>Exercícios e dicas para gestantes</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Pré-natal – Alongamentos e Excercícios &lt;/strong&gt;- Gerar  um bebezinho é, sem dúvida, uma experiência maravilhosa. Mas as mulheres  admitem: traz alguns desconfortos. Embora sejam comuns nesse período,  já que várias transformações acontecem no corpo feminino, existem algumas alternativas como massagens, alongamentos e exercícios que podem tornar a gestação mais confortável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="wp-caption alignnone" style="width: 612px"&gt;&lt;img title="Alongamento na gravidez" src="http://i725.photobucket.com/albums/ww252/atualizei/alongamentonagravidez.jpg" alt="Alongamento na gravidez" height="452" width="602" /&gt;&lt;p class="wp-caption-text"&gt;Alongamento na gravidez&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt;Dor nas costas, inchaço, indisposição …. Siga um ritual de massagens que ajudam a aliviar os desconfortos da gestação.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Massagem pélvica&lt;/strong&gt; – Também chamada de massagem  perineal, ela promove o alongamento da região perivaginal, favorecendo o  parto normal sem episiotomia, aquele corte feito para alargar o canal  de parto, que causa a ruptura dos músculos.&lt;/p&gt; &lt;div class="wp-caption alignnone" style="width: 560px"&gt;&lt;img title="Massagem na gravidez" src="http://i725.photobucket.com/albums/ww252/atualizei/massagemnagravidez.jpg" alt="Massagem na gravidez" height="365" width="550" /&gt;&lt;p class="wp-caption-text"&gt;Massagem na gravidez&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt;O assoalho pélvico ganha alongamento para ser distendido no parto e  voltar ao estado normal sem rompimento das fibras musculares”, detalha  Miriam Zanetti, fisioterapeuta do grupo de pré-natal da obstetrícia  fisiológica da Unifesp.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Exercício para pés inchados&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="wp-caption alignnone" style="width: 343px"&gt;&lt;img title="Pé inchados na gravidez - exercícios" src="http://i725.photobucket.com/albums/ww252/atualizei/pinchadonagravidez.jpg" alt="Pé inchados na gravidez - exercícios" height="500" width="333" /&gt;&lt;p class="wp-caption-text"&gt;Pé inchados na gravidez - exercícios&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt;Como fazer:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;-sente-se, eleve os pés à 5cm do chão e faça círculos com eles. Depois, puxe as pontas dos dedos para baixo e para cima.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Duração:o ideal é fazer a cada duas horas, por 10 minutos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Dica: se estiver em casa&lt;a href="http://mulheresgravidas.net/pre-natal-alongamentos-e-excercicios/#" style="cursor: hand; color:#3333CC; text-decoration:underline; border-bottom:dotted 1px;"&gt;&lt;/a&gt;, faça o exercício na cama e use travesseiros para apoiar as pernas elevadas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Automassagem&lt;/strong&gt;  – Além de proporcionar conforto, ela é uma forma de a mulher conhecer mais o seu corpo&lt;a href="http://mulheresgravidas.net/pre-natal-alongamentos-e-excercicios/#" style="cursor: hand; color:#3333CC; text-decoration:underline; border-bottom:dotted 1px;"&gt;&lt;/a&gt;  e notar as alterações que acontecem. Como a gestante é quem realiza a  técnica no próprio corpo, a partir do sexto mês podem haver limitações  por conta do abdômen. Nesse caso, não abuse.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Entre os benefícios apontados pelas grávidas que realizam algum tipo  de automassagem, estão o relaxamento, a melhora da autoestima e do sono.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Massagem relaxante&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Pode ser realizada no corpo todo, devendo-se evitar o abdômen a partir  do sexto mês. Essa massagem ajuda a diminuir a dor nas costas e a  ansiedade.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Drenagem linfática&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O inchaço causado pela retenção de líquidos é uma das maiores queixas  das gestantes. E para aliviar essa sensação, a drenagem linfática é uma  alternativa indicada.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ela pode ser feita a partir do primeiro mês da gestação, desde que a  mulher não apresente hipertensão, sangramentos e trabalho de parto  prematuro.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O fisioterapeuta deve aferir a pressão arterial antes de realizá-Ia,  pois há risco de elevação da pressão, podendo provocar até eclâmpsia.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Essa técnica deve ser feita apenas por fisioterapeutas. Por se tratar  de um período muito delicado, existem contraindicações e riscos, o que  leva os profissionais a fazerem adaptações na técnica.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-6689859675936239262?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/6689859675936239262'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/6689859675936239262'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2011/06/exercicios-e-dicas-para-gestantes.html' title='Exercícios e dicas para gestantes'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-3383089282480583720</id><published>2011-06-15T10:43:00.000-07:00</published><updated>2011-06-15T10:43:00.593-07:00</updated><title type='text'>Laqueadura</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;img alt="" src="http://www.brasilescola.com/upload/e/image/Laqueaduradetrompas.jpg" height="198" width="300" /&gt;&lt;br /&gt;A laqueadura consiste em uma intervenção cirúrgica nas tubas uterinas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;A laqueadura, também conhecida por  ligadura de trompas, é um processo cirúrgico feito com objetivo  contraceptivo, ou seja, que impede que a mulher engravide novamente.  Nesse procedimento, as tubas uterinas são obstruídas, cortadas e/ou  amarradas, impedindo a descida do óvulo e subida do espermatozoide,  tendo como resultado um índice de concepção menor que 1%.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ela pode ser feita a partir de corte  cirúrgico no abdome, por laparoscopia ou via vaginal, e a cirurgia dura,  em média, quarenta minutos. É necessário o uso de anestesias,  geralmente do tipo raquidiana, e internação de pelo menos meio-dia. Após  a cirurgia são necessários dez dias de repouso. É importante que a  mulher não tenha relações sexuais por cerca de uma semana, e seja  utilizada camisinha por aproximadamente um mês, em todas as relações. A  menstruação e suas atividades hormonais raramente são afetadas.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Nosso país é campeão em laqueaduras,  apresentando cerca de 40% das mulheres, em idade reprodutiva,  esterilizadas. O problema disso é que, em inúmeros casos, e por “n”  fatores, a mulher deseja, novamente, ter condições de engravidar. Assim,  além de existirem poucos centros de saúde capazes de realizar o  procedimento reverso, somente em metade dos casos podem ser feitas tais  cirurgias e nem todas com sucesso. Além disso, esse procedimento pode  ser arriscado e, em algumas situações, inviável – sem contar que  propicia, também, a gravidez tubária.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Considerando o exposto, nota-se a  necessidade de a mulher analisar se, de fato, essa é a melhor forma de  evitar a contracepção. Quanto a isso, a Lei Federal 9263, de 1996, que  trata do planejamento familiar, estabelece penalidades e dá outras  providências: anuncia que esse procedimento só é permitido a mulheres  maiores de vinte e cinco anos de idade ou, pelo menos, com dois filhos  vivos e/ou aquelas que possuam doença capaz de provocar riscos à sua  saúde ou à de um possível futuro bebê - como diabetes descompensada,  histórico de eclampsia e pressão alta. Além disso, define que a  solicitante assine um documento que apresenta os riscos e as implicações  do procedimento, e só autoriza a cirurgia pelo menos sessenta dias após  a assinatura desse termo de compromisso.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Testar outros métodos contraceptivos,  como o DIU e as pílulas orais ou injetáveis, pode ser uma maneira de,  pelo menos a priori, evitar a laqueadura.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em situações nas quais a reversão não é  viável, ou não houve sucesso nessa cirurgia, a mulher pode recorrer à  inseminação artificial.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-3383089282480583720?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/3383089282480583720'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/3383089282480583720'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2011/06/laqueadura.html' title='Laqueadura'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-366853204638740145</id><published>2011-06-10T10:36:00.000-07:00</published><updated>2011-06-10T10:36:00.259-07:00</updated><title type='text'>O que é vasectomia?</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="Vasectomia" src="http://www.gineco.com.br/images/gineco/vasectomia.jpg" height="246" width="235" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A vasectomia é a ligadura (fechamento) dos canais deferentes no homem.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;A vasectomia corta apenas o canal que leva os espermatozoides do  testículo até as outras glândulas que produzem o esperma (líquido)  masculino. Continua a haver ejaculação normal, apenas, agora, sem  espermatozoides.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;É uma pequena cirurgia feita com anestesia local em cima do escroto  (saco). Não precisa de internação. É uma cirurgia de esterilização  voluntária definitiva e, por isso, o homem tem de ter certeza de que  nunca mais terá filhos. A possibilidade de reversão dessa cirurgia  existe, porém não é fácil e, portanto, a vasectomia deve ser considerada  método definitivo.&lt;/p&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Complicações&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de complicações inerentes a qualquer procedimento cirúrgico, como infecção local e hemorragia (causando hematomas), existe uma complicação clássica da vasectomia, chamada Síndrome da Dor pós-Vasectomia, que pode ocorrer entre 5% a 33% dos casos (dependendo da intensidade da dor), e consiste em dor crônica persistente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na maioria dos casos, tal dor pode ser eliminada com a reversão da vasectomia. Em vários casos, isto ocorre pelo aumento de pressão no testículo devido ao cessar do escoamento de espermatozóides. Uma solução para isso é a vasectomia aberta, onde não se liga/cauteriza o coto do canal que sai dos testículos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelos motivos anteriormente citados, a vasectomia não altera a libido masculina. Já que os hormônios produzidos pelo testículo vão para o corpo via corrente sanguínea, tampouco altera significativamente o volume, cor, consistência, cheiro e gosto (???) do sêmen.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-366853204638740145?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/366853204638740145'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/366853204638740145'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2011/06/o-que-e-vasectomia.html' title='O que é vasectomia?'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-8423472322072364367</id><published>2011-06-04T08:10:00.000-07:00</published><updated>2011-06-04T08:10:00.287-07:00</updated><title type='text'>Traumas Urológicos</title><content type='html'>O trauma genito-urinário é a lesão adquirida no aparelho urinário (rins, ureteres, bexiga e uretra) de ambos os sexos ou nos órgãos genitais masculinos (bolsa escrotal, testículo e pênis)  e genitais externos femininos (grandes e pequenos lábios, clitóris), que pode ser causada por agentes  penetrantes (como projétil de arma de fogo), agentes perfurantes (como golpe de faca ou estilete), trauma fechado, (desaceleração num acidente de trânsito), trauma cirúrgico (lesão do aparelho urinário ao se intervir em outros órgãos ou por manipulação cirúrgica do aparelho urinário), radiação (queimaduras por agentes físicos (radioterapia, fogo) ou químicos (ácidos, etc.) e o trauma mecânico (arrancamento, mordedura animal, laceração, cisalhamento, etc.), muito frequente na área genital..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No trato genito-urinário, as principais manifestações incluem a presença de sangue na urina (hematúria), pouca urina (oligúria) ou ausência de urina (anúria) e a dor. Na região afetada pode haver equimose (manchas arroxeadas na pele), dolorimento importante e edema (inchaço) local. Numa lesão séria dos vasos sanguíneos do rim (artérias e veias) pode sobrevir o choque (queda rápida da pressão arterial) pelo sangramento. O diagnóstico e o tratamento imediato podem salvar vidas e são essenciais para preservar a posterior função do órgão afetado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pessoas que tem de apenas um rim, congênito ou adquirido (cirurgia), devem ter este importante detalhe anotado em seus documentos (carteira de identidade) e bem visível em caso de acidente, para que o médico socorrista possa identificar de início esta condição particular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trauma Renal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A causa mais comun é o trauma externo fechado, isto é, o acidentado (atropelado, queda de altura, motociclista, motorista, passageiro,etc...) que bateu o abdômen e/ou tórax e, pela desaceleração súbita, o rim, órgão pouco mais denso que uma esponja e ricamente irrigado pelo sangue, rompe-se, extravasando sangue e urina para a cavidade. A lesão vai variar de acordo com a gravidade do acidente, podendo ir de uma simples ruptura da cápsula (tecido resistente que envolve o rim) até a fragmentação ou "explosão" renal. Como a lesão é interna e geralmente o acidentado está inconsciente, temos que realizar alguns exames logo que estabilizarmos as condições clínicas do acidentado. Podemos nos valer desde uma simples ecografia ou urografia excretora até, onde disponível, a tomografia computadorizada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao trauma externo, seguem-se as lesões por arma de fogo e arma branca (lamina cortante). A grande maioria destas lesões acaba em cirurgia de urgência e a integridade dos rins é verificada durante a operação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trauma Ureteral&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande maioria das lesões ureterais é ocasionada por cirurgias pélvicas (ginecológicas, urológicas, intestinais) e não é reconhecida até que surgirem os sintomas obstrutivos, dor, infecção, febre e fístulas (saída de urina pela região operada) e anúria (parada de eliminação da urina) quando trauma for bilateral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguem-se as lesões perfurantes ou penetrantes secundárias a acidentes com arma de fogo e arma branca. Habitualmente as lesões ureterais são reconhecidas pela urografia excretora ("stop"do contraste ou extravasamento deste para a cavidade ou fístula) e requerem revisão cirúrgica para correção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trauma Vesical (bexiga)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui, a grande maioria das rupturas é pelo trauma externo fechado e tem como causa principal, a bexiga cheia durante o percurso. Isto é, a bexiga cheia de urina absorve o impacto, mas não tem resistência suficiente e explode como um "balão de ar". Com sua ruptura, a urina e o sangue resultantes perdem-se pela cavidade peritoneal (intestinos) e fazem uma peritonite química e infecciosa que cursa com muita dor.  Além disto, pode haver sangramento pela uretra e/ou urina com sangue. Os acidentes automobilísticos encabeçam a lista deste tipo de lesão. O diagnóstico é feito através de exames de RX com contraste estéril, que desenhará a ruptura, o extravasamento e o deslocamento da bexiga, bem como a integridade da uretra, antes de qualquer tentativa de sondagem uretral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguem-se aqui as lesões por arma de fogo e arma branca, que a exemplo das acima descritas requerem revisão cirúrgica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um ótimo conselho: antes de viajar (de automóvel, motocicleta, ônibus, etc.), esvazie sempre sua bexiga e oriente ao mesmo seus familiares e amigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trauma Uretral&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A uretra é lesada facilmente nas quedas a cavaleiro, com ou sem lesão perineal conjunta. Deve ser sempre considerada na presença de fratura da bacia com sangramento uretral, quando a tentativa de passagem de sonda deve ser evitada até se obter exame de RX que evidencie ou não a lesão. Se esta estiver presente (ruptura ou desgarramento total) deve-se colocar a sonda na bexiga através da pele do abdômen, por uma cistostomia suprapúbica, assim não traumatizando ainda mais a uretra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trauma Genital&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de observarmos lesões frequentes por agentes perfurantes ou penetrantes, temos nas lesões por esmagamento ou avulsão (arrancamento) as mais graves. As lesões por esmagamento e ou avulsão são comuns em trabalhadores industriais e agrícolas, quando suas roupas ficam presas nas máquinas. Traumas resultantes de relação sexual intempestiva ou com pouca lubrificação podem resultar em fratura de corpo cavernoso e impotência. Trauma testicular por chute ou outros golpes marciais também são comuns na prática diária. Lembro ainda aqui as lesões ocasionadas por mordedura animal (cães) na genitália.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em todas vamos observar dor e edema local seguido rapidamente por equimose ou hematoma importante. Muitas vezes, nos traumas fechados, apenas o tratamento conservador é suficiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trauma Raquimedular&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bexiga Neurogênica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O índice de complicações urológicas dos traumas raquimedulares (lesão, geralmente por fratura das vértebras com compressão ou secção da medula espinhal) diminuiu muito com o cateterismo de alívio (cateterismo intermitente), prevenção e tratamento dos cálculos renais e com organização de grupos especializados em tratar o lesado medular. As complicações mais freqüentes, bem como as principais causas de morte são as renais, isto é, embora o rim não seja afetado diretamente pelo trauma, suas conseqüências são extremamente deletérias (prejudiciais) aos rins, órgãos vitais, nos quais uma simples infecção urinária acaba se complicando gravemente pelo não funcionamento adequado da bexiga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sobrevida do lesado medular não depende somente do nível da lesão (quanto mais alta mais grave, pois tende a comprometer maior número de nervos), mas também da motivação do indivíduo durante sua reabilitação e do seguimento de perto pelo médico, aqui o urologista. A principal preocupação do urologista é a preservação da função renal, uma vez que, conforme dito acima, as alterações das funções vesical e esfincteriana podem ser diagnosticadas antes das complicações e danos renais irreversíveis se manifestarem. Após iniciados os cuidados com a função renal, o próximo passo é o controle da incontinência urinária, infecções urinárias de repetição, disfunção erétil e da disreflexia autonômica (sudorese, bradicardia e hipertensão arterial, quando a bexiga está cheia, por exemplo), esta última com grande impacto na qualidade de vida dos pacientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Choque Medular&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após o trauma raquimedular, existe um período transitório chamado de Choque Medular, caracterizado pela falta de reflexo da musculatura esquelética abaixo do nível da lesão medular e supressão dos reflexos viscerais (órgãos internos). A duração da fase de choque medular varia desde poucos dias nas lesões incompletas (sem secção) até semanas ou meses nas lesões completas. Os primeiros reflexos a reaparecerem após esta fase de choque, são o genital (bulbocavernoso) e anal. A bexiga nesta fase, tem como característica principal a falta de contratilidade e reflexos, formando bexigas de grande capacidade (atônicas), que não se esvaziam espontaneamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na fase de recuperação, poderão surgir arcos reflexos ("inervação opcional") que levem ao aumento gradativo das contrações do músculo detrussor (músculo da bexiga - ver Anatomia) que podem ou não (as contrações) serem coordenadas com o esfíncter externo (músculo que controla a urina, que usamos para cortar o jato urinário), resultando em esvaziamento completo se houver coordenação e força suficientes e esvaziamento incompleto, se houver descoordenação (dissinergia detrussor-esfincteriana).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em construção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Auto-Cateterismo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Auto-cateterismo é uma técnica utilizada para esvaziar sua bexiga quando você não é capaz de urinar normalmente. O profissional da área médica verá qual é a melhor maneira de executar este procedimento, evitando infecções e proporcionando-lhe uma vida mais confortável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ocasionalmente, pessoas submetidas a certos tipos de cirurgia, ou vítimas de traumatismo medular, podem perder a capacidade de urinar normalmente e o auto-cateterismo se torna necessário. Isto ocorre porque estas situações podem levá-la a permanecer com grande quantidade de urina na bexiga após urinar (urina residual) ou não ser capaz de urinar de forma alguma (retenção urinária).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cateterização significa introduzir um fino tubo, denominado cateter, através da uretra até a bexiga. Desta maneira, a urina acumulada na bexiga sai através deste cateter, permitindo que a bexiga se esvazie completamente, simulando o comportamento natural da mesma: ficar cheia e vazia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-8423472322072364367?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/8423472322072364367'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/8423472322072364367'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2011/06/traumas-urologicos.html' title='Traumas Urológicos'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-6663717453613197398</id><published>2011-05-28T10:23:00.000-07:00</published><updated>2011-05-28T10:23:00.151-07:00</updated><title type='text'>Manual de Urologia: Diagnóstico e Tratamento</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21407635/manual+de+urologia:+diagnostico+e+tratamento/?franq=172965"&gt;&lt;img style="cursor: -moz-zoom-in; width: 339px; height: 339px;" alt="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img5/21407635_4.jpg" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img5/21407635_4.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;   O Manual de Urologia: Diagnóstico e Tratamento tem como objetivo ser o companheiro diário do médico residente e do estudante de medicina, responsáveis pelo cuidado cirúrgico do paciente urológico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ênfase do livro se dá no diagnóstico e no tratamento dos distúrbios urológicos. Procedimentos médicos e diagnósticos são explicados detalhadamente e a maioria dos capítulos foi escrita por residentes antigos e atuais e por trainees associados ao Programa de Urologia da Boston University School of Medicine, com dados e aconselhamento do corpo docente.&lt;br /&gt;   O livro contém ilustrações, gráficos e tabelas, além de descrições práticas e concisas para o tratamento de uma série de distúrbios urológicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os tópicos abordados, destacamos: instrumentação do trato urinário superior e laparoscopia; avanços na compreensão do priapismo; cuidados periopeatórios para retratar a prática atual de avaliação de risco antes de cirurgias; incontinência urinária; detalhamento de novas técnicas diagnósticas e descrição de tratamentos emergentes, por exemplo, o papel da termoterapia na terapia da obstrução prostática e o uso do laser no tratamento de cálculos urinários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Editora: Tecmedd&lt;br /&gt;   Autor: MIKE B. STROKY &amp;amp; ROBERT D. OATES &amp;amp; RICHARD K. BABAYAN&lt;br /&gt;   ISBN: 9788599276396&lt;br /&gt;   Origem: Nacional&lt;br /&gt;   Ano: s.d.&lt;br /&gt;   Edição: 1&lt;br /&gt;   Número de páginas: 0&lt;br /&gt;   Acabamento: Brochura&lt;br /&gt;   Formato: Médio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a style="outline: medium none;"&gt;     &lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21407635/manual+de+urologia:+diagnostico+e+tratamento/?franq=172965"&gt;&lt;img src="http://img.submarino.com.br/img/btBigBuy.gif" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-6663717453613197398?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/6663717453613197398'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/6663717453613197398'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2011/05/manual-de-urologia-diagnostico-e.html' title='Manual de Urologia: Diagnóstico e Tratamento'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-1257346516738758998</id><published>2011-05-19T08:07:00.000-07:00</published><updated>2011-05-19T08:07:00.803-07:00</updated><title type='text'>Tratamento das complicações pós aborto</title><content type='html'>Nos países em desenvolvimento, mais de meio milhão de mulheres morrem anualmente por causas relacionadas à maternidade. Quase todas estas mortes poderiam ser evitadas. Os esforços para evitar as mortes maternas conseqüentes de uma causa principal—as complicações do aborto em condições de risco—são cruciais, mas inadequados em grande parte do mundo. A prestação de uma atenção médica apropriada, imediatamente, poderia salvar a vida de milhões de mulheres. O oferecimento de planejamento familiar poderia evitar muitas gravidezes imprevistas e os conseqüentes abortos em condições de risco no futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O aborto que ocorre em condições de risco causa entre 50.000 e 100.000 mortes anualmente. Em alguns países, as complicações do aborto em condições de risco causam a maioria das mortes maternas e, em outros países, são as causas principais de morte da mulher em idade reprodutiva. A Organização Mundial da Saúde calcula que cada ano, até 20 milhões de abortos ocorrem em condições inadequadas e que entre 10% e 50% das mulheres que abortam requerem atenção médica por complicações. Ainda, muitas mulheres também precisam de atenção depois de um aborto espontâneo (perda da gravidez). Em 86 hospitais de um país, por exemplo, cada mês cerca de 28.000 mulheres procuram tratamento para as complicações de abortos em condições inadequadas ou de abortos espontâneos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As cinco causas principais da mortalidade materna são: a hemorragia, o parto obstaculizado, a infecção, a hipertensão induzida pela gravidez e as complicações do aborto em condições de risco. Muitos países estão iniciando programas para reduzir a taxa de mortalidade devida às outras quatro causas, mas em poucos é oferecida atenção médica adequada de emergência, que reduziria o número total de mortes maternas atribuíveis às complicações do aborto. O número de países onde são oferecidos serviços e orientação de planejamento familiar às mulheres tratadas por complicações do aborto é ainda menor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melhoramentos na Atenção Médica e Prestação de Serviços de Planejamento Familiar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora as complicações do aborto sejam uma emergência médica comum nos países em desenvolvimento, a atenção médica freqüentemente é prestada em um contexto de crise. Por outro lado, através do enfoque estratégico para a atenção pós-aborto, a necessidade de tratamento de emergência é prevista e o planejamento é antecipado para cobrir esta necessidade, e prestam-se serviços de planejamento familiar para evitar o ciclo repetitivo de abortos. Um plano eficaz de atenção pós-aborto garante que a mulher receba atenção integral, apropriada e oportuna ("IAO").&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Integral. Muitas das mulheres tratadas por complicações de aborto querem evitar a gravidez; no entanto, menos de um terço das mulheres que recebem este tratamento usaram métodos anticoncepcionais eficazes alguma vez na vida. Muitas delas querem ser informadas em relação ao planejamento familiar para poder evitar a gravidez. O lugar mais apropriado para oferecer serviços e orientação em planejamento familiar é o mesmo lugar onde a mulher recebe atenção pós-aborto de emergência. Sendo que a atenção pós-aborto freqüentemente é uma crise médica e emocional, é especialmente importante fornecer à mulher orientação com empatia que evite preconceitos, para que ela seja capaz de evitar uma futura gravidez não desejada e, por conseguinte, o aborto em condições de risco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Apropriada. A maioria das mulheres que procuram tratamento de emergência sofre de aborto incompleto, o qual, se não for tratado, pode resultar em hemorragia, infecção e morte. A evacuação uterina pode ser realizada segura e eficientemente através da aspiração manual intra-uterina (AMIU) com anestesia local. A AMIU sob anestesia local pode ser realizada segura e eficientemente. A AMIU é mais segura e geralmente mais barata do que a curetagem uterina com anestesia geral, o tratamento mais comum usado em muitos países. Em um hospital no Quênia, por exemplo, o custo do tratamento pós-aborto foi reduzido em 66% depois que a AMIU substituiu a curetagem uterina, principalmente devido à dramática redução na duração da permanência no hospital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Oportuna. Freqüentemente, a mulher não recebe tratamento médico de maneira oportuna. Os atrasos colocam a sua vida em risco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A descentralização da atenção de emergência reduz os atrasos porque oferece certo nível de atenção pós-aborto em cada nível do sistema de saúde. Por sua vez, o estabelecimento de um sistema formal de referência ajuda cada mulher a alcançar rapidamente o nível de atenção que ela precisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma estratégia planejada para atenção pós-aborto conota uma atenção mais eficaz—e freqüentemente com poupanças—do que o contexto de crise, que atualmente caracteriza a maioria dos serviços de atenção pós-aborto. Além disso, satisfaz as necessidades da mulher de receber atenção com empatia e serviços contínuos de saúde reprodutiva. O tratamento médico eficaz de emergência das complicações do aborto, em conjunto com uma orientação e serviços sensíveis de planejamento familiar podem salvar a vida da mulher.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-1257346516738758998?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/1257346516738758998'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/1257346516738758998'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2011/05/tratamento-das-complicacoes-pos-aborto.html' title='Tratamento das complicações pós aborto'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-3243059084432183076</id><published>2011-05-16T17:27:00.001-07:00</published><updated>2011-05-16T17:27:51.741-07:00</updated><title type='text'>Clamídia pode levar à infertilidade</title><content type='html'>&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;img alt="http://www.elmanana.com.mx/upload/port_foto/1/2/7/clamidia-enfermedad-transmision--300x380.jpg" src="http://www.elmanana.com.mx/upload/port_foto/1/2/7/clamidia-enfermedad-transmision--300x380.jpg"&gt;&lt;br&gt;  &lt;/div&gt;&lt;br&gt;A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que a cada ano ocorram em torno de 92 milhões de novos casos de clamídia em todo mundo. No entanto, apenas uma pequena parcela deles é diagnosticada e tratada.&lt;br&gt;&lt;br&gt;  Isso porque a clamídia é uma doença sexualmente transmissível silenciosa, ou seja, em 80% dos casos não há sintomas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Nos 20% restantes, as mulheres podem apresentar corrimento, febre, cansaço, dores durante a relação sexual e sangramentos esporádicos. Além disso, o exame rotineiro ginecológico e o papanicolaou não são eficientes para identificá-la.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;O problema ganha contornos mais perigosos já que, em geral, a doença só é descoberta quando uma de suas seqüelas se instalou: a mais comum delas é a infertilidade. "Sempre que a paciente está tentando engravidar sem sucesso, investigamos as tubas uterinas. O comprometimento dessas estruturas é a seqüela mais usual da clamídia não tratada", afirma a ginecologista Flavia Fairbanks. Além disso, pode haver evolução para uma doença inflamatória pélvica, para uma infecção perihepática (ao redor do fígado) ou contribuir para uma gravidez ectópica (fora da cavidade uterina, que pode resultar na ruptura das trompas).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Dificilmente as conseqüências mais graves podem ser revertidas. "Enquanto for apenas infecção, é possível tratá-la. Mas se deu fibrose e comprometeu a trompa, não há como", alerta Paulo Giraldo, professor do departamento de Tocoginecologia da Universidade de Campinas (Unicamp).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;A clamídia é causada pela bactéria Chlamydia trachomatist, transmitida por contato sexual (vaginal, anal e oral) e também de mãe para filho no momento do parto. Neste caso, pode trazer conseqüências sérias para o recém-nascido. "É comum pingar nitrato de prata nos olhos do bebê a fim de evitar a contaminação ocular por uma eventual clamídia", afirma Fairbanks. Nos olhos, a doença pode levar à cegueira.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Exames&lt;br&gt;&lt;br&gt;O exame específico para detecção – uma cultura específica do canal endocervical - não é um pedido médico frequente. Adolescentes sexualmente ativas e mulheres com múltiplos parceiros compõem o principal grupo de risco. As jovens estão mais propensas porque o cérvix, uma abertura do útero onde a infecção se localiza, está menos protegida.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Para Flávia Fairbanks, no entanto, não é necessário que o exame faça parte da rotina ginecológica anual, mas é interessante que ele seja feito pelo menos uma vez, principalmente por quem tem mais chances de contrair a doença. Já Giraldo é mais categórico. "Os médicos deveriam investigar. A prevalência da doença é mais alta do que hepatite, por exemplo, e poder ter conseqüências graves", alerta.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;O exame é caro, não está disponível na rede pública de saúde e enfrenta resistência por parte dos planos de saúde, segundo os especialistas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Tem cura e prevenção&lt;br&gt;&lt;br&gt;A infecção em si tem cura e seu tratamento é simples e relativamente rápido. O uso de antibióticos pelo período de 10 a 20 dias, dependendo de cada caso, costuma ser a melhor opção. Para o ginecologista Pablo Roberto Novik, do Hospital CECMI, o tratamento adequado deve-se levar em conta a especificidade da bactéria e a possibilidade de uso em cada paciente (alergias). O tratamento deve ser feito pelo casal. &amp;quot;As mulheres relatam que é difícil convencer o parceiro a aderir ao remédio, justamente pela falta de sintomas. Porém, de nada adianta se só um deles for tratado e eles tiverem relações sexuais sem camisinha&amp;quot;, alerta Flávia.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Evitar a doença também é fácil. Em geral, a clamídia é pouco comum em quem tem relações monogâmicas há muito tempo, ou seja, não tem muitos parceiros. Além disso, o uso de preservativos em toda relação sexual é eficiente na prevenção dessa e de outras doenças sexualmente transmissíveis.&lt;br&gt;   &lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-3243059084432183076?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/3243059084432183076'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/3243059084432183076'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2011/05/clamidia-pode-levar-infertilidade.html' title='Clamídia pode levar à infertilidade'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-7914679262787531674</id><published>2011-05-10T08:06:00.000-07:00</published><updated>2011-05-10T08:06:00.090-07:00</updated><title type='text'>Alterações Posturais em gestantes</title><content type='html'>Através das inquietações vivenciadas na gestação, que este projeto de intervenção foi elaborado para esclarecer as grávidas todo o processo de alterações corporais e psíquicas e de que maneira as modificações podem interferir no dia a dia da mulher e tornarevidente a importância do pré-natal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas alterações no organismo materno são decorrentes de modificações gerais e locais, que induz uma série de adaptações fisiológicas, atribuídas aos hormônios da gravidez e a pressão mecânica devido ao aumento do útero e de outros tecidos. As adaptações a essas alterações fazem necessário para que inicialmente, o embrião e, depois, o feto tenham um desenvolvimento dentro dos padrões de normalidades e para que a mulher se adapte ao evento da gravidez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, durante as 42 semanas de gestação, o organismo feminino passa por profundas alterações anatômicas, fisiológicas e bioquímicas em quase todos os órgãos e sistemas. Iniciando-se nas primeiras semanas e transcorre até o final da gestação, em algumas delas nos primeiros dias do puerpério ou até o retorno do organismo materno às condições pré-gravídicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao abordarmos as alterações corporais e psíquicas durante a gestação neste projeto, atuaremos na promoção de ações educativas de saúde materna, através de palestras, para esclarecer as modificações decorrentes do estado gestacional. Este estudo bibliográfico e a intervenção irão proporcionar às gestantes do PSF IX Antônio Lúcio Peixoto, no Bairro Vila Rica maior conhecimento das alterações possíveis durante sua gravidez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terá como objetivos,esclarecer as possíveis alterações corporais e psíquicas ocorridas durante o período gestacional, Avaliar o comportamento das mulheres no período gestacional; explicar prováveis dúvidas sobre as alterações físicas e sistêmicas durante a gravidez e descrever os sinais, sintomas de um diagnóstico da gravidez, informar as gestantes quanto às alterações emocionais durante a gravidez e sensibilizar as gestantes para a importância do acompanhamento pré-natal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mediante uma palestra as dúvidas serão esclarecidas, haverá um momento para as gestantes fazerem perguntas, em seguida será realizada um período de descontração, onde haverá uma maior interação entre estudantes e gestantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É fundamental que a enfermeira reconheça e compreenda essas transformações para que sejam evitadas intervenções desnecessárias à mulher e ao feto. Para tanto, essa profissional necessita de uma fundamentação em fisiologia materna que a permita: identificar desvios reais ou potenciais da adaptação normal da gravidez para, então, iniciar o plano de cuidado; ajudar a mulher a entender as mudanças anatômicas e fisiológicas durante a gravidez; aliviar a ansiedade da mulher e família sobre os sinais e sintomas que deveriam ser informados aos profissionais de saúde responsáveis pelo seu atendimento pré-natal (BARROS, 2006).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As alterações fisiologias são reconhecidas como sinais e sintomas da gravidez. Geralmente tais sinais e sintomas são classificados em três categorias:sinais e sintomas presuntivos cujas mudanças são sentidas pela mulher (amenorréia, fadiga, náusea e vômito, mudanças nas mamas); sinais e sintomas prováveis cujas mudanças são observáveis pelo examinador (sinal de Chegar, testes de gravidez); sinais e sintomas positivos que são atribuídos somente à presença do feto como ausculta dos batimentos cardíacos fetais, visualização fetal e movimentos fetais perceptíveis à palpação (BARROS, 2006).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ovo humano ao se nidificar necessita, demais de adaptar- se ao meio interno, que o organismo da grávida, alterado profundamente, torne possível sua vivência e ulterior nutrição; modificações locais, e oportuna expulsão, quando maduro; modificações gerais, gradativas e diferidas, que lhe proporcionem o indispensável às solicitações metabólicas, à formação dos tecidos, à constituição de reservas para a vida neonatal (REZENDE, 2005).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Rezende (2005), essas alterações induzidas pelo ovo, antecipam-se eventualmente, as suas demandas e ocorrem antes de estar ele suficientemente desenvolvido para exigir suprimentos de monta. Mãe e filho vão constituir unidade fisiológica, com meio interno comum, tendo o conceito prioridade na distribuição dos elementos nutritivos. Não há, como se disse simbiose harmônica, mas, talvez parasitismo. As exigências das prenhas atingem os limites da capacidade funcional de muitos órgãos maternos, podendo fazer despontar, ou agravar, quadros patológicos preexistentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda segundo Rezende (2005), as alterações na economia da gestante produzem-se através de 3 fatores princípios:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   1. "Enzimas e hormônios, com efeito direto sobre os órgãos reprodutores, e condicionando, ao mesmo tempo, reações colaterais, como a retenção hídrica.&lt;br /&gt;   2. O volume e a circulação do útero, grandemente aumentados, ocasionando alterações na estática da mulher pejada, nos fenômenos circulatórios gerais e na respiração. São eventos de tal magnitude, desconcertam e tumultuam tanto a economia da gestante, que não encontram símile na fisiologia humana e na dos mamíferos.&lt;br /&gt;   3. As solicitações fetais em oxigênio e elementos nutritivos, provocam distúrbios no metabolismo materno".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a gravidez o casal começa a preparar-se para o seu novo papel como pais. Não só cada indivíduo deve adquirir consciência de sua função, e consciência de si próprio exercendo essa função, como deve também reordenar a percepção do parceiro para incluir o novo papel exercido por este, assim, a mulher grávida pela primeira vez deve não só adquirir o papel de mãe, como também começar a interagir com seu companheiro como pai, marido,como amante e assim por adiante (ZIEGEL e CRANLEY, 1985).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O acréscimo de um novo membro aumenta geometricamente o número de relações intrafamiliares. Com um casal existem duas relações: ele com ele e ela com ele. Com a gravidez ocorrem freqüente modificações na estrutura social do casal. Podendo surgir novos amigos e relações que compartilhem a experiência da gravidez e dos filhos (ZIEGEL e CRANLEY, 1985).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DESENVOLVIMENTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sistema reprodutor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nettina (2003) sugere que entre sinais físicos e sintomas que não comprovam a gravidez o que primeiro a se destacar é a cessação da menstruação que logo levanta a suspeita de uma provável gestação, isto quando a mulher é saudável e apresenta ciclos menstruais previsíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Barros (2006), as principais modificações do sistema reprodutor ocorrem no aparelho genital, especialmente útero e mamas. Os altos níveis de hormônio como estrógeno e progesterona fazem com que haja o crescimento uterino no primeiro trimestre, isso porque o útero dá início às suas modificações juntamente com a concepção, estas relacionadas à consistência, volume, peso, forma, posição e coloração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nettina (2003), refere às mamas aumentam e tornam-se dolorosas. As veias nas mamas tornam-se cada vez mais visíveis, os mamilos ficam maiores e mais pigmentados, pode haver formigamentos nos mamilos, presença de colostro, um liquido leitoso ralo, pode ser extraído no segundo trimestre de gravidez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Rezende (2005), vulva e vagina tumefazem-se, experimentam amolecimento e têm alterada sua coloração. A vulva pigmenta-se e o sítio lindeiro à extremidade inferior da vagina perde o róseo característico, tomando a cor vermelho -vinhosa, entreabertos ninfas e grandes lábios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A consistência uterina altera-se se tornando amolecida especialmente no local da implantação ovular. Há o aumento do tamanho dos ovários e das trompas por conta da embebição gravídica e do aumento da vascularização este aumento ocasiona ainda alterações da vagina e vulva (REZENDE, 2005).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o mesmo autor citado acima, é comum o aparecimento de leucorréia, visto que, é maior a produção cervical e vaginal, secreção de aparência esbranquiçada com leve odor de mofo. A gestante é mais vulnerável a infecções vaginais, sobretudo por leveduras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vagina e vulva têm a vascularização aumentada, hiperemia e amolecimento do tecido conjuntivo na pele e músculos do períneo e vulva, a mucosa da parede vaginal aumenta e m espessura, o tecido conjuntivo amolece, a hipertrofia das estruturas, juntamente com os depósitos de gordura, faz com que os grandes lábios se fechem e cubram a abertura vaginal (NETTINA, 2003).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sistema cardiovascular&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gonzalez (2003), explica que uma das modificações ocorridas no sistema cardiovascular são o aumento do volume sanguíneo e trabalho cardíaco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por conta das alterações hemodinâmicas ocorridas durante a gestação as mulheres sadias toleram com facilidade as adaptações, porém, aquelas que já sofrem com complicações cardíacas podem se descompensar fazendo-se notar o alto índice de morbidade e mortalidade (REZENDE, 2006).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São exemplos clássicos destas modificações o aparecimento de taquicardia e palpitações presentes mesmo com a gestante em repouso. Os fatores emocionais desencadeiam com mais facilidade as palpitações. O volume sanguíneo aumentado como citado anteriormente faz com que o número (concentração) de eritrócitos seja diminuído daí o quadro de anemia fisiológica da gravidez. Notável também é o aparecimento de varizes nos membros inferiores, devido ao aumento do peso e à estase venosa nas pernas descreve (GONZALEZ, 2003).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rezende (2006), explica:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Uma das principais alterações é o aumento da freqüência cardíaca materna; ocorre já partir de 4 semanas de gravidez e no final ela se situa cerca de 20% acima dos valores pré-gravídicos. O volume sangüíneo começa a aumentar a partir de 6 semanas e atinge um pico (45-50% acima dos valores não-gravídicos) no início do 3.° trimestre, período em que há maior risco de descompensação cardíaca, que decorre de acréscimo do volume globular (cerca de 25%) e elevação desproporcionalmente maior do volume plasmático (30-50%) dando guarida à expressão "anemia fisiológica da gravidez". O hematocrito cai em concordância com a hemoglobina, alcançando nível mínimo normal de 30% (valor-gravídico: 37-47%), com elevação discreta no termo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos primeiros 3 meses de gestação a mulher já apresenta uma queda significante na concentração de hemoglobina que atinge seus níveis mais baixos cerca de 25 semanas e ao 3º trimestre normaliza igualando-se aos números da gravidez inicial.O número de fetos irá exercer influência sobre a expansão do volume sanguíneo causando à mulher com gravidez múltipla e doença cardíaca maior risco de descompensação (REZENDE, 2006).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nettina (2003), cita algumas outras alterações ocorridas no sistema cardiovascular, durante a gestação o diafragma se eleva enquanto o coração se desloca para a esquerda e para cima sendo o ápice movido lateralmente, ocorre um desdobramento exagerado dos batimentos cardíacos em especial do primeiro batimento cardíaco sendo possível ouvir um terceiro batimento cardíaco, são comuns sopros sistólicos que desaparecem após o parto, relacionado à pressão arterial durante a primeira metade da gestação ocorre discreta diminuição nas pressões arteriais sistólica e diastólica, ocorrendo assim o ponto mais baixo no segundo trimestre e retornando gradualmente aos níveis pré-gestacionais no terceiro trimestre, para se obter um boa aferição da pressão arterial deve-se levar em conta a posição da gestante pois esta irá influenciar nos valores como por exemplo, a leitura mais elevada é obtida na posição sentada, a leitura mais baixa é observada na posição decúbito lateral esquerdo, e uma intermediária conseguida na posição decúbito dorsal, durante as contrações uterinas ocorre elevação retornando ao nível basal ao fim das mesmas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sistema renal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estima-se que cerca de 80% das gestantes têm dilatação significante de ambos os ureteres e pelves renais, que se inicia precocemente (10 semanas) e por essa razão filiada à atonia decorrente de estímulos hormonais, progesterona. O fluxo de urina está retardado, causa da maior predisposição à infecção urinária que têm as grávidas (REZENDE, 2006).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gonzalez (2003) refere, há um aumento da freqüência de micções durante as primeiras e últimas semanas de gravidez, devido à ação de hormônios e também pela pressão que o útero exerce sobre a bexiga, diminuindo a sua capacidade de reserva. São comuns quadros de polaciúria, disúria e nictúria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Os ureteres tornam-se dilatados e alongados durante a gravidez por causa da pressão mecânica e, talvez, dos efeitos da progesterona. Quando o útero sai da cavidade uterina, repousa sobre os ureteres, comprimindo-os na borda pélvica. A dilatação é maior no lado direito - o lado esquerdo é acolchoado pelo cólon sigmóide.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fluxo plasmático renal aumenta no início da gravidez e diminui para níveis não-gravídicos no terceiro trimestre. Estas alterações podem decorrer do lacto gênio placentário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode ficar evidenciada a glicosúria - por causa do aumento na filtração glomerular sem aumento na capacidade de reabsorção tubular da glicose filtrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o final da gravidez, a pressão da parte fetal apresentada compromete a drenagem de sangue e linfa da base da bexiga, deixando, com freqüência, a área edemaciada, facilmente traumatizada e mais suscetível à infecção Nettina (2003 p1080)".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sistema respiratório&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No sistema respiratório, há um aumento da exigência de oxigênio materno em resposta à aceleração do metabolismo e à hipertrofia dos tecidos uterinos e mamários, uma vez que o feto necessita receber oxigênio e eliminar gás carbônico através da mãe. (BARROS, 2006).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Rezende (2005), em estudos radiológicos consignaram que o diafragma se eleva de cerca de 4 cm, ampliando-se o diâmetro transverso em 2 cm. Smeltzer e Bare (2006), afirmam que, o gradil torácico expande seu diâmetro ântero-posterior, provocando o batimento das costelas decorrente da maior mobilidade das articulações costais. A respiração é mais diafragmática que costal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Barros (2006), a gestante respira mais profundamente, e sua freqüência respiratória aumenta em duas respirações por minuto, causando um aumento de 40% no volume respiratório por minuto. Rezende (2005) ainda acrescenta que, clinicamente ocorre hiperventilação, para o qual contribui, relevantemente a progesterona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Barros (2006), a ação hormonal (estrógeno e progesterona) é responsável pela maior sensibilidade do centro respiratório ao dióxido de carbono. Sabe-se que a gestante está mais consciente da sua respiração; em alguns casos há queixa de dispnéia ao repousar. Para Rezende (2005), a progesterona atuaria por um dos seguintes mecanismos: baixando o limiar de sensibilidade do centro respiratório para o CO2, ou estimulando-o independentemente. A hiperventilação facilita o transporte de CO2 do feto para a mãe e parece promover liberação maior do oxigênio do sangue materno para o concepto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Constituem modificações gravídicas no equilíbrio acidobásico a hipocapnia, a elevação discreta nos ácidos metabólica e a mudança do pH para o limite superior normal, configurando a alcalose respiratória compensada. (REZENDE, 2005)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Barros (2006), aproximadamente 60% das gestantes apresentam queixa de dispnéia. Rezende (2005) ainda acrescenta que, diversas explicações foram aventadas, incluindo a hiperventilação, por efeito da progesterona, em resposta à hipercapnia ou à redução na capacidade de difusão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No que diz respeito à vascularização, o trato respiratório superior fica mais vascularizado em resposta ao aumento de estrogênio no organismo da grávida. Os capilares do trato respiratório podem tornar-se ingurgitados, o que provocará irritação e edema do nariz, laringe, faringe, traquéia e brônquios. As manifestações mais comuns são de congestão nasal, epistaxe e alteração no tom de voz. (BARROS, 2006).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sistema tegumentar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estado gestacional é uma constante mudança na mulher e em todos os seus sistemas, nas alterações tegumentares inclui-se um dos problemas para a gestante, as estrias e manchas no rosto, por exemplo, que ao fim do período podem se tornar motivo para uma baixa alto-estima apresentam-se agora (REZENDE, 2006).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Rezende (2006), cerca de metade das mulheres grávidas exibe estrias no abdômen, por vezes presentes também nos seios, iniciando com pigmentação avermelhada e em seguida tornam-se brancas ou nacaradas, persistindo indelevelmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nettina (2003) afirma, as estrias gravídicas aparecem, nos meses seguintes da gestação, como faixas avermelhadas e deprimidas na pele do abdômen e, ocasionalmente, nos seios e coxas.O aparecimento de estrias deve-se á distensão acentuada da pele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Há uma hiperpigmentação da pele devido ao aumento do hormônio melanina. A linha mediana do abdome passa a ser linha negra. No rosto às vezes surge o cloasma, mancha em forma de máscara que recobre a testa, a raiz do nariz e a região malar. A hiperpigmentação desaparece apôs o parto. Junto ao couro cabeludo, surge uma lanugem - o sinal de Halban -, que se intensifica durante a gestação e cai apôs o parto (GONZALEZ, 2003 p100)".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sistema músculo esquelético&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a gravidez, o organismo da mulher está sujeito a muitas alterações hormonais e anatômicas que têm repercussão no sistema musculoesquelético. Essas alterações podem ser desencadeadoras de danos ou agravar algum estado de complicação prévia ao ciclo gravídico-puerperal. As alterações fisiológicas e o ganho de peso fazem que a gestante mude a forma de deambular e sua postura. (BARROS, 2006).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Smeltzer e Bare (2006):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O centro da gravidade desloca-se secundariamente ao aumento no ganho de peso, retenção hídrica, lordose e ligamentos móveis. Esta mobilidade e a alteração no centro de gravidade contribuem para a alteração da postura materna e para a dor lombar".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Barros (2006), o crescimento do útero inclina a pelve parafrente e, somado à redução do tônus da musculatura abdominal, exige que a coluna se realinhe, principalmente no final da gestação. Há um aumento na curvatura lombossacral normal e uma curvatura compensatória na região cervicodorsal; ambas para auxiliar na manutenção do equilíbrio. As alterações posturais durante a gestação podem ser responsáveis por alguns desconfortos, como a dor lombar. Esse desconforto é ainda mais acentuado quando a mulher apresenta alterações posturais prévias à gestação e nas multíparas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As articulações apresentam maior mobilidade durante a gestação, notadamente as sacro-ilíacas e a sínfise pubiana. A principal resultante dessas modificações é o aumento na capacidade pélvica, favorecendo a disjunção sinfisária e os movimentos de nutação do sacro. Essa crescente mobilidade das articulações contribui para transformas a postura materna e causa desconforto nos segmentos inferiores da coluna vertebral. (REZENDE, 2005)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Smeltzer e Bare (2006), afirmam que, a crescente mobilidade das articulações sacroilíaca, sacrococcígea e pélvica durante a gravidez é conseqüência das alterações hormonais, especificamente da relaxina, que para Barros contribui no relaxamento e amolecimento dos tecidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No último trimestre a gestante sente, eventualmente, dores, dormências, acroparestesias, e fraqueza nas extremidades superiores como resultado, provavelmente, da acentuada lordose e flexão concomitante do pescoço, com distensão da cintura escapular, o que, por sua vez, produz tração no nervo cubital e no mediano. (REZENDE, 2005)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Smeltzer e Bare (2006), a separação dos músculos retos, devido à pressão do útero em crescimento, cria diástase dos retos. Quando intensa, porção da parede uterina anterior é coberta apenas por uma camada da pele, fáscia e peritônio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sistema Gastrintestinal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Rezende (2005), distúrbios sistema gastrintestinal constituem problemas mais freqüentes em gestações normais, não complicadas. A gravidez exerce pouca ou nenhuma influência sobre a secreção ou a absorção gastrintestinal, mas grande efeito sobre a sua motilidade. Estudos recentes sugerem que essas alterações na motilidade estão relacionadas com os teores crescentes de hormônios sexuais femininos do que, como se acreditava anteriormente, do útero em crescimento. Mais da metade das gestantes refere aumento do apetite e da sede; número expressivo tem alterações que começam no primeiro trimestre e podem persistir por toda prenhez, ou declinar nos últimos meses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na grávida, logo no início da gestação ocorre oscilação no apetite e na sede, o que persiste até o termo. A explicação está ligada á redução dos níveis de glicose e aminoácidos, configurando as alterações metabólicas durante a gestação. No início da gravidez, algumas mulheres apresentam náuseas matinais, em resposta aos níveis crescentes de hormônio gonadotrofina coriônicas e à alteração mo metabolismo de carboidratos. Essas alterações desaparecem no final do primeiro trimestre e no final do segundo trimestre, o apetite aumenta em resposta ás demandas das necessidades metabólicas (BARROS, 2006).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nettina (2003), afirma que o tônus e a motilidade do trato gastrintestinal diminuem, levando ao prolongamento do esvaziamento gástrico decorrente da grande quantidade de progesterona produzida pela placenta. Diminuição da motilidade, obstrução mecânica pelo fato de menor absorção de água do cólon levam à constipação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Boca&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Rezende (2005), as gengivas apresentam, muitas vezes, hiperemia e edema, sangrando com facilidade. Isso é devido à influência dos hormônios sexuais nas mucosas humanas e, de forma geral, em todos os seus tecidos; e é bem nítida durante a prenhez, como também se faz sentir em outros estádios do desenvolvimento feminino e nas usuárias de anticoncepcionais orais. Está também provado que esses hormônios participam ativamente, da etiopatogenia da gengivite gravídica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É de observação generalizada o aumento da inflamação gengival durante a gravidez, a partir do primeiro trimestre, coincidindo com a produção máxima de gonadotrofinas e, mais tarde, com a ascensão nos teores de estrogênios e de progesterona. A gestação aumenta a gravidade da reação inflamatória gengival, mas não a inicia ou deflagra. Boa higiene bucal e mucosa sadia, ao iniciar a prenhez, asseguram a higidez do periodonto e, conseqüentemente, dos próprios dentes (REZENDE, 2005).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esôfago&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pirose ou azia ocorre em 30 a 50% de todas as gestações; embora alguns autores atribuam maior incidência depois de 5 meses, outros a encontram muito mais alta (52%) no primeiro trimestre. Na patogênese do refluxo gastroesofagiano envolve fatores mecânicos e intrínsecos que reduzem o tônus do esfíncter esofagiano inferior. A elevação na pressão intra-abdominal, promovida pelo útero em crescimento, faz acrescentar a pressão daquele esfíncter, funcionando como mecanismo protetor contra o refluxo. Os sintomas quando a refluxo são: a pirose ou azia e a regurgitação, que pioram à medida que a gravidez avança, agravados pela ingestão de alimentos e pela posição de decúbito (IDEM).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estômago&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estômago tem alterada a sua topografia; com a elevação do fundo uterino, sofre rotação para a direita e deslocamento da posição anatômica. Há fortes evidências de estar a secreção gástrica diminuída; a dosagem de pepsina no sangue refletindo a secreção gástrica, também revela teores reduzidos, durante a prenhez. Assim a pequena produção de pepsina, como motilidade diminuída do estômago, sugerem esteja o tônus vagal mais baixo, e em parte responsável pela menor resposta à histamina (REZENDE, 2005).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Intestinos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As alças delgadas são empurradas para cima e para a esquerda, e, enquanto o intestino grosso se eleva, na sua porção transversa, o apêndice desvia-se para a direita. A constipação e o meteorismo constituem a principal queixa relacionada com o sistema intestinal.O trânsito pelo delgado é mais prolongado na gravidez, e provavelmente conseqüência dos teores crescentes de progesterona. Não se pode excluir o peso do útero grávido como causa de dificuldade mecânica ao trânsito intestinal principalmente nas últimas semanas (REZENDE, 2005).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fígado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do ponto de vista anatômico, sofre o fígado pequenas modificações.Cresce ligeiramente, e ao final da prenhez é deslocado para a direita e para cima. Por sua participação em grande parte dos processos metabólicos, algumas de suas funções fazem-se alhures, durante a prenhez, havendo organização da bioquímica hepática, para manter as transformações energéticas, liberar metabólitos e regular, em níveis adequados, os hormônios circulantes. Em relação à função biliar registra-se ligeiro aumento na bilirrubina, mais acentuado durante o parto. Em conseqüência surge a urobilina (IDEM).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pâncreas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É notório a hiperplasia das ilhotas de Langerhans, com aspecto de hipersecreção. Na gravidez o aumento da insulina livre no plasma, mais evidente ao início da prenhez. A hipersecreção corresponde a maior consumo, sobretudo por parte do útero e do concepto; segundo o mesmo autor acima citado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enzimas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rezende (2005), afirma que ao lado dos hormônios, desempenham as enzimas função primordial no metabolismo. Pode-se afirmar que são catalisadoras básicas de todas as reações que se processam no organismo, e as propriedades e constituintes de cada tipo de célula e tecido parecem determinadas pelo conjunto de enzimas presentes. Elas permitem a transferência de certas substâncias essenciais à nutrição e ao desenvolvimento do concepto através da placenta contra o gradiente de concentração. O comportamento de algumas enzimas envolvidas no metabolismo da gestação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1."Enzimas essenciais a nutrição do ovo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·Glicose -6-fosfatase tem a função de liberar o elemento principal para produção de energia vital à nutrição e desenvolvimento do concepto;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·Desidrogenase isocítrica são enzimas envolvidas no ciclo de Krebs e participam da fisiologia nutricional do endométrio;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·Fosfatase alcalina funciona através do transporte da membrana celular .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.Enzimasessenciais à proteção do concepto e a manutenção da prenhez:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·Plasmina e plasminogênio constituem sistema vascular protetor destinado a manter o fluxo vascular, auxiliando na dissolução da fibrina;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·Colinesterase, acetilcolinesterase são essenciais ao equilíbrio do tono vascular e do fluxo sanguíneo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·Histaminase contribuem para manutenção do tono vascular;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·Fosfatase ácida participa do mecanismo desintoxicante da célula;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·Transaminases não se modificam durante o ciclo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·Ocitocinase sua ação primordial na neutralização da ocitocina durante a gestação, impedindo até certo ponto, o desencadeamento do parto".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sistema Neurológico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gestante apresenta muitas manifestações susceptíveis de serem atribuídas ao sistema central ou neurovegetativo: como distúrbios passageiros nas funções motoras, sensitivas ou mentais, como tremores, contraturas, convulsões, hiperêmese, parestesias, hipotonia gastrintestinal e vesical, alterações vasomotoras, etc. Os grandes integradores das funções orgânicas, os sistemas endócrino e nervoso, comportam-se de modo complexo, e ainda obscuro, para que, atualmente, possa ser compreendido o papel específico de cada um (REZENDE, 2005).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Episódios de convulsões, por exemplo podem ocorrer por excessiva retenção líquida, ou hiperventilação; crises freqüentes de enxaqueca são atribuídas ao armazenamento aquoso, condições ambas triviais em reações maníacas ou hipomaníacas, consideradas por muitos como psicogênicas podem ser causadas por alterações bioquímicas peculiares à gravidez. A progesterona exerce ação comprovadamente depressora sobre o sistema nervoso central, produzindo sonolência, fadiga e alentecimento psicomotor. Durante o ciclo gravídico podem ocorrer seqüelas de hipotensão prolongada, anoxia, uso longo de corticoesteróides, doses excessivas de vitaminas A e D, infecções ou intoxicações agudas, eclampsia (IDEM).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Barros (2006) destaca que a interpretação das alterações neurológica na gravidez é complexa, pois elas não se distinguem facilmente das alterações glandulares, hormonais e metabólicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nettina (2003), afirma que geralmente não ocorrem alterações no sistema neurológico sendo a: cefaléia frontal comum nos primeiro e segundo trimestres, relacionadas à tensão ou alterações hormonais; a tonteira é freqüente e se relaciona à instabilidade vasomotora, hipotensão postural ou hipoglicemia depois de longos períodos em pé ou sentada; as sensações de formigamento nas mãos são comuns, sendo geradas pela hiperventilação excessiva que diminui os níveis da PCO2 .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os órgãos dos sentidos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rezende (2005), afirma que a mais notável transformação nos órgãos sensoriais, em decorrência da prenhez, é o aumento na sua vascularização, fenômeno que parece determinado por influência hormonal, sobretudo pela ação dos estrogênios que produzem efeito proliferativo específico e distúrbios secundários a hiperemia, mercê da propriedade de liberar acetilcolina. O autor afirma:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·"Aspectos Oftalmológicos: é comum certo grau de hipertensão ocular no último trimestre conseqüente a estreitamento arteriolar e/ou espasmos. A oftalmoscopia direta, caracteriza-se o espasmo arteriolar pelas contricções arteriolares localizadas e presença de edema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·Aspectos Otorrinolaringológicos: desenvolve-se a vascularização da mucosa nasal, por influência hormonal, não sendo de estranhar a ocorrência de epistaxe durante a gravidez. Ainda em conseqüência do maior afluxo sangüíneo, verifica-se crescimento na espessura da mucosa, obstrução nasal, uni ou bilateral e erinite vasomotora. O intumescimento da mucosa nasal acarreta o fechamento da fenda olfativa e impede que as partículas odoríferas cheguem até as terminações do nervo, na parte mais alta das fossas nasais. Parece diminuir a acuidade auditiva durante a gestação; agravam-se os casos de oterosclerose e a tal ponto que muitos indicam a interrupção da prenhez em pacientes daquele mal. Certas grávidas queixam-se de sensações sonoras várias principalmente zumbidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·O Tato: manifestações parestésicas não são raras durante a gravidez especialmente notadas nas extremidades, e são ligadas a alterações vasomotoras, deficiência dietética ou metabólica".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Barros (2006), afirma que as alterações fisiológicas especificas, resultantes da gestação, podem comprimir os nervos pélvicos por causa do aumento do útero, alterando a sensibilidade dos membros inferiores, outra alteração é a dor lombar causada pela compressão das raízes nervosas. A progesterona exerce ação depressora sobre o sistema nervoso central, o que desencadeia quadros de sonolência e fadiga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Modificações psíquicas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir do momento em que a mulher entra no período gestacional, iniciará um processo de desenvolvimento que conduzira a várias transformações orgânicas e expressivas mudanças a nível bio-psico-social, emocional mente a mulher pode não se sentir atraente ou feminina, diminuindo com isto sua auto-estima e ainda pode ser conflitante estar num momento culturalmente considerado divino e, ao mesmo tempo, não estar gostando de si mesma (BALLONE, 2002).O autor ainda discorre,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A sexualidade da mulher na gravidez dependerá, entre outros motivos, de como ela se percebe, se avalia e se valoriza, nessa fase. Enfim, dependerá grandemente de sua auto-estima. Sentir-se amada e atraente, além da realidade dos fatos de estar sendo, de fato amada e de ser, de fato atraente, além dos esforços de seu companheiro em deixar claro seu sentimento por ela, depende decisivamente de sua auto-estima e, conseqüentemente, de sua afetividade".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Do ponto de vista psicológico, a partir do terceiro trimestre acentuam-se ainda mais os movimentos fetais, os quais já podem ser percebidos no contato corporal ou até visíveis. Esses movimentos representam, do ponto de vista psicológico, presença viva do filho, a interpor-se entre o casal. Estes movimentos também podem inibir as manifestações da sexualidade".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ainda emocionalmente, a associação inconsciente entre a esposa grávida e a figura de sua própria mãe pode ocorrer, dando um forte componente incestuoso à relação, com bloqueio quase total da sexualidade".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Ballone (2004), para o casal a gravidez é um período de adaptações. São adaptações em todos os sentidos; adaptações físicas, emocionais, existenciais e também sexuais. É importante ressaltar que a necessidade de adaptação não afeta só a mulher, nessa fase, mas também o homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Emocionalmente, a mulher pode não se sentir atraente ou feminina, diminuindo com isto sua auto-estima. Pode ser conflitante estar num momento culturalmente considerado divino e, ao mesmo tempo, não estar gostando de si mesma.&lt;br /&gt;Os homens, por outro lado, não têm alterações orgânicas, mas podem ser afetados por questões emocionais, tais como a ansiedade em relação ao parto, à criação do filho, à responsabilidade de ser pai etc (BALLONE, 2004).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ballone (2004), relata:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Conflitos decorrentes do medo da perda da individualidade, da divisão do amor pelo parceiro(a) por mais outra pessoa (filho), da insegurança em relação às modificações físicas, podem surgir e a gravidez pode se transformar numa ameaça à relação do casal, principalmente se essa relação possuir, previamente, um frágil equilíbrio. Por inúmeras razões, de emocionais até práticas, a mulher pode começar a excluir progressivamente o parceiro de sua vida. Com isso, o homem poderá sentir intenso ciúme do filho que vai nascer, mágoa por essa "deslealdade", repulsa por alguém que "não lhe quer mais". É muito importante enfatizar que nem todos os casais vivenciam tais problemas e que a intensidade com que essa crise da gravidez é vivida pelo casal é extremamente variável".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nicácio (2006), a partir do momento em que a mulher entra no período gestacional, iniciará um processo de desenvolvimento que conduzira a várias transformações orgânicas e expressivas mudanças a nível bio-psico-social, emocional mente a mulher pode não se sentir atraente ou feminina, diminuindo com isto sua auto-estima e ainda pode ser conflitante estar num momento culturalmente considerado divino e, ao mesmo tempo, não estar gostando de si mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A autora acima, ainda discorre,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A sexualidade da mulher na gravidez dependerá, entre outros motivos, de como ela se percebe, se avalia e se valoriza, nessa fase. Enfim, dependerá grandemente de sua auto-estima. Sentir-se amada e atraente, além da realidade dos fatos de estar sendo, de fato amada e de ser, de fato atraente, além dos esforços de seu companheiro em deixar claro seu sentimento por ela, depende decisivamente de sua auto-estima e, conseqüentemente, de sua afetividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do ponto de vista psicológico, a partir do terceiro trimestre acentua-se ainda mais os movimentos fetais, os quais já podem ser percebidos no contato corporal ou até visíveis. Esses movimentos representam, do ponto de vista psicológico, presença viva do filho, a interpor-se entre o casal. Estes movimentos também podem inibir as manifestações da sexualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda emocionalmente, a associação inconsciente entre a esposa grávida e a figura de sua própria mãe pode ocorrer, dando um forte componente incestuoso à relação, com bloqueio quase total da sexualidade".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mulher passa por alterações psicológicas desde a descoberta da gravidez ao puerpério, a mulher na maioria das vezes mesmo sem a certeza da existência do feto consegue sentir de forma psicológica (sonhos, intuições) a sua presença e as alterações psíquicas tornam-na mais sensível e dão início a uma relação materno-filial, a partir deste momento se instala a vivência básica da gravidez, que é a ambivalência afetiva, onde este fenômeno significativo. Além dessa a gravidez implicam na perspectiva de grandes mudanças, interpessoais, intrapsíquicas. Na gravidez é comum o aumento de apetite, que ás vezes atinge graus de extrema veracidade com o conseqüente aumento de peso, ocorrem também oscilações de humor, tão freqüente desde o inicio da gravidez, estão intimamente relacionadas com alterações do metabolismo (NICÁCIO, 2006).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mesmo autor acima, afirma que aumento da sensibilidade está intimamente ligado a estas oscilações de humor, além de haver, em geral, maior sensibilidade nas áreas de olfato, paladar e audição, isto se expressa também na área emocional através do aumento da irritabilidade, a mulher fica mais irritada e vulnerável a certos estímulos externos que anteriormente não a afetavam tanto, chora e ri mais facilmente. O quadro tende a se estabilizar no segundo trimestre, porém, a ansiedade retorna no terceiro trimestre com aaproximação do parto, não saber reconhecer os sinais do parto e se pega de surpresa, ésentido como situação de passagem de um estado a outro, cuja principal característica é a irreversibilidade, ou seja, é uma situação que precisa ver enfrentada de qualquer forma, e tudo isso contribui para o aumento da ansiedade e da insegurança com a proximidade da data prevista é a incapacidade de saber como vai ser o desenrolar no trabalho de parto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nicácio (2006) cita,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O puerpério, assim como a gravidez, é um período bastante vulnerável à ocorrência de crises. O primeiro dia após o parto é carregado de emoções intensas e variado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A puérpera sente-se em geral debilitada e confusa. A sensação de desconforto físico devido a náuseas, dores e ao sangramento pós - parto é particularmente intensa, isso ocorre lado a lado com a excitação pelo nascimento do filho. A habilidade emocional é o padrão mais característico da primeira semana após o parto, onde surge o medo da responsabilidade de ser mãe, medo de não ter a capacidade de cuidar daquele ser que no momento é tão dependente da mãe, principalmente, ou totalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A euforia e a depressão alternam-se rapidamente, esta última (depressão) podendo atingir grande intensidade. Todos esses fatores ocorrem também pela súbita queda dos níveis hormonais".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONCLUSÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabemos que após o diagnóstico de gravidez a gestante irá se confrontar com as mais diversas dúvidas e receios,vindo a deparar com as modificações corporais e psíquicas, decorrente do estado gestacional, por este motivo espera-se que a partir desta dinâmica e estudo bibliográfico, possamos sensibilizar e esclarecer as gestantes atendidas no PSF, além de promover uma melhor gestação, humanizando o nascimento, respeitando e criando condições para atender as dimensões psicológicas, biológicas e sociais da gestante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao aplicar a intervenção pretendemos obter a atenção de todos, proporcionando um momento de discussão, retirando dúvidas, num encontro dinâmico que supere as inquietações quanto o que realmente ocorre à mulher em estado gestacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem como atingir os objetivos propostos explicando as prováveis dúvidas decorrentes na gestação, informando as alterações corporais e emocionais na gravidez. As categorias explicativas apresentadas e seu significado serão expostos de maneira fácil e compreensível. Portanto os recursos utilizados possibilitarão a sensação de maior proximidade compreensão da perspectiva das gestantes, maridos e família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gravidez, é um período de constantes modificações físicas, psicológicas e sociais na vida de uma mulher grávida e de todos que a cercam. As condições de gerar um filho, surge a necessidade de novas adaptações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A convivência grupal possibilita a geração de conhecimento, uma vez que nela são expressos saberes de cada um. A formação de um espaço de trocas de experiências é uma condição indispensável para que cada participante enfrente situações de mudanças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta atividade realizada, deveria ser mais utilizada, pelos profissionais de saúde como uma fonte para desempenhar um papel esclarecedor para as gestantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O enfoque do assunto apresentado, foi a maneira como uma mulher grávida pode se comportar diante de modificações tão visíveis no período de gestação. E mostrar a elas como enfrentar essas alterações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: http://www.webartigos.com/articles/16067/1/ALTERACOES-CORPORAIS-E-PSIQUICAS-DURANTE-A-GESTACAO/pagina1.html#ixzz1LOdzrZMZ&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-7914679262787531674?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/7914679262787531674'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/7914679262787531674'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2011/05/alteracoes-posturais-em-gestantes.html' title='Alterações Posturais em gestantes'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-2018339442313277247</id><published>2011-05-04T07:52:00.000-07:00</published><updated>2011-05-04T07:59:50.323-07:00</updated><title type='text'>Fisioterapia para redução da diástase dos músculos retos abdominais no Pós-Parto</title><content type='html'>O puerpério é um período de grandes modificações corporais e psíquicas, predominando um catabolismo intenso sem conseqüências patológicas, na maioria das vezes4. Como tem sido demonstrado e salientado na  iteratura, é necessário que a puérpera seja assistida por uma equipe multidisciplinar, a fim de proporcionar-lhe segurança e conforto no puerpério imediato. Um dos objetivos da fisioterapia aplicada a esta etapa é promover uma estimulação da musculatura, em particular abdominal e pélvica, para melhorar a sua tonicidade. Um programa de exercícios individuais e adaptados para cada paciente no período pós-parto tardio é importante para a recuperação da puérpera. No entanto, percebe-se que esse atendimento não é comumente encontrado na rotina hospitalar da maioria das maternidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Objetivos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Constatar se a intervenção fisioterápica no puerpério imediato é capaz de contribuir&lt;br /&gt;para a redução da diástase mais precocemente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.scielo.br/pdf/rbgo/v21n5/12637.pdf"&gt;Veja esse trabalho completo aqui&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-2018339442313277247?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/2018339442313277247'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/2018339442313277247'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2011/05/fisioterapia-para-reducao-da-diastase.html' title='Fisioterapia para redução da diástase dos músculos retos abdominais no Pós-Parto'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-3497611597853479351</id><published>2011-04-26T11:40:00.001-07:00</published><updated>2011-04-26T11:40:54.862-07:00</updated><title type='text'>Grávida que fuma faz bebê receber menos nutrientes</title><content type='html'>&lt;p&gt;Menor quantidade de oxigênio e nutrientes, problemas de formação e  dificuldades de aprendizagem são algumas complicações que os bebês  enfrentam quando suas mães fumam durante a gravidez. O cigarro nessa fase pode causar problemas para o resto da vida do bebê.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Segundo o obstetra Alberto d'Auria, do Hospital e Maternidade Santa  Joana, em cada tragada são inaladas 4.600 substâncias tóxicas, incluindo  o monóxido de carbono. Esse composto, que também é liberado pelo  escapamento dos carros, destrói os glóbulos vermelhos, o que prejudica o  transporte de oxigênio da mãe para o bebê.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Outras substâncias, como o alcatrão e a nicotina, são responsáveis  por diminuir a quantidade de nutrientes que o feto recebe. Isso pode  fazer com que o bebê nasça abaixo do peso considerado normal.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para o obstetra Eduardo Cordioli, presidente da Comissão Nacional de  Urgências Obstétricas da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações  de Ginecologia e Obstetrícia), quanto maior a quantidade de cigarros  fumados pela mãe e menor o tempo de gravidez, pior será para o bebê.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;- Esse bebê pode ter problemas para o resto da vida. O cigarro  aumenta as chances de ele ter obesidade, diabetes, hipertensão e  dificuldades de aprendizagem.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Trimestre a trimestre &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;De acordo com D'Auria, o hábito de fumar nos primeiros três meses de  gravidez compromete a formação do bebê e pode levar a abortamentos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Já o vício no segundo trimestre da gestação leva a outros problemas  de formação, como fenda palatina (abertura no céu da boca) e lábio  leporino.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;No terceiro trimestre, o principal problema é de insuficiência  placentária. O feto reduz o ganho de peso, prejudicando a formação  cerebral. Isso pode levar a dificuldades de aprendizado no futuro.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Diante desses riscos, d'Auria diz que é importante a mãe abandonar o tabaco assim que descobrir que está grávida.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;- Largando o cigarro [no início da gravidez], há grandes chances de o bebê não ter nenhum prejuízo. Há tempo para isso.&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-3497611597853479351?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/3497611597853479351'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/3497611597853479351'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2011/04/gravida-que-fuma-faz-bebe-receber-menos.html' title='Grávida que fuma faz bebê receber menos nutrientes'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-2077993962191310712</id><published>2011-04-15T10:54:00.000-07:00</published><updated>2011-04-15T10:54:00.427-07:00</updated><title type='text'>Curso Online de Fisioterapia em Obstetrícia</title><content type='html'>&lt;div id="aba_conteudo"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;              &lt;/div&gt;&lt;h2 style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://www.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_cursos/fisioterapia_obstetrica.jpg" src="http://www.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_cursos/fisioterapia_obstetrica.jpg" /&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Conteúdo Programático do curso online Fisioterapia em Obstetrícia&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;                                  &lt;div class="left_cp_one"&gt;                 &lt;ul&gt;&lt;li&gt;A Mama;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Estrutura da Glândula Mamária; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Complexo areolopapilar;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Inervação;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Anatomia Pélvica;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ossos;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ligamentos;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Assoalho Pélvico;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Períneo;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Suporte Nervoso e Sanguíneo;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Órgãos Pélvicos;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Genitália Externa;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Fsiologia Hormonal Feminina;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Sistema Hormonal Feminino; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ciclos Ovarianos;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ovulação;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Fase Lútea;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Funções dos Hormônios Ovarianos;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Estrogênios;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Progestinas;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Gravidez e Lactação;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Fertilização do Ovócito;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Parto; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Fisiologia da Gestação, Trabalho de Parto, Parto e Puerpério; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Alterações Hormonais; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Alterações Músculo-esqueléticas;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Alterações de Órgãos e Sistemas; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ginecológicas;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Renais/urinárias; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Cárdio-vasculares; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Gastro-intestinais; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Metabólicas; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Respiratórias; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Dermatológicas;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Crescimento Uterino; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Aumento de Peso; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Aspectos Psicológicos e Sociais; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Gestações de Risco; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Alterações Posturais; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Distúrbios da Coluna Vertebral; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Distúrbios Músculo-esqueléticos; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Câimbras; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Síndrome do Túnel do Carpo; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Luxações e Entorses; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Síndrome de De Quervain; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Diástase do Reto Abdominal; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Edema Linfático; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Incontinência Urinária; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Alterações Respiratórias;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Anamnese; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Dados Pessoais;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Exame Físico; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Antropometria;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Sinais Vitais;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Postura;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Edema/varizes; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Testes Especiais;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Teste de Thomas;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Teste de Phalen; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Modelo de Ficha de Avaliação.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/parceiro/chakalat/cursos/160"&gt;&lt;img alt="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/_imagens/curso_detalhe/btn_matric.jpg" src="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/_imagens/curso_detalhe/btn_matric.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="left_cp"&gt;             &lt;/div&gt;                       &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-2077993962191310712?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/2077993962191310712'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/2077993962191310712'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2011/04/curso-online-de-fisioterapia-em.html' title='Curso Online de Fisioterapia em Obstetrícia'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-2151781551550119973</id><published>2011-04-01T06:03:00.001-07:00</published><updated>2011-04-01T06:03:55.338-07:00</updated><title type='text'>Períneo bem trabalhado garante vida sexual animada e postura firme</title><content type='html'>&lt;p&gt;Claro, não dá para exibir essa musculatura, mais profunda. Mas será  preciso tanta sutileza para lidar com essa estrutura essencial a funções  básicas como fazer xixi, sexo ou manter a postura?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;"Pouca gente sabe onde é [o períneo]. Há um tabu enorme, já começa no  reconhecimento de um lugar que pertence ao seu corpo", diz a  fisioterapeuta Betty Gervitz, especialista em dança e saúde e doutoranda  em gerontologia pela Unifesp.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Um sinônimo para períneo é assoalho pélvico. Desse jeito, fica mais  fácil imaginar sua localização no corpo. Mesmo assim, não é fácil  encontrar esse "chão". Afinal, ele se mexe, embora a maioria não se dê  conta disso.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;"O períneo é como qualquer outro músculo, tem que movimentar para não  perder a força", afirma Débora Padua, fisioterapeuta especialista em  uroginecologia.&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img class="size-large wp-image-4426" src="http://blog.opovo.com.br/fisioterapiaesaude/files/2010/11/saude-da-mulher-11-550x926.gif" alt="" width="524" height="882"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;a href="http://blog.opovo.com.br/fisioterapiaesaude/perineo-bem-trabalhado-garante-vida-sexual-animada-e-postura-firme/"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-2151781551550119973?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/2151781551550119973'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/2151781551550119973'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2011/04/perineo-bem-trabalhado-garante-vida.html' title='Períneo bem trabalhado garante vida sexual animada e postura firme'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-9074518139452123743</id><published>2011-03-14T04:56:00.001-07:00</published><updated>2011-03-14T04:56:22.949-07:00</updated><title type='text'>Disfunções Miccionais em Doenças Neurológicas</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt;As disfunções miccionais decorrentes de lesões neurológicas estão relacionadas a alterações de função do detrusor, esfíncter externo e/ou associações. Em uma classificação topográfica, as lesões neurológicas podem ser divididas em suprapontinas, medulares e subsacrais (cauda eqüina e nervos periféricos).&lt;br&gt; &lt;br&gt;As lesões suprapontinas desencadeiam, caracteristicamente, hiperatividade detrusora devido aos danos dos centros cerebrais inibitórios. Há um funcionamento sinérgico do detrusor e esfíncter externo da uretra, levando à incontinência de urgência. No entanto, podemos encontrar, ocasionalmente, contrações voluntárias do esfíncter externo com a tentativa de se evitar a incontinência (pseudodissinergia) e situações de espasticidade do assoalho pélvico (Doença de Parkinson). Nestas situações, observaremos hiperatividade detrusora neurogênica associada à dificuldade miccional e altas pressões vesicais).&lt;br&gt; &lt;br&gt;Entre as causas de lesões suprapontinas temos as várias formas de acidente vascular cerebral. Nestes pacientes, desenvolvese, em um número significativo de casos, uma fase de arreflexia ("choque cerebral"), que será substituída, após algumas semanas, por hiperatividade. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Outra causa freqüente é a doença de Parkinson, em que as disfunções miccionais se traduzem por hiperatividade do detrusor, bradicinesia e espasticidade do esfíncter externo na fase avançada. O aumento da hiperatividade detrusora com a duração e gravidade da doença é controverso na literatura. As demências são também bastante freqüentes em pacientes idosos e a principal disfunção miccional é a incontinência, que é devida em grande parte à perda da função cognitiva, responsável pela continência social. Nos tumores cerebrais, as disfunções miccionais estão relacionadas ao local do cérebro afetado e às características próprias da lesão.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Na Síndrome de Shy e Drager, que se caracteriza por disfunção autonômica generalizada, encontramos primariamente hiperatividade do detrusor, embora possamos&lt;br&gt;detectar também disfunção do esfíncter externo.&lt;br&gt;Nas lesões medulares, as disfunções miccionais dependerão das características de cada doença, da área medular afetada e da sua gravidade. Pode ocorrer envolvimento de fibras parassimpáticas, simpáticas e somáticas em graus variados, com uma combinação extensa de sinais e sintomas.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Na esclerose múltipla, as lesões medulares são as principais responsáveis pelos sintomas miccionais, embora também possam contribuir as lesões cerebrais. Nesta doença, formam-se placas de desmielinização na substância branca do cérebro e medula, principalmente nas colunas posterior e lateral da medula cervical. Aparecerá hiperatividade detrusora (70% dos casos), sendo que em 50% destes casos pode ocorrer dissinergia detrusor-esfincteriana. Arreflexia do detrusor ocorre em 20% a 30% dos casos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Na mielite transversa, geralmente, há dificuldade de esvaziamento vesical no início, evoluindo depois para hiperatividade com ou sem dissinergia ou, então, arreflexia com esfíncter espástico. Quase sempre haverá alguma disfunção residual à avaliação urodinâmica. Em nosso meio, não podemos deixar de referir à mielopatia esquistossomótica,&lt;br&gt; com relevante freqüência nas regiões endêmicas. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Os pacientes afetados apresentam-se inicialmente com intensa dor lombo-sacra, irradiando-se para os membros inferiores, seguida por paraparesia e paraplegia. A dificuldade de esvaziamento vesical aparece geralmente concomitante e evolui rapidamente para retenção urinária. O diagnóstico baseia-se no encontro dos ovos do S. mansoni (oograma retal) e na sorologia liquórica. Aqueles com diagnóstico e tratamento tardios terão disfunções definitivas que variam de sintomas irritativos e obstrutivos, até retenção urinária.&lt;br&gt; Entre outras doenças medulares que podem causar disfunções miccionais, podemos citar ainda: mielite tropical espástica, lesões vasculares, aracnoidites (auto-imunes, viróticas), tumores, estenose de canal medular, disrafismo, traumas, etc.&lt;br&gt; &lt;br&gt;As lesões periféricas de cauda eqüina e nervos periféricos são bastante freqüentes nas cirurgias radicais da pelve, como tumor de reto e histerectomia radical. Nestas ocasiões, podem ocorrer lesões variadas dos nervos parassimpáticos, simpáticos e pudendo. Assim, podemos encontrar sintomas relacionados à arreflexia do detrusor e/ou alterações variadas do funcionamento do esfíncter externo. Estes distúrbios tendem a desaparecer em 80% dos casos após seis meses do início da doença. Doença bastante comum e que pode evoluir com disfunções miccionais é o diabetes mellitus. &lt;br&gt; &lt;br&gt;As lesões neurológicas estão relacionadas a alterações do metabolismo da glicose ao nível dos nervos periféricos. As manifestações iniciais no trato urinário inferior são de perda da sensação vesical. Por isso, os pacientes tendem a desenvolver grandes volumes de urina na bexiga, que perde progressivamente sua força contrátil. Como geralmente são pacientes mais idosos, estas manifestações são agravadas por comorbidades, como hiperplasia prostática benigna, distopias vaginais, medicamentos, etc). A avaliação urodinâmica em pacientes com cistopatia diabética mostrou hiperatividade em 55% e arreflexia em 33% dos casos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Também podemos encontrar disfunções miccionais em outras doenças periféricas:&lt;br&gt;&lt;br&gt;• Herpes zoster: doença virótica que afeta os gânglios dorsais;&lt;br&gt;• Doença de Lyme: leucoencefalite e polineuropatia;&lt;br&gt;• Síndrome de Guillain-Barré: polineuropatia desmielinizante inflamatória, com predileção pelas raízes medulares.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;a href="http://www.projetodiretrizes.org.br/6_volume/16-DisfMicciNeuro.pdf"&gt;Leia o artigo completo, clicando aqui&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-9074518139452123743?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/9074518139452123743'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/9074518139452123743'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2011/03/disfuncoes-miccionais-em-doencas.html' title='Disfunções Miccionais em Doenças Neurológicas'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-5811144303508559348</id><published>2011-02-21T08:19:00.001-08:00</published><updated>2011-02-21T08:19:51.164-08:00</updated><title type='text'>Vaginose bacteriana</title><content type='html'>&lt;br&gt;A vaginose bacteriana é um distúrbio que ocorre por um desequilíbrio da microbiota vaginal, caracterizado pela redução de lactobacilos com consequente redução da concentração de peróxido de hidrogênio, o que propicia um grande aumento nas bactérias aeróbicas e algumas anaeróbica. Algumas condições clínicas específicas, como gravidez e imunodificiência, podem predispor ao aparecimento do desequilíbrio da microbiota vaginal.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O pH vaginal geralmente é maior que 4,5 e o teste das aminas, com hidróxido de potássio a 10%,  geralmente é positivo, devido á volatilização de aminas do conteúdo vaginal, resultando num forte odor de peixe ou amônia. O exame a fresco do conteúdo vaginal revela a presença das células-guia (clue cells) e a bacterioscopia pela técnica de Gram evidencia diminuição acentuada de lactobacilos e polimorfonucleares, com numerosos cocobacilos ou bacilos gram-negativos, como a Gardnerella vaginalis.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A imagem superior representa citologia e bacterioscopia vaginal normal e a menor flora bacteriana atipíca cocobacilar, pleomórfica,  Gardnerella vaginalis dispersa entre os elementos celulares e envolvendo bordas e superfície citoplasmáticas de células escamosas de núcleo picnótico (células guia, ver 1) e comparar com células não parasitada (2).&lt;br&gt; &lt;br&gt;Clinicamente, pode ser assintomática ou manifestar-se com corrimento branco ou amarelado, fluido e homogêneo, apresentando odor desagradável que se acentua após o coito.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O tratamento deve ser feito com cremes vaginais á base de metronidazol, tinidazol ou clindamicina, e metronidazol oral. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-5811144303508559348?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/5811144303508559348'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/5811144303508559348'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2011/02/vaginose-bacteriana.html' title='Vaginose bacteriana'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-8416898126642055120</id><published>2011-02-09T02:45:00.001-08:00</published><updated>2011-02-09T02:45:06.286-08:00</updated><title type='text'>Uretrite</title><content type='html'>&amp;quot;Uretrite é o nome dado às doenças inflamatórias e infecciosas da uretra, a qual é um canal que conduz a urina desde a bexiga até o meio externo. Pode acometer tanto os homens quanto as mulheres, porém as últimas apresentam um risco maior. Possui uma grande importância, pois pode representar uma doença sexualmente transmissível, como a gonorréia. Assim, é essencial a procura do médico caso o indivíduo apresente os sintomas da doença, já pode evoluir com complicações graves.&amp;quot;&lt;br&gt; &lt;br&gt;Uretrites inflamatórias&lt;br&gt;&lt;br&gt;Esse tipo de uretrite não está associado à infecção, originando-se, na maioria das vezes, de traumatismo externo ou interno. No primeiro caso, podemos citar como exemplo o ato de ordenhar a uretra após urinar e também o ato de masturbar-se, pois devemos lembrar que a uretra é extremamente sensível. Geralmente são casos leves e transitórios.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O traumatismo interno está associado ao uso de sondas ou instrumentos cirúrgicos através da uretra, em indivíduos hospitalizados e/ou submetidos a cirurgias urológicas. Esses casos podem ser mais graves, necessitando de tratamento específico dependendo da causa.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Uretrites infecciosas&lt;br&gt;&lt;br&gt;Esse é o tipo do qual falaremos neste artigo, pois representa uma parcela importante de casos e é o que gera mais sintomas, alarmando o indivíduo. São causadas pela infecção da uretra por vários tipos de microorganismos: bactérias, fungos, vírus. As mais comuns são as bacterianas.&lt;br&gt; &lt;br&gt;As uretrites infecciosas são doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), mas podem estar associadas apenas a um quadro de infecção urinária. Nesse último caso, as mulheres apresentam maior risco, pois a uretra feminina é mais curta e sua abertura para o meio externo está próxima ao ânus; isso é importante, já que as principais bactérias envolvidas na infecção urinária são originadas do intestino.&lt;br&gt; &lt;br&gt;No caso das DSTs, as mais importantes são a gonorréia (blenorragia) e as infecções por dois microorganismos chamados Chlamydia trachomatis e Ureaplasma urealyticum. A gonorréia é extremamente conhecida, sendo causada por uma bactéria que tem o nome de Neisseria gonorrhoeae. Nas DSTs, essas bactérias atingem a uretra durante o ato sexual com um parceiro infectado, o qual muitas vezes não apresenta nenhum sintoma e nem sabe que é portador da bactéria.&lt;br&gt; &lt;br&gt;No homem que apresenta uretrite infecciosa, é bastante provável que se trate de gonorréia; já nas mulheres, essa bactéria pode atacar além da uretra, o colo do útero, as tubas uterinas e os ovários, levando a doença mais grave.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Quais são os sintomas?&lt;br&gt;&lt;br&gt;Na gonorréia, o indivíduo apresenta um corrimento uretral (secreção na uretra) com pus, principalmente pela manhã, podendo sujar a roupa íntima. Na uretrite não-gonocócica, essa secreção pode não existir e, quando presente, é mais clara e em menor quantidade.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A dor e/ou ardência ao urinar é outro sintoma bastante comum. A pessoa também apresenta vontade freqüente de urinar, às vezes com sensação de urgência (a pessoa sente que tem que urinar naquele momento). Outro sintoma seria a coceira após urinar. A presença de sintomas parecidos no(a) parceiro(a) ajuda a diagnosticar a doença, mas isso nem sempre ocorre.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O indivíduo com gonorréia apresenta mais sintomas que o com uretrite não-gonocócica, sendo que nesse último caso a pessoa pode ser completamente assintomática. Isso é importante porque ela acaba sendo uma fonte de contaminação para outras pessoas, em caso de relação sexual desprotegida, já que não sabe que está doente.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A gonorréia, quando não tratada, pode levar a complicações graves. Uma delas é o estreitamento da uretra, a qual dificulta o ato de urinar. Esse estreitamento permite que haja infecção da região mais interna da uretra, podendo desenvolver-se um abscesso (coleção de pus). Outra complicação, em mulheres, seria a infertilidade, quando a doença &amp;quot;sobe&amp;quot; pelo sistema genital e afeta o útero, as tubas uterinas e os ovários.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Como é feito o diagnóstico?&lt;br&gt;&lt;br&gt;Na presença de sintomas como os descritos acima, é fundamental consultar-se com um médico. Apenas com esses sintomas já é possível definir-se qual o provável diagnóstico, muitas vezes passando-se diretamente para o tratamento, sem necessidade de exames de laboratório.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Se o indivíduo apresenta secreção na uretra, ela deve ser coletada com instrumento adequado, e enviada para o laboratório. Pelos exames é possível detectar qual a bactéria envolvida, indicando-se o tratamento mais adequado.&lt;br&gt; &lt;br&gt;E o tratamento?&lt;br&gt;&lt;br&gt;O tratamento baseia-se no uso de antibióticos, de acordo com a causa identificada. Podem ser utilizados em dose única ou em várias doses, por alguns dias. Em alguns casos é importante tratar também o parceiro, mesmo que assintomático, para evitar que o indivíduo seja contaminado novamente. Devemos ressaltar novamente a importância do tratamento, pois como vimos, quando não tratada, a gonorréia pode evoluir com complicações graves.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Prevenção&lt;br&gt;&lt;br&gt;Como vimos, as uretrites infecciosas podem ser classificadas como DSTs, assim a sua prevenção pode ser conseguida pelo uso de preservativo durante a relação sexual. Outra medida é o tratamento de todas as pessoas infectadas, para interromper a cadeia da transmissão do microorganismo. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-8416898126642055120?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/8416898126642055120'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/8416898126642055120'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2011/02/uretrite.html' title='Uretrite'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-2038851370848043468</id><published>2011-02-03T05:48:00.000-08:00</published><updated>2011-02-03T05:49:11.887-08:00</updated><title type='text'>Estudo liga pedra no rim a obstrução arterial em jovens</title><content type='html'>Jovens que tiveram pedra no rim correm mais riscos de desenvolver um quadro de obstrução arterial. De acordo com uma pesquisa publicada no periódico americano Journal of Urology, isso não significa, no entanto, que um problema seja a causa do outro. Para os especialistas, os resultados da pesquisa apontam em outra direção: as duas condições possuem uma causa em comum.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Segundo Marshall Stoller, da Universidade da Califórnia e autor do estudo, tende-se a pensar na ocorrência de pedras no rim apenas como um problema urinário. "Mas nós precisamos estar cientes de que o rim tem o papel de filtrar o sangue. Assim, ele pode alertar também para problemas que estão acontecendo nas artérias", diz Stoller.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Das 5.000 pessoas avaliadas durante o estudo, todas entre 18 e 30 anos de idade, menos de 4% tiveram pedras no rim durante os 20 anos de pesquisa. Dessas, cerca de 60% apresentaram mais chances de enfrentar o quadro de obstrução arterial – o afinamento das artérias é o indicador mais comum.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Colesterol alto, pressão sanguínea elevada, cigarro e diabetes são fatores de risco já conhecidos que podem levar ao entupimento. Após a obstrução, a interrupção no fluxo sanguíneo pode culminar em ataques cardíacos e derrames.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Dúvida científica - Estudos anteriores já haviam relacionado a presença de pedras no rim ao aumento da pressão sanguínea, o que, por consequência, eleva riscos de obstrução arterial. Os cientistas ainda não conseguiram determinar, entretanto, qual dos dois fatores leva ao entupimento arterial: a pressão alta ou as pedras. Para prevenir o surgimento de pedras, os médicos recomendam a ingestão de água e a redução do consumo de sal e carne. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-2038851370848043468?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/2038851370848043468'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/2038851370848043468'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2011/02/estudo-liga-pedra-no-rim-obstrucao.html' title='Estudo liga pedra no rim a obstrução arterial em jovens'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-1748564796946543034</id><published>2011-01-31T10:47:00.001-08:00</published><updated>2011-01-31T10:47:42.210-08:00</updated><title type='text'>Anatomia do trígono urogenital</title><content type='html'>&lt;p class="MsoBodyText" align="left" style="line-height: 16px; margin-left: 30px; margin-right: 30px; margin-top: 6px; margin-bottom: 6px; font-size: medium; "&gt;&lt;font size="2" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;O trígono urogenital se dispõe em camadas, com fáscias delimitando compartimentos.Todas as fáscias do trígono urogenital (fáscia superficial do períneo, fáscia profunda do períneo, fáscia inferior do diafragma urogenital, fáscia superior do diafragma urogenital), estão fixadas, lateralmente, aos ramos ísquio-púbicos, enquanto que posteriormente fundem-se umas com as outras na borda posterior do diafragma urogenital (póstero-medianamente fundem-se com o centro tendíneo do períneo). Assim, o trígono urogenital é aberto somente anteriormente.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoBodyText" align="left" style="line-height: 16px; margin-left: 30px; margin-right: 30px; margin-top: 6px; margin-bottom: 6px; font-size: medium; "&gt;&lt;span&gt;&lt;font size="2" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;A pele do trígono urogenital, que se apresenta coberta de pelos longos, é, em geral, mais pigmentada que a pele das regiões vizinhas. É fina elástica e facilmente distensível. Apresenta em sua linha mediana a rafe do períneo. Esta é uma elevação mais ou menos saliente que corre em direção anterior, a partir do ânus. A pele do escroto apresenta um grande número de pregas transversais, o que lhe dá um aspecto enrugado. A pele do pênis é muita fina e de grande mobilidade. Já no sexo feminino, a pele apresenta pregueamentos que formam os lábios maiores e menores lateralmente, o frênulo dos lábios posteriormente e o prepúcio do clitóris anteriormente.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoBodyText" align="left" style="line-height: 16px; margin-left: 30px; margin-right: 30px; margin-top: 6px; margin-bottom: 6px; font-size: medium; "&gt;&lt;span&gt;&lt;font size="2" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;A tela subcutânea do trígono urogenital apresenta duas camadas: uma superficial e adiposa, a camada areolar e outra membranosa e mais profunda, a camada laminar. A camada areolar é contínua com suas correspondentes do abdome e das coxas, bem como com o tecido adiposo das fossas isquiorretais. No escroto o tecido adiposo é substituído por músculo liso, que forma a túnica dartos.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoBodyText" align="left" style="line-height: 16px; margin-left: 30px; margin-right: 30px; margin-top: 6px; margin-bottom: 6px; font-size: medium; "&gt;&lt;span&gt;&lt;font size="2" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;A camada laminar (fáscia de Colles) também chamada de fáscia superficial do períneo está fixada posteriormente às outras fáscias do trígono urogenital e, lateralmente está presa às bordas dos ramos ísquio-púbicos. Anteriormente é contínua com a camada laminar da tela subcutânea do abdome (fáscia de Scarpa), mas não é contínua com sua correspondente nos membros inferiores. Ela se continua para o pênis (ou clitóris) formando uma bainha tubular (fáscia superficial do pênis ou do clitóris) e para o escroto (ou para os lábios maiores) formando também uma camada distinta (fáscia de Cowper), na qual correm os principais vasos e nervos superficiais escrotais (ou labiais). Ela se funde com a rafe do períneo. Desta área de fusão se origina um septo espesso, que atravessa o escroto, alcança o contorno inferior do pênis e divide o escroto em dois compartimentos.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoBodyText" align="left" style="line-height: 16px; margin-left: 30px; margin-right: 30px; margin-top: 6px; margin-bottom: 6px; font-size: medium; "&gt;&lt;span&gt;&lt;font size="2" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;A fáscia profunda do períneo, comumente fina e pouco resistente e de formato triangular, presa lateralmente aos ramos ísquio-púbicos e posteriormente fundida com as outras fáscias perineais, se localiza imediatamente subjacente à fáscia superficial do períneo, forma os envoltórios fasciais dos músculos perineais mais superficiais (m.m. isquiocavernoso, bulboesponjoso e transverso superficial do períneo) e se continua para o pênis (ou clitóris), formando uma bainha tubular, a fáscia profunda do pênis (ou clitóris), imediatamente interna à fáscia superficial do pênis. A aposição destas duas fáscias cria entre elas um plano de deslizamento, o qual é responsável pela grande mobilidade da pele sobre o corpo do pênis. A fáscia profunda do períneo não se continua para o escroto (ou lábios maiores).&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoBodyText" align="left" style="line-height: 16px; margin-left: 30px; margin-right: 30px; margin-top: 6px; margin-bottom: 6px; font-size: medium; "&gt;&lt;span&gt;&lt;font size="2" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;A fáscia profunda do períneo delimita superficialmente o espaço perineal superficial, no qual estão contidos as estruturas que formam a raiz do pênis (ou os ramos do clitóris) e os m.m. isquiocavernoso, bulboesponjoso e transverso superficial do períneo. O limite profundo deste espaço superficial do períneo é a fáscia inferior do diafragma urogenital (membrana perineal ou fáscia de Carcassonne).&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoBodyText" align="left" style="line-height: 16px; margin-left: 30px; margin-right: 30px; margin-top: 6px; margin-bottom: 6px; font-size: medium; "&gt;&lt;span&gt;&lt;font size="2" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;O m. transverso superficial do períneo geralmente é pouco desenvolvido e semelhante em ambos os sexos. Origina-se na face interna do ramo do ísquio, adjacente à tuberosidade isquiática e insere-se no centro tendíneo do períneo. Sua ação não é importante, sendo um auxiliar do m. transverso profundo. É inervado pelo ramo perineal do n. pudendo.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoBodyText" align="left" style="line-height: 16px; margin-left: 30px; margin-right: 30px; margin-top: 6px; margin-bottom: 6px; font-size: medium; "&gt;&lt;span&gt;&lt;font size="2" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;O m. isquiocavernoso, no sexo masculino, origina-se na face interna do ramo do ísquio e aí envolve o ramo do pênis. Insere-se no corpo cavernoso do pênis, na união dos dois ramos do pênis. É inervado pelo ramo perineal do n. pudendo. Atua fixando os ramos do pênis à pelve e auxilia na ejaculação. No sexo feminino o músculo é menor em relação ao do sexo masculino e envolve o ramo do clitóris, o qual comprime, auxiliando, assim, a manutenção da ereção do clitóris.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoBodyText" align="left" style="line-height: 16px; margin-left: 30px; margin-right: 30px; margin-top: 6px; margin-bottom: 6px; font-size: medium; "&gt;&lt;span&gt;&lt;font size="2" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;O m. bulboesponjoso origina-se em parte do centro tendíneo do períneo, mas a maioria das suas fibras origina-se da rafe mediana do contorno inferior do bulbo do pênis e, a partir daí, envolve todo o bulbo do pênis. Sua contração expulsa as últimas gotas da urina ou sêmen da uretra.O m. bulboesponjoso no sexo feminino difere do homólogo masculino por estar bastante separado do músculo contralateral em razão da presença da parte inferior da vagina. Origina-se no centro tendíneo do períneo e circunda a parte mais inferior da vagina, cobrindo no seu trajeto o bulbo do vestíbulo. Agindo em conjunto constritam fracamente a vagina.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoBodyText" align="left" style="line-height: 16px; margin-left: 30px; margin-right: 30px; margin-top: 6px; margin-bottom: 6px; font-size: medium; "&gt;&lt;span&gt;&lt;font size="2" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;As fáscias inferior e superior do diafragma urogenital delimitam o espaço perineal profundo, no qual estão contidos, no sexo masculino, a uretra membranosa, as glândulas bulbo-uretrais, os vasos pudendos internos, os n.n. dorsais do pênis e os m.m. esfíncter da uretra e transverso profundo do períneo. No sexo feminino o conteúdo é formado por parte da uretra, parte da vagina, vasos pudendos internos, n.n. dorsais do pênis e m.m. esfíncter da uretra e transverso profundo do períneo. O termo diafragma urogenital deriva do fato destes músculos, em especial o transverso profundo do períneo, fecharem o hiato urogenital do diafragma pélvico, permitindo somente a passagem da uretra (ou da uretra e da vagina).&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoBodyText" align="left" style="line-height: 16px; margin-left: 30px; margin-right: 30px; margin-top: 6px; margin-bottom: 6px; font-size: medium; "&gt;&lt;span&gt;&lt;font size="2" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Anteriormente as duas fáscias do diafragma urogenital se fundem, deixando uma pequena abertura sob o arco púbico, pela qual passa a v. dorsal profunda do pênis. Esta fusão é marcada por um espessamento fascial, o ligamento transverso do períneo (ligamento transverso de Henle). Lateralmente as fáscias estão presas ao arco ísquio-púbico e posteriormente ao centro tendíneo do períneo e às outras fáscias, de tal forma que o espaço perineal profundo é um espaço fechado, sem comunicações.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoBodyText" align="left" style="line-height: 16px; margin-left: 30px; margin-right: 30px; margin-top: 6px; margin-bottom: 6px; font-size: medium; "&gt;&lt;span&gt;&lt;font size="2" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;No sexo masculino, o m transverso profundo do períneo origina-se na face interna do ramo do ísquio e insere-se, pela maioria de suas fibras, no centro tendíneo do períneo. É inervado pelo ramo perineal do n. pudendo. Atua auxiliando a contenção visceral e estabilizando o centro tendíneo do períneo. O m. esfíncter da uretra tem fibras superficiais e profundas. As fibras superficiais se originam do ligamento transverso do períneo e se prendem no centro tendíneo do períneo. Suas fibras profundas circundam a uretra. É inervado pelo ramo perineal do n. pudendo. Auxilia a expulsão das últimas gotas de urina ou sêmen da parte membranosa da uretra e participa dos mecanismos da continência urinária e da micção.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoBodyText" align="left" style="line-height: 16px; margin-left: 30px; margin-right: 30px; margin-top: 6px; margin-bottom: 6px; font-size: medium; "&gt;&lt;span&gt;&lt;font size="2" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;As glândulas bulbo-uretrais são duas estruturas arredondadas, de diminutas dimensões (0,5 a 1,5 cm de diâmetro), situadas imediatamente posteriores à uretra membranosa, uma de cada lado do plano mediano. Secretam substâncias semelhantes ao muco, provavelmente de ação lubrificante e facilitadora da penetração do pênis durante a cópula. Seus ductos entram no bulbo do pênis, atravessam sua substância e, após um curto trajeto, desembocam na uretra esponjosa&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoBodyText" align="left" style="line-height: 16px; margin-left: 30px; margin-right: 30px; margin-top: 6px; margin-bottom: 6px; font-size: medium; "&gt;&lt;span&gt;&lt;font size="2" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;No sexo feminino, estes dois músculos são menos desenvolvidos que os correspondentes masculinos e, às vezes, têm sido descritos como sendo um único músculo (m. transverso profundo do períneo). O m. transverso profundo do períneo origina-se da face interna do ramo do ísquio e a maioria de suas fibras posteriores insere-se no centro tendíneo do períneo, ajudando a fixá-lo. Algumas fibras anteriores inserem-se na parede lateral da vagina. O m. esfíncter da uretra tem sua ação esfinctérica prejudicada, pois a parede posterior da uretra e a parede anterior da vagina estão acoladas, de tal forma que nos dois terços inferiores da uretra suas fibras se perdem na parede lateral da vagina. Somente no terço superior as fibras passam posteriormente à uretra, exercendo aí a função de esfíncter.  &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoBodyText" align="left" style="line-height: 16px; margin-left: 30px; margin-right: 30px; margin-top: 6px; margin-bottom: 6px; font-size: medium; "&gt;&lt;span&gt;&lt;font size="2" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Os músculos trígono urogenital estão resumidos na tabela 2.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoBodyText" align="left" style="line-height: 16px; margin-left: 30px; margin-right: 30px; margin-top: 6px; margin-bottom: 6px; font-size: medium; "&gt;&lt;span&gt;&lt;font size="2" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Tabela 2 - Músculos do trígono urogenital&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div align="center" style="font-size: medium; "&gt;&lt;center&gt;&lt;table border="2" cellpadding="2" width="90%"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="20%"&gt;&lt;p align="left" style="line-height: 16px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 6px; margin-bottom: 6px; "&gt; &lt;font size="2" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Músculos&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="20%"&gt;&lt;p align="left" style="line-height: 16px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 6px; margin-bottom: 6px; "&gt;&lt;font size="2" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Inervação&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt;&lt;td width="20%"&gt;&lt;p align="left" style="line-height: 16px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 6px; margin-bottom: 6px; "&gt;&lt;font size="2" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Origem&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="20%"&gt; &lt;p align="left" style="line-height: 16px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 6px; margin-bottom: 6px; "&gt;&lt;font size="2" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Inserção&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="20%"&gt;&lt;p align="left" style="line-height: 16px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 6px; margin-bottom: 6px; "&gt; &lt;font size="2" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Ação&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="20%"&gt;&lt;p align="left" style="line-height: 16px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 6px; margin-bottom: 6px; "&gt;&lt;font size="2" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;m. transverso superficial do períneo&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt;&lt;td width="20%"&gt;&lt;p align="left" style="line-height: 16px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 6px; margin-bottom: 6px; "&gt;&lt;font size="2" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;ramo perineal do n. pudendo&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt;&lt;td width="20%"&gt;&lt;p align="left" style="line-height: 16px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 6px; margin-bottom: 6px; "&gt;&lt;font size="2" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;tuberosidade isquiática&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt;&lt;td width="20%"&gt;&lt;p align="left" style="line-height: 16px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 6px; margin-bottom: 6px; "&gt;&lt;font size="2" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;centro tendíneo do períneo&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt;&lt;td width="20%"&gt;&lt;p align="left" style="line-height: 16px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 6px; margin-bottom: 6px; "&gt;&lt;font size="2" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;estabiliza o centro tendíneo do períneo&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="20%"&gt;&lt;p align="left" style="line-height: 16px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 6px; margin-bottom: 6px; "&gt;&lt;font size="2" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;m. bulboesponjoso&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt;&lt;td width="20%"&gt;&lt;p align="left" style="line-height: 16px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 6px; margin-bottom: 6px; "&gt;&lt;font size="2" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;ramo perineal do n. pudendo&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt;&lt;td width="20%"&gt;&lt;p align="left" style="line-height: 16px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 6px; margin-bottom: 6px; "&gt;&lt;font size="2" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;centro tendíneo do períneo e rafe mediana do bulbo do pênis (sexo masculino) ou centro tendíneo do períneo (sexo feminino)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt;&lt;td width="20%"&gt;&lt;p align="left" style="line-height: 16px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 6px; margin-bottom: 6px; "&gt;&lt;font size="2" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;fáscia do bulbo do pênis e corpos esponjoso e cavernosos (sexo masculino) ou fáscia do bulbo do vestíbulo (sexo feminino)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt;&lt;td width="20%"&gt;&lt;p align="left" style="line-height: 16px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 6px; margin-bottom: 6px; "&gt;&lt;font size="2" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;esvazia a uretra após a micção ou a ejaculação (sexo masculino) ou esfíncter vaginal (sexo feminino)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="20%"&gt;&lt;p align="left" style="line-height: 16px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 6px; margin-bottom: 6px; "&gt;&lt;font size="2" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;m. isquiocavernoso&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt;&lt;td width="20%"&gt;&lt;p align="left" style="line-height: 16px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 6px; margin-bottom: 6px; "&gt;&lt;font size="2" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;ramo perineal do n. pudendo&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt;&lt;td width="20%"&gt;&lt;p align="left" style="line-height: 16px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 6px; margin-bottom: 6px; "&gt;&lt;font size="2" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;tuberosidade isquiática e ramo do ísquio&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt;&lt;td width="20%"&gt;&lt;p align="left" style="line-height: 16px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 6px; margin-bottom: 6px; "&gt;&lt;font size="2" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;túnica albugínea dos corpos cavernosos&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt;&lt;td width="20%"&gt;&lt;p align="left" style="line-height: 16px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 6px; margin-bottom: 6px; "&gt;&lt;font size="2" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;fixa os ramos do pênis (ou do clitóris). Auxilia a ejaculação (sexo masculino) e a ereção do clitóris (sexo feminino).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="20%"&gt;&lt;p align="left" style="line-height: 16px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 6px; margin-bottom: 6px; "&gt;&lt;font size="2" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;m. transverso profundo do períneo&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt;&lt;td width="20%"&gt;&lt;p align="left" style="line-height: 16px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 6px; margin-bottom: 6px; "&gt;&lt;font size="2" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;ramo perineal do n. pudendo&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt;&lt;td width="20%"&gt;&lt;p align="left" style="line-height: 16px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 6px; margin-bottom: 6px; "&gt;&lt;font size="2" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;ramo do ísquio&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="20%"&gt; &lt;p align="left" style="line-height: 16px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 6px; margin-bottom: 6px; "&gt;&lt;font size="2" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;centro tendíneo do períneo&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="20%"&gt; &lt;p align="left" style="line-height: 16px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 6px; margin-bottom: 6px; "&gt;&lt;font size="2" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;estabiliza o centro tendíneo do períneo, fecha o hiato urogenital e participa da contenção visceral&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="20%"&gt;&lt;p align="left" style="line-height: 16px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 6px; margin-bottom: 6px; "&gt;&lt;font size="2" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;m. esfíncter da uretra&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt;&lt;td width="20%"&gt;&lt;p align="left" style="line-height: 16px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 6px; margin-bottom: 6px; "&gt;&lt;font size="2" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;ramo perineal do n. pudendo&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt;&lt;td width="20%"&gt;&lt;p align="left" style="line-height: 16px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 6px; margin-bottom: 6px; "&gt;&lt;font size="2" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;ligamento transverso do períneo (fibras superficiais), continuação das fibras contralaterais (fibras profundas)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt;&lt;td width="20%"&gt;&lt;p align="left" style="line-height: 16px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 6px; margin-bottom: 6px; "&gt;&lt;font size="2" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;centro tendíneo do períneo (fibras superficiais), continuação nas fibras contralaterais, envolvendo a uretra (fibras profundas). Além disto, no sexo feminino, também nas paredes vaginais&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt;&lt;td width="20%"&gt;&lt;p align="left" style="line-height: 16px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 6px; margin-bottom: 6px; "&gt;&lt;font size="2" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;participa do controle da micção&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/center&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-1748564796946543034?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/1748564796946543034'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/1748564796946543034'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2011/01/anatomia-do-trigono-urogenital.html' title='Anatomia do trígono urogenital'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-8356383845325347314</id><published>2011-01-27T06:09:00.001-08:00</published><updated>2011-01-27T06:09:45.487-08:00</updated><title type='text'>Ajudando a induzir o trabalho de parto</title><content type='html'>No final da gravidez vem a ansiedade: já se passaram cerca de 40 semanas e você não aguenta mais esperar para ver a carinha do bebê – muito menos para se ver livre do barrigão pesado. Quanto isso vai durar? Apesar das pesquisas científicas serem inconclusivas sobre a eficácia das estimulações naturais, médicos e doulas têm uma lista de procedimentos que você pode fazer para ajudar a chegar mais rápido a hora do parto.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A publicitária Anne Pires conhece estas recomendações de cor. Com a ajuda de uma doula e uma obstetra humanista, ela seguiu a cartilha à risca e conseguiu ter a Mariana do jeito que queria, depois de um trabalho de parto que teve caminhadas, exercícios na bola de pilates e até sexo. "Essas coisas foram importantíssimas para que eu pudesse ir para o hospital no momento certo. Pude permanecer no conforto da minha casa o tempo todo, tranqüila, pois tinha táticas para aliviar a dor, tinha a doula e minha família para me ajudar, acalentar e encorajar", conta.&lt;br&gt; &lt;br&gt;"Quando o bebê estiver pronto para nascer, a mãe vai entrar em trabalho de parto. Por isso, sempre dou uma lista de atividades prazerosas que, depois que o filho nascer, a mulher não vai poder fazer por um bom tempo – como ir ao cinema, jantar com o marido ou fazer uma visita ao cabeleireiro. Assim, a ansiedade fica um pouco controlada", aconselha Ana Cristina Duarte, obstetriz e coordenadora do GAMA (Grupo de Apoio à Maternidade Ativa). Ela também faz uma recomendação que vale desde o início da gestação. "Se você está decidida a fazer parto normal, procure um médico com alta taxa deste tipo de parto. Tenha certeza que, se ele tiver muitas cesarianas no currículo, vai induzir uma em você".&lt;br&gt; &lt;br&gt;E o que a grávida pode fazer para dar uma forcinha para a natureza? Leia algumas recomendações.&lt;br&gt;&lt;br&gt;1. Fazer exercícios físicos&lt;br&gt;&lt;br&gt;Para estimular o início das contrações é preciso mexer a musculatura em volta do útero. "Sempre falta comprar algumas coisinhas para o bebê que vai nascer. Que tal ir andar no shopping?", sugere Eduardo Zlotnik, ginecologista e obstetra do Hospital Albert Einstein, em São Paulo.&lt;br&gt; Você pode também fazer caminhadas perto de casa ou atividades físicas leves, como ioga ou natação (veja aqui outros exercícios recomendados para a grávida). Faça tudo em um ritmo confortável, com orientação do médico e por quanto tempo aguentar.&lt;br&gt; &lt;br&gt;2. Fazer sexo&lt;br&gt;&lt;br&gt;A relação sexual pode ajudar a induzir o parto de três formas. A primeira é pelo estímulo uterino que os orgasmos provocam. Segundo, pela liberação natural de ocitocina que a atividade gera – em induções clínicas, uma versão sintética deste hormônio é aplicada na gestante. Por último, o sêmen contém prostaglandina, que pode deixar o colo do útero melhor preparado para a dilatação. "Se tiver vontade, pode fazer todos os dias", diz a doula Cris Balzano – com permissão do médico, claro.&lt;br&gt; &lt;br&gt;3. Estimular os mamilos&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Massagens e beliscões suaves nos bicos dos seios estimulam a liberação de ocitocina, hormônio responsável pelas contrações", explica o ginecologista Eduardo. O recomendado é fazer a estimulação três vezes ao dia, por períodos de uma hora, alternando os lados.&lt;br&gt; &lt;br&gt;4. Aquecer-se&lt;br&gt;&lt;br&gt;A medicina chinesa prega que, para entrar em trabalho de parto, a mulher precisa estar rodeada de calor. Daí vem a ideia de ingerir comida apimentada. É uma ótima desculpa pra visitar aquele restaurante indiano ou mexicano que você adora. Mas cuidado: se você não estiver acostumada com pimenta, pode ter azia e irritação no intestino. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Outra forma de esquentar o corpo e, de quebra, ficar relaxada, são os banhos quentinhos. "Não exagere na temperatura, para não sentir tontura", lembra Cris. &lt;br&gt;&lt;br&gt;5. Fazer sessões de acupuntura&lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo diversas pesquisas feitas desde 1974 em grávidas em fase final de gestação, as agulhas introduzidas em pontos específicos do corpo diminuem o tempo do trabalho de parto. "É uma especialidade médica que surte efeito", garante Ana Cristina. Procure um médico acupunturista confiável, que tenha experiência com grávidas.&lt;br&gt; &lt;br&gt;6. Ter ajuda do obstetra&lt;br&gt;&lt;br&gt;Ainda sem entrar na área dos remédios químicos, o obstetra tem alguns truques pra acelerar o trabalho de parto. Mas eles só são indicados em casos especiais, quando o bebê ou a mãe correm sérios riscos se o nascimento demorar mais. "É possível descolar a bolsa introduzindo o dedo no colo do útero, induzindo as contrações, ou romper a bolsa amniótica", explica Eduardo.&lt;div&gt; &lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fonte: IG&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-8356383845325347314?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/8356383845325347314'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/8356383845325347314'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2011/01/ajudando-induzir-o-trabalho-de-parto.html' title='Ajudando a induzir o trabalho de parto'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-3734264153078875242</id><published>2011-01-17T04:59:00.001-08:00</published><updated>2011-01-17T04:59:47.289-08:00</updated><title type='text'>Exame ginecológico preventivo: Papanicolau</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; "&gt;&lt;dt&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;O exame ginecológico é um dos mais importantes exames para a saúde da mulher. É normal que existam medos e ansiedades para a sua realização. O objetivo deste artigo é responder a maioria das perguntas para que as mulheres possam entender COMO e PORQUE é realizado este exame.&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;&lt;br&gt;O exame é simples, e tem reduzido as mortes por câncer de colo de útero em 70 %, desde sua criação pelo Dr. George Papanicolau em 1940. O sucesso do teste é porque êle pode detectar doenças que ocorrem no colo do útero antes do desenvolvimento do câncer. O exame não é somente uma maneira de diagnosticar a doença mas serve principalmente para determinar o risco de uma mulher vir a desenvolver o câncer.&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;Quem pode e deve fazer o exame?&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;&lt;br&gt;Todas as mulheres com ou sem atividade sexual devem fazer o exame anualmente.&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;Qual a melhor época para fazê-lo?&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;&lt;br&gt;No mínimo uma semana antes de sua menstruação. Evite duchas, cremes vaginais, e relações sexuais tres dias antes do exame.&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;No que consiste o exame ginecológico ?&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;&lt;br&gt;O exame completo é constituído do exame das mamas ( aguarde artigo sobre este exame) e depois o exame ginecológico.&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;&lt;br&gt;Este é constituído pelo exame externo da vulva e depois a colocação de um espéculo na vagina para visualizar a vagina e o colo do útero.&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dt&gt; &lt;div align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;Mulheres virgens também devem ser examinadas ?&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;&lt;br&gt;Sim, existem diversas técnicas que permitem o exame de mulheres virgens. Avise o médico que você é virgem ANTES do exame.&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;O que o médico vê lá dentr ?&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;&lt;br&gt;O exame mostra o interior da vagina e o colo do útero.&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;&lt;img src="http://www.saudevidaonline.com.br/imagens/vagina.jpg" align="MIDDLE" width="282" height="128"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt; &lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;O que é o colo do útero?&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;&lt;br&gt;Colo do útero é a parte do útero que fica dentro da vagina.&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;/dt&gt; &lt;dt&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;&lt;i&gt;(Para visualizar melhor as imagens clique em cima delas)&lt;/i&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;Imagem normal do colo do útero.&lt;a href="http://www.saudevidaonline.com.br/ColoN.htm"&gt; &lt;img src="http://www.saudevidaonline.com.br/imagens/colonp.jpg" border="0" align="MIDDLE" width="44" height="57"&gt;&lt;/a&gt; Imagem do colo do útero com inflamação.&lt;a href="http://www.saudevidaonline.com.br/Colo2.htm"&gt; &lt;img src="http://www.saudevidaonline.com.br/imagens/colo2p.jpg" border="0" align="MIDDLE" width="65" height="66"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt; E o exame preventivo de câncer, o que é?&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;&lt;br&gt;Este exame é a colheita de material do colo do útero o qual é mandado para um laboratório especializado em citopatologia. Também é chamado de citologia oncótica, Papanicolau, e fora do Brasil é conhecido como Pap Test ou Pap Smear.&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;&lt;br&gt;Este exame pode ser complementado com a Colposcopia. (aguarde artigo sobre este exame)&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;Quais são os possíveis resultados?&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;&lt;br&gt;O resultado é normalmente fornecido em Classes de Papanicolau que variam de I a V e que devem ser interpretados exclusivamente por seu médico. Um exame classe V nem sempre quer dizer uma doença malígna.&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;Mas este exame só serve para isto?&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;&lt;br&gt;Não, a citologia serve para determinar outras condições de saúde de seu corpo tais como nível hormonal, e doenças da vagina e do colo do útero. Por isto é importante que seja o seu médico quem interprete o exame e lhe dê medicamentos específicos para estas alterações.&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;O exame dói?&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;&lt;br&gt;Não. É preciso estar relaxada. Converse com seu médico se estiver com medo.&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;Onde fazer o exame?&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;&lt;br&gt;Se você tem um convênio médico ou usa um médico particular marque uma consulta com seu médico ginecologista de confiança.&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;&lt;br&gt;Este exame também pode ser feito gratuitamente em qualquer Unidade Básica de Saúde do Sistema Único de Saúde e também em todas as Faculdades de Medicina do Brasil. Procure por um Serviço de Saúde da Mulher.&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;/dt&gt;&lt;/span&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-3734264153078875242?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/3734264153078875242'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/3734264153078875242'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2011/01/exame-ginecologico-preventivo.html' title='Exame ginecológico preventivo: Papanicolau'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-2985173122075204394</id><published>2011-01-13T11:50:00.000-08:00</published><updated>2011-01-13T11:51:01.493-08:00</updated><title type='text'>Sintomas de disfunção no trato urinário inferior</title><content type='html'>Medidas de freqüência, gravidade e impacto dos sintomas do trato urinário inferior:&lt;br&gt; &lt;br&gt;O registro dos eventos micçionais pode ser feito de três maneiras:&lt;br&gt; &lt;br&gt;·        Tabela miccional: registra o número de micções, diurnas e noturnas, por um período de pelo menos 24h.&lt;br&gt; &lt;br&gt;·        Tabela de volume e freqüência: registra o volume e o tempo de cada micção, diurna e noturna, por no mínimo 24h.&lt;br&gt;&lt;br&gt;·         Diário vesical: registra o número de micções, seu volume,  episódios de incontinência, uso de absorventes, ingesta de fluidos, grau  de urgência e de incontinência.&lt;br&gt;&lt;br&gt;As seguintes medidas podem ser obtidas nas tabelas de volume e frequência e no diário vesical:&lt;br&gt; &lt;br&gt;·         Freqüência diurna: é o número de micções durante o período em  que a paciente está acordada, e inclui a última micção antes de dormir.&lt;br&gt;&lt;br&gt;·         Noctúria: número de micções durante o período de sono noturno.  Cada micção deve ser precedida e seguida por um período de sono.&lt;br&gt;&lt;br&gt;·        Freqüência de 24h: é a freqüência diurna somada ao número de episódios de noctúria durante um período de 24 horas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;·         Produção de 24h: é o volume total urinado em 24h. Geralmente  inicia-se após a primeira micção e termina incluindo a primeira micção  da manhã seguinte.&lt;br&gt;&lt;br&gt;·        Poliúria: é quando o volume urinado é superior a 2,8 litros em 24h (em adultos).&lt;br&gt;&lt;br&gt;·         Volume urinário noturno: é o volume urinado após o sono e ao  levantar com intenção de urinar, portanto exclui a última micção antes  de dormir, mas inclui a primeira micção ao levantar.&lt;br&gt;&lt;br&gt;·         Poliúria noturna: está presente quando uma proporção maior do volume  urinado em 24 horas ocorre no período noturno (superior a 20% em adultos  jovens e 33% em maiores de 65 anos).&lt;br&gt;&lt;br&gt;·        Volume máximo  urinado: é o maior volume urinado durante uma micção, registrado em uma  tabela de volume e freqüência ou diário vesical.&lt;br&gt; &lt;br&gt;2-     O exame  físico é essencial no manejo do paciente com disfunção do trato urinário  inferior e deve incluir todos os passos do exame convencional, exame  ginecológico e exame neurológico. Alguns sinais podem ser observados  durante o exame físico:&lt;br&gt; &lt;br&gt;·        Exame abdominal:  a bexiga pode ser percebida durante a palpação abdominal ou percussão supra-púbica&lt;br&gt; &lt;br&gt;·         Inspeção genital/perineal: permite a descrição das  características da pele, alterações anatômicas e observação de  incontinência.&lt;br&gt; &lt;br&gt;-         Incontinência urinária (sinal): é a perda de urina observada ao exame, podendo ser uretral ou extra – uretral.&lt;br&gt;&lt;br&gt;-          Incontinência urinária de esforço (sinal): é a percepção, ao  exame, da perda de urina através da uretra sincrônica a uma manobra de  esforço (espirro, tosse, Valsalva).&lt;br&gt;&lt;br&gt;-         Incontinência extra – uretral: é a observação de perda de urina por outro canal que não seja a uretra.&lt;br&gt;&lt;br&gt;-          Incontinência não categorizada: é a perda de urina verificada  durante o exame, que não pode ser classificada em nenhuma das categorias  prévias.&lt;br&gt; &lt;br&gt;·        Exame vaginal: permite a descrição de alterações anatômicas e avaliação da função dos músculos do assoalho pélvico.&lt;br&gt; &lt;br&gt;-         Prolapso de órgãos pélvicos: é a descida de uma ou mais das estruturas descritas abaixo.&lt;br&gt; &lt;br&gt;-         Prolapso da parede vaginal anterior: é a descida da parede vaginal anterior.&lt;br&gt;&lt;br&gt;-         Prolapso do segmento apical da vagina (colo uterino ou cúpula vaginal): é a queda do colo uterino ou cúpula vaginal.&lt;br&gt; &lt;br&gt;-         Prolapso da parede vaginal posterior: é a descida de qualquer ponto da parede vaginal posterior.&lt;br&gt; &lt;br&gt;·         Função da musculatura do assoalho pélvico: pode ser avaliada  pela inspeção visual, palpação, eletromiografia ou perineometria. Os  fatores a serem avaliados incluem força, duração da contração, amplitude  e reprodutibilidade. No exame de toque em repouso e/ou durante   contração voluntária pode ser classificada em forte, fraca ou ausente.&lt;br&gt; &lt;br&gt;·        Exame retal: permite a avaliação da função da musculatura do assoalho pélvico em crianças e homens.&lt;br&gt; &lt;br&gt;3-  Pad teste: utilizado para quantificar a perda de urina nos episódios de  incontinência. Os métodos variam do teste provocativo curto até o teste  de 24h.     &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-2985173122075204394?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/2985173122075204394'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/2985173122075204394'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2011/01/sintomas-de-disfuncao-no-trato-urinario.html' title='Sintomas de disfunção no trato urinário inferior'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-2564588843843874009</id><published>2011-01-03T21:17:00.001-08:00</published><updated>2011-01-03T21:17:42.411-08:00</updated><title type='text'>Disfunção Sexual no Diabetes</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;É lugar comum a associação diabetes e impotência sexual. O melhor exemplo é o fato daqueles diabéticos que não percebem os sintomas da hiperglicemia (um grande número), no temor de falhar sexualmente, seu motivo para se tratarem. Mas qual a amplitude do problema? Quem responde a questão é o especialista em endocrinologia do Centro de Atenção ao Diabético do Hospital Belo Horizonte, Dr. Eduardo Ribeiro Mundim.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&amp;quot;A disfunção sexual acompanha o ser humano desde o início de sua história, e afeta homens e mulheres, em qualquer idade a partir da adolescência&amp;quot;, segundo o especialista. &amp;quot;A sua avaliação, contudo, é problema complicado&amp;quot;, pondera. Enquanto os homens, por tenderem, aparentemente, a alardear seus feitos temem a impotência, as mulheres, também por efeito da cultura (que vai variar, conforme a região geográfica, nível cultural, estrato sócio-econômico), tendem a se calar, mesmo quando não conseguem ser orgásticas.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Eduardo Mundim explica que a princípio, &amp;quot;... o principal problema apresentado pelos homens é a impotência. Mas, sob este termo, não é apenas a disfunção erétil (ou seja, a dificuldade ou a incapacidade permanente de se obter ereção) que surge: despontam a ejaculação precoce, a falta de diálogo entre parceiros, a ausência de sintonia sexual&amp;quot;. Estes três últimos não são privilégio do diabético, mas de qualquer homem. A disfunção erétil também não acomete apenas os diabéticos, mas diversos problemas de saúde podem se complicar com ela: tabagismo, disfunções neurológicas, acidentes, insuficiência renal, entre outros.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Mecanismos&lt;br&gt;&lt;br&gt;O especialista explica que o mecanismo de ereção é composto de duas fases: a elétrica e a hidráulica. A fase elétrica corresponde à estimulação do sistema nervoso periférico, tanto pelo tato, quanto pelo cérebro. Ela dispara o mecanismo hidráulico, a retenção de sangue dentro do pênis, que é o mecanismo eretor. A disfunção erétil pode ser causada por danos, tanto em uma fase quanto na outra. No diabético, aneuropatia periférica e a arteriosclerose dos vasos penianos são, habitualmente, conseqüências dahiperglicemia persistente. A neuropatia pode destruir o mecanismo elétrico, e a arteriosclerose, o hidráulico.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Freqüentemente ocorre uma disfunção erétil transitória, quando a pessoa se descobre diabética. Esta, habitualmente, relaciona-se com a hiperglicemia daquele momento particular da vida ou mesmo com o sentimento de impotência frente à vida, desencadeado pela notícia da doença crônica, sendo revertida com a normalização. Contudo, ...&amp;quot;o mau controle glicêmico, com suas alterações metabólicas persistentes resultantes, leva, ao longo de vários anos, aos danos, permanentes&amp;quot;, ratifica o médico.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Se não foi possível evitar alguns desses danos, seja pelo diagnóstico tardio do diabetes, seja pela dificuldade em atingir a glicose normal, restam algumas medicações e o uso de próteses. As indicações, tanto para um, quanto para outro tratamento, devem ser analisadas caso a caso.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Os tratamentos hoje disponíveis não resolvem todos os problemas orgânicos. Tão pouco os da ordem do relacionamento humano; e não resta dúvida, o cérebro é o órgão sexual humano mais importante. &amp;quot;A prevenção dos problemas orgânicos, como também dos relacionais é a melhor tática. Ela é efetiva em boa porcentagem dos casos, e consiste em: manter a glicose dentro do normal e afastar outros fatores de risco, como cigarro e alguns tipos de medicamentos&amp;quot;, finaliza. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-2564588843843874009?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/2564588843843874009'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/2564588843843874009'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2011/01/disfuncao-sexual-no-diabetes.html' title='Disfunção Sexual no Diabetes'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-5527129667169459098</id><published>2010-12-21T09:14:00.001-08:00</published><updated>2010-12-21T09:14:37.798-08:00</updated><title type='text'>O que é dispareunia?</title><content type='html'>&lt;b&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;&lt;/p&gt; &lt;/b&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;A dispareunia é um transtorno sexual caracterizado pela  sensação de dor genital durante o ato sexual. Pode ocorrer tanto em homens  quanto em mulheres, mas é mais comum entre as mulheres. A dor geralmente é  sentida durante o ato sexual, mas pode ocorrer também antes e depois do  intercurso. As mulheres podem descrever a dor como uma sensação superficial, ou  até mesmo profunda; e a intensidade pode variar de um leve desconforto até uma  forte dor aguda. É mais freqüente do que se pensa, podendo atingir até 50% das  mulheres com vida sexual ativa.&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;Para que o distúrbio seja denominado dispareunia, a dor deve  provocar sofrimento ou dificuldade nas relações interpessoais e não ser causada  exclusivamente pela falta de lubrificação vaginal, por vaginismo (contrações  involuntárias dos músculos da vagina), por condições médicas gerais ou pela ação  de substâncias ou medicamentos. A dispareunia leva frequentemente à rejeição ao  ato sexual, com conseqüências graves para o relacionamento atual e  comprometimento dos futuros, diminuindo o desejo sexual em diversos graus. &lt;/p&gt; &lt;b&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;&lt;a name="Quais são os tipos de dispareunia"&gt;Quais são os  tipos de dispareunia?&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;/b&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;Podemos encontrar os seguintes tipos:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;• Primária: quando acontece desde a primeira relação ou tentativa de relação  sexual;&lt;br&gt; • Secundária: as relações sexuais eram normais e, a partir de determinada época,  passaram a causar desconforto/dor;&lt;br&gt; • Situacional: a dispareunia ocorre apenas em determinadas ocasiões ou certos  parceiros;&lt;br&gt; • Generalizada: a mulher é incapaz de conseguir qualquer tipo de penetração, sem  que essa se acompanhe de desconforto.&lt;/p&gt; &lt;b&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;&lt;a name="O que causa a dispareunia"&gt;O que causa a  dispareunia?&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;/b&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;A dispareunia pode ser causada por fatores orgânicos ou  psicológicos. Importante destacar que o distúrbio se origina na interação de um  conjunto de fatores e não de uma causa isolada. Destacamos os seguintes:&lt;/p&gt; &lt;i&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;Fatores Orgânicos&lt;/p&gt; &lt;/i&gt; &lt;p&gt;• Infecções genitais, tais como candidíase (monilíase), tricomoníase, etc.&lt;br&gt; • Doenças de pele que acometem a região genital: foliculite, pediculose púbica  (&amp;quot;chato&amp;quot;), psoríase;&lt;br&gt; • Doenças sexualmente transmissíveis, como cancro mole, granuloma inguinal, etc;&lt;br&gt; • Infecção ou irritação do clitóris;&lt;br&gt; • Doenças que acometem o ânus;&lt;br&gt; • Irritação ou infecção urinária;&lt;br&gt; • Nos homens, podemos destacar a fimose, doenças de pele, herpes genital,  doenças do testículo e da próstata.&lt;/p&gt; &lt;i&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;Fatores Psicológicos&lt;/p&gt; &lt;/i&gt; &lt;p&gt;• Dificuldade em compreender e aceitar a sexualidade de uma maneira saudável;&lt;br&gt; • Crenças morais e religiosas muito rígidas;&lt;br&gt; • Educação repressora;&lt;br&gt; • Medos e tabus irracionais quanto ao contexto sexual;&lt;br&gt; • Falta de desejo em fazer sexo com o(a) parceiro(a);&lt;br&gt; • Medo de machucar o bebê, quando durante a gestação;&lt;br&gt; • Falta de informação;&lt;br&gt; • Traumas infantis relacionados à sexualidade;&lt;br&gt; • Sentimento de culpa na vivência da sexualidade.&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;Em uma relação sexual onde a mulher está preocupada, triste,  assustada, sejam esses motivos desencadeados por fatores internos ou externos,  ela não tem condições de se excitar. Para que isso ocorra, ela precisa estar  bem, presente naquele momento da relação. Com a excitação ela ficará  lubrificada, o que proporcionará conforto durante o ato em si. Por outro lado, a  mulher mal estimulada, com sentimentos ruins relacionados ao encontro sexual,  não se excitará adequadamente. Sem excitação não haverá boa lubrificação, logo  ela sentirá dor ao ser penetrada. Isso tornará a relação empobrecida, desgastada  para o casal, e assim, os conflitos na relação se agravarão cada vez mais. A  mulher, com medo de sentir dor novamente na relação, vai evitar o encontro  sexual. E novamente o conflito poderá aparecer. Isso tenderá a se tornar um  ciclo vicioso, no qual a dor gera medo, o medo gera tensão, e esta gera dor  ainda maior.&lt;/p&gt; &lt;b&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;&lt;a name="Acho que tenho esse problema, o que devo fazer"&gt;Acho  que tenho esse problema, o que devo fazer?&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;/b&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;O primeiro passo é consultar um médico. No caso das mulheres,  a maioria desses pacientes, o ginecologista é o primeiro profissional a ser  consultado. O médico conversará com a paciente e tentará identificar fatores  psicológicos e outros que possam estar afetando sua vida sexual. O exame físico  completo ajudará na detecção de fatores orgânicos relevantes para o caso. Ele  será capaz de fazer o diagnóstico e iniciar o tratamento, podendo encaminhar a  pacientes para outros profissionais, caso julgue necessário.&lt;/p&gt; &lt;b&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;&lt;a name="Como é feito o tratamento"&gt;Como é feito o  tratamento?&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;/b&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;A consulta média é de extrema importância porque ele será  capaz de detectar possíveis fatores orgânicos, que poderão ser tratados. A  abordagem dos fatores psicológicos pode ser feita por vários profissionais,  sendo o mais indicado o terapeuta sexual. &lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;O tratamento inclui a psicoterapia que tem como objetivo um  maior conhecimento de si própria, de seu corpo, sua forma de lidar com o mundo.  E, em geral, é muito agradável para a mulher. Pra ela se dar conta de como lida  com o próprio corpo, alguns exercícios podem ser indicados; os quais podem ser  feitos sozinhos mesmo e às vezes é o mais indicado, pois alguns parceiros podem  atrapalhar o acompanhamento.&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;Por ser uma síndrome psicofisiológica – conjunto de problemas  físicos e psicológicos -, não adianta olhar a mulher somente como um organismo  ou somente como um ser psíquico. Os dois atuam juntos ao mesmo tempo. Assim, uma  equipe de vários profissionais (ginecologista, urologista e psicoterapeuta)  também se faz, na maioria das vezes, necessária. &lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-5527129667169459098?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/5527129667169459098'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/5527129667169459098'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2010/12/o-que-e-dispareunia.html' title='O que é dispareunia?'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-6868745628042033678</id><published>2010-12-14T05:56:00.001-08:00</published><updated>2010-12-14T05:56:31.482-08:00</updated><title type='text'>Impotência sexual dobra o risco de doença cardíaca em “quarentões”</title><content type='html'>Homens que apresentam  disfunção erétil ainda jovens,  entre 40 e 49 anos de idade, têm duas vezes  maior risco de  desenvolverem doença cardíaca do que homens com função sexual  normal,  segundo estudo da Mayo Clinic, nos Estados Unidos. De acordo com os   autores, de forma geral, a impotência sexual aumenta em 80% os riscos de  doença  cardíaca, e esse efeito é maior entre os mais jovens. &lt;p align="justify"&gt;A disfunção erétil é um  problema comum, e sua  prevalência aumenta com a idade. Afeta de 5% a 10% dos  homens com 40  anos de idade, e de 40% a 60% daqueles com 70 anos. E os  resultados do  novo estudo sugerem que médicos e pacientes jovens devem  considerar o  problema como um indicador do risco de doença coronariana cardíaca,   tomando medidas adequadas para preveni-lo. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;No estudo, acompanhando, por  dez anos, mais de 1,4  mil homens sem problemas cardíacos prévios, os  pesquisadores  registraram uma prevalência de 2,4% na faixa etária entre 40 e 49  anos;  5,6% em homens de 50 a  59 anos; 17% entre 60 e 69 anos; e quase 39% em  homens com 70 anos ou mais. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Avaliando a relação entre  doença cardíaca e  impotência, os especialistas descobriram que homens com  disfunção  erétil tinham 80% maior chances de desenvolverem doença coronariana   cardíaca, comparados com aqueles que não tinham impotência sexual. E o  maior  risco de nova doença cardíaca foi registrado nos participantes  mais jovens que  apresentavam a disfunção. No grupo e 40 a 49 anos, a  incidência de doença cardíaca,  que seria normalmente de 0,94 por mil,  era de 48,52 por mil naqueles com  impotência.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Entre os mais velhos, a  relação também seria  estatisticamente significativa, porém a diferença não era  tão marcante  como a apresentada por homens com idades entre 40 e 49 anos. "Em homens   mais velhos, a disfunção erétil pode ser de menos importância  prognóstica para  o desenvolvimento de futura doença cardíaca",  ressaltaram os autores.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;O estudo não explica as razões  da relação, mas os  especialistas teorizam que ambos as condições são  manifestações do  mesmo processo de "adoecimento" cardiovascular. Uma placa de  gordura  que pode bloquear as artérias em torno do coração poderia,   inicialmente, estreitar os pequenos vasos sanguíneos do pênis, causando   dificuldades de ereção. Da mesma forma, a perda da elasticidade dos  vasos  poderia causar ambos os problemas.&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-6868745628042033678?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/6868745628042033678'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/6868745628042033678'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2010/12/impot%C3%AAncia-sexual-dobra-o-risco-de.html' title='Impotência sexual dobra o risco de doença cardíaca em “quarentões”'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-318741712344285467</id><published>2010-12-07T09:40:00.001-08:00</published><updated>2010-12-07T09:40:51.365-08:00</updated><title type='text'>Uretrite</title><content type='html'>&amp;quot;Uretrite é o nome dado às doenças inflamatórias e infecciosas da uretra, a qual é um canal que conduz a urina desde a bexiga até o meio externo. Pode acometer tanto os homens quanto as mulheres, porém as últimas apresentam um risco maior. Possui uma grande importância, pois pode representar uma doença sexualmente transmissível, como a gonorréia. Assim, é essencial a procura do médico caso o indivíduo apresente os sintomas da doença, já pode evoluir com complicações graves.&amp;quot;&lt;br&gt; &lt;br&gt;Uretrites inflamatórias&lt;br&gt;&lt;br&gt;Esse tipo de uretrite não está associado à infecção, originando-se, na maioria das vezes, de traumatismo externo ou interno. No primeiro caso, podemos citar como exemplo o ato de ordenhar a uretra após urinar e também o ato de masturbar-se, pois devemos lembrar que a uretra é extremamente sensível. Geralmente são casos leves e transitórios.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O traumatismo interno está associado ao uso de sondas ou instrumentos cirúrgicos através da uretra, em indivíduos hospitalizados e/ou submetidos a cirurgias urológicas. Esses casos podem ser mais graves, necessitando de tratamento específico dependendo da causa.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Uretrites infecciosas&lt;br&gt;&lt;br&gt;Esse é o tipo do qual falaremos neste artigo, pois representa uma parcela importante de casos e é o que gera mais sintomas, alarmando o indivíduo. São causadas pela infecção da uretra por vários tipos de microorganismos: bactérias, fungos, vírus. As mais comuns são as bacterianas.&lt;br&gt; &lt;br&gt;As uretrites infecciosas são doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), mas podem estar associadas apenas a um quadro de infecção urinária. Nesse último caso, as mulheres apresentam maior risco, pois a uretra feminina é mais curta e sua abertura para o meio externo está próxima ao ânus; isso é importante, já que as principais bactérias envolvidas na infecção urinária são originadas do intestino.&lt;br&gt; &lt;br&gt;No caso das DSTs, as mais importantes são a gonorréia (blenorragia) e as infecções por dois microorganismos chamados Chlamydia trachomatis e Ureaplasma urealyticum. A gonorréia é extremamente conhecida, sendo causada por uma bactéria que tem o nome de Neisseria gonorrhoeae. Nas DSTs, essas bactérias atingem a uretra durante o ato sexual com um parceiro infectado, o qual muitas vezes não apresenta nenhum sintoma e nem sabe que é portador da bactéria.&lt;br&gt; &lt;br&gt;No homem que apresenta uretrite infecciosa, é bastante provável que se trate de gonorréia; já nas mulheres, essa bactéria pode atacar além da uretra, o colo do útero, as tubas uterinas e os ovários, levando a doença mais grave.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Quais são os sintomas?&lt;br&gt;&lt;br&gt;Na gonorréia, o indivíduo apresenta um corrimento uretral (secreção na uretra) com pus, principalmente pela manhã, podendo sujar a roupa íntima. Na uretrite não-gonocócica, essa secreção pode não existir e, quando presente, é mais clara e em menor quantidade.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A dor e/ou ardência ao urinar é outro sintoma bastante comum. A pessoa também apresenta vontade freqüente de urinar, às vezes com sensação de urgência (a pessoa sente que tem que urinar naquele momento). Outro sintoma seria a coceira após urinar. A presença de sintomas parecidos no(a) parceiro(a) ajuda a diagnosticar a doença, mas isso nem sempre ocorre.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O indivíduo com gonorréia apresenta mais sintomas que o com uretrite não-gonocócica, sendo que nesse último caso a pessoa pode ser completamente assintomática. Isso é importante porque ela acaba sendo uma fonte de contaminação para outras pessoas, em caso de relação sexual desprotegida, já que não sabe que está doente.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A gonorréia, quando não tratada, pode levar a complicações graves. Uma delas é o estreitamento da uretra, a qual dificulta o ato de urinar. Esse estreitamento permite que haja infecção da região mais interna da uretra, podendo desenvolver-se um abscesso (coleção de pus). Outra complicação, em mulheres, seria a infertilidade, quando a doença &amp;quot;sobe&amp;quot; pelo sistema genital e afeta o útero, as tubas uterinas e os ovários.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Como é feito o diagnóstico?&lt;br&gt;&lt;br&gt;Na presença de sintomas como os descritos acima, é fundamental consultar-se com um médico. Apenas com esses sintomas já é possível definir-se qual o provável diagnóstico, muitas vezes passando-se diretamente para o tratamento, sem necessidade de exames de laboratório.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Se o indivíduo apresenta secreção na uretra, ela deve ser coletada com instrumento adequado, e enviada para o laboratório. Pelos exames é possível detectar qual a bactéria envolvida, indicando-se o tratamento mais adequado.&lt;br&gt; &lt;br&gt;E o tratamento?&lt;br&gt;&lt;br&gt;O tratamento baseia-se no uso de antibióticos, de acordo com a causa identificada. Podem ser utilizados em dose única ou em várias doses, por alguns dias. Em alguns casos é importante tratar também o parceiro, mesmo que assintomático, para evitar que o indivíduo seja contaminado novamente. Devemos ressaltar novamente a importância do tratamento, pois como vimos, quando não tratada, a gonorréia pode evoluir com complicações graves.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Prevenção&lt;br&gt;&lt;br&gt;Como vimos, as uretrites infecciosas podem ser classificadas como DSTs, assim a sua prevenção pode ser conseguida pelo uso de preservativo durante a relação sexual. Outra medida é o tratamento de todas as pessoas infectadas, para interromper a cadeia da transmissão do microorganismo. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-318741712344285467?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/318741712344285467'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/318741712344285467'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2010/12/uretrite.html' title='Uretrite'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-8492331695718564674</id><published>2010-11-29T07:35:00.001-08:00</published><updated>2010-11-29T07:35:18.152-08:00</updated><title type='text'>Principais distúrbios sexuais</title><content type='html'>&lt;div id="ctl00_ctl00_body_corpoPagina_materia1_lstTextos_ctrl0_tMateria"&gt;                 &lt;p class="TxtCorridoMateria TxtFlx"&gt;Mesmo com maior  acesso a tratamentos e informações, os distúrbios do sexo são hoje muito  comuns para homens e mulheres de todas as idades. Muitos deles têm  relação com aspectos psicológicos, de saúde e estilo de vida, o que  aponta relações com alguns problemas da vida moderna. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Os números  impressionam: de acordo com um estudo recente da Universidade de Nova  Jersey, nos Estados Unidos, cerca de dois terços das mulheres relatam  algum grau de disfunção sexual feminina, que abarca distúrbios como  falta de desejo, problemas de excitação, falta de lubrificação,  dificuldade para atingir o &lt;a href="http://msn.minhavida.com.br/silos.htm?tema=orgasmo&amp;amp;secCodigo=4" target="_blank"&gt;orgasmo&lt;/a&gt;, falta de satisfação e dor durante o ato sexual.&lt;/p&gt;             &lt;/div&gt;                      &lt;img title="Casal - Foto: Getty Images" class="FotoEsqMat" src="http://images.minhavida.com.br/imagensConteudo/11767/casal-sexo_11767_17049.jpg" alt="Casal - Foto: Getty Images" style="border-width: 0px;"&gt;             &lt;div id="ctl00_ctl00_body_corpoPagina_materia1_lstTextos_ctrl1_tMateria"&gt;                 &lt;strong&gt;Ejaculação precoce&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;p class="TxtCorridoMateria TxtFlx"&gt;Estima-se  que um em cada quatro brasileiros sofram do problema, que se  caracteriza quando o homem não consegue controlar a ejaculação. &amp;quot;Às  vezes, o pênis nem chega a enrijecer, somente o movimento de aproximação  e o toque do lençol já são suficientes para que termine o que deveria  ser muito bom e prazeroso. Por vezes, o homem mantém a ereção por alguns  minutos, começa a penetrar, mas logo ejacula, ficando insatisfeito e  deixando a parceira na mesma situação, explica Archimedes Nardozza ,  presidente da Sociedade Brasileira de Urologia e médico do Hospital São  Luis.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Comum na juventude, em encontros com parceiros novos ou  após algum tempo de abstinência, ela se torna doença quando se estende  pela maturidade comprometendo a vida sexual do homem na maioria, senão  em todas relações sexuais que pratica. Com mais de 80% dos casos com  origem emocional, o transtorno sexual tem cura e requer atenção  redobrada já que pode desencadear males como a disfunção erétil e a  depressão, além de prejudicar a vida sexual do casal. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Não há uma duração considerada ideal para medir o momento certo da &lt;a href="http://msn.minhavida.com.br/silos.htm?tema=ejacula%C3%A7%C3%A3o&amp;amp;secCodigo=4" target="_blank"&gt;ejaculação&lt;/a&gt;,  já que o que conta é a satisfação do casal durante o sexo. &amp;quot;Não existe  um tempo específico antes de ejacular para definir esse problema sexual.  Costuma-se seguir um padrão de cinco minutos após a penetração ou,  antes que ela ocorra, para identificar o problema. Mas a definição está  tanto na sua percepção quanto na do parceiro de que a ejaculação foi  mais rápida do que o esperado&amp;quot;, explica o especialista em saúde  masculina Érico Roldave. &amp;quot;Sentimentos de culpa e ansiedade se tornam uma  constante quando o problema é crônico e isso pode trazer dificuldades  maiores como a disfunção erétil (impotência) e a perda de intimidade no  casal&amp;quot;, continua Érico. &lt;/p&gt;             &lt;/div&gt;                                   &lt;div id="ctl00_ctl00_body_corpoPagina_materia1_lstTextos_ctrl2_tMateria"&gt;                 &lt;strong&gt;Impotência sexual&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;p class="TxtCorridoMateria TxtFlx"&gt; As causas que envolvem a disfunção erétil  ainda são um tabu para a maioria dos homens. Um recente estudo  apresentado em Bruxelas (Bélgica) durante o Congresso das Sociedades  Europeia e Internacional de Medicina Sexual mostra que 50% dos homens  desconhecem as causas da disfunção erétil. Entre os 174 entrevistados,  70% afirmaram que teriam procurado o médico mais rapidamente se  soubessem que o problema pode estar ligado à doenças como diabetes,  hipertensão e síndrome metabólica. A disfunção atinge mais de 150  milhões de homens em todo o mundo e, em 64% dos casos, está associada a  doenças crônicas. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo o urologista Helder Machado, chefe do  Serviço de Urologia do Hospital Orêncio de Freitas, em Niterói (RJ),  grande parte dos homens só procura o médico quando já não consegue mais  manter ereções suficientes para a penetração. &amp;quot;A maioria sente vergonha  da disfunção erétil e chega ao consultório estimulado pela parceira ou  quando a relação conjugal está deteriorada&amp;quot;, diz o especialista.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo  o urologista, é importante que o homem se informe e esteja ciente sobre  a ligação da disfunção erétil com doenças crônicas como diabetes,  hipertensão e obesidade. &amp;quot;A dificuldade de ereção é vista como um  marcador para a síndrome metabólica e outros males que podem estar  relacionados à queda dos níveis de testosterona&amp;quot;, explica. &amp;quot;Portanto, é  interessante que o paciente com problemas de ereção faça a checagem de  testosterona também&amp;quot;, completa o médico.  &lt;/p&gt;             &lt;/div&gt;                      &lt;img title="Sexo - Foto: Getty Images" class="FotoDirMat" src="http://images.minhavida.com.br/imagensConteudo/11767/s3_11767_17051.jpg" alt="Sexo - Foto: Getty Images" style="border-width: 0px;"&gt;             &lt;div id="ctl00_ctl00_body_corpoPagina_materia1_lstTextos_ctrl3_tMateria"&gt;                 &lt;strong&gt;Orgasmo: um mistério?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;p class="TxtCorridoMateria TxtFlx"&gt;  O orgasmo feminino ainda é uma grande dificuldade para boa parte das  mulheres e um mistério para os homens. Dados da Secretaria da Saúde do  Estado de São Paulo apontam que 18,2% das brasileiras recebem o  diagnóstico de anorgasmia (ausência de orgasmo) e 5,2% de inibição  sexual generalizada, que aponta para problemas de excitação durante as  relações sexuais. Mas por que tantas dificuldades para chegar ao  orgasmo?&lt;br&gt;&lt;br&gt; De acordo com a terapeuta sexual Tânia das Graças  Mauadie Santana, coordenadora do Centro de Referência e Especialização  em Sexologia (Cresex), o que mais pesa nessa situação é o lado  psicológico da mulher. &amp;quot;A grande maioria dos diagnósticos de distúrbios  sexuais é de natureza psicológica, social ou cultural. Somente 13% das  pacientes têm problemas de natureza orgânica, como alterações hormonais  ou distúrbios originados por alguma doença&amp;quot;, explica.  &lt;/p&gt;             &lt;/div&gt;                      &lt;img title="Sexo - Foto: Getty Images" class="FotoEsqMat" src="http://images.minhavida.com.br/imagensConteudo/11767/s4_11767_17052.jpg" alt="Sexo - Foto: Getty Images" style="border-width: 0px;"&gt;             &lt;div id="ctl00_ctl00_body_corpoPagina_materia1_lstTextos_ctrl4_tMateria"&gt;                 &lt;strong&gt;Falta de desejo sexual&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;p class="TxtCorridoMateria TxtFlx"&gt;  Muitos fatores podem estar por trás na baixa do desejo sexual, quando o  problema não é alguma falha no &amp;quot;funcionamento&amp;quot; sexual ou no orgasmo,  mas sim a falta de vontade, inclusive para pensar no assunto. De acordo  com o psicólogo e sexólogo Paulo Bonança, desestabilizações hormonais,  uma rotina conturbada que gera cansaço e estresse e a relação com o  companheiro são os principais fatores ligados à disfunção no desejo  sexual. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Para muitos homens, o Viagra solucionou um dos maiores  problemas sexuais, a disfunção erétil. No entanto, o remédio não  funciona sem o desejo nem atua sobre seus mecanismos. Homens  insatisfeitos com o desempenho, que creditam seu problema à disfunção  erétil, experimentam a pílula azul por contra própria e, decepcionados  com os resultados, acabam batendo à porta dos consultórios.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Nas  mulheres, a falta de desejo sexual pode chegar ao limite da patologia,  mas é mais difícil de ser detectada. &amp;quot;A mulher vive sob influência de  ciclos e é muito suscetível às diferentes fases pelas quais passa:  menstruação, gravidez, menopausa. Por isso, o desejo delas por sexo  varia de acordo com esses ciclos. É natural, mas a mulher precisa ficar  atenta, caso isso se repita por muito tempo&amp;quot;, explica a psicóloga e  sexóloga Maria Claudia Lordello, do projeto Afrodite, da Unifesp.   No entanto, essa disfunção, chamada de desejo sexual hipoativo (DSH), é  mais comum do que se imagina, atingindo 35% das mulheres brasileiras.  Mas a DSH não acontece de uma hora para outra. Normalmente, as mulheres  que sofrem com a síndrome perdem gradativamente a vontade sexual. As  causas dessa diminuição podem ser tanto físicas como psicológicas e  necessita de acompanhamento especializado.  &lt;/p&gt;             &lt;/div&gt;                                   &lt;div id="ctl00_ctl00_body_corpoPagina_materia1_lstTextos_ctrl5_tMateria"&gt;                 &lt;strong&gt;Compulsão por sexo&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;p class="TxtCorridoMateria TxtFlx"&gt;  Quando o desejo sexual foge ao controle e gera atitudes autodestrutivas  e, assim como a dependência por drogas ou por jogos de azar, necessita  de tratamento. Uma das características dos viciados em sexo é a de estar  sempre pensando ou fantasiando algo relacionado a sexualidade. &amp;quot;São  pensamentos constantes, que deixam a pessoa inquieta&amp;quot;, explica a  psicóloga e terapeuta sexual do ISEXP, (Instituto Brasileiro  Interdisciplinar de Sexologia e Medicina Psicossomática) Arlete  Gavranic.  Mas como saber se seu comportamento é inofensivo ou caracteriza  compulsão?&lt;br&gt;&lt;br&gt;A terapeuta esclarece que o sexo patológico fica  evidente quando esse desejo passa a atrapalhar a vida da pessoa,  impedindo-a de fazer atividades normais, (trabalhar, estudar, ir a  eventos sociais, praticar esportes, ter um lazer) que exigem  concentração e dedicação. Além disso, dificilmente o dependente consegue se concentrar em algo que  não esteja relacionado ao sexo. Sendo assim, não só as pessoas que  fazem muito sexo podem ser viciadas, mas também as que fantasiam ou se masturbam excessivamente.&lt;br&gt;&lt;br&gt;No  caso da masturbação, em casos extremos de dependência, a pessoa pode  chegar a machucar o pênis ou a vagina de tanto estimular a região. Outro  indício é quando a pessoa interrompe com frequência o que está fazendo -  trabalho ou estudo, por exemplo - para se masturbar. &lt;br&gt;&lt;/p&gt;             &lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-8492331695718564674?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/8492331695718564674'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/8492331695718564674'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2010/11/principais-disturbios-sexuais.html' title='Principais distúrbios sexuais'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-851913505580758833</id><published>2010-11-26T05:20:00.001-08:00</published><updated>2010-11-26T05:20:41.564-08:00</updated><title type='text'>O que é o Vaginismo</title><content type='html'>&lt;br&gt;Vaginismo tem como definição a contração involuntária da musculatura externa da vagina que ocorre antes ou durante a tentativa de penetração do pênis. Em alguns casos o negócio pode ser tão sério que não se consegue sequer colocar um dedo lá dentro.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Ao que parece, o principal estímulo para disparar esta reação é o medo que a mulher tem da dor da penetração. Este medo pode ser real, principalmente se existe alguma causa como, por exemplo, uma infecção vaginal ou doenças como a endometriose. Mas também pode estar relacionada, de forma consciente ou inconsciente, a lembranças de experiências sexuais passadas traumáticas, como ter sofrido um abuso ou até mesmo violência sexual. Aqui cabe um lembrete: a falta de informação sobre o que é o ato sexual e de conhecimento do próprio corpo também pode causar medo e estresse na hora da transa, podendo levar ao vaginismo.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A maioria das mulheres que tem o problema não consegue permitir a penetração vaginal, mas nem por isso deixam de ter uma relação sexual prazerosa. Muitas conseguem chegar ao orgasmo através de carícias e de sexo oral, sem haver penetração. Algumas podem até permitir a penetração do pênis, mas geralmente não conseguem ir até o final, pois sentem muita dor.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O tratamento do vaginismo começa com a identificação correta do problema. O objetivo principal é tentar acabar com esta contração reflexa, através de exercícios que podem ser feitos somente com a mulher ou junto com o parceiro. Em muitos casos, é necessário um acompanhamento de psicoterapia, que costuma ter resultados positivos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Na verdade, o mais é importante é saber que o tratamento e a cura são possíveis, desde que haja força de vontade e que seja corretamente diagnosticado pelo especialista. Se você sofre desse tipo de dificuldade, não tenha vergonha de conversar com o ginecologista sobre o assunto e pedir um encaminhamento para o terapeuta sexual. A informação é um aliado poderoso para chegar a cura! &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-851913505580758833?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/851913505580758833'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/851913505580758833'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2010/11/o-que-e-o-vaginismo.html' title='O que é o Vaginismo'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-3946370014397807463</id><published>2010-11-23T11:01:00.001-08:00</published><updated>2010-11-23T11:01:23.738-08:00</updated><title type='text'>Bexiga Hiperativa</title><content type='html'>&lt;br&gt;Bexiga hiperativa é uma alteração funcional da bexiga, caracterizada por alguns sintomas típicos como: polaciúria (urinar mais de 8 vezes por dia), urgência (quando a pessoa sente um desejo forte e imediato urinar, o que tem que ser feito imediatamente) e urge-incontinência (a pessoa sente urgência e caso não urine rapidamente, pode perder urina na roupa).&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;img alt="http://www.retex.com.br/imagens/bexiga.jpg" src="http://www.retex.com.br/imagens/bexiga.jpg" width="222" height="224"&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Para ter bexiga hiperativa, o indivíduo pode apresentar um ou mais desses sintomas.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O que ocorre com o organismo na bexiga hiperativa?&lt;br&gt;&lt;br&gt;Enquanto a bexiga enche, ela deve ficar relaxada, só contraindo na hora da micção, mas nas pessoas com bexiga hiperativa o músculo detrusor (que é o músculo da bexiga) faz contrações fora de hora, durante o enchimento. Essas contrações aumentam a pressão dentro da bexiga e isso leva a uma sensação de urgência. Dependendo do grau dessa pressão, pode ocorrer perda de urina.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Outros sintomas comuns:&lt;br&gt;&lt;br&gt;Clinicamente, a bexiga hiperativa pode apresentar-se como:&lt;br&gt;&lt;br&gt;Além da polaciúria (urinar mais que 8 X/dia), urgência e urge-incontinência citados acima, a pessoa com bexiga hiperativa pode também ter noctúria, ou seja, acordar mais de 2 vezes à noite para urinar.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Prevalência&lt;br&gt;&lt;br&gt;A bexiga hiperativa acomete 43% da população, dependendo da faixa etária, aumentando conforme a idade. Os sintomas mais encontrados são polaciúria (cerca de 80%) e urgência (cerca de 60%).&lt;br&gt;&lt;br&gt;Como Tratar?&lt;br&gt; &lt;br&gt;O tratamento pode ser medicamentoso, mas medidas comportamentais e técnicas terapêuticas específicas também trazem bons resultados.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Medidas comportamentais:&lt;br&gt;&lt;br&gt;1) Controle da dieta: eliminar ou reduzir a ingestão de alimentos ou de bebidas que irritam a bexiga, como: chá, café e bebidas com cafeína em geral, álcool, cítricos (bebidas e frutas), tomate e produtos a base de tomate, alimentos muito condimentados ou ácidos e adoçantes artificiais.&lt;br&gt; &lt;br&gt;2) Manter a regularidade do funcionamento do intestino:&lt;br&gt;o intestino preso pode aumentar a pressão sobre sua bexiga, gerando efeitos negativos na função urinária.&lt;br&gt;&lt;br&gt;3) Manter um peso corporal adequado: sobrepeso ou obesidade provocam aumento da pressão sobre a bexiga, o que contribui para adquirir problemas urinários.&lt;br&gt; &lt;br&gt;4) Parar de fumar: o fumo é irritante para a bexiga, além de provocar tosse, o que aumenta constantemente a pressão abdominal, favorecendo a problemas de controle urinário.&lt;br&gt;&lt;br&gt;5) Beber de 6 a 8 copos de líquidos que não causem irritação, para a urina não ficar muito concentrada e não irritar a bexiga.&lt;br&gt; &lt;br&gt;6) Treinar a bexiga: tentar controlar a urgência aumentando o intervalo entre as micções gradualmente.&lt;br&gt;&lt;br&gt;7) Fazer fisioterapia para reabilitação do assoalho pélvico, que com eletroestimulação pode diminuir essas contrações involuntárias da bexiga.&lt;br&gt; &lt;br&gt;8) Procure ajuda médica para saber o que é melhor para você.&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-3946370014397807463?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/3946370014397807463'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/3946370014397807463'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2010/11/bexiga-hiperativa.html' title='Bexiga Hiperativa'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-3440672076967060165</id><published>2010-11-19T09:01:00.001-08:00</published><updated>2010-11-19T09:01:24.551-08:00</updated><title type='text'>Dismenorreia?</title><content type='html'>Dismenorreia é a dor pélvica ou abdominal provocada por contrações uterinas antes e/ou durante a menstruação. Comumente chamada de cólica menstrual, a dismenorreia afeta cerca de 50% das mulheres que menstruam. Ela é tão comum que a maioria das mulheres não chega a relatar o problema ao médico, dificultando o diagnóstico correto e consequente tratamento.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;img src="http://static.hsw.com.br/gif/menstruacao-2.jpg" alt="Cólicas são alguns dos problemas que podem aparecer durante o ciclo menstrual" border="0" width="400" height="265"&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;A dor abdominal/pélvica varia de um simples desconforto (sensação de peso no baixo ventre ou na região lombar) a dores muito fortes, que podem ser acompanhadas de náusea, vômito, diarreia e dor de cabeça. Existem dois tipos de dismenorreia:&lt;br&gt; &lt;br&gt;Primária: não associada a problemas uterinos, ocorre nas primeiras menstruações e diminuem por volta dos 20 anos de idade ou na gravidez.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Secundária: associada a possíveis alterações nos órgãos reprodutivos, como miomas, cistos, endometriose, infecções, malformações, varizes e uso do DIU. Geralmente esse tipo de dismenorreia aparece cerca de dois anos depois do início da menstruação.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O tratamento da dismenorreia varia de acordo com a classificação.  Para a dismenorreia primária geralmente são prescritos anti-inflamatórios não esteroides antes e durante a menstruação. O objetivo é diminuir a produção de prostaglandinas, que aumentam as contrações do útero. Outro medicamento usado são os anticoncepcionais de uso contínuo, que impedem a ovulação e reduzem as cólicas.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Já a dismenorreia secundária é tratada individualmente, de acordo com a causa. Ao mesmo tempo, os médicos costumam receitar algumas mudanças de hábito para amenizar os efeitos da dismenorreia, como exercícios leves, chás de camomila ou erva-doce, compressas quentes, banho morno e redução da ingestão de alimentos gordurosos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;a href="http://saude.hsw.uol.com.br/dismenorreia.htm"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-3440672076967060165?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/3440672076967060165'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/3440672076967060165'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2010/11/dismenorreia.html' title='Dismenorreia?'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-7253677253520261306</id><published>2010-11-12T06:08:00.001-08:00</published><updated>2010-11-12T06:08:57.967-08:00</updated><title type='text'>Incontinência urinária é tratada sem cirurgia</title><content type='html'>&lt;br&gt;"Deixei de ir a festas, de dançar. Até ir ao cinema já é uma tortura, porque tenho medo de não conseguir segurar", comenta Sueli, 68, professora aposentada. Ela convive com um problema que afeta mais de 50% dos idosos e é tido como uma das principais causas de internação em asilos: as incontinências urinária e fecal. &lt;div&gt; &lt;br&gt;Um programa inédito do Hospital do Servidor Público Estadual-SP, que envolve ginecologista, urologista, proctologista e fisioterapeuta tem tratado mulheres incontinentes apenas com exercícios para fortalecer a musculatura do períneo. &lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;br&gt;O princípio é o mesmo da musculação. São vários exercícios que trabalham os músculos internos da vagina ou do ânus. Envolvem o uso de pesinhos de diferentes cargas e eletroestimulação para ativar os mecanismos neuromusculares, explica a ginecologista Raquel Figueiredo. &lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;br&gt;Estudos apontam que 60% dos casos de incontinência urinária com indicação cirúrgica poderiam ser tratados com exercícios. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;Mas, como qualquer outra musculatura do corpo, os exercícios para o períneo só funcionam se houver disciplina e persistência. "É para o resto da vida", alerta a fisioterapeuta Priscila Midori.&lt;br&gt; Muitas mulheres mal orientadas pensam que não há nada a fazer. "Só um terço busca ajuda", diz a proctologista Margareth Fernandes. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;Se a incontinência urinária se associa à fecal, o que ocorre em 16% do casos, o constrangimento aumenta. "Se a gente não pergunta, elas têm vergonha de contar." &lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.jmonline.com.br/novo/?noticias,7,SA%DADE,36956"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-7253677253520261306?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/7253677253520261306'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/7253677253520261306'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2010/11/incontinencia-urinaria-e-tratada-sem.html' title='Incontinência urinária é tratada sem cirurgia'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-8562243039007046998</id><published>2010-11-09T04:49:00.001-08:00</published><updated>2010-11-09T04:49:08.040-08:00</updated><title type='text'>Movimentos do Pompoarismo</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pompoar &lt;/strong&gt;é a habilidade de controlar a contração e o  relaxamento da musculatura circunvaginal. Ao aprender a técnica, a  mulher consegue controlar os três aneis circunvaginais separadamente,  podendo incrementar o ato sexual apenas com o movimento de seus  músculos. Embora para nós, ocidentais atrasadas, a técnica seja algo  ainda muito pouco explorado, em países como a índia, ela é passada de  mãe para filha, com o objetivo de aumentar o prazer sexual da moça e de  seu parceiro.&lt;/p&gt;Movimentos do Pompoar:&lt;br&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Revirginar:&lt;/strong&gt; é contrair com tanta força o esfíncter  vaginal, que é o músculo de entrada da vagina, o que impede ou dificulta  muito a penetração do pênis/vibrador, possibilitando simular  virgindade.&lt;br&gt; &lt;strong&gt;Ordenhar:&lt;/strong&gt; é contrair individualmente os anéis  circunvaginais de forma sequêncial, pressionando o pênis/vibrador,  começando da entrada da vagina em direção ao útero, com força média.&lt;br&gt; &lt;strong&gt;Chupitar:&lt;/strong&gt; é imitar com a vagina a movimentação que os bebês fazem com a boca quando estão mamando ou usando a chupeta.&lt;br&gt; &lt;strong&gt;Sugar:&lt;/strong&gt; é chupar o pênis/vibrador com a vagina.&lt;br&gt; &lt;strong&gt;Massagear:&lt;/strong&gt; o pênis/vibrador é massageado nas intensidades fraca, média ou forte.&lt;br&gt; &lt;strong&gt;Morder:&lt;/strong&gt; é a pratica utilizada freqüentemente para  retardar o orgasmo do homem. Consiste em contrair fortemente o anel  circunvaginal que circunda o pescocinho logo abaixo da glande do pênis.&lt;br&gt; &lt;strong&gt;Guilhotina:&lt;/strong&gt; é uma "mordida" com muita força.&lt;br&gt; &lt;strong&gt;Algemar ou agarrar:&lt;/strong&gt; é contrair com tal força a musculatura vaginal, impedindo a saída do pênis/vibrador.&lt;br&gt; &lt;strong&gt;Expulsar:&lt;/strong&gt; é quando a vagina expele o pênis, vibrador, banana, pepino, etc.&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Além das vantagens na vida seuxal, o pompoarismo fortalece os  músculos pélvicos, evitando a queda de bexiga e de útero e a  incontinência unrinária. Em algumas, pode até diminuir a cólica  menstrual.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21462009/fisioterapia+em+uroginecologia/?franq=172965"&gt;Veja o livro Fisioterapia na Uroginecologia&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A 'malhação íntima' é algo que as mulheres deveriam entrar mais em contato. Não só para aproveitarem o  sexo melhor mas para &lt;strong&gt;se&lt;/strong&gt;  conhecerem melhor. Muitas ainda sentem nojo de suas vulvas e vaginas,  mal sabem o que tem entre as pernas. Não sabem como se dar prazer, e  esperam que seus parceir@s advinhem, tornado a vida sexual uma novela  cheia de cobranças, insatisfações e dores de cabeça. O pompoarismo traz  benefícios físicos, psicológicos e sexuais, e é uma coisa que pode ser  praticada por qualquer mulher. Basta força de vontade e  auto-conhecimento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://pernasabertas.wordpress.com/2007/11/22/a-arte-de-pompoar/"&gt;Com a ajuda daqui&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-8562243039007046998?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/8562243039007046998'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/8562243039007046998'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2010/11/movimentos-do-pompoarismo.html' title='Movimentos do Pompoarismo'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-7367146732190111346</id><published>2010-10-15T06:32:00.001-07:00</published><updated>2010-10-15T06:32:18.330-07:00</updated><title type='text'>Limpeza íntima da mulher</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt;Suor, gordura, umidade, urina e células mortas. Convenhamos que o  assunto é embaraçoso e até escatológico. Mas não tem jeito: "Tudo isso  habita as reentrâncias femininas, e basta um descuido para causar desde  ardência, irritação e um constrangedor cheiro ruim até a multiplicação  de fungos e bactérias nocivos", alerta o ginecologista Alexandre Pupo,  do Hospital Sírio- Libanês, em São Paulo. Para evitar esse pacote de  encrencas, médicos da Federação Brasileira das Associações de  Ginecologia e Obstetrícia, a Febrasgo, revisaram 120 artigos científicos  e elaboraram o I Guia de Condutas sobre Higiene Íntima Feminina,  destinado tanto aos ginecologistas — que às vezes pecam por não orientar  as pacientes — quanto ao público leigo. &lt;br&gt;&lt;br&gt;"A ideia é responder a  dúvidas referentes à frequência, ao modo correto de fazer a limpeza, aos  produtos de higiene adequados, além de condutas para situações  específicas", descreve o ginecologista Nilson Roberto de Melo,  presidente da Febrasgo. Seguir essas recomendações à risca é manter o  sistema de defesa em ordem nessa região. "A vulva tem um pH ácido e é  colonizada por lactobacilos, bactérias que formam uma barreira contra  micro-organismos prejudiciais", descreve o ginecologista Paulo Giraldo,  da Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista. Não  interferir demais nesse pH é, portanto, a primeira medida para prevenir  não só coceiras e corrimentos mas também uma série de problemas. &lt;br&gt;&lt;br&gt;"O  excesso ou a falta de higiene e a utilização de produtos inapropriados  alteram as defesas locais, favorecendo o ataque de germes como a  clamídia, protagonista de infecções pélvicas que podem comprometer a  fertilidade", alerta o ginecologista César Eduardo Fernandes, da  Faculdade de Medicina do ABC, na Grande São Paulo. E, uma vez em contato  com vírus ameaçadores, como o da hepatite, se o contra-ataque das  células defensoras não estiver preparado, o risco de contrair essas  doenças aumenta. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Atenção, mulheres! O fundamental é deixar  qualquer constrangimento de lado. Pegue um espelho e, sem o menor  receio, analise cada detalhe de sua região íntima. Na ilustração à  esquerda, abaixo, identificamos as áreas que precisam ser muito bem  higienizadas. Esqueça a região interna da vagina — esqueça mesmo! Duchas  e introdução de produtos não são aconselhadas, exceto sob prescrição  médica. "O foco da limpeza deve se resumir ao monte púbico, à pele da  vulva, à raiz das coxas, à região perianal — entre a vulva e o ânus — e  ao interior dos grandes e dos pequenos lábios", ensina Paulo Giraldo. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;A compra do produto&lt;/strong&gt; &lt;br&gt;O  sabonete mais apropriado é sempre aquele classificado como  hipoalergênico na embalagem. O termo indica que a fórmula foi  desenvolvida com o intuito de provocar menos alergias nessa área, que,  diga-se, se ressente por qualquer bobagem. Aliás, por isso mesmo, dê  preferência aos sabonetes íntimos. "Eles geralmente contêm ácido lático,  um componente natural da pele, que confere um pH ideal", justifica o  dermatologista Mario César Pires, do Hospital do Servidor Público do  Estado de São Paulo. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/menu/201218/sabonetes/?franq=172965"&gt;Veja exemplos de sabonetes&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo Pires, os sabonetes alcalinos ou  neutros não são indicados porque tornam as condições da região hostis à  multiplicação dos lactobacilos que defendem a vulva. Os produtos em  barra também não são uma boa opção. "Além de serem muito abrasivos, são  normalmente compartilhados por toda a família, o que facilita a  contaminação", afirma Paulo Giraldo. &lt;br&gt;&lt;br&gt;A última dica é escolher  sabonetes com detergência suave, que formem pouca espuma — eles afetam  menos a barreira cutânea. Para mulheres que vivem na correria e não são  alérgicas, os lenços umedecidos são uma alternativa para a higiene no  meio do dia. Vale testá-lo antes, no antebraço, para observar eventuais  reações. Se nada acontecer, está liberado. &lt;br&gt;&lt;br&gt;A última etapa do  ritual é geralmente a mais negligenciada — a hidratação. Muitas  integrantes do time feminino nem fazem ideia de que devem apelar para  ela se a pele dos genitais estiver muito ressecada, especialmente após a  menopausa. "A dica é recorrer a fórmulas não oleosas, que devem ser  aplicadas somente nas regiões de pele", explica Giraldo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Como higienizar&lt;/strong&gt; &lt;br&gt;Coloque, na ponta dos dedos, uma  pequena quantidade do sabonete. Realize movimentos circulares nas áreas  descritas anteriormente, contemplando todas as dobras. "Evite trazer  conteúdos da região perianal para a vulva, já que ela pode conter  coliformes fecais, bactérias que habitam o tubo digestivo", lembra  Alexandre Pupo. Enxágue na água corrente, que ajuda na remoção mecânica  dos resíduos. Finalmente, use uma toalha seca e limpa para absorver a  água restante. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Duração do procedimento &lt;br&gt;&lt;/strong&gt;Não  vale limpar tudo em um zás-trás — aliás, o que é bem comum. Também não  se deve exagerar. O tempo de higienização não deve ultrapassar três  minutos para evitar o ressecamento da pele. Dois minutos são o  suficiente para fazer uma boa limpeza. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Frequência diária&lt;/strong&gt; &lt;br&gt;O  número de lavagens varia de acordo com a estação do ano. "No clima  quente, quando a produção de sebo e de suor fica elevada, a limpeza pode  ser realizada até três vezes no mesmo dia. Já no clima frio, uma  higienização diária basta", garante Giraldo. Aí, ficar repetindo a  sessão limpeza só favorece doenças. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Condições especiais &lt;br&gt;&lt;/strong&gt;O  excesso de gordura nas obesas promove maior maceração de células mortas  e elevação na produção de suor. Portanto, elas são mais propensas a  problemas na vulva e precisam reforçar os cuidados com roupas adequadas e  hábitos de higiene. "Os lenços umedecidos são uma boa saída para  limpeza no intervalo do trabalho, por exemplo. Mas a higienização íntima  com água corrente e sabonete apropriado é mais indispensável do que  nunca nesse grupo", diz Nilson Roberto de Melo. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Tirar a calcinha  na hora de dormir é outra dica para facilitar a ventilação. Algumas  atividades, em particular, aceleram o acúmulo de sujeira lá embaixo. "O  exercício induz a fabricação de suor e secreções", exemplifica Nilson. O  ideal, portanto, é sair direto da ginástica para o banho, munida de um  sabonete íntimo. O mesmo vale para finais de semana na praia. Areia e  água do mar formam um coquetel de detritos e umidade nada amigável.  Parece muita informação, mas são todos hábitos simples e corriqueiros,  que não desperdiçam tempo nem exigem grandes esforços. Em troca, você  garante uma sensação de conforto, bem-estar e saúde.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;DICA DO BLOG: &lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21556587/higiene+pessoal/?franq=172965"&gt;Livro Higiene Pessoal&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-7367146732190111346?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/7367146732190111346'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/7367146732190111346'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2010/10/limpeza-intima-da-mulher.html' title='Limpeza íntima da mulher'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-4846354578156590600</id><published>2010-10-09T10:07:00.000-07:00</published><updated>2010-10-09T10:07:00.216-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Video'/><title type='text'>Plataforma Vibratória e Fisioterapia Uroginecologia</title><content type='html'>&lt;object width="600" height="475"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/iU8PEeBensQ?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x234900&amp;amp;color2=0x4e9e00"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/iU8PEeBensQ?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x234900&amp;amp;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="600" height="475"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-4846354578156590600?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/4846354578156590600'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/4846354578156590600'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2010/10/plataforma-vibratoria-e-fisioterapia.html' title='Plataforma Vibratória e Fisioterapia Uroginecologia'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-7208519062415118200</id><published>2010-09-20T10:10:00.000-07:00</published><updated>2010-09-20T10:10:00.825-07:00</updated><title type='text'>Disfunções urogenitais são comuns em mulheres?</title><content type='html'>A área da fisioterapia em uroginecologia ainda é pouco conhecida, mas vem ganhando interesse da comunidade de acordo com os resultados positivos obtidos no tratamento de alterações que podem afetar a saúde urogenital da mulher. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a vida, a mulher passa por fases em relação ao seu sistema urogenital que podem predispô-la a alterações. Por exemplo, durante a gestação pode haver uma sobrecarga do períneo, e a queda hormonal após a menopausa pode levar as estruturas musculares a se enfraquecerem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A musculatura do períneo oferece sustentação a órgãos como útero e bexiga, e se em algum momento esta musculatura se apresentar fraca, alterações como a incontinência urinária ou fecal podem aparecer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após avaliação das causas da disfunção urogenital, a fisioterapia atua devolvendo a integridade da condição muscular perineal. Mesmo nos casos em que há necessidade também de correção cirúrgica, é importante o fortalecimento muscular para que não haja recorrência do problema inicial. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A incontinência urinária é a perda involuntária de urina durante a realização de um esforço, tosse, espirro, riso ou até mesmo ao ouvir barulho de água. A especialidade da uroginecologia dispõe de uma avaliação muscular específica para cada caso de incontinência urinária. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com cada caso, procede tratamento associando recursos como exercícios perineais específicos, indicação do uso de cones vaginais, conscientização da musculatura e também eletroestimulação quando a mulher já não apresenta força muscular suficiente para contrair o períneo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outras queixas que a uroginecologia também pode tratar são as relacionadas com a conhecida TPM, cólica menstrual aguda, endometriose e a dor ou desconforto durante a relação sexual. Nestes casos, a fisioterapia pode orientar técnicas e exercícios específicos para o alívio dos sintomas destas afecções. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia-a-dia, a mulher pode adotar hábitos que ajudam a manter a boa saúde urogenital de forma a amenizar ou prevenir alterações que podem se instalar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mitos e Verdades &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mito: acreditar que a mulher, após a menopausa, desenvolverá algum grau de incontinência urinária, pois esta só se justifica havendo algo errado. Portanto, a incontinência urinária não é normal em idade alguma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Verdade: um bom trabalho de fortalecimento da musculatura perineal, além de tratar ou prevenir a incontinência urinária, traz também melhora da qualidade da função sexual. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adriana Paula Fontana Carvalho, docente da área de fisioterapia aplicada à ginecologia e obstetrícia e mestre em medicina e ciências da saúde&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-7208519062415118200?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/7208519062415118200'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/7208519062415118200'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2010/09/disfuncoes-urogenitais-sao-comuns-em.html' title='Disfunções urogenitais são comuns em mulheres?'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-5111320966178540584</id><published>2010-09-15T06:12:00.001-07:00</published><updated>2010-09-15T06:12:36.734-07:00</updated><title type='text'>Síndrome de Fournier</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;A gangrena denominada de Fournier (1883) é uma forma específica de gangrena sinérgica, envolvendo escroto e períneo. Tem apresentação idiopática, porque há um processo necrosante obscuro de subcutâneo, sem causa definida mas com infecção mista. &lt;br&gt; &lt;br&gt;A descrição de Fournier envolvia três pontos comuns: início escrotal súbito em paciente hígido; progressão rápida da gangrena e ausência de causa. Um fato parece estar colaborando com o aumento da incidência desta doença nos últimos anos: o uso abusivo de antibióticos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Há acometimento dos adultos, podendo aparecer na criança e velho; parece haver unia correlação com as cirurgias urológica e plástica e infecção retroperitoneal. A mortalidade gira entre 25 e 32%.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O quadro clínico demonstra dor escrotal súbita em pacientes sem qualquer queixa, toxicoinfecção rápida e grave, com prostração e inconsciência. Não há sinais de abdômen agudo ou doença sistêmica.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O exame físico mostra: escroto aumentado por edema e eritema muito doloroso. O tecido epitelial torna-se escuro e progride para gangrena, com um odor fétido (de mortificação) e enfisema subcutâneo locorregional. Nesta fase, a dor melhora pelo envolvimento dos nervos, o que torna a situação mais grave, se não se suspeita do diagnóstico.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Esta situação simula: orquite, epididimite, torção de testículo, hérnia estrangulada, abscesso escrotal.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Há febre e um quadro gravíssimo, onde se pode observar: taquipnéia, náusea, vômito, alterações mentais em geral resultantes de septicemia.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Não se explica a preferência pela pele escrotal. Várias sugestões existem: falta de higiene; evaporação menor de suor; pregas de pele que albergam em ninhos as bactérias que penetram após pequenos traumas; as rugas da pele impedem uma circulação livre com baixa resistência à infecção; tecido celular subcutâneo muito frouxo facilitando a disseminação; edema em trauma ou infecções menores, interferindo na vascularização correta da região; tromboses de vasos subcutâneos de maneira extensa.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Apesar de se atribuir a causa a uma sepse, o caráter idiopático se mantém em 50% dos casos. Mas não se pode esquecer inúmeras condições traumáticas, cirúrgicas e patológicas associadas à gangrena escrotal e que coincidentemente se localizam na pelve e estão relacionadas à cirurgias anorretais, e geniturinárias e apendiculares e a neoplasia. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Os germes isolados dos tecidos doentes são anaeróbios (Bacteroides, Clostridium ou Streptococci) e aeróbios (E. coli, Staphylococcus epidermidis, Streptococci).  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-5111320966178540584?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/5111320966178540584'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/5111320966178540584'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2010/09/sindrome-de-fournier.html' title='Síndrome de Fournier'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-567065930435893876</id><published>2010-09-09T10:07:00.000-07:00</published><updated>2010-09-09T10:07:00.615-07:00</updated><title type='text'>Atuação do fisioterapeuta na disfunção urogenital</title><content type='html'>A Fisioterapia Uroginecologica tem sido estudada há muito tempo, e sua importância tem crescido nos últimos anos em face das melhoras dos resultados e dos poucos efeitos colaterais que provoca. É uma especialidade que atua no tratamento conservador das disfunções urogenitais e anorretais como, por exemplo, as incontinências urinárias, fecais, disfunções sexuais e as distopias genitais (entre as mais conhecidas está a ‘queda de bexiga’).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta forma tem se tornado um importante fator contribuintes para a melhora ou cura da perda de urina. A fisioterapia é apontada como procedimento de primeira escolha no tratamento destas disfunções, visto que vários estudos têm mostrado a possibilidade desta intervenção evitar ou postergar o processo cirúrgico. As formas de tratamento incluem: treinamento vesical, cinesioterapia, biofeedback, cones vaginais, estimulação elétrica e ginástica hipopressiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para se reeducar um músculo ou um grupo muscular, primeiramente, faz-se necessário avaliar o estado desse músculo, a intensidade e a duração de contração muscular voluntária máxima. Em geral, na prática fisioterapêutica, isso envolve anamnese, inspeção, palpação e teste muscular, metodologia válida e aplicável aos músculos do assoalho pélvico. Além disso, é importante saber quantificar o distúrbio do assoalho pélvico para que possa se traçar corretamente um programa de tratamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reabilitação fisioterápica tem um importante potencial no tratamento, objetivando o fortalecimento e o relaxamento dos músculos do assoalho pélvico, prevenindo o surgimento de futuras incontinências ou mesmo prolapsos. Além de reeducar a bexiga, intervir no pré e  pós operatório intensificando os resultados cirúrgicos obtidos e melhorar da qualidade de vida dessas pacientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Dra. Marília Nunes&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-567065930435893876?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/567065930435893876'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/567065930435893876'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2010/09/atuacao-do-fisioterapeuta-na-disfuncao.html' title='Atuação do fisioterapeuta na disfunção urogenital'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-2570373727254864825</id><published>2010-08-30T10:05:00.000-07:00</published><updated>2010-08-30T10:06:44.859-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Video'/><title type='text'>Fisioterapia na Uroginecologia</title><content type='html'>&lt;object width="550" height="437"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/yHlbWpLtbvQ?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x3a3a3a&amp;amp;color2=0x999999"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/yHlbWpLtbvQ?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x3a3a3a&amp;amp;color2=0x999999" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="550" height="437"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maiores informações sobre esse curso? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/parceiro/cursos/cursos_detalhes.asp?id=415&amp;p=73" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://www.portaleducacao.com.br/arquivos/banners_afiliados/16277010809120853.gif" alt="Educação a Distância" width="468" height="60" border="0"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-2570373727254864825?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/2570373727254864825'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/2570373727254864825'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2010/08/fisioterapia-na-uroginecologia.html' title='Fisioterapia na Uroginecologia'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-2619859684225453583</id><published>2010-07-13T15:07:00.001-07:00</published><updated>2010-07-13T15:07:53.473-07:00</updated><title type='text'>Dica de livro: Fisioterapia em Ginecologia</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21493339/fisioterapia+em+ginecologia?menuId=1381/&amp;amp;franq=172965"&gt;&lt;img src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img9/21493339_4.jpg" alt="Fisioterapia em Ginecologia"&gt;&lt;/a&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-2619859684225453583?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/2619859684225453583'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/2619859684225453583'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2010/07/dica-de-livro-fisioterapia-em.html' title='Dica de livro: Fisioterapia em Ginecologia'/><author><name>ADMIN</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-85ReOVOEhcM/Thsbam1JtTI/AAAAAAAAAfU/2X0iMN4Y6Hk/s220/daniface.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-4566583440032909988</id><published>2010-06-27T17:10:00.001-07:00</published><updated>2010-06-27T17:10:27.451-07:00</updated><title type='text'>Valorize a Fisioterapia</title><content type='html'>&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/_UHXHHNVwdiw/S981nbKKEVI/AAAAAAAACOk/VaYWpUiDwEA/s640/valorizeafisioterapia-753403.gif"&gt;&lt;br clear="all"&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-4566583440032909988?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/4566583440032909988'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/4566583440032909988'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2010/06/valorize-fisioterapia.html' title='Valorize a Fisioterapia'/><author><name>ADMIN</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-85ReOVOEhcM/Thsbam1JtTI/AAAAAAAAAfU/2X0iMN4Y6Hk/s220/daniface.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_UHXHHNVwdiw/S981nbKKEVI/AAAAAAAACOk/VaYWpUiDwEA/s72-c/valorizeafisioterapia-753403.gif' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-6095808597158126276</id><published>2010-06-17T13:39:00.000-07:00</published><updated>2010-06-17T14:05:11.791-07:00</updated><title type='text'>Tratamento com a LECO</title><content type='html'>A LECO (litotripsia extracorp&amp;#243;rea) &amp;#233; uma t&amp;#233;cnica n&amp;#227;o invasiva, sem&lt;br&gt;corte e sem pun&amp;#231;&amp;#227;o, para o tratamento de c&amp;#225;lculos renais e ureterais&lt;br&gt;por ondas de choque. Essas ondas s&amp;#227;o transmitidas ao c&amp;#225;lculo,&lt;br&gt;fragmentando em part&amp;#237;culas menores que ser&amp;#227;o eliminadas atrav&amp;#233;s da&lt;br&gt;urina, por via natural do trato urin&amp;#225;rio.&lt;p&gt;As vantagens deste m&amp;#233;todo s&amp;#227;o as seguintes:&lt;p&gt;&amp;#160;procedimento ambulatorial (sem interna&amp;#231;&amp;#227;o),&lt;br&gt;&amp;#160;sem anestesia ou cortes,&lt;br&gt;&amp;#160;rein&amp;#237;cio imediato das atividades ap&amp;#243;s o procedimento&lt;p&gt;Indica&amp;#231;&amp;#245;es:&lt;p&gt;O c&amp;#225;lculo menor que 2,0 cm constitui a indica&amp;#231;&amp;#227;o ideal para a LECO,&lt;br&gt;obtendo-se elimina&amp;#231;&amp;#227;o completa dos fragmentos em um per&amp;#237;odo de 30&lt;br&gt;dias, na maioria dos casos. Nos c&amp;#225;lculos ureterais, os que se situam&lt;br&gt;no ter&amp;#231;o superior do ureter tem melhor sucesso com esta t&amp;#233;cnica.&lt;p&gt;Para a indica&amp;#231;&amp;#227;o da LECO &amp;#233; preciso determinar com exatid&amp;#227;o a&lt;br&gt;localiza&amp;#231;&amp;#227;o do(s) c&amp;#225;lculo(s) no trato urin&amp;#225;rio e afastar a&lt;br&gt;possibilidade de infec&amp;#231;&amp;#227;o urin&amp;#225;ria concomitante. A localiza&amp;#231;&amp;#227;o de&lt;br&gt;c&amp;#225;lculos radiopacos (que aparecem no RX) &amp;#233; relativamente f&amp;#225;cil atrav&amp;#233;s&lt;br&gt;de exames complementares mas, existem c&amp;#225;lculos que s&amp;#227;o&lt;br&gt;radiotransparentes (que n&amp;#227;o aparecem ao RX) como os de &amp;#225;cido &amp;#250;rico e&lt;br&gt;de cistina. Desta forma, muitas vezes complementamos o exame de RX com&lt;br&gt;uma ecografia (ultrassom).&lt;p&gt;Contra-indica&amp;#231;&amp;#245;es:&lt;p&gt;As contra-indica&amp;#231;&amp;#245;es formais s&amp;#227;o dist&amp;#250;rbios de coagula&amp;#231;&amp;#227;o, gravidez e&lt;br&gt;estreitamentos do trato urin&amp;#225;rio.&lt;p&gt;Complica&amp;#231;&amp;#245;es:&lt;p&gt;Ap&amp;#243;s o procedimento pode ocorrer em alguma intensidade sintomas como&lt;br&gt;febre, hemat&amp;#250;ria(sangue na urina) e c&amp;#243;lica renal.&lt;p&gt;Lembre-se sempre que a LECO &amp;#233; uma forma de tratamento, a indica&amp;#231;&amp;#227;o e&lt;br&gt;controles posteriores dever&amp;#227;o ser realizados pelo seu urologista.&lt;br&gt;--&lt;br&gt;Participe deste blog. Mande dicas e sugest&amp;#245;es pelo email &lt;a href="mailto:adm@chakalat.net"&gt;adm@chakalat.net&lt;/a&gt;&lt;p&gt;Seja um seguidor deste blog&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-6095808597158126276?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/6095808597158126276'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/6095808597158126276'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2010/06/tratamento-com-leco.html' title='Tratamento com a LECO'/><author><name>ADMIN</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-85ReOVOEhcM/Thsbam1JtTI/AAAAAAAAAfU/2X0iMN4Y6Hk/s220/daniface.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-3872914107236293618</id><published>2010-06-16T06:09:00.001-07:00</published><updated>2010-06-16T06:09:27.581-07:00</updated><title type='text'>Sintomas de trato urinário inferior</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 13px; border-collapse: collapse; color: rgb(41, 41, 41); line-height: 16px; "&gt;São indicadores subjetivos de doença ou de alterações percebidas pela paciente ou pelo seu parceiro, que pode levá-la a procurar ajuda profissional. Podem ser referidos voluntariamente ou em anamnese dirigida. Dividem-se em três grupos: sintomas de armazenamento, miccionais e pós miccionais.&lt;br&gt; &lt;br&gt;1- Sintomas de armazenamento são aqueles experimentados durante a fase de enchimento vesical, e incluem:&lt;br&gt;&lt;br&gt;· Frequência diária aumentada: é o termo usado para caracterizar a queixa de micções muito frequentes durante o dia, equivalente à polaciúria.&lt;br&gt; &lt;br&gt;· Noctúria: deve ser utilizado para designar quando a paciente precisa acordar para urinar mais de uma vez durante a noite.&lt;br&gt;&lt;br&gt;· Urgência: desejo súbito e incontrolável de urinar.&lt;br&gt;&lt;br&gt;· Incontinência urinária: é qualquer perda involuntária de urina.&lt;br&gt; &lt;br&gt;· Incontinência urinária de esforço: é a perda involuntária de urina associada ao esforço ou atividade física, como durante a tosse ou espirro.&lt;br&gt;&lt;br&gt;· Urge-incontinência urinária: é a perda involuntária de urina acompanhada ou imediatamente precedida pela sensação de urgência (inclui desde pequenas perdas até uma perda que leve ao esvaziamento vesical completo).&lt;br&gt; &lt;br&gt;· Incontinência urinária mista: é a perda involuntária de urina associada ao esforço e também com a sensação de urgência.&lt;br&gt;&lt;br&gt;· Enurese: é qualquer perda involuntária de urina.&lt;br&gt;&lt;br&gt;· Enurese noturna: é a perda de urina durante o sono.&lt;br&gt; &lt;br&gt;· Incontinência urinária contínua: é a perda contínua de urina.&lt;br&gt;&lt;br&gt;· Outros tipos de incontinência: são caracterizados de acordo com a situação em que ocorre a perda de urina, exemplo incontinência durante o coito ou incontinência durante o riso.&lt;br&gt; &lt;br&gt;· Sensação vesical: é a maneira como a paciente percebe ou não o enchimento vesical, pode ser qualificada em cinco categorias.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="margin-left: 40px; "&gt;a. Normal: a paciente é capaz de perceber o enchimento vesical e esta sensação aumenta à medida que o desejo miccional torna-se mais forte.&lt;br&gt; &lt;br&gt;b. Aumentada: a paciente sente desejo precoce e persistente de urinar.&lt;br&gt;&lt;br&gt;c. Reduzida: a paciente é capaz de perceber o enchimento vesical, mas não sente desejo de urinar.&lt;br&gt;&lt;br&gt;d. Ausente: a paciente não percebe o enchimento, nem sente desejo miccional.&lt;br&gt; &lt;br&gt;e. Inespecífica: a paciente não refere sensação vesical específica, mas pode relatar plenitude abdominal, sintomas vegetativos ou espasticidade.&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt;2- Sintomas miccionais ocorrem, como o próprio nome sugere, durante a fase de micção:&lt;br&gt; &lt;br&gt;· Jato urinário fraco: é o mesmo que fluxo reduzido, quando comparado com performances prévias. Pode ser referido, também, jato em spray.&lt;br&gt;&lt;br&gt;· Jato urinário intermitente: é o termo usado para caracterizar quando o fluxo urinário é interrompido e reiniciado após um intervalo, involuntariamente, uma ou mais vezes durante a micção.&lt;br&gt; &lt;br&gt;· Hesitância: descreve a dificuldade para iniciar a micção, resultando em retardo no início do fluxo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;· Esforço miccional: é o esforço abdominal utilizado para iniciar, manter ou melhorar o jato urinário.&lt;br&gt;&lt;br&gt; · Gotejamento terminal: corresponde à duração prolongada da fase final da micção, com fluxo lento, em gotas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;3- Sintomas pós-miccionais são aqueles experimentados imediatamente após a micção, e incluem:&lt;br&gt;&lt;br&gt;· Sensação de esvaziamento incompleto: termo auto-explicativo usado para descrever a sensação de persistência de urina na bexiga após a micção.&lt;br&gt; &lt;br&gt;· Gotejamento pós-miccional: designa a perda involuntária de urina, geralmente em gotas, imediatamente após a micção.&lt;br&gt;&lt;br&gt;4- Sintomas associados ao coito como dispareunia, ressecamento vaginal e incontinência são os mais comumente descritos, podendo ocorrer durante ou após o ato sexual. É importante caracterizar se a perda de urina se dá durante a penetração, no intercurso ou no orgasmo.&lt;br&gt; &lt;br&gt;5- Sintomas associados à distopia genital incluem sensação de protuberância (algo que desce), dor lombar, sensação de peso, sensação de arrancamento e necessidade de reduzir com o dedo o prolapso para conseguir defecar ou urinar.&lt;br&gt; &lt;br&gt;6- Dor genital e do trato urinário inferior: é importante caracterizar o tipo de dor, freqüência, duração, fatores precipitantes e fatores de alívio. Pode ser classificada de acordo com a localização:&lt;br&gt;&lt;br&gt;· dor vesical: supra-púbica ou retropúbica, geralmente piora com o enchimento vesical e pode persistir mesmo após a micção.&lt;br&gt; &lt;br&gt;· dor uretral&lt;br&gt;&lt;br&gt;· dor vulvar: ao redor da genitália externa&lt;br&gt;&lt;br&gt;· dor vaginal: interna, acima do intróito&lt;br&gt;&lt;br&gt;· dor perineal: entre a fúrcula e o ânus&lt;br&gt;&lt;br&gt;· dor pélvica: é menos definida, não sendo localizada em um único órgão, e não claramente relacionada com micção ou função intestinal.&lt;br&gt; &lt;br&gt;7- Síndromes dolorosas genito-urinárias e sintomas sugestivos de síndrome de disfunção do trato urinário inferior:&lt;br&gt;&lt;br&gt;Síndrome é o termo utilizado para definir um sintoma principal associado a outro ou mais sintomas, na impossibilidade de se fazer um diagnóstico preciso. Faz-se necessário também a exclusão de doenças de natureza infecciosa, neoplásica, metabólica ou hormonal que possam estar associadas aos sintomas descritos na síndrome.&lt;br&gt; &lt;br&gt;· As Síndromes dolorosas genito-urinárias são todas de natureza crônica e têm em comum a dor como sintoma principal:&lt;br&gt;&lt;br&gt;- Síndrome dolorosa vesical: tem como sintoma principal a dor supra-púbica relacionada ao enchimento vesical. Outros sintomas que podem estar relacionados são aumento da freqüência urinária diurna ou noturna. Deve-se descartar infecção urinária e outras doenças do trato urinário.&lt;br&gt; &lt;br&gt;- Síndrome dolorosa uretral: define a associação de dor na uretra, recorrente, geralmente, durante a micção, noctúria e aumento da freqüência urinária diurna, na ausência de infecção urinária ou outra doença.&lt;br&gt;&lt;br&gt;- Síndrome dolorosa vulvar: dor vulvar associada a sintomas de disfunção do trato urinário inferior ou disfunção sexual, excluída infecção vaginal ou doença neoplásica, metabólica ou hormonal.&lt;br&gt; &lt;br&gt;- Síndrome dolorosa vaginal: dor vaginal relacionada à disfunção sexual ou do trato urinário inferior afastadas outras condições óbvias.&lt;br&gt;&lt;br&gt;- Síndrome dolorosa perineal: dor perineal ligada ao ciclo da micção ou associada à disfunção sexual ou do trato urinário inferior, excluídas as causas óbvias.&lt;br&gt; &lt;br&gt;- Síndrome dolorosa pélvica: dor pélvica relacionada a sintomas sugestivos de disfunção do trato urinário inferior, sexual, intestinal ou ginecológica, na ausência de doença infecciosa, neoplásica, hormonal ou metabólica.&lt;br&gt; &lt;br&gt;· Sintomas sugestivos de síndrome de disfunção do trato urinário inferior:&lt;br&gt;&lt;br&gt;- Urgência: associada ou não à urge-incontinência, geralmente acompanhada de freqüência e noctúria pode ser descrita como síndrome de bexiga hiperativa, síndrome de urgência ou síndrome urgência – freqüência. A combinação desses sintomas é sugestiva de hiperatividade do detrusor demonstrada pelo estudo urodinâmico, mas a causa pode ser outra forma de disfunção uretro-vesical.&lt;br&gt; &lt;br&gt;- Sintomas do trato urinário inferior sugestivos de obstrução vesical são predominantemente sintomas miccionais (jato fraco, hesitância, esforço miccional, gotejamento terminal), mas também podem ser irritativos (urgência, urge – incontinência, noctúria, freqüência, sensação de esvaziamento incompleto).&lt;/span&gt;&lt;div&gt; &lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 13px; border-collapse: collapse; color: rgb(41, 41, 41); line-height: 16px; "&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 13px; border-collapse: collapse; color: rgb(41, 41, 41); line-height: 16px; "&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.uroginecologia.com.br"&gt;www.uroginecologia.com.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-3872914107236293618?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/3872914107236293618'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/3872914107236293618'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2010/06/sintomas-de-trato-urinario-inferior.html' title='Sintomas de trato urinário inferior'/><author><name>ADMIN</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-85ReOVOEhcM/Thsbam1JtTI/AAAAAAAAAfU/2X0iMN4Y6Hk/s220/daniface.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-886807018362508299</id><published>2010-05-14T11:25:00.001-07:00</published><updated>2010-06-17T11:56:52.144-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Assoalho Pélvico'/><title type='text'>Tratamento de Bexiga hiperativa</title><content type='html'>O tratamento cl&amp;#237;nico n&amp;#227;o farmacol&amp;#243;gico da bexiga hiperativa inclui as&lt;br&gt;medidas gerais, tratamento comportamental, fisioterap&amp;#234;utico e o&lt;br&gt;cateterismo intermitente.&lt;p&gt;Dentre as medidas gerais, &amp;#233; importante orientar a restri&amp;#231;&amp;#227;o l&amp;#237;quida&lt;br&gt;(1,5 litro/dia), evitar &amp;#225;lcool, cafe&amp;#237;na e nicotina. Deve-se ainda&lt;br&gt;estar atento aos medicamentos utilizados pelas pacientes, uma vez que&lt;br&gt;diversos f&amp;#225;rmacos t&amp;#234;m efeitos colaterais sobre o trato urin&amp;#225;rio, como&lt;br&gt;por exemplo, os diur&amp;#233;ticos e os alfa bloqueadores.&lt;p&gt;Com rela&amp;#231;&amp;#227;o ao tratamento comportamental, a modalidade mais &amp;#250;til na&lt;br&gt;pr&amp;#225;tica cl&amp;#237;nica &amp;#233; o treinamento vesical, descrito por Jeffcoate&amp;#160;e&lt;br&gt;Francis. O objetivo &amp;#233;&amp;#160;fazer com que a paciente readquira o controle&lt;br&gt;sobre o reflexo da mic&amp;#231;&amp;#227;o, deixando de experimentar epis&amp;#243;dios de&lt;br&gt;urg&amp;#234;ncia e de urge-incontin&amp;#234;ncia.&lt;p&gt;No treinamento vesical, o intervalo inicial entre as mic&amp;#231;&amp;#245;es &amp;#233; fixo,&lt;br&gt;de acordo com o di&amp;#225;rio miccional de cada paciente, de tal maneira que&lt;br&gt;a mic&amp;#231;&amp;#227;o s&amp;#243; &amp;#233; permitida nos hor&amp;#225;rios pr&amp;#233;-estabelecidos. Este intervalo&lt;br&gt;inicial &amp;#233;, ent&amp;#227;o, gradualmente aumentado (15 minutos por vez), de tal&lt;br&gt;forma que a paciente alcance um intervalo confort&amp;#225;vel de tr&amp;#234;s a quatro&lt;br&gt;horas entre as mic&amp;#231;&amp;#245;es. As taxas de sucesso s&amp;#227;o de aproximadamente 80%&lt;br&gt;no curto prazo.&lt;p&gt;Em rela&amp;#231;&amp;#227;o ao tratamento fisioterap&amp;#234;utico, utiliza-se principalmente a&lt;br&gt;eletro-estimula&amp;#231;&amp;#227;o. Esta modalidade terap&amp;#234;utica foi descrita por Bors&lt;br&gt;(1952), que estudou os seus efeitos na musculatura do assoalho&lt;br&gt;p&amp;#233;lvico.&lt;p&gt;O mecanismo de a&amp;#231;&amp;#227;o n&amp;#227;o &amp;#233; totalmente conhecido, mas sabe-se que a&lt;br&gt;eletro-estimula&amp;#231;&amp;#227;o ativa reflexos inibit&amp;#243;rios pelos nervos pudendos&lt;br&gt;aferentes. Ocorre ativa&amp;#231;&amp;#227;o de fibras simp&amp;#225;ticas nos g&amp;#226;nglios p&amp;#233;lvicos&lt;br&gt;e no m&amp;#250;sculo detrusor, bem como inibi&amp;#231;&amp;#227;o central de eferentes motores&lt;br&gt;para a bexiga e de aferentes p&amp;#233;lvicos e pudendos provenientes da&lt;br&gt;bexiga. ERIKSEN&amp;#160;et al&amp;#160;(1989)&amp;#160;relataram que o efeito da&lt;br&gt;eletro-estimula&amp;#231;&amp;#227;o sobre a instabilidade vesical decorre do&lt;br&gt;restabelecimento de mecanismos inibit&amp;#243;rios, com normaliza&amp;#231;&amp;#227;o do&lt;br&gt;equil&amp;#237;brio entre os neurotransmissores adren&amp;#233;rgicos e colin&amp;#233;rgicos.&lt;p&gt;A contra&amp;#231;&amp;#227;o da musculatura do assoalho p&amp;#233;lvico e dos m&amp;#250;sculos&lt;br&gt;para-uretrais representa um efeito adicional da eletro-estimula&amp;#231;&amp;#227;o no&lt;br&gt;controle da hiperatividade vesical. O fechamento uretral desencadearia&lt;br&gt;reflexo inibit&amp;#243;rio sobre o detrusor pelos aferentes pudendos45.&lt;p&gt;A eletro-estimula&amp;#231;&amp;#227;o pode ser feita em regime ambulatorial ou&lt;br&gt;domiciliar. Os eletrodos podem ser externos (vaginais ou anais),&lt;br&gt;transcut&amp;#226;neos ou implantados diretamente na raiz nervosa sacral (S3)&lt;br&gt;por meio de cirurgia. A eletro-estimula&amp;#231;&amp;#227;o sacral tem sido indicada&lt;br&gt;principalmente em casos de bexiga hiperativa neurog&amp;#234;nica.&lt;p&gt;Os par&amp;#226;metros el&amp;#233;tricos s&amp;#227;o cruciais na determina&amp;#231;&amp;#227;o da resposta ao tratamento.&lt;p&gt;Para a inibi&amp;#231;&amp;#227;o vesical o pulso alternado de 10 Hz &amp;#233; o mais indicado,&lt;br&gt;por dois motivos principais: a revers&amp;#227;o da polaridade dos eletrodos&lt;br&gt;reduz o risco de cauteriza&amp;#231;&amp;#227;o da mucosa vaginal e as freq&amp;#252;&amp;#234;ncias&lt;br&gt;abaixo de 10 Hz limitariam a intensidade de corrente necess&amp;#225;ria para&lt;br&gt;produzir efeito terap&amp;#234;utico.&lt;p&gt;A corrente&amp;#160;el&amp;#233;trica intermitente &amp;#233; prefer&amp;#237;vel por diminuir os riscos&lt;br&gt;de dano tecidual, uma vez que entre um est&amp;#237;mulo e outro h&amp;#225; tempo para&lt;br&gt;elimina&amp;#231;&amp;#227;o do calor e de subst&amp;#226;ncias t&amp;#243;xicas acumuladas47. A&lt;br&gt;intensidade &amp;#233; individual, refletindo diferen&amp;#231;as de sensibilidade e&lt;br&gt;imped&amp;#226;ncia dos tecidos. Deve ser a m&amp;#225;xima tolerada e , usualmente,&lt;br&gt;encontra-se entre 0 e 100 mA.&lt;p&gt;Alguns efeitos colaterais s&amp;#227;o descritos, com incid&amp;#234;ncias que variam de&lt;br&gt;0 a 14%48. Os mais comuns s&amp;#227;o dor, irrita&amp;#231;&amp;#227;o vaginal e infec&amp;#231;&amp;#227;o&lt;br&gt;urin&amp;#225;ria.&lt;p&gt;A eletro-estimula&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; contra-indicada em casos de incontin&amp;#234;ncia&lt;br&gt;urin&amp;#225;ria por defeito esfincteriano, usu&amp;#225;rias de marca-passo card&amp;#237;aco,&lt;br&gt;durante a gravidez, na presen&amp;#231;a de distopias acentuadas e em mulheres&lt;br&gt;com denerva&amp;#231;&amp;#227;o completa do assoalho p&amp;#233;lvico.&lt;p&gt;Os resultados do tratamento s&amp;#227;o vari&amp;#225;veis, com&amp;#160;taxas de cura e de&lt;br&gt;melhora&amp;#160;entre 50%&amp;#160;e 90%. Os &amp;#237;ndices de sucesso&amp;#160;ap&amp;#243;s um ano ou mais do&lt;br&gt;t&amp;#233;rmino da terap&amp;#234;utica variam de 30% a 80%44. Tais diferen&amp;#231;as decorrem&lt;br&gt;de v&amp;#225;rios fatores, entre os quais se destacam o tempo de tratamento,&lt;br&gt;os par&amp;#226;metros e o&amp;#160;tipo de aparelho utilizado, bem como o crit&amp;#233;rio de&lt;br&gt;sele&amp;#231;&amp;#227;o das pacientes.&lt;p&gt;Os exerc&amp;#237;cios perineais tamb&amp;#233;m t&amp;#234;m sido indicados para o tratamento da&lt;br&gt;bexiga hiperativa. Entretanto, sua real efic&amp;#225;cia ainda n&amp;#227;o est&amp;#225;&lt;br&gt;estabelecida, bem como o seu&amp;#160;mecanismo de a&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;p&gt;Estudos t&amp;#234;m mostrado que a contra&amp;#231;&amp;#227;o volunt&amp;#225;ria dos m&amp;#250;sculos do&lt;br&gt;assoalho p&amp;#233;lvico inibe reflexamente a excita&amp;#231;&amp;#227;o parassimp&amp;#225;tica sobre o&lt;br&gt;detrusor. Tal fato resulta na melhora da urg&amp;#234;ncia miccional e a&lt;br&gt;paciente ganha tempo para caminhar at&amp;#233; o toalete, prevenindo a&lt;br&gt;urge-incontin&amp;#234;ncia.&lt;p&gt;De acordo com Shafik and Shafik (2003), a contra&amp;#231;&amp;#227;o do m&amp;#250;sculo&lt;br&gt;pubo-retal e do esf&amp;#237;ncter externo da uretra impedem a abertura do&lt;br&gt;esf&amp;#237;ncter uretral interno, resultando no relaxamento do detrusor e&lt;br&gt;supress&amp;#227;o da urg&amp;#234;ncia miccional.&lt;p&gt;A longo prazo os exerc&amp;#237;cios perineais podem promover mudan&amp;#231;as na&lt;br&gt;morfologia e fisiologia da musculatura e dos nervos do assoalho&lt;br&gt;p&amp;#233;lvico.&lt;p&gt;Os exerc&amp;#237;cios perineais podem ser ensinados utilizando-se t&amp;#233;cnicas de&lt;br&gt;&amp;quot;bioffedback&amp;quot;. Entretanto, revis&amp;#245;es sistem&amp;#225;ticas da literatura sugerem&lt;br&gt;que a ado&amp;#231;&amp;#227;o do &amp;quot;biofeedback&amp;quot; n&amp;#227;o aumenta a efic&amp;#225;cia dos exerc&amp;#237;cios&lt;br&gt;perineais isoladamente, estando portanto reservados &amp;#224;s pacientes que&lt;br&gt;n&amp;#227;o conseguem contrair adequadamente a musculatura perineal.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-886807018362508299?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/886807018362508299'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/886807018362508299'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2010/05/tratamento-de-bexiga-hiperativa.html' title='Tratamento de Bexiga hiperativa'/><author><name>ADMIN</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-85ReOVOEhcM/Thsbam1JtTI/AAAAAAAAAfU/2X0iMN4Y6Hk/s220/daniface.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-8622635130868577989</id><published>2010-05-04T16:51:00.001-07:00</published><updated>2010-05-04T16:51:42.240-07:00</updated><title type='text'>Fisiologia na micção</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px; color: rgb(124, 124, 124); line-height: 24px; "&gt;&lt;p style="line-height: 1.5em; margin-top: 1.2em; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.2em; margin-left: 0px; "&gt; &lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;A &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;a title="incontinencia" href="http://www.medicinageriatrica.com.br/2007/07/26/saude-geriatria/incontinencia-urinaria-no-idoso/" style="text-decoration: none; "&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;incontinência urinária&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; no idoso é um fator importantíssimo a qualidade de vida dos idosos, causando constrangimento e isolamento social, além de constituir uma das queixas mais "escondidas" aos geriatras e clínicos gerais. O conhecimento da fisiologia do ato miccional é fundamental para a compreensão e tratamento dos diversos tipos de alterações que causam a incontinência urinária.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: 1.5em; margin-top: 1.2em; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.2em; margin-left: 0px; "&gt;&lt;a title="bexiga" href="http://www.medicinageriatrica.com.br/wp-content/uploads/2007/07/bexiga5.JPG" style="text-decoration: none; "&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;img src="http://www.medicinageriatrica.com.br/wp-content/uploads/2007/07/bexiga5.JPG" alt="bexiga" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: 1.5em; margin-top: 1.2em; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.2em; margin-left: 0px; "&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;A função vesical acontece em duas fases:&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: 1.5em; margin-top: 1.2em; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.2em; margin-left: 0px; "&gt;&lt;strong&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Fase de Armazenamento&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;: O armazenamento ocorre quando a bexiga consegue acumular quantidades crescentes de urina no seu interior, sem causar pressão, enquanto os esfíncteres urinários permanecem contraídos, ou seja, acomodação vesical.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: 1.5em; margin-top: 1.2em; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.2em; margin-left: 0px; "&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;O esfíncter externo e os músculos elevadores do ânus servem como suporte para os mecanismos de continência, em permanente estado de contração podem contrair-se ainda mais para impedir a perda de urina sob condições de stress, são inervados pelo plexos sacrais e nervos pudendos.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: 1.5em; margin-top: 1.2em; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.2em; margin-left: 0px; "&gt;&lt;strong&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Fase de esvaziamento:&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: 1.5em; margin-top: 1.2em; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.2em; margin-left: 0px; "&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;O ato de conter a urina ocorre voluntariamente, quando a bexiga atinge sua capacidade máxima (350 – 650 ml), os receptores do interior do músculo detrusor emitem sinais aos centros corticais do cérebro para se iniciar a fase de esvaziamento.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: 1.5em; margin-top: 1.2em; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.2em; margin-left: 0px; "&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;O esvaziamento vesical acontece com a estimulação da contração da bexiga associada ao relaxamento esfincteriano e dos músculos elevadores do ânus, permitindo que a bexiga elimine seu conteúdo através de uma inversão desse gradiente de pressão. A uretra se encurta o que diminui a resistência do fluxo, a bexiga libera seu conteúdo sob controle voluntário dependendo diretamente de uma atividade coordenada da uretra e do músculo detrusor.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: 1.5em; margin-top: 1.2em; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.2em; margin-left: 0px; "&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;O reflexo da micção é um reflexo completamente autonômico da medula espinhal, mas pode ser inibido ou facilitado por centros do cérebro.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: 1.5em; margin-top: 1.2em; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.2em; margin-left: 0px; "&gt;&lt;a title="nervos" href="http://www.medicinageriatrica.com.br/wp-content/uploads/2007/07/nervos-pelvicos.jpg" style="text-decoration: none; "&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;img src="http://www.medicinageriatrica.com.br/wp-content/uploads/2007/07/nervos-pelvicos.jpg" alt="nervos" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: 1.5em; margin-top: 1.2em; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.2em; margin-left: 0px; "&gt;&lt;strong&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Controle autonômico&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; – O sistema nervoso autônomo tem importante papel no controle da micção. A parede da bexiga contém densa inervação simpática e parassimpática, ambas atuantes sobe a musculatura lisa (músculo detrusor). Esta musculatura normalmente está relaxada, com exceção da que forma o esfincter interno, normalmente contraída. Essa configuração permite o enchimento gradativo da bexiga com a urina. Esse fenômeno de enchimento é mediado pelo sistema simpático. Veja na figura as estruturas anatomicas e a inervação da região.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: 1.5em; margin-top: 1.2em; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.2em; margin-left: 0px; "&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;O enchimento vai estirando a parede, e termina por ativar os mecanorreceptores aí situados. Então, entra em funcionamento um arco reflexo que envolveo nervo vago e seus núcleos no tronco encefálico. Retornam pelo mesmo nervo vago comandos que resultam na contração da musculatura da bexiga e no relaxamento do esfincter interno (fenômeno mediado pelo sistema parassimpático). Nesse momento a micção fica contida apenas pela contração do esfincter externo, constituído de fibras musculares estriadas sob o comando voluntário exercido por neurônios da ponte (núcleo de Barrington) e motoneurônios da medula sacra.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: 1.5em; margin-top: 1.2em; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.2em; margin-left: 0px; "&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;O núcleo de Barrington recebe informação sensorial sobre o enchimento da bexiga, bem como comandos do prosencéfalo relativo às condições socialmente adequadas para o relaxamento do esfíncter externo. Por tanto, o controle da micção é feito pela ação da medula espinhal, da ponte e do córtex cerebral.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: 1.5em; margin-top: 1.2em; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.2em; margin-left: 0px; "&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Fonte:&lt;a href="http://www.medicinageriatrica.com.br"&gt; Medicina Geriatrica&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height: 1.5em; margin-top: 1.2em; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.2em; margin-left: 0px; "&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-8622635130868577989?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/8622635130868577989'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/8622635130868577989'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2010/05/fisiologia-na-miccao.html' title='Fisiologia na micção'/><author><name>ADMIN</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-85ReOVOEhcM/Thsbam1JtTI/AAAAAAAAAfU/2X0iMN4Y6Hk/s220/daniface.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-6035649549270791644</id><published>2010-04-28T04:43:00.001-07:00</published><updated>2010-06-17T11:56:25.226-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fisioterapia'/><title type='text'>Fisioterapia na Sexualidade</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;br&gt;Desde 2005, na Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), a ginecologista Carolina Carvalho Ambrogini, coordenadora do Projeto Afrodite, atende mulheres que foram vítimas de abuso, sentem dor ou não conseguem ter prazer durante a relação sexual. O programa combina as áreas de psicologia, fisioterapia e ginecologia.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Para serem atendidas, as pacientes devem participar de três palestras sobre sexualidade que ocorrem mensalmente no ambulatório de ginecologia da Instituição. Depois, as mulheres que procuram por ajuda, passam por uma triagem para que as médicas identifiquem o problema e indiquem o tratamento mais adequado.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O Programa começou com o foco limitado, voltado apenas para mulheres na menopausa. Segundo a médica, nessa etapa de vida, a dificuldade para ter prazer é maior. "O apetite sexual diminui, a musculatura pélvica é mais flácida e compromete o desempenho sexual."&lt;br&gt; &lt;br&gt;O trabalho da fisioterapia, nesses casos, é fundamental. "As mulheres aprendem a fortalecer o músculo pélvico e descobrem que o prazer não tem idade." Por conta da demanda no atendimento, muitas mulheres procuravam o ambulatório reclamando dos mais variados problemas, o trabalho ganhou um leque ilimitado de abrangência. "Tratamos todos os tipos de problemas ligados à sexualidade da mulher."&lt;br&gt; &lt;br&gt;No ambulatório de sexualidade, as mulheres podem ter um acompanhamento semanal com uma terapeuta e uma fisioterapeuta. Maria Angélica Alcides, fisioterapeuta da Unifesp, trabalha diariamente reabilitando mulheres.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O trabalho de fisioterapia na área da sexualidade ainda é muito novo no Brasil. Segundo Alcides, a Unifesp é a única instituição pública que trabalha com esse tipo de tratamento. "Existem muitos aparelhos que ajudam a tratar esses distúrbios, mas no País o tema ainda é novo e o acesso à tecnologia é pequeno."&lt;br&gt; &lt;br&gt;A fisioterapeuta relata que muitas mulheres, por algum trauma do passado, apresentam esse distúrbio. "A dificuldade para ter uma relação é enorme. A contração não é só do músculo pélvico. Elas travam coxa, abdômen e glúteos, o que impossibilita a penetração. São reações típicas de pânico.", esclarece a especialista.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O primeiro passo da fisioterapia é fazer com que essas mulheres olhem para o próprio corpo. As participantes precisam se conhecer, gostar do que vêem. Não ter medo de se tocar também é essencial. O tratamento é feito com exercícios físicos, aparelhos específicos para estimular o equilíbrio entre relaxamento e contração pélvica. Angélica também ensina controlar a respiração, a ansiedade e orienta a relação sexual, indicando posições que deixem a mulher mais segura e confortável. "Realizamos um trabalho de reabilitação, orientação e educação sexual."&lt;br&gt; &lt;br&gt;As pacientes são acompanhadas, em média, durante quatro meses. Inicialmente, as consultas são semanais. Conforme a melhora do quadro, passam a ser quinzenais. O ambulatorio atende mais de 50 mulheres por mês.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Com a ajuda de uma &lt;a href="http://delas.ig.com.br/saudedamulher/fisioterapia+contra+dor+na+relacao+sexual/n1237581858038.html"&gt;reportagem do IG.&lt;/a&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-6035649549270791644?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/6035649549270791644'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/6035649549270791644'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2010/04/fisioterapia-na-sexualidade.html' title='Fisioterapia na Sexualidade'/><author><name>ADMIN</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-85ReOVOEhcM/Thsbam1JtTI/AAAAAAAAAfU/2X0iMN4Y6Hk/s220/daniface.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-3056925846837991565</id><published>2010-04-23T15:15:00.001-07:00</published><updated>2010-04-23T15:15:25.284-07:00</updated><title type='text'>Biofeedback na incontinência urinária</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;; font-size: medium; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; "&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="2" face="Arial"&gt;A técnica de biofeedback para tratar incontinência urinária foi iniciada por Arnold Kegel nos anos 40. Exercícios de contração de músculo executados sem monitoração de EMG podem conduzir a contrações de outros músculos, como os abdominais, nádegas e coxas, conduzindo assim ao cansaço e pressão severa na bexiga. Vários investigadores informaram que a monitoração da musculatura do chão pélvico por eletrodos de superfície capturou atividade de músculo altamente correlacionada com aquela obtida com eletrodo de agulha inserido diretamente nos músculos pélvicos. Tratamento de EMG de superfície têm demonstrado ser altamente eficazes 3,7,12,19. O treinamento domiciliar com biofeedback demonstrou promover melhoras significativas na redução de sintomas e eliminação de incontinência urinária quando comparado com exercícios de Kegel, feitos isoladamente ou junto com um equipamento resistivo&lt;sup&gt;3&lt;/sup&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="2" face="Arial"&gt;&lt;a href="http://www.bfe.org/protocol/protocol/pro04fre.htm"&gt;&lt;b&gt;&lt;img src="http://www.bfe.org/protocol/fig2.gif" border="0" width="399" height="291"&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;dl&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;center&gt;&lt;dt&gt;&lt;i&gt;&lt;font size="2" face="Arial"&gt;Figure 2: Longitudinal electrodes (A or V) of inserted sensors are much closer to the PC muscle than perianal surface electrodes (B)&lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;/dt&gt;&lt;/center&gt; &lt;/div&gt;&lt;/dl&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="2" face="Arial"&gt;Aprender por tentativa e erro, faz com que o biofeedback de EMG permita ao paciente isolar só o músculo pélvico.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="2" face="Arial"&gt;Usando-se um instrumento de dois canais como o MyoDac 2TM, sistema computadorizado, ou duas unidades de MyoTracTM, podem se colocar eletrodos a meio caminho entre o músculo abdominal, o umbigo e o púbis para ajudar o paciente a evitar a contração destes durante o exercício do músculo pélvico.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size="2" face="Arial"&gt;Há vários métodos de treinamento da musculatura do chão pélvico (figura 3). Contrações máximas são feitas durante 5-10 segundos de cada vez com períodos de 10 segundos de repouso entre elas. Estes exercícios são repetidos várias vezes, até que a contração comece a mostrar fadiga ou quando o paciente começa a compensar com musculatura adicional.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="2" face="Arial"&gt;&lt;img src="http://www.bfe.org/protocol/figfour3.gif" width="520" height="160"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="2" face="Arial"&gt;O treinamento de resistência é efetuado com contrações um pouco abaixo do valor máximo mantidas por períodos crescentemente mais longos, por exemplo, uma contração de 50% do valor máximo mantida durante 30 segundos ou mais. A velocidade de recrutamento é praticada com várias contrações repetitivas em um intervalo de tempo menor, por exemplo, 10 contrações sucessivas em um período de dez segundos. Uma contração progressiva também pode ser feita, e pode ser pedido ao paciente para contrair e relaxar gradualmente os músculos. O tempo de biofeedback total é de aproximadamente 15 minutos, o tempo gasto em cada tipo de treinamento depende do problema do paciente e de sua resposta.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size="2" face="Arial"&gt;Uma revisão dos dados de registro, combinada com uma sessão de biofeedback com um profissional de saúde, normalmente é sugerida a cada 7-10 dias. Ao paciente é pedido que trabalhe diariamente em casa o tempo equivalente a duas ou três sessões de biofeedback de EMG e 5-10 exercícios de contração muscular não monitoradas adicionais. Estes deveriam consistir em 3 grupos de exercícios de contração e relaxamento por sessão para começar o processo de generalização. Durante as semanas subseqüentes, estes exercícios deveriam ser praticados com um número crescente de repetições e esforço.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size="2" face="Arial"&gt;Várias escolhas de instrumentos para monitoração estão disponíveis e oferecem uma variedade de características:&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;font size="2" face="Arial"&gt;MyoTrac&lt;sup&gt;TM&lt;/sup&gt;: Proporciona ajustes de limites de contração superior e inferior e gráficos de barras (LEDs)&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;font size="2" face="Arial"&gt;excelente para treinamento domiciliar. Possui saída de leitura digital.&lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;font size="2" face="Arial"&gt;MyoTrac&lt;sup&gt;TM&lt;/sup&gt;: Idêntico a MyoTrac&lt;sup&gt;TM&lt;/sup&gt;, mas inclui uma característica de marcação para níveis absolutos, memória de atividade, e uma produção de leitura digital ou conexão para sistema de aquisição de dados computadorizado.&lt;/font&gt;&lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;font size="2" face="Arial"&gt;EMG lOlT/2OlTTM: Possui medidor analógico ou medidor de níveis absolutos digitais, e pode ser conectado ao sistema de aquisição de dados ProComp&lt;sup&gt;TM&lt;/sup&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt; &lt;font size="2" face="Arial"&gt;MyoDac2&lt;sup&gt;TM&lt;/sup&gt;: EMG de dois canais para computador que monitora, biofeedback e aquisição de dados.&lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;font size="2" face="Arial"&gt;FlexComp/DSP&lt;sup&gt;TM&lt;/sup&gt;: Sistema computadorizado de múltiplos canais.&lt;/font&gt;&lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="2" face="Arial"&gt;Embora quaisquer dos instrumentos possam fornecer a retroalimentação adequada, para propósitos de treinamento - especialmente em casa - nós recomendamos o MyoTrac&lt;sup&gt;TM&lt;/sup&gt; da Thought Technology ou MyoTrac&lt;sup&gt;TM&lt;/sup&gt; que incorporam ambos, tom, limite e biofeedback de gráfico de barras com LEDs. Para trabalhos clínicos, o sistema computadorizado MyoDac 2&lt;sup&gt;TM&lt;/sup&gt; é mais adequado. Todos os instrumentos usam o sensor de MyoScan&lt;sup&gt;TM&lt;/sup&gt; que pode ser conectado a um sensor de EMG PerryMeter&lt;sup&gt;TM&lt;/sup&gt;, vaginal para mulheres, ou um sensor de PerryMeter&lt;sup&gt;TM&lt;/sup&gt; anal, para homens. Eletrodos de EMG de superfície também podem ser usados. Pequenos eletrodos descartáveis, pré preparados com gel, ou eletrodos pediátricos de ECG (Eletrocardiograma) podem ser colocados na região peri-anal, com o eletrodo de terra colocado próximo à região. O equipamento de biofeedback de EMG MyoTrac&lt;sup&gt;TM&lt;/sup&gt; auxilia o treinamento da musculatura pélvica do paciente reforçando a atividade apropriada do músculo pélvico. Para acelerar a aprendizagem, as colocações de limite são aumentadas elevando o nível de atividade muscular exigida. Os LEDs vermelhos (limite superior) e o reforço de tom proporcional incentivam o paciente quanto à consistência e qualidade do esforço.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="Arial"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;a href="http://www.bfe.org/protocol/pro04por.htm"&gt;Leia mais clicando aqui&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="Arial"&gt;&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-3056925846837991565?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/3056925846837991565'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/3056925846837991565'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2010/04/biofeedback-na-incontinencia-urinaria.html' title='Biofeedback na incontinência urinária'/><author><name>ADMIN</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-85ReOVOEhcM/Thsbam1JtTI/AAAAAAAAAfU/2X0iMN4Y6Hk/s220/daniface.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-7372664722479888596</id><published>2010-04-23T15:11:00.001-07:00</published><updated>2010-06-17T11:56:52.145-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Assoalho Pélvico'/><title type='text'>Musculatura do assoalho pélvico</title><content type='html'>O assoalho pélvico é um conjunto de partes moles que fecham a pelve, sendo formado por músculos, ligamentos e fáscias. Suas funções são de sustentar e suspender os órgãos pélvicos e abdominais, mantendo as continências urinária e fecal. Os músculos do assoalho pélvico também participam da função sexual e distendem-se em sua porção máxima na passagem do produto conceptual (OLIVEIRA &amp;amp; LOPES, 2006).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Atualmente, entende-se como assoalho pélvico todo o conjunto de estruturas que dá suporte às vísceras abdominais e pélvicas. (SAMPAIO, FAVORITO &amp;amp; RODRIGUES, 1999). O assoalho pélvico consiste dos músculos coccígeos e elevadores do ânus, que conjuntamente são chamados de diafragma pélvico, que é atravessado à frente pela vagina e uretra e ao centro pelo canal anal (FREITAS, MENKE &amp;amp; RIVOIRE, 2002).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Os músculos levantador do ânus se divide em pubococcígeo, ileococcígeo e puborretal, os músculos bulbocavernoso, transverso superficial do períneo e o isquiocavernoso compõem o diafragma urogenital, e também a fascia endopélvica que é composta pelos ligamentos pubo-vesical, redondo do útero, uterossacro e ligamento cervical transverso e são importantes para manter a estruturas pélvicas em suas posições normais (ZANATTA &amp;amp; FRARE, 2003; MOORE, 1998; OLIVEIRA &amp;amp; LOPES, 2006).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    A musculatura estriada do assoalho pélvico, juntamente com a fáscia endopélvica, exerce papel fundamental no suporte dos órgãos pélvicos e na manutenção da continência urinária (RIBEIRO &amp;amp; ROSSI, 2000).&lt;br&gt;&lt;br&gt;     Os músculos do assoalho pélvico são constituídos de 70% de fibras do tipo I (fibras de contração lenta) e 30% de fibras do tipo II (fibras de contração rápida). Assim as fibras do tipo I são responsáveis pela ação antigravitacional dos músculos do assoalho pélvico, mantendo o tônus constante e também na manutenção da continência no repouso. E as do tipo II são recrutadas durante aumento súbito da pressão abdominal contribuindo assim para o aumento da pressão de fechamento uretral (CAMARRÃO et al., 2003; ZANATTA &amp;amp; FRARE, 2003; OLIVEIRA &amp;amp; LOPES, 2006).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    A bexiga urinária está localizada posteriormente à sínfise púbica e anteriormente ao reto, e nas mulheres está em contato com o útero e a vagina. A bexiga é um órgão pélvico muscular côncavo que possui quatro camadas: mucosa, submucosa, muscular e serosa (adventícia). A mucosa é composta de epitélio, que diminui em espessura quando a bexiga enche-se e as células são distendidas. A camada submucosa serve para dar suporte à mucosa. A parte muscular é constituída por um músculo liso denominado detrusor, e a camada serosa (externa) é constituída de gordura e tecido conjuntivo, e aparece apenas na face superior da bexiga. (GRAAF, 1992).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    A uretra feminina apresenta em média quatro centímetros de comprimento e também é composta por fibras musculares lisas (esfíncter interno) e estriadas (esfíncter externo). As fibras lisas têm pouca variedade de contração espasmódica, possibilitando que se mantenha uma pressão de fechamento e, assim, a continência urinária por período prolongado sem fadiga, e as fibras estriadas está sob o controle voluntário do sistema nervoso e pode ser usado para impedir conscientemente a micção, mesmo quando controles involuntários estão tentando esvaziar a bexiga (GUYTON &amp;amp; HALL, 2002; ZANATTA &amp;amp; FRARE, 2003; OLIVEIRA &amp;amp; LOPES, 2006).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    A submucosa constituída de tecido conjuntivo frouxo misturado com feixes de fibras musculares lisas é um elaborado plexo vascular, cria um efeito vital para o mecanismo de continência (OLIVEIRA &amp;amp; LOPES, 2006).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Sob o ponto de vista funcional, a integridade da camada de músculo liso circundante mantém esse mecanismo, direcionando as pressões submucosas de expansão para dentro, em direção à mucosa. A integridade do músculo liso e do tecido esponjoso vascular da uretra fornece uma importante contribuição para o mecanismo de fechamento, possuindo, portanto, grande importância para a continência urinária passiva normal. As fibras de músculo estriado, extrínsecas à uretra no nível do diafragma urogenital, fornecem atividade esfincteriana reflexa e voluntária, contribuindo principalmente para a continência ativa (WEI, RAZ &amp;amp; YOUNG, 1999).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Quando os músculos são mais requisitados do que o normal, eles são forçados a um trabalho extra para superar uma resistência ou carga. Este trabalho conduz a um aumento de força, pois o músculo se contrai e a síntese de proteínas musculares é estimulada. Após um período de descanso e recuperação, novas proteínas são construídas tornando as fibras musculares maiores em diâmetro e força (BRINCK &amp;amp; NERY, 2006).&lt;br&gt; &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fonte: EF Esportes&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-7372664722479888596?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/7372664722479888596'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/7372664722479888596'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2010/04/musculatura-do-assoalho-pelvico.html' title='Musculatura do assoalho pélvico'/><author><name>ADMIN</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-85ReOVOEhcM/Thsbam1JtTI/AAAAAAAAAfU/2X0iMN4Y6Hk/s220/daniface.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-7827006005300288621</id><published>2010-04-19T15:04:00.001-07:00</published><updated>2010-06-17T11:56:25.226-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fisioterapia'/><title type='text'>Metade das mulheres acima de 50 anos têm algum grau de incontinência urinária</title><content type='html'>Doen&amp;#231;as do trato urin&amp;#225;rio atingem mais mulheres do que homens, mas na&lt;br&gt;hora de procurar assist&amp;#234;ncia poucas sabem que o urologista &amp;#233; o&lt;br&gt;especialista indicado. &amp;quot;No Brasil, ele ainda &amp;#233; erroneamente associado&lt;br&gt;ao m&amp;#233;dico que cuida do aparelho reprodutor masculino, como &amp;#233; o&lt;br&gt;ginecologista para a mulher. Na verdade, cabe ao especialista tratar&lt;br&gt;do aparelho urin&amp;#225;rio masculino e feminino, al&amp;#233;m do genital masculino&amp;quot;,&lt;br&gt;explica o urologista Ricardo Monteiro.&lt;p&gt;A incontin&amp;#234;ncia urin&amp;#225;ria, por exemplo, &amp;#233; uma das doen&amp;#231;as urol&amp;#243;gicas&lt;br&gt;que mais atingem mulheres. Segundo a Sociedade Brasileira de Urologia,&lt;br&gt;cerca de 20% da popula&amp;#231;&amp;#227;o feminina brasileira apresentam o dist&amp;#250;rbio,&lt;br&gt;que &amp;#233; caracterizado pela perda involunt&amp;#225;ria da urina. Ap&amp;#243;s os 50 anos,&lt;br&gt;a incid&amp;#234;ncia sobe: cerca de 50% das mulheres sofrem de algum grau de&lt;br&gt;incontin&amp;#234;ncia.&amp;quot;Os principais fatores de risco s&amp;#227;o: quest&amp;#245;es&lt;br&gt;anat&amp;#244;micas, idade, multiparidade (v&amp;#225;rios partos), obesidade,&lt;br&gt;sedentarismo e tabagismo&amp;quot;, explica Ricardo.&lt;p&gt;O tratamento inicial n&amp;#227;o &amp;#233; feito por cirurgia, como muitos acreditam.&lt;br&gt;Indica-se a fisioterapia urogenital – tratamento cl&amp;#237;nico que pode ou&lt;br&gt;n&amp;#227;o ser acompanhado da prescri&amp;#231;&amp;#227;o de medicamentos. &amp;quot;A defini&amp;#231;&amp;#227;o da&lt;br&gt;conduta terap&amp;#234;utica depende da avalia&amp;#231;&amp;#227;o cl&amp;#237;nica da paciente, seu&lt;br&gt;hist&amp;#243;rico cl&amp;#237;nico e do resultado do estudo urodin&amp;#226;mico, que &amp;#233; o exame&lt;br&gt;que indica a causa da incontin&amp;#234;ncia&amp;quot;, elucida o m&amp;#233;dico.&lt;p&gt;Na Linha de Risco&lt;p&gt;As mulheres s&amp;#227;o mais propensas a infec&amp;#231;&amp;#245;es bacterianas do trato&lt;br&gt;urin&amp;#225;rio inferior – essas altera&amp;#231;&amp;#245;es chegam a ser at&amp;#233; 20 vezes mais&lt;br&gt;frequentes nelas do que neles, especialmente naquelas com vida sexual&lt;br&gt;ativa.&lt;p&gt;A falta de informa&amp;#231;&amp;#227;o pode causar demora no diagn&amp;#243;stico de diferentes&lt;br&gt;patologias. Esse atraso agrava infec&amp;#231;&amp;#245;es, al&amp;#233;m de piorar problemas&lt;br&gt;como a obstru&amp;#231;&amp;#227;o do sistema de drenagem da urina – o que em casos mais&lt;br&gt;graves ocasiona at&amp;#233; a perda de um rim. Usualmente, elas buscam o&lt;br&gt;ginecologista primeiro. Esse especialista assiste os problemas mais&lt;br&gt;simples, mas costuma encaminhar ao urologista para investiga&amp;#231;&amp;#227;o e&lt;br&gt;diagn&amp;#243;stico.&lt;p&gt;Fonte: UOL&lt;p&gt;Postado por Dani Souto - Email: &lt;a href="mailto:danisouto@gmail.com"&gt;danisouto@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-7827006005300288621?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/7827006005300288621'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/7827006005300288621'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2010/04/metade-das-mulheres-acima-de-50-anos.html' title='Metade das mulheres acima de 50 anos têm algum grau de incontinência urinária'/><author><name>ADMIN</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-85ReOVOEhcM/Thsbam1JtTI/AAAAAAAAAfU/2X0iMN4Y6Hk/s220/daniface.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-7337576629670248265</id><published>2010-04-16T14:17:00.001-07:00</published><updated>2010-04-16T14:17:24.351-07:00</updated><title type='text'>Prostratite</title><content type='html'>&lt;br&gt;A Prostatite é o nome que se dá à inflamação da próstata e ela pode ser aguda, crônica ou não infecciosa. E não é uma doença contagiosa. A prostatite aguda infecciosa é causada por bactérias e necessita de urgente tratamento, pois os sintomas são geralmente severos, in cluindo a febre, os tremores e o ardor ao urinar. Já a crônica pode ser causada por bactérias, fungos ou parasitas e os sintomas são menos intensos, podendo ocorrer vontade de freqüente de urinar, ardor ou dor miccional e eventualmente dor perineal. A prostatite não infecciosa é mais freqüente do que a prostatite infecciosa. Pode apenas causar sintomas mínimos. A sua verdadeira causa é desconhecida.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Sintomas&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os sintomas geralmente dependem do tipo da prostatite. Pode acontecer de não haver sintoma, como também podem acontecer as seguintes queixas: arrepios, aumento da freqüência urinária, dor entre o escroto e o anus, dores articulares e musculares, febre, micção difícil, mialgias e dor abdominal, sensação de dor ou ardor ao urinar, podendo ocorrer também a pre ença de sangue na urina e ejaculação dolorosa.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A doença pode ocorrer por diversos fatores. A migração de bactérias através da uretra em direção à próstata é uma delas, assim como a deficiência da atividade antibacteriana da secreção prostática, por refluxo de urina infectada para o interior dos dutos prostáticos e falta de anticorpos locais e sistêmicos e qualquer malformação congênita do aparelho urinário, entre outras ocorrências. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Diagnóstico e tratamento&lt;br&gt;&lt;br&gt;Quando o médico suspeita de um caso de prostatite, geralmente ele pede um exame físico completo com a finalidade de descartar outras patologias. O exame específico de toque retal, exame de urina e urocultura são alguns dos solicitados. Para o tratamento são utilizados medicamentos por via oral e o mesmo pode demorar em média de 7 a 14 dias, dependendo da resposta e gravidade de problema. E, de 4 a 12 semanas, em média, para os casos de prostatite crônica infecciosa.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Fonte: Saúde e Vida &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-7337576629670248265?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/7337576629670248265'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/7337576629670248265'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2010/04/prostratite.html' title='Prostratite'/><author><name>ADMIN</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-85ReOVOEhcM/Thsbam1JtTI/AAAAAAAAAfU/2X0iMN4Y6Hk/s220/daniface.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-436816415381983990</id><published>2010-04-16T14:07:00.001-07:00</published><updated>2010-04-16T14:07:42.228-07:00</updated><title type='text'>Principais Disfunções Sexuais Masculinas</title><content type='html'>Disfunção Erétil&lt;br&gt;&lt;br&gt;    Estudos, em diversos países, revelam que a Disfunção Erétil atinge mais de 100 milhões de homens em todo o Mundo. A despeito deste enorme quantitativo, o paciente com problemas de ereção sente-se completamente só.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    O homem, em razão contexto sócio-cultural em que foi criado, apresenta dificuldades em conversar sobre seu problema até mesmo e principalmente com sua própria companheira, diante da qual sente-se diminuído. Com os amigos, vítimas do mesmo tipo de postura, a resposta recebida, certamente, será de galhofa e depreciação. O medo e a vergonha infundada de sua condição dificulta o acesso deste homem, até mesmo, ao especialista.&lt;br&gt; &lt;br&gt;     Causas da Disfunção Erétil&lt;br&gt;&lt;br&gt;    As causas da disfunção erétil podem ser divididas em três grandes grupos:&lt;br&gt;&lt;br&gt;Orgânicas&lt;br&gt;&lt;br&gt;Psicogênicas&lt;br&gt;&lt;br&gt;Mistas&lt;br&gt;&lt;br&gt;    Torna-se oportuno ressaltar que os distúrbios da ereção ocorrem, com maior freqüência, a medida que o indivíduo envelhece, todavia não são devidos apenas a idade . O fato pode ser bem compreendido quando se entende que várias doenças que favorecem ao aparecimento da disfunção erétil ocorrem com maior incidência em pessoas com idade mais avançada.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Principais Causas Orgânicas&lt;br&gt;&lt;br&gt;    A ereção peniana é um fenômeno dependente de vários fatores e envolve os sistemas nervoso, endócrino, vascular e tecidual dos corpos cavernosos. Assim sendo, alterações em qualquer um desses fatores podem contribuir pelo menos em parte para a disfunção erétil .   &lt;br&gt; &lt;br&gt;    Lesões ou distúrbios vasculares que prejudiquem a perfeita circulação do sangue no pênis.&lt;br&gt;&lt;br&gt;    A doença arterial oclusiva de etiologia aterosclerótica ou traumática do sistema vascular pélvico e peniano diminui o fluxo sangüíneo e reduz sensivelmente a ereção peniana.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Alterações nos nervos que conduzem os estímulos sexuais até o pênis. Enfermidades ou condições que afetam o sistema nervoso, tais como o alcoolismo e diabetes melito , podem causar disfunção erétil. Alem disso, lesões na medula espinhal, cirurgias e radioterapia pélvica destroem fibras nervosas, com prejuízo da função eretiva.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Alterações na produção de hormônios , como por exemplo a diminuição dos níveis sangüíneos da testosterona (produzida nos testículos) levando a diminuição do interesse pela atividade sexual.&lt;br&gt;&lt;br&gt;    Alterações anatômicas e fisiológicas dos corpos cavernosos , impedindo que os mesmos se dilatem adequadamente para promover a ereção. Os corpos cavernosos são estruturas cilíndricas, localizadas no corpo do pênis, que ao recebem sangue e mantê-lo sob pressão, promovem a ereção.  &lt;br&gt; &lt;br&gt;    Causas Psicogênicas&lt;br&gt;&lt;br&gt;    Tem seu mecanismo de atuação relacionado com a inibição central do processo da ereção, de fundo emocional e sem a participação de nenhum componente orgânico.  &lt;br&gt;&lt;br&gt;    Diversos fatores emocionais tais como: o stress, a ansiedade, o medo de falhar, a vergonha, problemas familiares, problemas financeiros , entre outros, podem ser responsáveis pela disfunção erétil, em diversos graus, incluindo problemas de ejaculação precoce.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    A preocupação excessiva do indivíduo com sua performance sexual também pode levar &lt;br&gt;a disfunção erétil. O homem com disfunção erétil se isola com o seu problema.&lt;br&gt;&lt;br&gt;    O receio e a vergonha de falhar mais uma vez, acabam por levar o homem a se abster de qualquer contato sexual, conduzindo-o a um ciclo vicioso que o afasta cada vez mais da cura.&lt;br&gt; &lt;br&gt;     Causas Mistas&lt;br&gt;&lt;br&gt;    Compreendem a combinação de fatores orgânicos e emocionais.&lt;br&gt;&lt;br&gt;    Após passar por sucessivos fracassos ao tentar a relação sexual, a sensação de inferioridade experimentada pelo indivíduo vai provocar um enorme impacto psicológico. O ciclo  vicioso criado torna cada vez mais difícil a possibilidade de resolver sozinho o problema.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Em se tratando de ereção , expressão máxima da masculinidade , relacionada por conceitos de nossa sociedade, a força e potência em seu sentido mais amplo, torna-se extremamente raro que um paciente com uma causa orgânica, qualquer que seja, não acabe apresentando, também, um comprometimento emocional.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Fatores que favorecem a disfunção erétil&lt;br&gt;&lt;br&gt;    A disfunção erétil é um quadro clínico associado a vários fatores de risco, entre os quais destacamos:  &lt;br&gt;&lt;br&gt;    Doenças Crônicas, tais como: arteriosclerose, hipertensão arterial, Insuficiência renal, insuficiência hepática, insuficiência coronariana, doenças endócrinas como diabetes e depressão. Quanto mais profundo o estado de depressão, maior a incidência da disfunção erétil.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Cirurgias realizadas na pelve, levando ao comprometimento dos nervos que conduzem os estímulos responsáveis pela ereção. Como exemplo citamos: cirurgias em que são retiradas a bexiga e a próstata em caso de tumores; cirurgias que exigem a retirada do intestino reto e anus, também em caso de tumores ; cirurgias de aneurismas e enxertos na artéria aorta ; entre outras.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Traumas que afetem a medula espinhal, impedindo a transmissão dos impulsos nervosos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;    O tratamento tumores malignos com irradiação da pelve também provoca o comprometimento dos nervos envolvidos no processo de ereção.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Medicamentos : Determinadas drogas têm como efeito colateral a interferência no processo de ereção através de mecanismos diversos. Atualmente acredita-se que 25 % dos casos de disfunção erétil são devidos ao uso de medicamentos. Dentre os medicamentos que interferem na capacidade eretiva destacam-se alguns dos utilizados para tratamento de Câncer de próstata, hipertrofia benigna da próstata, hipertensão arterial, insuficiência cardíaca, ulcera péptica, entre outros.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Fumo, abuso do álcool e o uso de drogas comprometem a ereção em razão dos damos causados ao aparelho circulatório e sistema nervoso em geral.   &lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;Ejaculação Precoce&lt;br&gt;&lt;br&gt;    &lt;br&gt;    Ejaculação precoce pode ser definida como aquela que ocorre em um curto espaço de tempo após a ereção plena ou até mesmo antes que essa aconteça. O termo descontrole ejaculatório é o mais adequado, uma vez que, o problema maior é a insatisfação gerada pela impossibilidade de conter a ejaculação até o momento desejado. O espaço de tempo a ser considerado, é aquele suficiente para que ambos os parceiros possam obter o prazer na relação.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Com relação ao período de tempo que decorre desde o início do ato sexual até a ejaculação, não existe um valor estabelecido que seja considerado o "normal".&lt;br&gt;&lt;br&gt;    Não podemos deixar de lembrar que o tempo decorrido desde o início dos estímulos sexuais até o orgasmo, assim como nos homens, também varia de mulher para mulher.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Existem casais em que o homem ejacula rapidamente, porém a mulher também é capaz de atingir o orgasmo em um curto período de tempo de penetração. Nestes casos a questão da ejaculação precoce não é percebida e o casal pode manter durante anos uma atividade sexual considerada satisfatória. Se ocorrer a dissolução desta união, ao estabelecer uma nova relação com outra parceira, cuja tempo necessário para atingir o orgasmo seja maior, o homem passará a ser afligido pelo problema da ejaculação precoce.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    A ejaculação precoce pode atingir homens de todas as idades, em um número bem maior do que o leitor possa imaginar.&lt;br&gt;&lt;br&gt;    Apenas para ilustração, segundo Kinsey, 75% dos homens ejaculam nos primeiros dois minutos após a penetração.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Alguns autores, entre eles Helen Kaplan, são da opinião que o homem pode exercer um controle voluntário sobre a ejaculação. Tal pressuposto encontra amparo, até mesmo, em milenares técnicas hindus, onde, segundo relatos, os praticantes conseguiriam chegar ao orgasmo, repetidas vezes sem ejacular.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    A ejaculação precoce seria então uma condição na qual o homem não é capaz de exercer um certo controle sobre o reflexo ejaculatório. &lt;br&gt;&lt;br&gt;    O Processo de Ejaculação&lt;br&gt;&lt;br&gt;    A ejaculação é a saída do sêmen, através do orifício da uretra, que ocorre ao final da relação sexual ou da masturbação. A ejaculação pode ocorrer também em situações involuntárias como, por exemplo, durante o sono, em decorrência de um sonho erótico. Geralmente a ejaculação se apresenta associada ao orgasmo, porém pode existir orgasmo sem ejaculação e ejaculação sem orgasmo.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    No homem, a ejaculação é um ato reflexo, ou seja, uma resposta automática, desencadeada por um estímulo. &lt;br&gt;&lt;br&gt;    A forma como ocorre a saída do esperma pela uretra é variável, em intensidade, de indivíduo para indivíduo. Em alguns, a força do jato impulsiona o líquido à distância. Em outros o material ejaculado apenas escorre para fora do Pênis. Tais variações, que nada tem a ver com potência ou maior capacitação para obter prazer durante a atividade sexual. A intensidade da ejaculação depende do nível de excitação do indivíduo, da sua idade, das condições da próstata e vesículas seminais e certamente de uma série de outros fatores que ainda não conhecemos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Causas da Ejaculação Precoce&lt;br&gt;&lt;br&gt;    Existem várias teorias e conseqüentemente poucas certezas sobre as causas da ejaculação precoce. Porém, tudo leva a crer que, ao contrário do que ocorre na falta de ereção, a grande maioria dos casos a ejaculação precoce tem origem emocional.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Ao longo do tempo, diversas situações têm sido apontadas como desencadeantes de um quadro de ejaculação precoce, incluindo desde associações com a micção até conceitos oriundos da Teoria Psicanalítica.&lt;br&gt;&lt;br&gt;     Não podemos deixar de atentar para o fato de que a ejaculação é um reflexo, e como tal está sujeita a um condicionamento ou "aprendizado". Adolescentes, ao se masturbarem escondido, com medo de serem percebidos, se condicionam a um orgasmo rápido.  Uma situação semelhante pode ocorrer na iniciação sexual do rapaz. Relações com as namoradas, em situações onde existe o medo de ser surpreendido por alguém, também exigem um "desempenho" rápido.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    O temor, a ansiedade e a inexperiência do rapaz em sua primeira relação sexual podem ser agentes causadores de uma ejaculação precoce. Se os resultados desta experiência forem superestimados podem levar a uma repetição do quadro, em relações futuras.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Dificuldades no relacionamento do casal, tais como: ressentimentos, rancores, infidelidade descoberta, posturas competitivas, insegurança, desgaste afetivo da relação, entre outras, podem levar ao aparecimento da ejaculação precoce, em um homem anteriormente normal. Os pacientes relatam que a relação sexual se torna constrangedora ou até mesmo desagradáveis. Neste caso parece-me, bastante provável a existência de um sentimento involuntário de terminar a relação sexual, o mais rapidamente possível.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Em relação à possibilidade da parceira engravidar, são mencionados fatores causais da ejaculação precoce em seus dois extremos. No primeiro, a prática da interrupção do coito, antes da ejaculação, como método anticoncepcional poderia levar à ejaculação precoce. No outro extremo, teríamos a excessiva pressão psicológica causada pela obrigatoriedade da relação sexual em dias predeterminados, com o objetivo de engravidar.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    A fácil entender que, cobranças ou demonstrações de insatisfação da parceira em relação ao problema, invariavelmente agravam o quadro.&lt;br&gt;&lt;br&gt;    Em última análise, todos os fatores geradores de ansiedade podem levar ao desencadeamento da ejaculação precoce.            &lt;br&gt; &lt;br&gt;    As causas orgânicas da ejaculação precoce são raras e geralmente devidas a infecções e processos inflamatórios da próstata e da uretra, além de certas doenças que comprometem o sistema nervoso. Nos casos de lesões cutâneas que afetem, principalmente à glande, a ejaculação precoce pode ser provocada pelo aumento da sensibilidade.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;Ejaculação Retardada&lt;br&gt;&lt;br&gt;A demora em atingir o orgasmo acompanhado da ejaculação também pode ser motivos de inadequação do casal.&lt;br&gt;&lt;br&gt;    Sua origem pode estar na ansiedade e angustia que atuariam impedindo que o homem consiga relaxar ou em processos orgânicos que levem ao comprometimento do sistema nervoso.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Com o aumento da idade, é normal que o tempo decorrido desde o início da atividade sexual até a ejaculação também aumente.&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;Falta de Desejo&lt;br&gt;&lt;br&gt;    A diminuição da libido, no homem,  está ligada principalmente ao uso de determinados medicamentos e drogas&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Como vimos, doenças agudas e crônicas com comprometimento do estado geral do indivíduo levarão obviamente a uma diminuição do interesse pela atividade sexual. &lt;br&gt;&lt;br&gt;    Doenças endócrinas que alterem os níveis de testosterona (hormônio sexual masculino) podem cursar com diminuição da libido. Da mesma forma atuariam as cirurgias que levem à retirada dos testículos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    É fácil entender que a deterioração do relacionamento afetivo do casal compromete diretamente o desejo sexual.&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;Falta de Orgasmo&lt;br&gt;&lt;br&gt;    Retardo ou ausência do orgasmo estão relacionadas principalmente as doenças neurológicas levando ao comprometimento da transmissão dos estímulos sexuais.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Como já foi mencionado, é sabido que o uso de determinadas substâncias tóxicas podem retardar ou abolir o orgasmo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;    A ansiedade e a preocupação exagerada com o desempenho sexual seriam as principais causas psicogênicas envolvidas. Da mesma forma estariam envolvidos o desagrado com a relação sexual e o comprometimento afetivo do casal.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Participe do Blog. Envie fotos, recados ou videos para cá. 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É mais difícil manter a higiene e causa desconforto na relação — durante a penetração, eles podem acabar indo junto. Esteticamente é ruim porque eles podem sair da vulva, fazendo volume no biquíni, calcinha ou marcando até a calça. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Como: Pode ser feita a laser ou com bisturi. É preciso anestesia local e sedação e demora em torno de 40 minutos. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Recuperação: Alguns dias sem atividade física. Um mês sem sexo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;Preenchimento dos grandes lábios&lt;/b&gt;&lt;div&gt; &lt;b&gt;&lt;br&gt;&lt;/b&gt;O que é: Gordura (ou outros preenchedores) é injetada no local. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Por quê: Depois de emagrecer muito, com a idade ou com o excesso de depilação, os grandes lábios podem murchar. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Como: Com anestesia local e sedação. Dura cerca de 30 minutos. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Recuperação: Um mês sem sexo até a gordura se fixar. Até 50% dela pode ser reabsorvida, exigindo uma nova aplicação de gordura. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;Lipoaspiração do monte de Vênus&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;div&gt;O que é: Lipo para reduzir o volume da região. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Por quê:  O monte de Vênus é um osso baixinho, mas pode ser maior. Nesse caso, nada pode ser feito. Mas algumas mulheres, especialmente as mais redondinhas nos quadris e nas coxas, acumulam gordura também ali. &lt;br&gt;&lt;br&gt; Como:  Com uma cânula, o excesso de gordura é aspirado. É preciso anestesia local e sedação. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Recuperação: É indicado usar calcinha bem justa ou cinta de compressão.&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Perineoplastia&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O que é: Recuperação da musculatura pélvica. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Por quê:  Depois de gravidez, parto ou com o tempo, os músculos pélvicos ficam frouxos. Em alguns casos, a bexiga cai um pouco e pode ocorrer até um pouco de incontinência urinária de esforço. Além disso, a vagina fica mais flácida e a mulher — e o parceiro — pode sentir menos prazer. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Como: O médico abre a mucosa vaginal e aproxima a parte muscular da parede pélvica com pontos. Dura 2 horas e pede anestesia peridural ou raquidiana. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Recuperação:  Geralmente a alta do hospital é no dia seguinte. Não se deve levantar peso ou fazer atividade física por alguns dias. E um mês sem sexo.&lt;div&gt; &lt;br&gt;Fonte:  Womens Health&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-6222555549249192243?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/6222555549249192243'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/6222555549249192243'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2010/04/cirurgias-intimas.html' title='Cirurgias íntimas'/><author><name>ADMIN</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-85ReOVOEhcM/Thsbam1JtTI/AAAAAAAAAfU/2X0iMN4Y6Hk/s220/daniface.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-1509024036219406858</id><published>2010-04-08T05:28:00.001-07:00</published><updated>2010-06-17T11:56:52.145-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Assoalho Pélvico'/><title type='text'>Previna a incontinência uriária</title><content type='html'>Voc&amp;#234; pode diminuir suas chances de desenvolver incontin&amp;#234;ncia urin&amp;#225;ria por:&lt;p&gt;Fazer exercicios para o assoalho p&amp;#233;lvico (exerc&amp;#237;cios de Kegel) para&lt;br&gt;fortalecer os m&amp;#250;sculos p&amp;#233;lvicos. Os exerc&amp;#237;cios de Kegel podem ser&lt;br&gt;realizados durante a viagem, no trabalho ou em momentos aleat&amp;#243;rios&lt;br&gt;durante o dia. Ningu&amp;#233;m saber&amp;#225; que voc&amp;#234; est&amp;#225; fazendo os exerc&amp;#237;cios,&lt;br&gt;assim voc&amp;#234; pode repeti-los com freq&amp;#252;&amp;#234;ncia. Procure um profissional&lt;br&gt;para que ele possa te orientar sobre esses exerc&amp;#237;cios.&lt;p&gt;Mantenha-se em um peso saud&amp;#225;vel.&lt;p&gt;Parar de fumar. Fumar provoca tosse, que pode tornar mais dif&amp;#237;cil de&lt;br&gt;controlar sua urina. Parar de fumar faz tossir melhor.&lt;p&gt;Outra t&amp;#233;cnica envolve a utiliza&amp;#231;&amp;#227;o de um exerc&amp;#237;cio de pondera&amp;#231;&amp;#227;o que o&lt;br&gt;cone &amp;#233; inserido na vagina. Voc&amp;#234; deve contrair os m&amp;#250;sculos p&amp;#233;lvicos&lt;br&gt;para evitar o cone de cair fora da vagina. Um conjunto de cones&lt;br&gt;id&amp;#234;nticos em tamanho e forma, mas de maior peso s&amp;#227;o fornecidos. Como o&lt;br&gt;tratamento progride, cones mais pesados s&amp;#227;o usados que exigem&lt;br&gt;contra&amp;#231;&amp;#245;es maiores para mant&amp;#234;-los no lugar.&lt;p&gt;Postado por Dani Souto. Contato: &lt;a href="mailto:danisouto@gmail.com"&gt;danisouto@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-1509024036219406858?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/1509024036219406858'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5776169147749804067/posts/default/1509024036219406858'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2010/04/previna-incontinencia-uriaria.html' title='Previna a incontinência uriária'/><author><name>ADMIN</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-85ReOVOEhcM/Thsbam1JtTI/AAAAAAAAAfU/2X0iMN4Y6Hk/s220/daniface.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5776169147749804067.post-8373939063701129961</id><published>2010-04-01T09:00:00.001-07:00</published><updated>2010-06-17T11:56:52.145-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fisioterapia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Assoalho Pélvico'/><title type='text'>Opinião de médico sobre a Fisioterapia Uroginecológica</title><content type='html'>&lt;font color="#333333"&gt;&lt;br&gt;A uroginecologia no momento atual está ganhando ou vivendo de perspectivas inovadoras, isto é, estamos dando ênfase a três conceitos:&lt;br&gt;1) Importância da profilaxia, através da reeducação da musculatura do assoalho pélvico, antes ou durante o período gestacional e sobretudo no pós-parto.&lt;br&gt;  2) O preparo do assoalho pélvico (reeducação), no pré e pós-operatório de cirurgias do assoalho pélvico como por exemplo cistoceles, incontinência urinária, etc., com prioridade de a reeducação ser o primeiro tratamento antes de se indicar a cirurgia.&lt;br&gt;  3) A formação de uma equipe multidisciplinar unindo médicos, fisioterapeutas e psicólogos para um atendimento a pacientes com patologias do assoalho pélvico.&lt;br&gt;&lt;br&gt;   Explicando melhor os itens acima a proposta seria:&lt;br&gt;     Devemos pensar que o primeiro investimento a ser feito deveria ser em profilaxia, seria um trabalho feito em reeducação da musculatura do assoalho pélvico. Toda mulher deveria ter noção de como trabalhar esta musculatura. Este trabalho deveria iniciar antes mesmo da paciente engravidar ou mais tardar durante o período gestacional inicial, sendo um trabalho orientado para a correção da postura, dos problemas urinários, sexuais e dores pélvicas. Com isto estaríamos atuando profilaticamente em patologias do assoalho pélvico, como por exemplo: incontinência urinária, retocele, cistocele e prolapso uterino. Exatamente como ocorre hoje em países do primeiro mundo em que há um investimento em profilaxia pós-parto e gestacional onde o fisioterapeuta é mestre, com isto obtendo-se resultado animadores em uroginecologia.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;   Imaginemos então, quanto estaria economizando o Brasil, se conseguíssemos com este trabalho evitar a indicação de pelo menos 50% das cirurgias de correção de incontinência urinária e alterações da estática pélvica.&lt;br&gt;     Outro benefício que teríamos seria a melhora da qualidade de vida social e sexual destas pacientes.&lt;br&gt;   Estaríamos criando ou inovando dentro da uroginecologia um conceito de profilaxia e tratamento conservador e não somente o desenvolvimento de técnicas cirúrgicas avançadas&lt;br&gt;  já no segundo conceito estaríamos também acrescentando novos procedimentos que seriam: antes de indicarmos uma cirurgia para correção da incontinência urinária, por exemplo, tentaríamos a reeducação da musculatura do assoalho pélvico, pois assim poderíamos evitar uma grande porcentagem de cirurgias com a possível melhora do quadro clínico das pacientes.    E se mesmo assim ainda tivéssemos a indicação de realizar a cirurgia, estas pacientes já teriam um melhor preparo pré-operatório e se necessário um acompanhamento no pós-operatório pelo fisioterapeuta contribuiria para um melhor resultado cirúrgico.&lt;br&gt;  Para finalizar há necessidade de haver uma integração dos profissionais atuantes nestas áreas, tanto do médico, como do fisioterapeuta e psicólogo trabalhando em conjunto para a obtenção de bons resultados para seus pacientes.&lt;br&gt;     Esta integração médico e fisioterapeuta já existe em outras especialidades médicas como por exemplo ortopedia, neurologia, etc..... Podemos então, quem sabe, em uroginecologia ter esta mesma visão inovadora, integrando-nos aos fisioterapeutas para que possamos ensinar e aprender bilateralmente como melhorarmos e corrigirmos os defeitos do assoalho pélvico, ou melhor ainda, evitarmos que ocorram as patologias, acredito que juntos seremos mais eficazes.&lt;br&gt;     Estaríamos entrando assim, na era da profilaxia dentro da uroginecologia, juntamente, é claro, melhorando as técnicas curativas, mas acima de tudo uma integração multidisciplinar perfeita com uma única meta: uma qualidade de vida social e sexual de nossas pacientes.&lt;br&gt;  &lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;Fonte : ABAFI&lt;/font&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5776169147749804067-8373939063701129961?l=uroginecologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><l
