A bexiga neurogênica é geralmente um defeito genético causado por má formações genéticas como no caso da espinha bífida, que afeta o cér...

Bexiga Neurogênica e Exercícios de Kegel





A bexiga neurogênica é geralmente um defeito genético causado por má formações genéticas como no caso da espinha bífida, que afeta o cérebro, a medula espinhal ou os nervos que se dirigem à bexiga, mas pode também ser causado por algum acidente que lesa a coluna ou mesmo consequencia da evolução de doenças degenerativas como a esclerose múltipla.

Num quadro de bexiga neurogênica a bexiga pode ser incapaz de contrair e esvaziar adequadamente, ou pelo contrário, esvaziar involuntariamente.

A recuperação completa é rara, mas o tratamento ajuda a melhorar o tônus muscular.

O princípio dos exercícios de Kegel é fortalecer os músculos do assoalho pélvico, melhorando também a função dos esfíncters da uretra e reto. Estes exercícios também podem melhorar o desempenho sexual.

O objectivo desta técnica é restaurar o tónus e a força muscular de modo a prevenir ou reduzir problemas do pavimento pélvico como incontinência urinária ou vaginismo.

Para realizar os excercício de forma correta, primeiro esvazie a bexiga e contraia os músculos do assoalho pélvico, conte até 10 e a seguir relaxe os músculos completamente contando até 10 novamente.

Faça 10 exercícios, três vezes ao dia (manhã, tarde e noite).

Para identificar o grupo de músculos corretos para a contração, basta intorromper o fluxo da urina, no ato da micção. Este é a contração muscular correta a se fazer.

O sucesso dos exercícios de Kegel depende da técnica apropriada e adesão a um programa regular de exercícios.

Publicado em 24/11/09 e atualizado em 10/12/17

As varizes são veias dilatadas e alteradas que aparecem nas pernas e podem acarretar dores, inchaços e, em quadros mais graves, úlceras n...

Varizes durante gestação: como evitar


486113 bemestar gravida Varizes durante gestação: como evitar

As varizes são veias dilatadas e alteradas que aparecem nas pernas e podem acarretar dores, inchaços e, em quadros mais graves, úlceras na pele. Elas podem surgir em três estágios: pequenas linhas avermelhadas, veias mais grossas de cor azulada ou nódulos grossos que saltam do nível da pele.

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Livro: A grávida e sua indagações

O que ocorre é que as artérias bombeiam o sangue do coração para irrigar as pernas e, essas, por sua vez, possuem veias que têm o trabalho de bombear o sangue de volta ao coração. Nestas veias, há ainda pequenas válvulas que se apertam após a passagem do sangue, não deixando que ele volte aos membros inferiores. Em alguns indivíduos essas válvulas se alargam e aparecem as varizes. As razões mais corriqueiras são sedentarismo, genética e uso de anticoncepcionais.

Nas gestantes, a taxa de aparecimento de varizes é alta. Isso ocorre pois com o desenvolvimento do bebê o útero passa a comprimir as veias na região do abdômen. E mais, os fatores da gravidez, como o aumento do sangue circulando no organismo, aumento da fabricação de progesterona e ganho de peso, fazem com que haja um prolongamento das veias nas pernas, podem originar varizes novas e aumentar as já existentes.

Evite que as varizes cresçam ou apareçam:
  • Pratique atividades físicas de baixo impacto, como natação e caminhadas;
  • Não fique por muito tempo numa mesma posição;
  • Se necessitar ficar em pé durante intervalos longos, tente andar ou abaixar e levantar os calcanhares;
  • Não fume, o cigarro agrava qualquer tipo de incômodo vascular;
  • Sol em excesso faz mal para a pele e agrava as varizes;
  • Evite se aquecer demais, pois, banhos muito quentes abrem os vasos sanguíneos;
  • Descanse as pernas na altura do quadril, sempre que puder.

Além de todas essas dicas, massagens são altamente aconselháveis. A drenagem linfática trata muito bem as pernas, ativa a circulação e aprimora o tecido celular. O mais recomendável para pessoas que já  possuem varizes é procurar a orientação médica. O especialista estudará o caso do paciente e indicará qual é a melhor forma para tratar o incômodo.  Algumas alternativas são operação, laser, e escleroterapia química (terapia que aplica substâncias para secar a veia).

Descrição do curso: O curso Fisioterapia no Câncer de Mama, por meio da Educação a Distância, oferece ao profissional de fisioterapia co...

Curso Online de Fisioterapia no Câncer de Mama






Descrição do curso:

O curso Fisioterapia no Câncer de Mama, por meio da Educação a Distância, oferece ao profissional de fisioterapia conhecimentos sobre sistema linfático mamário, neoplasias, metástases, radioterapia, reconstrução mamária e muito mais.

Carga horária: 60 horas

Duração: 30 dias


Conteúdo Programático:

  • Anatomohistologia do Tecido Mamário;
  • Anatomia, Histologia e Embriologia do Tecido Mamário;
  • Sistema Linfático Mamário;
  • Diagnóstico Clínico das Alterações Mamárias;
  • Métodos Diagnósticos Complementares;
  • Neoplasias Benignas;
  • Prevenção Primária do Câncer de Mama;
  • Detecção Precoce do Câncer de Mama;
  • Epidemiologia e Fatores de Risco do Câncer de Mama;
  • Fatores de Risco para o Câncer de Mama;
  • Carcinogênese Mamária - Citologia e Histopatologia;
  • Sinais e Sintomas do Câncer de Mama;
  • Lesões Não Palpáveis de Mama;
  • Estadiamento do Câncer de Mama;
  • Fatores Prognósticos do Câncer de Mama;
  • Metástases;
  • Tratamento Cirúrgico e Medicamentoso do Câncer de Mama;
  • Tratamento Cirúrgico do Câncer de Mama;
  • Hormonioterapia no Câncer de Mama;
  • Quimioterapia no Câncer de Mama;
  • Radioterapia no Câncer de Mama;
  • Reconstrução Mamária;
  • Principais Drogas Utilizadas no Tratamento do Câncer;
  • Assistência Fisioterapêutica no Câncer de Mama;
  • Principais Disfunções Físico-funcionais Decorrentes da Mastectomia;
  • Avaliação Físico-funcional de Pacientes Mastectomizadas;
  • Objetivos da Assistência Fisioterapêutica Pré e Pós-Operatória;
  • Recursos Fisioterapêuticos;
  • Orientações e Cuidados Gerais;
  • Drenagem Linfática Manual;
  • Drenagem Linfática Mecânica;
  • Enfaixamento Compressivo;
  • Cinesioterapia (Alongamento/Exercícios Ativos e Resistidos);
  • Eletroterapia (TENS/Corrente Interferencial/Microcorrentes);
  • Termoterapia/Crioterapia;
  • Sonidoterapia/Laserterapia;
  • Terapia Manual;
  • Massagens Clássicas/Massagens Cicatriciais e do Tecido Conjuntivo;
  • Terapias Posturais;
  • Hidroterapia.

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    Informações sobre o Curso:

    Produtor: Portal Educação

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    Curso Online de Fisioterapia no Câncer de Mama



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    Descrição do curso:

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    Duração: 30 dias


    Conteúdo Programático:

  • Anatomohistologia do Tecido Mamário;
  • Anatomia, Histologia e Embriologia do Tecido Mamário;
  • Sistema Linfático Mamário;
  • Diagnóstico Clínico das Alterações Mamárias;
  • Métodos Diagnósticos Complementares;
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  • Eletroterapia (TENS/Corrente Interferencial/Microcorrentes);
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  • Sonidoterapia/Laserterapia;
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    Material: Pilates Aplicado à Gestante




    Pilates Aplicado à Gestante

    Um guia completo para aplicar Pilates para Gestantes, com segurança.

    O que você irá encontrar dentro deste livro?

    Mudanças fisiológicas e biomecânicas que acontecem durante a gestação.

    Como o Método Pilates é um instrumento excepcional para o bem estar da gestante.

    Exercícios demonstrados no Reformer, Cadillac, Step Chair e Ladder Barrel.

    Exercícios no solo, com bola e outros acessórios. Para cada trimestre e pós-parto.

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    Autora: Ft. Patrícia Valeriano – CREFITO 77458-F

    Patricia Valeriano é Fisioterapeuta, formada há 11 anos. Possui Pós-graduação em Terapia Manual e Postural. Atua com Pilates desde 2007, quando fez a primeira formação em Pilates Clínico e Pilates Aplicado à Saúde da Mulher. Anos mais tarde, fez formação em Pilates Fitness, Pilates Dermato Funcional, Pilates para Grupos e Pilates Avançado. Possui formação internacional em RPG (Sistema Australiano), Reeducação Uroginecológica e Conceito McConnell – Bandagem Funcional. É professora de cursos de formação em Pilates. Desenvolveu o curso de Pilates Aplicado para Gestantes.


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    Criado por VOLL Pilates

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    Por Que Pessoas Adoram Mamãe Enxuta 2.0?

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    Material: Cuidados na Maternidade





    Aqui você vai conhecer a opinião de 11 profissionais sobre essa fase tão bonita e delicada na vida das mulheres, e também dos homens, onde você terá acesso a informações de: nutricionistas, médicos, fisioterapeutas, psicólogos, coachings, enfermeiros(as), e muitos outros.

    Também terá 2 ebooks com informações valiosas sobre essa fase da maternidade.

    Eles estarão falando sobre vários assuntos, como:
    • aleitamento materno,
    • nutrição na gestação,
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    • educação para os pais a cuidarem dos bebês,
    • dicas para pais de crianças especiais,
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    • coaching para mães e pais que criam seus filhos sozinhos,
    • fases da gestação,
    • mudanças psicológicas durante a gestação,
    • técnicas para cuidar do bebê,
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    Criado por Espaço Saúde e Vida

    O assoalho pélvico é formado pelos tecidos que preenchem o espaço entre o púbis e o cóccix, assim como os outros músculos esqueléticos, ...

    Cones Vaginais no fortalecimento do Assoalho Pélvico





    O assoalho pélvico é formado pelos tecidos que preenchem o espaço entre o púbis e o cóccix, assim como os outros músculos esqueléticos, caracterizam-se por serem controlados voluntariamente. Os músculos do assoalho pélvico (AP) têm a função de conter e manter os órgãos abdominais e pélvicos em seu lugar, exercer o controle sobre a continência urinária, fecal e a atividade sexual e equilibrar os efeitos da pressão intra-abdominal e vaginal. É composto das seguintes estruturas tubulares: uretra e vagina (na parte anterior) e o ânus (na parte posterior); e dos principais músculos: bulbo esponjoso, ísquio cavernoso, transversos perineais, esfíncter uretral, pubo coccígeo, coccígeo e levantador do ânus

    Para manter a saúde desta região, é importante trabalhar a força e potência muscular. Os treinamentos destas variáveis têm-se demonstrado efetivos na melhoria de várias capacidades físicas, bem como o aumento da massa muscular.

    A força muscular é adquirida pelos exercícios realizados para a região muscular pélvica, baseados no preceito de que os movimentos voluntários repetidos proporcionam aumento da força muscular e os benefícios incluem desenvolvimento, melhora restauração ou manutenção da força, de resistência, da mobilidade, da flexibilidade, do relaxamento, da coordenação e também da habilidade através dos movimentos. Devido ao escasso conhecimento dos profissionais da saúde a respeito do assoalho pélvico associado ao desconhecimento das próprias mulheres dos seus próprios corpos, causa a estas mesmas mulheres a falta de exercícios para esta região durante as atividades. O que deve ser feito é uma conscientização de que esta musculatura pode e deve ser estimulada como qualquer outra musculatura do corpo, sobretudo para a melhoria da sua qualidade de vida. Uma dessas alternativas é o cone vaginal.

    Os cones vaginais representam uma forma simples e prática de identificar e fortalecer a musculatura do assoalho pélvico, usando os princípios do biofeedback. Foram propostos por Plevnik, em 1985, que demonstrou às pacientes ser possível aprenderem a contrair a musculatura do assoalho pélvico por meio da retenção de cones vaginais com pesos crescentes.

    Os cones são dispositivos de mesma forma e volume, com peso variando de 20 a 100 g. o que determina para o cone um número variável de um a nove. A avaliação consiste em identificar qual cone a paciente consegue reter na vagina durante um minuto, com ou sem contração voluntária dos músculos do assoalho pélvico (cone ativo ou cone passivo).

     Os cones vaginais são particularmente indicados nos casos leves e moderados de incontinência urinária, com índices de sucesso que variam de 14 a 78% (Kondo et al., 1995; Hahn et al., 1996; Haslam, 2008).

    Referência Bibliográfica:

    Kondo, A. Yamada, Y. Niijima, R. Treatment of stress incontinence by vaginal cones: short- and long-term results and predictive parameters. Br J Urol. 1995;76(4):464-6.

    Uma das principais funções dos intestinos é a absorção de água e eletrólitos (sais minerais). Isso significa que, ao transitar por eles, a...

    Saiba mais sobre o intestino preso ou constipação




    Uma das principais funções dos intestinos é a absorção de água e eletrólitos (sais minerais). Isso significa que, ao transitar por eles, a água que existe no bolo alimentar vai sendo absorvida durante o trajeto, ressecando-o progressivamente e transformando-o em fezes.

    Sendo assim, quando se evita de evacuar (ou seja, "segurar") mantém-se as fezes presas dentro dos intestinos por mais tempo do que se deveria. O resultado é que elas ressecam mais do que o normal, dificultando sua saída, causando aquela famosa sensação de intestino preso ou formação de rolhão.

    Além do mais, inibir o desejo evacuatório acaba diminuindo a sensibilidade da ampola retal (a porção final do reto que serve de depósito final para as fezes que serão evacuadas). Com a sensibilidade da ampola retal diminuída fica mais difícil perceber a sensação de ampola cheia, ou seja, de que está na hora de evacuar. Sem perceber, as fezes ficam lá por mais tempo, paradas, ressecando, e tornando cada vez mais difícil o ato evacuatório.

    Sendo assim, reprimir o desejo de evacuar durante viagens, ou quando se está em outro lugar que não em casa, acaba tornando-se uma das maiores causas de constipação, especialmente entre as mulheres que, por vergonha, acabam desregulando o funcionamento intestinal natural

    Mas o que é Constipação ou Intestino Preso?

    O termo constipação refere-se a uma mudança nos hábitos intestinais diários, principalmente uma diminuição do número ou consistência da motilidade intestinal ou dor ou dificuldade ao evacuar. No final do primeiro ano de vida, a maioria das crianças evacua confortavelmente uma vez por dia. Se a criança que evacua normal e regularmente fica um ou dois dias sem evacuar, e sente dor ou dificuldade em defecar fezes volumosas e duras, está constipada.

    A constipação é normalmente causada por uma quantidade insuficiente de líquidos e fibras na dieta. Sem a quantidade suficiente de líquidos as fezes ficam endurecidas e com as extremidades ásperas. Essas extremidades ásperas podem causar fissura retal, um corte microscópico e doloroso no reto. Preocupação excessiva em ensinar o bebê a usar o "troninho", estresse emocional (como a mudança para uma nova casa), introdução de novos alimentos ou muita gordura na dieta também podem contribuir para a ocorrência de constipação, assim como a falta de exercício adequado.

    As crianças também podem ficar constipadas como resultado de prender as fezes. Uma criança ativa talvez não queira perder tempo e interromper a brincadeira para ir ao banheiro. Quando isso acontece, as fezes retidas tornam-se desidratadas e duras, e a evacuação, dolorida. A evacuação dolorida, por sua vez, faz com que a criança queira adiar ao máximo a próxima ida ao banheiro, para evitar a dor.

    Até mesmo os bebês aprendem a reter as fezes para evitar a dor. Uma assadura que provoque dor e ardência durante a evacuação pode fazer com que o bebê relute em evacuar.
    O fator mais importante para determinar se seu filho está constipado é seu nível de conforto quando evacua. Mesmo que seu filho vá ao banheiro todos os dias, fezes difíceis de evacuar podem indicar constipação. Outro indício é dor de barriga. A barriga da criança constipada pode ficar dura e sensível ao toque.

    Fonte: Perineo Net/ Fisioterapeutas Nota 10

    A notícia de uma gravidez de gêmeos muda a forma como você gerencia o pré-natal...

    Atividade física na gestação gemelar pede cuidados especiais


    A notícia de uma gravidez de gêmeos muda a forma como você gerencia o pré-natal e também sua rotina de exercícios. Durante a gravidez, a prática de atividade física é recomendada por gerar diversos benefícios para a mãe e para o bebê, mas será que a mesma recomendação é válida no caso de uma gravidez gemelar?

    Nutrição para Gestantes

    Mamãe: veja um tratamento de 8 semanas para sua coluna

    Tenha exercícios de Pilates para gestantes

    A gestação gemelar sobrecarrega intensamente o organismo da mulher, tanto pelo peso, como pela maior demanda do sistema cardiovascular. Estar bem condicionada fisicamente, permite que a grávida de gêmeos consiga estar mais disposta, diminui a incidência de dores nas costas, ajuda no controle de peso, repercute em menores casos de incontinência urinária, além de diminuir a chance de desenvolver diabetes gestacional e pré-eclampsia.É bom ter atividades que tenham baixo impacto, como os exercícios feitos na água, yoga, pilates e caminhada, o que reduz a sobrecarga articular.

    Os exercícios que envolvam ativação dos músculos abdominais e do assoalho pélvico (períneo) devem ser incentivados, porém é importante que sejam bem orientados por um profissional fisioterapeuta ou educador físico. Os profissionais devem orientar e ter conhecimento das alterações fisiológicas e biomecânicas sofridas durante a gestação. Quando realizado de forma incorreta, os exercícios podem trazer graves problemas, tanto para mãe quanto para os bebês.

    Para que a gestante não ameace sua saúde,  os exercícios devem ser feitos com o consentimento e orientação do obstetra, que checará se não existem riscos adicionais. As complicações mais frequentes como o ganho de peso dos bebês abaixo do esperado, colo uterino curto, placenta baixa podem se agravar com a atividade física e nestes casos estarão contra-indicados a partir de seus diagnósticos.

    Desde sua primeira menstruação, é recomendável que a mulher crie o hábito de consultar um ginecologista regularmente. Essa é uma atitude pre...

    Conheça os cânceres que afetam o aparelho reprodutor feminino




    Desde sua primeira menstruação, é recomendável que a mulher crie o hábito de consultar um ginecologista regularmente. Essa é uma atitude preventiva essencial para que ela cuide da sua saúde íntima e evite que alguma doença seja descoberta apenas em estágios bastante avançados.

    Um dos problemas que mais preocupa médicos e pacientes é, sem sombra de dúvida, o câncer, enfermidade que pode atingir os diversos órgãos do aparelho reprodutor feminino. Por isso, a mulher que se preocupa com a sua saúde, também aprende a se conhecer muito bem para identificar os primeiros sintomas de quando alguma coisa está errada. 



    É preciso primeiramente entender que o aparelho reprodutor feminino é formado por um órgão externo (vulva) e outros internos (vagina, útero, trompas de falópio e ovários). Todos esses órgãos são passíveis de desenvolver câncer e cada prognóstico irá levar a um tratamento específico.





    A mama não é considerada órgão do sistema reprodutor, embora esteja intimamente relacionada a ele. Nos países desenvolvidos, o câncer mais comum é o do endométrio, seguido pelo câncer do ovário e depois, colo do útero, vagina e trompas. Já no Brasil, há diferentes dados de acordo com a região, mas, ao que tudo indica, o mais frequente é o câncer do colo do útero, seguido pelo do endométrio e ovário

    Apesar da maior incidência de câncer na mulher ser mesmo o de mama, dados do Instituto Nacional do Câncer indicam que, no ano de 2008, 4.812 mulheres brasileiras foram vítimas do câncer de colo de útero. Naquele ano, o câncer de mama contabilizou 11.860 mortes. O que torna um câncer mais perigoso é seu comportamento, como ele se espalha para os outros órgãos. O câncer de mama tende a ser de pior comportamento se considerarmos casos iniciais, porque pode se espalhar pelo sangue e voltar mesmo depois de vários anos de tratamento.

    Causas e sintomas
    Todos os tipos de câncer apresentam sintomas quando em fases já avançadas. Portanto é imprescindível que as mulheres se submetam a exames periódicos de prevenção e detecção precoce. Alguns dos sintomas mais comuns em cada tipo de câncer do aparelho reprodutor feminino são:

    Câncer do colo do útero: Segundo a especialista, esse tipo muitas vezes está relacionado à infecção pelo vírus HPV, transmitido sexualmente. No entanto, vários fatores de risco associados, como tabagismo, uso de pílulas, higiene inadequada, mudança frequente de parceiros e outras infecções concomitantes, aumentam o risco do aparecimento e progressão das lesões pré-tumorais. 



    Em relação aos sintomas, o câncer de colo de útero geralmente provoca corrimento vaginal (às vezes sanguinolento), sangramento nas relações sexuais e dor pélvica em casos mais avançados. As lesões iniciais e pré-tumorais, não causam sintomas e podem ser detectadas pelo exame ginecológico e pelo teste de Papanicolau.


    Câncer de endométrio (corpo do útero): esse tipo de câncer de endométrio geralmente está relacionado a desequilíbrios hormonais, obesidade na perimenopausa e menopausa, diabetes e pressão alta. Esse tipo de câncer também pode ser induzido pelo uso inadequado de terapia hormonal para tratamento de sintomas da menopausa.

    Câncer de vulva: Na mulher jovem, o câncer de vulva, muitas das vezes, aparece relacionado à infecção pelo HPV. Nas mulheres mais velhas, pode evoluir a partir da coçadura crônica causada por alterações da pele da vulva. Esse tipo de câncer apresenta como principais sintomas, além das coceiras crônicas, o aparecimento de úlceras, feridas ou gânglios na região inguinal.

    Câncer do ovário: o caso do câncer de ovário, o fator hereditário é bastante determinante, apesar da doença também se manifestar frequentemente em mulheres que não engravidaram, são inférteis e fizeram múltiplos tratamentos para indução de ovulação. "Embora estes não sejam os fatores causais, aumentam o risco", afirma.


    É possível prevenir? 

    Os cuidados com alimentação, prática de exercícios físicos regulares e sexo com proteção, aliados à atitude de evitar vícios, como o cigarro e o álcool, são medidas gerais que ajudam muito a prevenir todos os tipos de câncer.

    O grande aliado das mulheres no combate a esses tumores é o seu ginecologista. A realização de exames periódicos e orientação adequada sobre os cuidados a serem tomados nas diferentes fases da vida, é decisiva na luta contra o câncer feminino.

    Publicado em 12/09/11 e revisado em 20/04/17

    Continência Fecal é a capacidade de protelar o desejo de defecar até estar em local adequado Continência Fecal requer: Anatomia e ...

    Saiba mais sobre a incontinência fecal



    Continência Fecal é a capacidade de protelar o desejo de defecar até estar em local adequado

    Continência Fecal requer:
    • Anatomia e função normal dos esfíncteres anais e dos MAPs
    • Sensação ano-retal normal
    • Papel do reto e cólon sigmóide como reservatório fecal, com capacidade, complacência e atividade motora intrínseca
    • Tempo de trânsito intestinal
    • Volume e consistência fecal
    • Ângulo ano-retal
    INCONTINÊNCIA FECAL
    É caracterizada pela passagem incontrolável e recorrente de material fecal (Sociedade Internacional de Continência- ICS)

    INCONTINÊNCIA ANAL

    É a perda involuntária, tanto de material fecal, quanto de gazes, com incapacidade de manter o controle fisiológico do conteúdo intestinal, em local e tempo socialmente adequados.


    CAUSAS DE INCONTINÊNCIA FECAL

    MULTIFATORIAL:
    • Lesões diretas nas estruturas musculares (EAI e EAE)
    • Problemas congênitos (ex:Ânus imperfurado)
    • Doenças Sistêmicas e Metabólicas (ex: Diabetes)
    • Doenças Neurológicas (ex: Esclerose Múltipla, Parkinson, AVC)

    INCIDÊNCIA E PREVALÊNCIA

    • 15% em mulheres com mais de 50 anos
    • Mais de 3% mulheres  que tiveram partos "vaginais" (IF temporária ou permanente)
    • 5% da população geral apresenta soiling
    • Acima de 65 anos   ID 12 vezes mais prevalente
    • 51% dos pacientes com diarréia crônica tem IF; apenas a ½ inclui como queixa

    Déficit neurológico pode envolver fibras nervosas aferentes, fibras eferentes ou ambas
    •     Lesão nas fibras nervosas aferentes:
    • sensação ano-retal ausente ou diminuída
    • capacidade prejudicada para detectar o enchimento retal
    • evacuação tardia
    • ausência de urgência para defecar
    •    Lesão nas fibras eferentes:
    • função deficiente dos mAPs ou EAE
    • capacidade retal e complacência afetada 
    CONDIÇÕES QUE PODEM CAUSAR INCONTINÊNCIA ANAL:
    • Diarréia
    • Defeitos anatômicos
    • Comprometimentos neurológicos
    • Transbordamento
    • Complacência retal
    • Denervação do assoalho pélvico

    Constipação

    Caracterizada pela presença de fezes muito duras, pequenas, infreqüentes, difícil de serem expelidas, ou sensação de esvaziamento incompleto.

    Causas:
    • Distúrbios sistêmicos
    • Distúrbios neurológicos
    • Medicamentos
    Critérios de Diagnóstico:
    • Esforço
    • Fezes duras ou síbalos
    • Sensação de evacuação incompleta
    • Sensação de obstrução anorretal ou bloqueio
    • Manobras manuais para facilitar (digitação ou suporte do AP)
        
    Prevalência da Constipação

    • 2 %  a  4 % da população geral (NHIS)
    • 2,5 milhões de visitas médicas por ano
    • US$ 370 milhões anualmente gastos com laxativos

    Classificação dos pacientes com constipação

    • Distúrbios da motilidade colônica
    • Sintomas de obstrução de saída
    • Combinação dos dois tipos
    • Crianças - fatores fisiológicos e fatores psicológicos
    Foi publicado em 16/07/12 e revisado em 26/03/17

      A endometriose acontece quando o endométrio, tecido que reveste o útero, ...

    Saiba mais sobre a Endometriose


     

    A endometriose acontece quando o endométrio, tecido que reveste o útero, cresce para fora do órgão. Os fragmentos vão parar no ovário, nas trompas e até em regiões vizinhas. Mesmo deslocado, o tecido excedente é estimulado a crescer e, na hora da menstruação, descama junto com o endométrio original.

    A partir daí, surgem as cólicas intensas, o desconforto e, com o tempo, dificuldades para engravidar. Além disso, o risco de câncer de ovário é mais alto em mulheres com o problema.

    É difícil estabelecer as causas da endometriose, mas, em parte, o distúrbio é provocado pela menstruação retrógrada, quadro em que pequenas porções de sangue voltam pelo canal vaginal e se alojam aonde não deveriam. Isso ocorre pelo estímulo constante do estrogênio, hormônio que faz o endométrio aumentar de tamanho e sangrar todos os meses.

    Sinais e sintomas

    – Cólica intensa mesmo fora do período menstrual
    – Inchaço abdominal
    – Dor durante e após o sexo
    – Dor para urinar e evacuar
    – Intestino preso ou solto demais
    – Menstruação irregular
    – Dificuldade para engravidar

    Fatores de risco

    – Ter filhos depois dos 30 anos
    – Alterações no útero
    – Estresse
    – Má alimentação

    A prevenção

    Embora em muitos casos não dê para prevenir o aparecimento da endometriose, alguns hábitos diminuem o risco de ela dar as caras, como diminuir o estresse e aumentar o consumo de alimentos ricos em ômega-3, como o salmão e o óleo de linhaça.

    O diagnóstico

    A partir da primeira menstruação, o médico precisa ficar atento às cólicas — quanto mais rápido o diagnóstico, menor o risco de a doença progredir. Uma batelada de exames de imagem e sangue dá início ao tratamento, mas a certeza do diagnóstico só vem mesmo com a videolaparoscopia, uma cirurgia que permite observar os focos da endometriose. A doença é classificada em leve, moderada ou grave.

    O tratamento

    Não há cura para a endometriose, mas dá para combater os focos dela e praticamente anular os sintomas. Anticoncepcionais que barram a ação do estrogênio são frequentemente prescritos, apesar de não serem criados originalmente para esse fim. Há também remédios mais específicos, que simulam a ação da progesterona no controle do endométrio.

    Quando a doença avança, os médicos podem optar pela cirurgia. Por meio de uma pequena incisão no umbigo, a videolaparascopia identifica e cauteriza os locais afetados. Outra opção é apenas extrair as células que estão fora do lugar. A atividade física também pode ser benéfica porque libera substâncias que aliviam a dor.

    Faça Fisioterapia