O assoalho pélvico é um conjunto de partes moles que fecham a pelve, sendo formado por músculos, ligamentos e fáscias. Suas funções são de s...

Cinesioterapia no fortalecimento muscular do assoalho pélvico feminino




O assoalho pélvico é um conjunto de partes moles que fecham a pelve, sendo formado por músculos, ligamentos e fáscias. Suas funções são de sustentar e suspender os órgãos pélvicos e abdominais, mantendo as continências urinária e fecal. Os músculos do assoalho pélvico também participam da função sexual e distendem-se em sua porção máxima na passagem do produto conceptual (OLIVEIRA & LOPES, 2006).

Atualmente, entende-se como assoalho pélvico todo o conjunto de estruturas que dá suporte às vísceras abdominais e pélvicas. (SAMPAIO, FAVORITO & RODRIGUES, 1999). O assoalho pélvico consiste dos músculos coccígeos e elevadores do ânus, que conjuntamente são chamados de diafragma pélvico, que é atravessado à frente pela vagina e uretra e ao centro pelo canal anal (FREITAS, MENKE & RIVOIRE, 2002).

Os músculos levantador do ânus se divide em pubococcígeo, ileococcígeo e puborretal, os músculos bulbocavernoso, transverso superficial do períneo e o isquiocavernoso compõem o diafragma urogenital, e também a fascia endopélvica que é composta pelos ligamentos pubo-vesical, redondo do útero, uterossacro e ligamento cervical transverso e são importantes para manter a estruturas pélvicas em suas posições normais (ZANATTA & FRARE, 2003; MOORE, 1998; OLIVEIRA & LOPES, 2006).

A musculatura estriada do assoalho pélvico, juntamente com a fáscia endopélvica, exerce papel fundamental no suporte dos órgãos pélvicos e na manutenção da continência urinária (RIBEIRO & ROSSI, 2000).

Os músculos do assoalho pélvico são constituídos de 70% de fibras do tipo I (fibras de contração lenta) e 30% de fibras do tipo II (fibras de contração rápida). Assim as fibras do tipo I são responsáveis pela ação antigravitacional dos músculos do assoalho pélvico, mantendo o tônus constante e também na manutenção da continência no repouso. E as do tipo II são recrutadas durante aumento súbito da pressão abdominal contribuindo assim para o aumento da pressão de fechamento uretral (CAMARRÃO et al., 2003; ZANATTA & FRARE, 2003; OLIVEIRA & LOPES, 2006).

A bexiga urinária está localizada posteriormente à sínfise púbica e anteriormente ao reto, e nas mulheres está em contato com o útero e a vagina. A bexiga é um órgão pélvico muscular côncavo que possui quatro camadas: mucosa, submucosa, muscular e serosa (adventícia). A mucosa é composta de epitélio, que diminui em espessura quando a bexiga enche-se e as células são distendidas. A camada submucosa serve para dar suporte à mucosa. A parte muscular é constituída por um músculo liso denominado detrusor, e a camada serosa (externa) é constituída de gordura e tecido conjuntivo, e aparece apenas na face superior da bexiga. (GRAAF, 1992).

A uretra feminina apresenta em média quatro centímetros de comprimento e também é composta por fibras musculares lisas (esfíncter interno) e estriadas (esfíncter externo). As fibras lisas têm pouca variedade de contração espasmódica, possibilitando que se mantenha uma pressão de fechamento e, assim, a continência urinária por período prolongado sem fadiga, e as fibras estriadas está sob o controle voluntário do sistema nervoso e pode ser usado para impedir conscientemente a micção, mesmo quando controles involuntários estão tentando esvaziar a bexiga (GUYTON & HALL, 2002; ZANATTA & FRARE, 2003; OLIVEIRA & LOPES, 2006).

A submucosa constituída de tecido conjuntivo frouxo misturado com feixes de fibras musculares lisas é um elaborado plexo vascular, cria um efeito vital para o mecanismo de continência (OLIVEIRA & LOPES, 2006).

Sob o ponto de vista funcional, a integridade da camada de músculo liso circundante mantém esse mecanismo, direcionando as pressões submucosas de expansão para dentro, em direção à mucosa. A integridade do músculo liso e do tecido esponjoso vascular da uretra fornece uma importante contribuição para o mecanismo de fechamento, possuindo, portanto, grande importância para a continência urinária passiva normal. As fibras de músculo estriado, extrínsecas à uretra no nível do diafragma urogenital, fornecem atividade esfincteriana reflexa e voluntária, contribuindo principalmente para a continência ativa (WEI, RAZ & YOUNG, 1999).

Quando os músculos são mais requisitados do que o normal, eles são forçados a um trabalho extra para superar uma resistência ou carga. Este trabalho conduz a um aumento de força, pois o músculo se contrai e a síntese de proteínas musculares é estimulada. Após um período de descanso e recuperação, novas proteínas são construídas tornando as fibras musculares maiores em diâmetro e força (BRINCK & NERY, 2006).

A força muscular é a quantidade máxima de força que um músculo ou grupo muscular pode gerar em um padrão específico de movimento e em uma determinada velocidade. O termo treinamento de força tem sido usado para descrever um tipo de exercício que requer que os músculos se movam (ou tentem se mover) (FLECK et al., 1999).

O grau de benefício que um programa de treinamento de força pode transferir para o desempenho de um exercício e está muito relacionado ao treinamento de potência muscular e este está em função da velocidade de execução de movimento e da força desenvolvida pelo músculo, caracterizando assim a definição de potência como sendo a velocidade em que se desempenha o trabalho, sendo esta altamente dependente da força (SIMÃO, 2001).

Muitos são os trabalhos que evidenciam a importância da força e potência muscular. Os treinamentos destas variáveis têm-se demonstrado efetivos na melhoria de várias capacidades físicas, bem como o aumento da massa muscular (SIMÃO, 2001).

Então esses treinamentos visam à melhora na coordenação muscular e na flexibilidade o que garantirá menor risco de lesão (JUNQUEIRA, RIBEIRO & SCIANNI, 2004). E esses ganhos de força ocorrem devido à capacidade dos músculos de desenvolverem tensão e do sistema nervoso de ativá-los, o que desencadeará um maior recrutamento de unidades motoras (MARCHAND, 2004).

O diâmetro do músculo corresponde ao volume da fibra e são através de exercícios elaborados especificamente para desenvolver força que o tamanho dessas fibras musculares esqueléticas pode ser aumentado. Isso é chamado de hipertrofia (KISNER & COLBY, 2002; LEITE et al., 2004).

Todos os exercícios de fortalecimento promovem: hipertrofia devido ao aumento no tamanho das fibras musculares, que acontece por aumento na síntese protéica e diminuição da degradação de proteínas, fenômeno que leva de seis a oito semanas para ocorrer; maior eficiência de recrutamento de fibras musculares pelos mecanismos de neurofacilitação (ou aprendizado motor); aumento da capacidade oxidativa e volume das mitocôndrias; aumento da densidade óssea, do conteúdo mineral ósseo e de hidroxiprolina; alterações nas células do corno anterior da medula espinhal e aumento da resistência de tendões e ligamentos (MACHADO, 2005).

Como as fibras do tipo I (que representa 70% da musculatura do assoalho pélvico) são responsáveis pela ação antigravitacional dos músculos do assoalho pélvico e as do tipo II (que representa os restantes 30%) são recrutadas durante aumento súbito da pressão abdominal contribuindo assim para o aumento da pressão de fechamento uretral, os exercícios que trabalham com essa musculatura podem melhorar sua função e essa sustentação do fortalecimento muscular se deve à mudança funcional das fibras musculares (CAMARRÃO et al., 2003).

A força muscular é então adquirida através da prática de exercícios específicos para o assoalho pélvico baseados no preceito de que os movimentos voluntários repetidos proporcionam aumento da força muscular e seus efeitos benéficos incluem desenvolvimento, melhora, restauração ou manutenção da força, da resistência, da mobilidade, da flexibilidade, do relaxamento, da coordenação e da habilidade através dos movimentos (HILBERATH, 2006; RUBINSTEIN, 2001).

O fisioterapeuta tem sido um membro importante da equipe de obstetrícia durante anos, na verdade, desde 1912. Assim a terapeuta Mennie Randall junto com o obstetra J. S. Fairbairn no Hospital St. Thomas desenvolveram interesses especiais no tratamento da gravidez, parto e puerpério. Mais tarde o campo de interesse estendeu-se a casos ginecológicos (POLDEN & MANTLE, 2000).

Por volta dos anos 50, Arnold Kegel, médico ginecologista, foi o primeiro a introduzir o treinamento da musculatura do assoalho pélvico feminino para tratar a incontinência urinária. Em seu primeiro estudo ele obteve 84% de cura de mulheres com incontinência urinária, onde o protocolo incluía palpação vaginal e observação clínica da contração voluntária da musculatura do assoalho pélvico e o uso do biofeedback para mensurar a pressão vaginal durante os exercícios. Hoje existe uma variedade de aparelhos de biofeedback usados na prática clínica para ajudar no treinamento da musculatura do assoalho pélvico feminino (MORKVED et al., 2002).

A cinesioterapia é então, uma terapia através dos movimentos, onde estes são utilizados como forma de tratamento, tendo como base de que os movimentos voluntários repetidos proporcionam o aumento da força muscular, uma resistência à fadiga, melhorando a mobilidade, a flexibilidade e a coordenação muscular (AMARO & GAMEIRO, 2001). E baseado neste preceito das contrações repetidas, esses exercícios têm sido indicados em alguns casos de incontinência urinária, devido ao aumento do tônus das fibras musculares lentas ou tipo I (que constituem 70% e que promovam sustentação e resistência na contração muscular) e das fibras musculares rápidas ou tipo II (os 30% restantes, que promovem contrações fortes e breves) (LAYCOCK, 1994; BERNARDES et al., 2000; CAMARRÃO et al., 2003).

Mas com o passar do tempo os exercícios para o assoalho pélvico foi sendo esquecida (MORENO, 2004). A partir daí as cirurgias foram a melhor opção para o tratamento de incontinência urinária, porém às recidivas foram aparecendo com freqüência submetendo assim as pacientes as mesmas condições iniciais de perda urinária, ou até mesmo a piora do prognóstico (SOUZA, 2002). Até que no ano de 1992, a Sociedade Internacional de Continência validou cientificamente as técnicas de reabilitação do assoalho pélvico para tratamento de distúrbios perineais, e como conseqüência o reconhecimento e a valorização foram crescendo cada vez mais (MORENO, 2004).

A atuação do fisioterapeuta na reeducação perineal do assoalho pélvico, tem como finalidade melhorar a força de contração das fibras musculares, promover a reeducação abdominal e um rearranjo estático lombopélvico através de exercícios, aparelhos e técnicas. Assim estes poderão ajudar a fortalecer os músculos necessários para manter a continência urinária (SOUZA, 2002). A reeducação da musculatura do assoalho pélvico torna-se imperativo no programa de exercícios atribuídos para pacientes vindos sob forma preventiva ou até mesmo curativa da patologia, além de melhorar a função sexual. Porém, os melhores resultados do tratamento fisioterapêutico da incontinência urinária são obtidos nos casos leve ou moderado (MORENO et al., 2004).

A cinesioterapia do assoalho pélvico compreende basicamente na realização dos exercícios de Kegel que objetiva trabalhar a musculatura perineal para o tratamento da hipotonia do assoalho pélvico (SANTOS, 2004). Mas estudos mostram que 30% das mulheres não conseguem exercitar corretamente a musculatura do assoalho pélvico, então se preconizou que os músculos abdominais, glúteos e adutores, devem ficar em repouso ou em tensão constante na tentativa de evitar a contração conjunta (PRADO et al., 2003).

Segundo Santos (2004), afirmou que a maioria das mulheres são incapazes de realizar uma contração somente pela simples instrução verbal, por isso é importante um controle palpatório intravaginal e a presença de um fisioterapeuta. E Grosse & Sengler (2002), afirmam que a informação e a conscientização representam uma fase essencial na reeducação.

Segundo Moreno (2004), a contração correta dos músculos do assoalho pélvico, principalmente os elevadores do ânus, tem sido muito eficaz no tratamento de incontinência urinária, apresentando melhora no controle esfincteriano, no aumento do recrutamento das fibras musculares tipo I e II, no estímulo da funcionalidade inconsciente de contração simultânea do diafragma pélvico aumentando assim o suporte das estruturas pélvicas e abdominais prevenindo futuras distopias genitais.

De acordo com Géo & Lima (2001), Souza (2002), a cinesioterapia para o assoalho pélvico é isenta de efeitos colaterais e morbidade, ao contrário das cirurgias. Por isso, hoje o tratamento fisioterapêutico está sendo cada vez mais utilizado devido ao seu resultado positivo no tratamento da incontinência urinária feminina, porém depende de uma boa avaliação do paciente e da escolha da técnica e parâmetro de tratamento para cada tipo de patologia que será tratada.

Existem várias formas de aplicação da cinesioterapia para o tratamento da incontinência urinária feminina, dentre eles o trabalho com a bola suíça. A bola suíça é um instrumento utilizado para o retreinamento dos músculos enfraquecidos como a hipotonia dos músculos do assoalho pélvico. Os exercícios são funcionais e podem ser realizados de várias maneiras, pois a bola suíça é considerada como um instrumento indispensável e intermediário ideal para os movimentos no treino dessa musculatura (CARRIÉRE & TRANZBERGER, 1999).

Outro método utilizado seria os cones vaginais que foram conceituados por Plevnik, em 1985, para a tonificação da musculatura perineal (GROSSE & SENGLER, 2002; MORENO & SANTOS, 2004). Os cones são pequenas cápsulas de pesos diferentes, de uso individual, que se introduz na vagina para fornecer resistência e feedback sensorial nos músculos do assoalho pélvico à medida que eles se contraem (SIZINO, SILVA & BRAZ, 2003; MORENO, 2004; SANTOS, 2004). Os exercícios realizados com os cones são os de Kegel, trabalhando assim contrações perineais. São encontrados de forma e tamanho iguais, porém de pesos diferentes que variam de 25g a 75g (MORENO, 2004).

Quando o cone de peso adequado é inserido na vagina, ele tende a deslizar causando uma sensação de perda que irá proporcionar um biofeedback tátil e cinestésico, fazendo com que o assoalho pélvico se contraia de forma reflexa na tentativa de retê-lo (SOUZA, 2002). De acordo com Moreno (2004) e Santos (2004), o uso de cones vaginais além de aumentar força muscular torna a atividade fisiológica do assoalho pélvico mais coordenada com contrações, aumentando assim o recrutamento de unidades motoras, tanto do tipo I quanto do tipo II. As indicações para este tratamento são: IU de esforço, urge-incontinência, assoalho pélvico fraco, pós-parto, disfunção sexual, pouca propriocepção pélvica e incoordenação da contração pélvica. As contra-indicações são: presença de infecções no trato-urogenital, durante a menstruação, paciente com distúrbio psiquiátrico, durante ou imediatamente após relação sexual, gravidez, retenção/obstrução urinária.

Já o biofeedback descrito por Kegel em 1948 é essencialmente toda e qualquer abordagem que o fisioterapeuta utiliza para conscientizar um paciente de seu corpo e suas funções, sejam estímulos táteis, visuais, auditivos ou elétricos (perineômetro, toque digital ou cones vaginais). Então é um aparelho que mensura, avalia e trata as disfunções neuromusculares, sendo eficiente na avaliação dos músculos do assoalho pélvico por monitorar o tônus em repouso, a força, a sustentação e outros padrões de atividade, mostrando-se efetivo na orientação da paciente a melhorar as contrações voluntárias dessa musculatura, favorecendo também o treino do relaxamento (MORENO, 2004).

Enfim, a cinesioterapia para o assoalho pélvico compreende exercícios para a normalização do tônus muscular, sendo empregada tanto para o fortalecimento de áreas hipotônicas como para o relaxamento de áreas hipertônicas (GROSSE & SENGLER, 2002; MORENO, 2004).

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O primeiro contato que eu tive com a Fisioterapia na Ginecologia foi uma paciente gestante, que chegou até a mim por causa das dores na col...

Hidroterapia em Gestantes


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O primeiro contato que eu tive com a Fisioterapia na Ginecologia foi uma paciente gestante, que chegou até a mim por causa das dores na coluna. Ela tinha entrado no segundo trimestre e as dores estavam incapacitando-a. E a hidroterapia foi a minha "arma" para conseguir reabilitar essa paciente.

A água além de relaxante é um meio onde os exercícios não reflete impacto devido a força de empuxo presente e é de fácil aceitação para o corpo.

As sessões começavam com uma caminhada dentro da piscina, que durava em média 5 minutos, e alongamento dos grupamentos musculares, completando assim 10 a 15 minutos de aquecimento; depois são realizados os exercícios direcionados ao fortalecimento de grupos musculares específicos, além de exercícios respiratórios e de reeducação postural. Essa segunda etapa dura em média 35 minutos. Ao final da sessão, deve ser feito também um relaxamento, que tem o objetivo de promover a estabilização das frequências cardíaca e respiratória, além de relaxar as musculaturas ainda sob alguma tensão, durando cerca de 10 minutos

Durante as sessões, o corpo todo da gestante é trabalhado (respeitando os limites fisiológicos da situação) no que refletirá em ganhos musculares, cardiorespiratórios e emocionais. Os músculos são exercitados de forma manter o seu trofismo e funcionar, através dos movimentos, como bomba de impulso para otimizar a circulação sanguínea e minimizar os edemas das pernas. O momento do parto é estudado e os movimentos são ensinados para que na hora, menos energia seja gasta e a concepção seja mais rápida. As posturas corretas são ensinadas bem como os padrões para respiração, isso minimiza as dores, principalmente, as lombares. Exercícios específicos para fortalecimento da musculatura interna do períneo também são realizados para manter o tônus, evitar lacidão e cirurgias no futuro.

Dvd de Hidroginástica em Gestantes

Os principais efeitos da prática de atividade física sobre o corpo da gestante incluem o alívio da sintomatologia dolorosa, como as lombalgias; a melhora da circulação de retorno, tanto linfática quanto venosa, auxiliando na redução dos edemas da gravidez; promove uma reeducação postural, já que a gestação altera a posição do centro de gravidade da mulher; melhora o tônus muscular e promove um maior relaxamento; melhora a função intestinal, pois a obstipação é uma queixa comum entre as gestantes; melhora o condicionamento do aparelho cardiorrespiratório; facilita o trabalho de parto, tornando-o mais efetivo e menos doloroso; promove uma recuperação mais rápida do parto, além de aumentar a auto-estima da gestante, proporcionando um bem-estar físico e emocional.

Para fisioterapeutas que desejam ter material para a fisioterapia na Ginecologia, recomendo o Cd de Fisioterapia na Ginecologia, com artigos e matérias sobre gestantes e outros assuntos.

Mulheres que têm o início da menstruação e da menopausa mais tarde na vida têm mais chances de chegar aos 90 anos, segundo um estudo da Un...

Menstruar e ter menopausa mais tarde aumentam chance de viver até os 90


Menopausa coração (Foto:  Burger/Phanie/Arquivo AFP)

Mulheres que têm o início da menstruação e da menopausa mais tarde na vida têm mais chances de chegar aos 90 anos, segundo um estudo da Universidade da Califórnia em San Diego.

Para chegar à conclusão, os pesquisadores avaliaram dados de cerca de 16 mil mulheres que participam da pesquisa Women's Health Initiative (WHI), iniciativa para estudar mulheres na fase pós-menopausa. Elas foram acompanhadas por 21 anos.

A pesquisa concluiu que as mulheres que começaram a menstruar mais tarde tiveram menos risco de desenvolver alguns problemas de saúde, como doenças coronarianas. Além disso, aquelas que entraram na menopausa mais tarde tiveram mais chances de apresentar uma saúde excelente.

Mulheres com esse perfil também apresentaram menor probabilidade de serem fumantes ou terem um histórico de diabetes. "Fatores como o fumo podem danificar o sistema cardiovascular e os ovários, o que pode resultar em uma menopausa precoce. Mulheres com menopausa tardia e uma vida reprodutiva mais longa podem ter um risco diminuído de doenças cardiovasculares, diz Aladdin Shadyab, um dos autores do estudo.

"Nosso estudo descobriu que mulheres que começaram a menstruar com 12 anos ou mais e entraram na menopausa, tanto naturalmente quanto cirurgicamente, com 50 anos ou mais e tiveram mais de 40 anos de vida reprodutiva tiveram chances maiores de viver até os 90 anos", afirmou Shadyab.
Os resultados da análise foram publicados no fim de julho na revista médica "Menopause".

A Fisioterapia em Urologia e Uroginecologia consiste no tratamento de disfunções do assoalho pélvico como a incontinência urinária por esf...

Mitos e curiosidades sobre Fisioterapia na Uroginecologia


Aquaterapia

A Fisioterapia em Urologia e Uroginecologia consiste no tratamento de disfunções do assoalho pélvico como a incontinência urinária por esforço, incontinência urinária de urgência, incontinência fecal, obstipação, algias pélvicas além de disfunções pélvicas causadas por alterações neurológicas. A fisioterapia em uroginecologia também é indicada para tratar graus leves de prolapsos, como a popularmente conhecida, "bexiga caída".

Antes de iniciar o tratamento, o fisioterapeuta especializado nesta área deverá realizar uma avaliação minuciosa, além de reavaliações periódicas, e através destas, orientar, prevenir e tratar disfunções pélvicas em indivíduos de ambos os sexos.

O objetivo principal é readquirir o controle sobre a musculatura do assoalho pélvico, podendo contribuir para postergar e até mesmo evitar a necessidade de intervenção cirúrgica.

O tratamento engloba diversos recursos, como a cinesioterapia, biofeedback, estimulação elétrica, exercícios proprioceptivos, além de exercícios e orientações domiciliares, como o diário miccional. Estas disfunções costumam ser mais comuns em idosos, mulheres que se submeteram ao parto normal e pessoas que realizam atividades físicas de alto impacto. O tratamento consiste na realização de exercícios que associam contrações e respiração e as sessões duram 50 minutos.

Veja o video sobre Mitos e curiosidade sobre Fisioterapia na Uroginecologia:

  Após o nascimento da criança, o corpo da mulher vai sofrer uma nova transformação, com progressiva diminuição da lordose, e, muitas ve...

Dor na Coluna após nascimento da criança


 http://www.guiamedicoflorianopolis.com.br/Adm/Multimidia/Noticias/caminhoImagem/642_800/227.jpg

Após o nascimento da criança, o corpo da mulher vai sofrer uma nova transformação, com progressiva diminuição da lordose, e, muitas vezes, neste processo, muitas mulheres apresentam dores na coluna. Isto também é desencadeado pela sua atividade com o bebê, que a coloca em posturas muitas vezes inadequadas durante o processo de amamentação, dar banho ....

No passado as mulheres tinham que aceitar a presença da dor nas costas, simplesmente, como parte do processo da gestação. Hoje em dia sabemos existem causas específicas com tratamentos mais específicos.
O objetivo é manter uma boa função durante a gestação com o mínimo de desconforto.
 Lembrar da contra-indicação da realização de radiografias e do uso de anti-inflamatórios durante a gravidez!

•    Aplicação de gelo / calor
•    Repouso de lado com um travesseiro entre as pernas
•    Massagem
•    Analgésico apropriado por períodos curtos após o terceiro mês
•    Acupuntura após o trimestre
•    Uso de uma cinta pélvica
•    Exercícios de relaxamento e alongamento
•    Fortalecimento das estruturas musculares que sustentam o peso
•    Trabalho postural / contrabalançar a lordose excessiva
•    Condicionamento do modo correto de exercer as rotinas diárias
•    Hidroterapia
•    Yoga

EVITAR
•    Evitar carregar peso
•    Evitar exercícios físicos extenuantes
•    Evitar mergulho

  A Incontinência Urinária de Esforço (IUE) é definida como uma queixa de perda urinária involuntária durante o esforço, espirro ou tosse. T...

Incontinência Urinária de Esforço e a importância do Biofeedback


 http://fisioclinicamirelliputini.com.br/wp-content/uploads/2014/12/Assoalho-P%C3%A9lvico.jpg

A Incontinência Urinária de Esforço (IUE) é definida como uma queixa de perda urinária involuntária durante o esforço, espirro ou tosse. Trata-se de uma condição médica preocupante, já que nas mulheres acometidas há um aumento do risco de infecções do trato urinário e quedas, fatores que estão relacionados ao aumento da mortalidade. Além disso, ela promove um impacto emocional, psicológico e social, reduzindo assim a qualidade de vida dessa população.

É importante a gente saber que a musculatura estriada do assoalho pélvico, juntamente com a fáscia endopélvica, exerce papel fundamental no suporte dos órgãos pélvicos e na manutenção da continência urinária. Os músculos do assoalho pélvico são constituídos de 70% de fibras do tipo I (fibras de contração lenta) e 30% de fibras do tipo II (fibras de contração rápida). Assim as fibras do tipo I são responsáveis pela ação antigravitacional dos músculos do assoalho pélvico, mantendo o tônus constante e também na manutenção da continência no repouso. E as do tipo II são recrutadas durante aumento súbito da pressão abdominal contribuindo assim para o aumento da pressão de fechamento uretral.

Segundo a teoria Integral da Continência, a função normal do assoalho pélvico, que proporciona a continência adequada, é conseguida por um sistema inter-relacionado composto por músculos, tecido conjuntivo e componentes neurais, sendo o tecido conjuntivo o mais vulnerável à lesão. Quando aplicada à reabilitação do assoalho pélvico, foca o fortalecimento das estruturas componentes (músculos, nervos e tecido conjuntivo) para que todos trabalhem sinergicamente como um sistema dinâmico. Dessa forma, o treinamento da musculatura do assoalho pélvico é incluído entre as opções iniciais de tratamento para mulheres com IUE.

O fortalecimento da musculatura do assoalho pélvico tem sido recomendado como tratamento de escolha da IUE.Isso porque essa musculatura apresenta
duas funções principais: suportar os órgãos pélvicos e contribuir para a função esficteriana da uretra. Diante disso, o objetivo do tratamento é promover uma pré-
contração da musculatura do assoalho pélvico com a elevação da pressão intra-abdominal e aumentar o suporte pélvico por meio do aumento do tônus e da
hipertrofia da musculatura. Para alcançar tais objetivos, o tratamento com
biofeedback permite que o paciente manipule as respostas eletro-fisiológicas da musculatura do assoalho pélvico de acordo com sinais visuais e auditivos.

Os dispositivos biofeedback oferecem à paciente a chance de manipular as respostas musculares do assoalho pélvico de acordo com sinais visuais ou auditivos, realizando um treinamento mais efetivo.

Ele é essencialmente toda e qualquer abordagem que o fisioterapeuta utiliza para conscientizar um paciente de seu corpo e suas funções, sejam estímulos táteis, visuais, auditivos ou elétricos (perineômetro, toque digital ou cones vaginais). Então é um aparelho que mensura, avalia e trata as disfunções neuromusculares, sendo eficiente na avaliação dos músculos do assoalho pélvico por monitorar o tônus em repouso, a força, a sustentação e outros padrões de atividade, mostrando-se efetivo na orientação da paciente a melhorar as contrações voluntárias dessa musculatura, favorecendo também o treino do relaxamento

Você sabia que recentemente a bela atriz Kate Winslet revelou que sofre de incontinência urinária? E o problema é mais comum do que se imagi...

Você perde xixi depois de espirrar ou tossir? Pode ser incontinência urinária


tossir Você perde xixi depois de espirrar ou tossir? Pode ser incontinência urinária

Você sabia que recentemente a bela atriz Kate Winslet revelou que sofre de incontinência urinária? E o problema é mais comum do que se imagina. Cerca de 20% da população tem o distúrbio.

Para explicar de uma maneira simples, a incontinência urinária é a perda involuntária da urina, que pode acontecer após fazer algum tipo de esforço, como tossir e espirrar, ou por vontade súbita e forte de que não dá tempo de chegar ao banheiro.

Segundo a Sociedade Brasileira de Urologia, o distúrbio é mais frequente no sexo feminino e pode se manifestar tanto após a menopausa quanto em mulheres mais jovens.

Geralmente, a incontinência acontece devido ao enfraquecimento do músculo que segura a urina e é desencadeada por múltiplos fatores, como o parto nas mulheres e cirurgia de próstata em homens.

Há dois tipos de incontinência mais prevalentes: a de esforço, em que a pessoa perde xixi após tossir e espirrar, e a bexiga hiperativa em que a pessoa é acometida por uma vontade tão forte e inesperada que não dá tempo de chegar ao banheiro. Em ambos os casos, pessoas acima de 40 anos têm mais chance de ter incontinência e esse o risco aumenta com o envelhecimento, afirma o urologista.

Além da menopausa e o do parto, a obesidade, diabetes e tabagismo também são fatores de risco para a incontinência urinária de esforço. Quem sofre do problema deve avaliar também os fatores comportamentais que influenciam a vontade de ir ao banheiro, como beber muito café, tomar muito líquido, bebida alcoólica e até comida muito condimentada. Só o médico vai caracterizar a incontinência urinária ou não.

Como a incontinência urinária pode ser tratada, independentemente da idade e, quanto mais cedo se descobrir o problema, menor a chance de o distúrbio evoluir.

A Fisioterapia na Uroginecologia tem como objetivo principal é readquirir o controle sobre a musculatura do assoalho pélvico, podendo cont...

5 cursos online para Fisioterapia na Uroginecologia




A Fisioterapia na Uroginecologia tem como objetivo principal é readquirir o controle sobre a musculatura do assoalho pélvico, podendo contribuir para postergar e até mesmo evitar a necessidade de intervenção cirúrgica.

Separamos alguns cursos online para ajudar na atualização profissional de fisioterapeutas (ou estudantes) que queiram saber mais sobre essa especialidade.

Para maiores informações sobre os cursos, basta clicar no nme do curso ou na imagem correspondente.

Curso Online de Fisioterapia em Uroginecologia
 
Curso Fisioterapia em Uroginecologia

O curso Fisioterapia em Uroginecologia oferece ao profissional de fisioterapia conhecimentos sobre assoalho pélvico, fisiologia, incontinência urinária, cones vaginais, anatomia, fisiologia e muito mais.


Curso Online de Massagem em Gestantes

Curso Massagem em Gestantes
 
O curso Massagem em Gestantes permite que você compreenda as alterações fisiológicas e hormonais da paciente. Saiba como identificar as solicitações do feto e analisar o volume do útero. Veja os benefícios da massagem e fique atento às respostas do feto com relação à massagem.


Curso Online de Fisioterapia em Obstetrícia

 Curso Fisioterapia em Obstetrícia

O curso Fisioterapia em Obstetrícia, por meio da Educação a Distância, oferece ao profissional de fisioterapia conhecimentos sobre assoalho pélvico, fisiologia, gestação, parto, puerpério e muito mais.


Curso Online de Fisioterapia no Câncer de Mama

 Curso Fisioterapia no Câncer de Mama

O curso Fisioterapia no Câncer de Mama, por meio da Educação a Distância, oferece ao profissional de fisioterapia conhecimentos sobre sistema linfático mamário, neoplasias, metástases, radioterapia, reconstrução mamária e muito mais.


Curso Online de Alongamento Terapêutico

 Curso Alongamento Terapêutico

Os profissionais em fisioterapia poderão atualizar o conhecimento, a respeito dos princípios gerais que envolvem os conhecimentos teóricos dessa técnica, procurando trabalhar melhor com o ser humano de uma forma integral, aprimorando os conceitos do alongamento, visando à melhoria da saúde e qualidade de vida.


As causas da incontinência urinária masculina são variadas e a identificação da origem é essencial para o tratamento adequado. Em home...

Incontinência urinária nos homens


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As causas da incontinência urinária masculina são variadas e a identificação da origem é essencial para o tratamento adequado. Em homens sem problemas neurológicos, a incontinência urinária está na maioria das vezes associada à história de cirurgias prostáticas. Durante estas cirurgias pode haver lesão do esfíncter ou do nervo responsável pelo seu funcionamento levando a perdas urinárias. As perdas também podem decorrer de um excesso de contrações da bexiga durante o enchimento ou mesmo de transbordamento da urina.

Aproximadamente 1% dos pacientes submetidos à ressecção transuretral da próstata evoluem com incontinência urinária após a cirurgia. Nos pacientes submetidos à prostatectomia radical (remoção completa da próstata) esta complicação pode ocorrer entre 2% a 10% dos casos.

Como pacientes com hiperplasia benigna da próstata esperam que a cirurgia alivie os sintomas urinários, qualquer grau de incontinência urinária pós-operatória é pouco tolerado. Nos pacientes submetidos à cirurgia radical, a incontinência pós-operatória pode ser transitória. Quando a incontinência se mantém por tempo mais prolongado geralmente é necessária uma cirurgia de correção da incontinência que muitas vezes consiste na colocação de um esfíncter artificial.

Alguns pacientes submetidos à prostatectomia podem apresentar, nas primeiras semanas após a retirada da sonda, urgência para urinar, uma frequência miccional aumentada e até mesmo incontinência por contrações da bexiga durante seu enchimento denominada incontinência de urgência. Nesta fase, é importante excluir duas condições que podem causar estas manifestações, que são infecção urinária e obstrução do local onde se suturou a uretra à bexiga (anastomose uretrovesical) após a retirada da próstata impedindo o paciente de urinar e causando perdas por transbordamento.

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A preparação do corpo para dar à luz pode ser feita com a prática de exercícios bem simples. Antes de praticar esses exercícios ou qualquer ...

4 exercícios que ajudam a se preparar para o parto


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A preparação do corpo para dar à luz pode ser feita com a prática de exercícios bem simples. Antes de praticar esses exercícios ou qualquer outra atividade física durante a gravidez, é importante falar com o seu médico para se certificar de que você não tem nenhuma limitação ou contra-indicação.

Vamos aos 4 exercícios:

EXERCÍCIO DE TAILOR

O que é?
Este é um exercício que fortalece e alonga os músculos das costas, coxas e pélvis, e, além disso, melhora a postura. Ele também mantém as articulações da pélvis flexíveis e melhora o fluxo sanguíneo para a parte inferior do seu corpo, o que facilita o parto. Esse exercício não é difícil de fazer, e traz grande conforto e disposição. O corpo tende a ficar mais flexível durante a gravidez, e ele capitaliza essa flexibilidade recém-adquirida.
Como eu faço?
Sente no chão, com as costas eretas e as pernas em "posição de borboleta" (com as solas dos pés juntas e os seus joelhos separados em direção ao chão confortavelmente). Conforme você empurra delicadamente os joelhos para baixo usando os cotovelos, sentirá um alongamento na parte interna das suas coxas. Não balance os joelhos para cima e para baixo. Se você achar difícil manter as costas eretas, use uma parede para apoiar. Mantenha a posição por 10 a 15 segundos, e repita o alongamento 10 vezes.

EXERCÍCIOS DE KEGEL

O que é?
Os músculos do assoalho pélvico ajudam a suportar os órgãos pélvicos: o útero, a bexiga e os intestinos. Se você tonificá-los, muitos dos desconfortos do final da gravidez serão aliviados, como o vazamento de urina.
Como eu faço?
Tente interromper o fluxo de urina enquanto você está sentada no vaso sanitário, sem contrair o abdômen, os glúteos ou os músculos das coxas. Quando você conseguir parar e voltar a fazer xixi, ou sentir o músculo vaginal se contraindo, você está usando o músculo do assoalho pélvico, que é o que será trabalhado neste exercício.
Você pode praticar de dois jeitos:
1) Para fazer da maneira lenta, contraia o músculo do assoalho pélvico e segure por entre 3 e 10 segundos. Então, relaxe e repita até 10 vezes.
2) contraia e relaxe rapidamente o músculo do assoalho pélvico entre 25 e 50 vezes. Relaxe por cerca de 5 segundos e retome: repita tudo até quatro vezes.

AGACHAMENTO

O que é?
Agachamentos são úteis durante o parto porque abrem a saída da pélvis entre 0,5cm e 1cm a mais, fazendo com que o bebê tenha mais espaço para nascer. Praticar esse exercício ao longo da gravidez ajuda a fortalecer os músculos que serão trabalhados durante o parto.
Como eu faço?
Fique encostada numa parede, com a coluna ereta. Os pés devem estar separados e alinhados com os seus ombros, a cerca de 15 cm da parede, e os braços, relaxados ao lado do corpo. O exercício consiste em um deslizamento lento pela parede para baixo, mantendo a coluna ereta, até que as coxas estejam paralelas ao chão. Mantenha a posição por cerca de 10 segundos. Deslize então de volta para a posição inicial, sempre lentamente. Repita 5 ou 10 vezes.

INCLINAÇÃO PÉLVICA

O que é?
A inclinação pélvica fortalece os músculos abdominais, ajuda a aliviar dores nas costas durante a gravidez e trabalho de parto, além de facilitar o parto em si. Esse exercício também pode ajudar a melhorar a flexibilidade das costas e afastar dores.
Como eu faço?
Você pode praticar inclinações pélvicas em várias posições. Ficar de quatro, sobre as suas mãos e joelhos é, contudo, o melhor jeito de aprender. Coloque-se confortavelmente nesta posição, mantendo a cabeça alinhada com a coluna. Então, encolha a barriga e arqueie suas costas para cima. Segure esta posição por vários segundos. Então relaxe a barriga e as costas, que devem ser mantidas eretas. Comece repetindo este exercício de três a quatro vezes, e aumente gradualmente até chegar a dez.

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