Exercícios poderiam ser benéficos para mulheres que desenvolvem diabetes gestacional, inibindo o aparecimento do tipo 2 ...

Atividade física moderada pode ajudar a controlar o diabetes gestacional



Atividade física moderada pode ajudar a controlar o diabetes gestacional Jonas Ramos/Especial

Exercícios poderiam ser benéficos para mulheres que desenvolvem diabetes gestacional, inibindo o aparecimento do tipo 2 da doença, segundo nova pesquisa. Publicado no JAMA Internal Medicine , o estudo foi conduzido pelo Instituto Nacional de Saúde Infantil e Desenvolvimento Humano Eunice Kennedy Shriver, em Rockeville, Maryland.

Dvd de Hidroginástica em Gestantes

O estudo, conduzido durante 16 anos, examinou o comportamento de quase cinco mil mulheres com histórico de diabetes durante a gravidez, das quais 600 viram a patologia evoluir para o tipo 2. Aquelas que se exercitaram por no mínimo 7,5 horas por semana tiveram 50% menos probabilidade de desenvolver a doença.

— Essas descobertas enviam uma mensagem de esperança para aquelas com histórico de diabetes gestacional: ainda que estejam com alto risco de desenvolver diabetes tipo 2, aderir a um estilo de vida ativo pode diminuir o risco— diz a cientista Cuilin Zhang.

Os pesquisadores levaram em conta o tempo e a intensidade da atividade físca para medir seus benefícios, concluindo que apenas mais de 10 minutos de exercícios intensos poderia reduzir o risco de maneira significativa.

Além de complicações como pré-eclâmpsia e pressão alta para a mãe, o diabetes na gravidez traz grandes riscos para o bebê, como parto prematuro e sobrepeso no nascimento. Embora esse tipo específico ocorra apenas na gravidez, as pacientes correm o risco de mutação da doença por até cinco anos após o parto.

As complicações do diabetes tipo 2 incluem doenças cardíacas, infartos e insuficiência renal. A doença desenvolve-se durante a vida adulta e é considerada uma epidemia mundial.

A mulher engravida e a dúvida vem: posso fazer exercício físico?  É saudável para o bebê? A resposta é sim. E os benefícios de ...

10 orientações para praticar atividade física na gestação



Grávida; gravidez; exercício físico (Foto: Thinkstock)

A mulher engravida e a dúvida vem: posso fazer exercício físico?  É saudável para o bebê? A resposta é sim. E os benefícios de se movimentar durante a gestação vão desde a prevenção de doenças, como diabetes gestacional e pré-eclâmpsia, até maiores chances de o bebê nascer de parto normal.  Mas é preciso calma!

Se a grávida não fazia nenhuma atividade física antes de engravidar, agora não é o melhor momento para virar atleta. Mas pode optar por exercícios mais leves, como caminhadas diárias ou hidroginástica.

O ideal, no entanto, é que a mulher que pretende engravidar comece a fazer algum tipo de atividade física aeróbica, a fim de melhorar o condicionamento cardiovascular.  

Para se manter ativa na gravidez, selecionamos 10 orientações que vão ajudá-la a se mexer sem correr riscos. Lembre-se que, antes de iniciar qualquer atividade física durante a gestação, é preciso que você tenha o aval do seu médico.

1. Nem só de hidroginástica e ioga vive uma grávida que quer se exercitar. Movimentos aeróbicos e alongamentos em geral estão liberados, desde que não haja nenhuma restrição médica e que um professor a acompanhe;

2. Em relação aos abdominais, há divergência entre os especialistas. Enquanto alguns defendem a prática apenas no início da gestação, outros dizem que é melhor evitar durante os nove meses. O melhor, sempre, é consultar seu médico;

3. Invista em caminhadas e ginástica localizada. Faça de duas a três vezes por semana, de 50 a 60 minutos;

4. Cuidado com exercícios que mantêm você por muito tempo em pé. Esse tipo de atividade física pode dificultar a circulação sanguínea, causando queda de pressão e mal-estar;

5. Outra prática a ser evitada são os steps. Como durante a gestação você está com as articulações mais frouxas, você tem mais riscos de sofrer torções;

6. Fique atenta à intensidade dos exercícios. Se for alta demais, o fluxo sanguíneo no organismo diminui, o que reduz a passagem de nutrientes e oxigênio para o bebê;

7. Em cada trimestre você precisará ter cuidados diferentes. Enquanto no primeiro você pode caminhar 30 minutos sem parar, esse tempo será reduzido conforme os nove meses chegam ao fim;

8. Lembre-se: não importa qual seja a atividade escolhida, os exercícios promovem uma série de benefícios a sua saúde (e do seu bebê). Ajudam a relaxar, controlar a ansiedade, reduzir o inchaço e as dores musculares (principalmente na região lombar), além de auxiliar no controle arterial;

9. No pós-parto, os exercícios contribuem para que você se restabeleça mais rapidamente, além de melhorar seu humor e, consequentemente, fazer com que você se sinta mais bonita.

10. Não é apenas você que ganha com a atividade física. Um estudo recente sugere que atividades durante a gestação contribuem para o desenvolvimento do sistema nervoso do bebê.

Fonte: Valéria dos Santos Almeida, professora de educação física e uma das idealizadoras do Método Gerar

No Dia Mundial de Combate ao Câncer de Ovário, lembrado hoje (8), a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica faz um alerta: a ...

Câncer de ovário deve atingir 5,6 mil mulheres em 2014


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No Dia Mundial de Combate ao Câncer de Ovário, lembrado hoje (8), a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica faz um alerta: a doença é silenciosa e pode atingir mulheres de todas as idades – inclusive as mais novas. A estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca) é que o país registre 5.680 novos casos apenas em 2014.

Em entrevista à Agência Brasil, o presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica, Evânius Wiermann, explicou que não existe uma causa específica para o câncer de ovário. "Basta ser mulher", acrescentou. Os sintomas da doença incluem aumento do volume abdominal com inchaço contínuo; dificuldade de comer ou sensação de estar cheia; dor abdominal ou pélvica; e necessidade urgente e frequente de urinar.

O Inca classifica a doença como o tumor ginecológico mais difícil de ser diagnosticado e de menor chance de cura, já que cerca de 75% dos casos se apresentam em estágio avançado no momento do diagnóstico. "O problema é que se trata de uma doença interna – diferentemente do câncer de mama, que faz um nódulo, e do câncer de pele, que faz uma pinta", explicou Wiermann.

A recomendação do instituto é que as mulheres fiquem atentas aos fatores de risco e consultem o médico regularmente, principalmente as que têm mais de 50 anos. O histórico familiar é o fator de risco isolado mais importante. Cerca de 10% dos casos apresentam componente genético ou familiar, e 90% são esporádicos, isto é, sem fator de risco conhecido. Fatores hormonais, ambientais e genéticos também estão relacionados com o aparecimento do câncer de ovário.

Além disso, segundo ele, existem vários subtipos do câncer de ovário. A maioria dos tumores são carcinomas epiteliais (câncer que se inicia nas células da superfície do órgão), mas há também tumores malignos de células germinativas (que dão origem aos espermatozoides e aos ovócitos).

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