O período menstrual é um período de mudanças do organismo que ocorre todos os meses. O fluxo de hormônios ligados aos ovários e útero au...

Osteopatia combate dor lombar no período menstrual


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O período menstrual é um período de mudanças do organismo que ocorre todos os meses. O fluxo de hormônios ligados aos ovários e útero aumenta bastante, por conta disso, ocorrem alterações teciduais, ampliação da retenção hídrica, distensão da parede uterina, dentre outras coisas. Os sintomas ligados ao período menstrual ou da ovulação mudam de mulher para mulher. É bastante comum, no entanto, a queixa de lombalgia ou dor em membros inferiores ligados ao período menstrual. Isso pode ser explicado pela distensão uterina e retração dos ligamentos que ligam o órgão à cintura pélvica.

O que muitos não sabem, conta Sousa, é que a osteopatia – técnica manual que age na origem da dor -, através de técnicas uterinas específicas (internas e externas), devolve a motilidade ao órgão e aos tecidos que o rodeiam diminuindo e, muitas vezes, eliminado as queixas ligadas ao período.

Q osteopatia é indicada em inúmeros casos. As contraindicações apenas seriam para quadros agudos de inflamação/infecção do útero ou regiões próximas, câncer, etc. O osteopata pode avaliar caso a caso e determinar o prognóstico do tratamento. Por isso, sempre que o período menstrual culminar com dores ou alterações importantes que incapacitem o bom funcionamento do organismo (sobretudo de músculos e articulações), a osteopatia é indicada e tem excelentes resultados.

Para quem se interessar, o tratamento se baseia em uma avaliação de causas e efeitos (minuciosa). Detectada a relação das queixas de dor com o período menstrual ou ovulatório, o osteopata analisará que tipo de intervenção é necessária. Por exemplo: o útero pode estar disfuncional em decorrência de uma cicatriz cesárea, por alterações hormonais, por problemas emocionais, etc. A anamnese ditará o tratamento e o prognóstico.

As queixas melhoram muito no momento da aplicação das técnicas e tendem a perdurar conforme o tratamento avança. Outros sintomas de melhora, além das dores lombares, podem ser sentidos, como: diminuição do edema, ausência de dor durante a relação sexual e menor retenção de líquidos.

A síndrome do ovário policístico (SOP), também conhecida como Síndrome de Stein-Leventhal, é uma das endocrinopatias mais comuns entre as m...

Síndrome do ovário policístico


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A síndrome do ovário policístico (SOP), também conhecida como Síndrome de Stein-Leventhal, é uma das endocrinopatias mais comuns entre as mulheres afetando 7% com uma forma leve e 3% com a forma do mundo. É caracterizada por menstruação irregular, ovulação múltipla ou não ovulação, excesso de hormônios masculinos e ovários largos com vários cistos.1

Os ovários são dois órgãos, um de cada lado do útero, responsáveis pela produção dos hormônios sexuais femininos e por acolher os óvulos que a mulher traz consigo desde o ventre materno. Entre 20% e 30% das mulheres podem desenvolver cistos nos ovários, isto é, pequenas bolsas que contêm material líquido ou semi-sólido. São os ovários policísticos, que normalmente não têm importância fisiológica, mas que em torno de 10% estão associados a alguns sintomas. Os outros casos são assintomáticos.

A diferença entre cisto no ovário e ovário policístico está no tamanho e no número de cistos.

A síndrome acomete principalmente mulheres entre 30 e 40 anos e o diagnóstico tornou-se mais preciso com a popularização do exame de ultra-som.

Sintomas

* Alterações menstruais – As menstruações são espaçadas. Em geral, mulher menstrua apenas poucas vezes por ano;

* Hirsutismo – Aumento dos pêlos no rosto, seios e abdômen;

* Obesidade –Ganho significativo de peso piora a síndrome;

* Acne – Em virtude da maior produção de material oleoso pelas glândulas sebáceas;

* Infertilidade.

Causas

Não foi estabelecida ainda a causa específica da síndrome dos ovários policísticos. Sabe-se que 50% das mulheres com essa síndrome têm hiperinsulinismo e o restante apresenta problemas no hipotálamo, na hipófise, nas supra-renais e produz maior quantidade de hormônios masculinos.

Tratamento

Como se trata de uma doença crônica, o tratamento é sintomático.

Mocinhas de 15 ou 16 anos, obesas, com pelos no rosto e no corpo e acne precisam emagrecer. Às vezes, só a perda de peso ajuda a reverter o quadro. Se não forem obesas, a atenção se volta para o controle da produção de hormônios masculinos, o que se consegue por meio de pílulas anticoncepcionais. Essa medicação atua também na unidade pilossebácea reduzindo a produção de sebo e o crescimento dos pelos.

Os casos de infertilidade respondem bem ao clomifeno, um indutor da ovulação. Se isso não acontecer, pode-se estimular os ovários com gonadotrofinas. Atualmente, é possível, ainda, fazer a cauterização por laparoscopia.

Recomendações

* Consulte regularmente seu ginecologista. Não deixe de fazer o exame ginecológico e outros que ele possa indicar;

* Não se descuide. Mulheres com ovário policístico correm maior risco de desenvolver problemas cardiovasculares na menopausa;

* Controle seu peso. A obesidade agrava os sintomas da síndrome do ovário policístico.

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