Incontinência urinária tem tratamento pela fisioterapia










Situado abaixo da região do abdômen, o assoalho pélvico é um conjunto de músculos que dá sustentação a alguns órgãos, como a bexiga. Se essa musculatura não está forte o suficiente, pode ocorrer a incontinência urinária, caracterizada pela perda involuntária de urina. Ela pode ser de três tipos: de esforço, que é a mais comum; de urgência e mista.

 Muitas vezes a incontinência urinária é encarada como algo exclusivo de idosos. Porém, adultos, jovens e até crianças de ambos os sexos podem ser acometidos. É uma fonte de constrangimentos e dificuldades sociais, mas que pode ser tratada com recursos fisioterápicos.

A incontinência de esforço, principalmente, pode ser prevenida ou tratada com programas de exercícios específicos, direcionados para a região pélvica, tendo como objetivo o fortalecimento da musculatura do assoalho pélvico, a qual abrange a região da uretra, canal vaginal e reto.

Além dos exercícios que podem ser realizados no solo, ou sobre as bolas terapêuticas, pode-se utilizar também os equipamentos que irão auxiliar no fortalecimento da musculatura, como cones vaginais, eletroestimuladores, biofeedback, dentre outros.

A escolha da melhor conduta será levantada após avaliação do médico, do fisioterapeuta e da aceitação do tratamento pelo paciente. Cerca de 80% dos casos de incontinência são tratados pelo fisioterapeuta, evitando, inclusive, cirurgias desnecessárias.

A fisioterapia também é indicada para gestantes, com o objetivo de preparar a musculatura do períneo e do sistema respiratório, a fim de que o parto seja mais confortável e rápido. Depois do parto, o fortalecimento é importante para evitar que a mulher desenvolva incontinência urinária, além de acelerar a cicatrização e evitar dores nas relações sexuais.

Fonte: Jornal Diário do Povo


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