Sentirmo-nos bem não é suficiente para ficarmos tranquilos quanto ao nosso estado de saúde. Todos os dias pessoas aparentemente saudáveis ...

A importância dos exames femininos


Sentirmo-nos bem não é suficiente para ficarmos tranquilos quanto ao nosso estado de saúde. Todos os dias pessoas aparentemente saudáveis descobrem, a partir de um sintoma ligeiro, uma doença já em fase desenvolvida, que os médicos garantem ter estado presente por longos meses, silenciosamente.

O "exame de saúde" nasce desta noção. Em vez de procurarmos o médico quando nos apercebemos de uma alteração física, consultamo-lo com regularidade.

Pressão

Uma vez por ano, a partir dos 20 anos, para manter a pressão sob controle e evitar riscos de infarte e derrame.

Colesterol

A cada dois anos, a partir dos 30 anos, para evitar riscos de infarto.

Densitometria óssea

Uma vez por ano, depois da menopausa, para descobrir a evolução da perda óssea.

Mamografia


A primeira com 35 anos e uma por ano depois dos 40 anos, para detectar o câncer de mama precocemente.

Papanicolau e colposcopia

Uma vez por ano depois da primeira relação sexual, para detectar alterações no útero e ovário.

Ultrassom das mamas

Uma vez por ano, a partir da primeira menstruação, para mulheres com histórico de câncer na família para detectar tumores.

Ultrassom transvaginal

Nas mulheres que não estão grávidas, serve para detectar possível câncer de endométrio. Deve ser feito anualmente.

Autoexame de mamas

Uma vez por mês, logo depois da menstruação, para detectar secreções, feridas e caroços.

Autoexame da mama

O autoexame deve ser feito mensalmente pela própria mulher após o período de menstruação. Aquelas mulheres que já entraram na menopausa ou que não menstruam por qualquer outra razão devem examinar as mamas uma vez por mês. Se notar nódulos ou se houver secreção ao apertar os mamilos, deve procurar imediatamente o médico.

Importante

Não há limite de idade para iniciar a rotina médica. Caso a mulher fume, esteja acima do peso, tenha antecedentes familiares ou seja sedentária, ela pode começar a partir dos 30 anos.

Exames

Atualmente, a visão da medicina é muito diferente da ciência que dirigia todos os seus esforços para curar doenças. Com o advento dos exames de imagem, como a ultrassonografia ou a tomografia computadorizada, somados aos exames laboratoriais mais precisos, hoje é possível detectar um sem-números de enfermidades na fase inicial, quando ainda não há sintomas de sua existência.

Check-up

O conjunto de exames que todo paciente conhece pela expressão inglesa check-up começou a se tornar popular a partir da década de 1960. No auge do programa espacial norte-americano, os astronautas precisavam ser avaliados com rigor. Para isso, deveriam se submeter a uma série de exames físicos para verificar se estavam aptos ou não para encararem o espaço.

No final da mesma década, o check-up já era indicado pelos médicos para os seus pacientes em geral. Entretanto, naquela época os exames não eram feitos com a intenção de descobrir e prevenir doenças como acontece hoje, mas apenas para auxiliar o médico a fazer um diagnóstico correto, principalmente quando havia dúvidas sobre o quadro de um paciente.

Fonte: JORNAL DO POVO - RS

Nem sempre corrimento na região genital da mulher é sinal de problema. Desde que a secreção não venha acompanhada de coceira, cheiro ou ...

Corrimento na mulher sem cheiro ou coceira pode ser sinal de ovulação




Nem sempre corrimento na região genital da mulher é sinal de problema. Desde que a secreção não venha acompanhada de coceira, cheiro ou dor na vagina, pode ser decorrente da ovulação durante o ciclo menstrual. Mas, se houver outros sintomas associados, é preciso procurar um médico.

No caso dos homens, corrimento é sempre sinal de doença sexualmente transmissível (DST) ou de algo mais sério, como câncer de próstata. Por isso, é importante usar camisinha em todas as relações sexuais, pois muitas vezes o homem tem DST, mas não apresenta nenhuma manifestação física.

Corrimento  (Foto: Arte/G1)

Segundo o ginecologista José Bento e o infectologista Caio Rosenthal, o corrimento é um desequilíbrio do corpo e pode ter duas causas: baixa imunidade ou agressão à região genital. A primeira ocorre quando há diminuição na resistência da pessoa, por dormir ou comer mal, tomar muito sol, não praticar esportes ou abusar de antibióticos.

Já o fator externo é desencadeado por aumento da temperatura (absorvente diário, calça jeans justa ou calcinhas e cuecas de tecido sintético), relação sexual sem lubrificação ou uso de absorvente interno por muitas horas (o sangue ajuda a proliferar bactérias). O excesso de higiene também pode alterar a flora vaginal e tirar a camada protetora da vulva.

Os médicos deram dicas para prevenir os corrimentos genitais, como evitar roupas apertadas, biquínis ou sungas molhados, trocar o absorvente a cada três horas e não dormir com absorvente interno.

Na maioria das vezes, os corrimentos são de fácil tratamento. Quanto mais cedo o paciente for ao médico, mais rápida é a melhora. Se não tratada, a infecção pode até provocar infertilidade na mulher, pois é capaz de destruir as trompas.

De acordo José Bento, em algumas fases da vida pode haver mais corrimentos, como o período que antecede a menstruação em pré-adolescentes ou a menopausa, quando a ovulação acaba. Maus hábitos, como não se limpar direito após evacuar, também favorecem o problema.

Além disso, com o verão aumentam as chances de corrimento, porque o calor propicia a proliferação de bactérias e fungos, que gostam de ambientes abafados, quentes e úmidos, como a vagina.

O ginecologista disse, ainda, que a secreção pode ser uma defesa do organismo para combater bactérias e outros micro-organismos, e o cheiro ruim pode ser maior quando a vagina entra em contato com substâncias alcalinas, como o esperma e o sangue da menstruação.

Principais causas de corrimento na mulher
- Candidíase (fungo) – provoca um corrimento esbranquiçado. Traz muita coceira e é frequente no verão
- Trichomonas (protozoário) – causa corrimento amarelado, com ardor e vermelhidão na mucosa vaginal
- Gardnerella (bactéria) – dá corrimento acinzentado, com odor desagradável

Circuncisão
A circuncisão deve ser feita em homens com fimose (que não conseguem expor a glande por causa dessa pele), para evitar infecções genitais ou por motivos religiosos.

A cirurgia retira o prepúcio, pele que recobre a glande. Pode ser aplicada anestesia local ou raquidiana (nas costas, como quando a mulher vai dar à luz).

Fonte: G1

Há uma associação a  dificuldade de engravidar  à presença de um mioma. O motivo é simples: por ser frequente em mulheres ...

Saiba quando o Mioma prejudica a fertilidade



Há uma associação a  dificuldade de engravidar  à presença de um mioma. O motivo é simples: por ser frequente em mulheres com mais de 30 anos de idade, não é incomum encontrar nódulos de mioma em pacientes com infertilidade ou abortamentos de repetição. Para se ter ideia, estima-se que aproximadamente metade das mulheres do mundo sejam portadoras de miomas. Assim, será que estes miomas são os únicos responsáveis por essa dificuldade de engravidar? Em uma grande parte dos casais, a resposta é não. 

Primeiramente, é importante ressaltar que o mioma é um tumor benigno - ou seja, não se transforma em câncer - e que acomete mulheres que têm em geral entre 30 e 50 anos de idade, sendo o principal responsável pelas cirurgias para retirada do útero. O principal sintoma do mioma é o aumento do fluxo menstrual, ou seja, sangramentos mais intensos e mais duradouros que o habitual. 

No entanto, apesar de comum, o mioma uterino é responsável único por apenas 3% de todos os casos de infertilidade. Ou seja, na grande maioria das vezes, a sua presença não impede ou atrapalha a gestação. 

Quais tipos de mioma dificultam engravidar?

Antes de mais nada, é importante entendermos que o útero tem formato de pera e sua cavidade interna, o endométrio, é o local onde ocorre o crescimento do bebê. Os miomas que comprovadamente reduzem a chance de gestação são os chamados submucosos, ou seja, que ocupam a cavidade interna do útero. 

Outro tipo de mioma que também prejudica a fertilidade é aquele que fica na parede do útero (intramural) e que o distorce. Isso acontece com miomas volumosos, ou seja, com diâmetro acima de 4 a 5 cm. Já os miomas que crescem para fora do útero, chamados de subserosos, não costumam atrapalhar a fertilidade, com algumas raras exceções. 

Quando é preciso realizar a retirada do mioma?

A cirurgia está indicada em pacientes com infertilidade e miomas como os descritos acima: localizados na cavidade do útero e/ou maiores de 4 a 5 cm. Outras situações que também devem ser consideradas são: abortamentos de repetição ou sintomas importantes (aumento do abdome e sangramento menstrual intenso). 

A retirada do mioma, ou miomectomia, pode ser realizada através de três tipos de cirurgia: a laparoscopia, a histeroscopia e a laparotomia. As duas primeiras são consideradas minimamente invasivas e são feitas através de câmeras de vídeo e pinças delicadas inseridas por pequenos orifícios na pele ou no útero. Assim, proporcionam uma recuperação mais rápida e com menos complicações. A laparotomia é a técnica tradicional, com uma maior incisão abdominal. A escolha da técnica depende da localização, do número e do tamanho dos miomas, bem como do treinamento do médico e de sua equipe. 

Uma alternativa à cirurgia é a embolização das artérias uterinas. É uma técnica de exceção, mas que pode ser usada nos casos de miomas muito volumosos e numerosos. 

Por fim, como o mioma raramente é a única causa de infertilidade, é essencial também que investiguemos todos os outros possíveis fatores que dificultam a gravidez. Muitos miomas são assintomáticos e não precisam ser tratados. Assim, a avaliação de um especialista é importante para defini

Dizem que o tempo...

Vagina envelhece? Entenda causas e consequências do problema


Atrofia, ressecamento e afinamento da mucosa são consequências do envelhecimento vaginal. Foto: Getty Images

Dizem que o tempo é cruel. Afinal de contas, ele passa para todas as pessoas e traz consequências que são sentidas no físico e até no emocional. A passagem dos anos marca o corpo de maneira singular, vincando a pele que era viçosa e transformando os cabelos negros em fios grisalhos. Mas outras partes do nosso organismo também sofrem com o envelhecimento e nem todo mundo se dá conta disso. A vagina, por exemplo, sofre diversas alterações físicas e fisiológicas que interferem nas saúdes sexual e urológica.

Vagina atrofiada
Uma das principais ocorrências que o tempo traz para as mulheres é a menopausa, época em que cessa a produção de hormônios no organismo. E é justamente a falta do hormônio estrógeno que causa diversas mudanças na vida sexual e na vagina. Débora Pádua, fisioterapeuta uroginecológica da Clínica Dr. José Bento, da capital paulista, contou que a queda hormonal altera a espessura do canal vaginal, tornando-o mais fino e causando fissuras durante a penetração, o que causa muito incômodo durante o ato sexual. "O desconforto é sentido pelo casal, tanto pelo homem quanto pela mulher e muitas têm preconceito em usar lubrificantes e querem até desistir do sexo por causa da dor", contou.

Maria Luiza Mendes Nazar, ginecologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, da capital paulista, disse que o ressecamento e a perda da capacidade de se contrair também são consequências que surgem da redução hormonal. "Assim como a pele envelhece, por falta dos hormônios a vagina sofre uma atrofia. O ressecamento é mais sentido durante o ato sexual, mas mulheres que não tem uma vida sexual ativa reclamam de uma coceirinha, como se a pele estivesse ressecada mesmo", contou.

Embora a palavra atrofia seja bastante forte, o problema pode ser tratado e as mulheres que têm dúvidas se a vagina está atrofiada ou não pode consultar o ginecologista para conferir o problema. Segundo Maria Luiza, o exame de Papanicolau, que é recomendado uma vez ao ano para todas as mulheres, em idade fértil ou não, costuma acusar o problema. "Muitas mulheres sentem também que a vagina está mais curta", contou a ginecologista.

Perda urinária
O envelhecimento vaginal prejudica consideravelmente a vida sexual, mas não apenas ela. Outra consequência da passagem dos anos nas partes íntimas é o afinamento da mucosa, que fica menos resistente, e o encurtamento da uretra. "Muitas pacientes chegam ao consultório se queixando de perda de urina em atividades simples, como espirrar ou tossir", contou Maria Luiza. Essa perda urinária não está relacionada às perdas anatômicas ou à quantidade de partos normais pela qual passou a paciente. É, sim, um distúrbio fisiológico e que tem tratamento.

"Elas não precisam sofrer com o problema. Se houver a queixa da perda urinária e o Papanicolau acusar a atrofia vaginal, a primeira coisa a ser feita é contestar seu médico sobre a possibilidade de usar cremes vaginais com hormônios, que costumam solucionar o problema", falou Maria Luiza.

Malhação "nas partes"
Além dos cremes hormonais e o uso de lubrificantes aquosos durante o ato sexual, um dos tratamentos que podem ajudar significativamente o tratamento do envelhecimento vaginal é a fisioterapia uroginecológica. "Por meio de exercícios perineais, conseguimos estimular as glândulas de Bartholin, que são responsáveis pela lubrificação vaginal, para melhorar o ressecamento e exercícios para evitar a atrofia", contou Débora, que é também autora do livro Prazer em conhecer: você acha que sabe tudo sobre sexo?.

Os exercícios praticados durante a fisioterapia não têm contraindicação e podem ser praticados por mulheres de todas as idades, em especial aquelas com vida sexual ativa. Segundo a fisioterapeuta da Clínica Dr. José Bento, tais exercícios seriam os mesmos do pompoarismo, sendo que este é aplicado durante o ato sexual. "A partir dos 40 anos, as mulheres perdem fibras musculares e, com isso, há a queixa de frouxidão vaginal por causa da musculatura que fica flácida, comprometendo o prazer", contou a fisioterapeuta, que explicou que os prolapsos, que são relatados como "quedas" da bexiga, útero e intestino também podem se tornar mais frequentes por causa da flacidez dos músculos vaginais. "Não dói. Muitas mulheres reclamam de um peso no pé da barriga e se ela não se olha, só descobre o problema quando o órgão está visível, quando sai e aí precisa fazer cirurgia para corrigir o problema."

A resposta ao exercício físico varia de acordo com a idade e as atividades são feitas especificamente para o períneo e o canal vaginal. "Ninguém vai saber que ela está fazendo o exercício. Para quem nunca tentou, pode aprender prendendo o jato de urina, mas depois que estiver craque, não deve mais interromper a urina, apenas fazer a contração. Com isso, melhora-se muito a atrofia vaginal, a musculatura do canal vaginal e até a lubrificação", concluiu Débora.

É o estudo dos aspectos fisiológicos e patológicos envolvidos no armazenamento, transporte e esvaziamento da urina. Trata-se hoje de um pod...

O que é o Estudo Urodinâmico?


É o estudo dos aspectos fisiológicos e patológicos envolvidos no armazenamento, transporte e esvaziamento da urina.

Trata-se hoje de um poderoso método de investigação das disfunções miccionais. Sua finalidade é detectar as possíveis alterações funcionais que possam estar gerando os sintomas urinários ou a incontinência.

Convém lembrar que a urodinâmica, a despeito de ser um método cada vez mais empregado na investigação das incontinências, é um exame complementar, cujo resultado deve ser analisado e valorizado no conjunto de vários outros dados clínicos e/ou laboratoriais para se ter o diagnóstico final e escolher o melhor tratamento.

Indicação

1. Pacientes que tenham vários sintomas urinários associados como urgência, urge-incontinência, nictúria (vontade de urinar várias vezes durante a noite), perda aos esforços (tosse, espirro, atividade física, etc).

2. Pacientes já submetidas a tratamento para incontinência urinária, sem resultados satisfatórios;

3. Incontinências urinárias recidivadas (que retornam após algum tempo);

4. Pacientes com antecedentes de cirurgias ginecológicas ou para tratamento de neoplasias malignas da pelve;

5. Qualquer paciente com indicação cirúrgica para incontinência urinária, a fim de confirmar o diagnóstico clínico e prognosticar a evolução clínica do paciente.

6. Crianças com distúrbios miccionais e de continência

 

Como é feito o exame?

Atualmente utilizam-se equipamentos computadorizados com as vantagens de proporcionar maior conforto para a paciente, menos tempo para realização do exame e maior precisão nos resultados.

O tempo estimado entre a entrada da paciente no laboratório, até a sua saída, com o laudo do exame impresso é de 30 a 40 minutos.

Esse é um problema que aflige muitos casais e em especial as mulheres que ficam muito constrangidas durante o ato sexual, quando ele acont...

Flatuência Vaginal


Esse é um problema que aflige muitos casais e em especial as mulheres que ficam muito constrangidas durante o ato sexual, quando ele acontece.

Flatulência vaginal é a saída de ar da vagina que faz vibrar os pequenos e grandes lábios, provocando um som característico, semelhante a flatulência intestinal, porém sem odor desagradável.

Porque acontece?

Em algumas mulheres ocorre a entrada de ar na vagina, devido a um relaxamento da musculatura pélvica e das paredes vaginais. Acontece também em determinadas posições sexuais, que permitem uma maior abertura da genitália feminina.

Quando acontece?

Toda a vez que o pênis entra na vagina, ele expulsa o ar armazenado, que ao sair faz o ruído característico.

O que podemos fazer para diminuir o problema?

Naquelas mulheres em que existe flacidez muscular, a cirurgia de correção do períneo e os exercícios que aumentam o tônus muscular podem ajudar. A fisioterapia uroginecológica promove o fortalecimento dos músculos do assoalho pélvico através de exercícios específicos (exercícios de Kegel e uso de cones vaginais), e por meio de aparelhos de eletroestimulação e biofeedback. Com estes recursos, a mulher aprende a contrair o períneo o que reduz ou elimina a flatulência vaginal, além de aumentar a satisfação sexual.

•diminuição do desejo sexual 

•pré e pós-cirurgia pélvica

•Pós-cirurgia de próstata

•pré e pós-parto

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