Conceito: tratamento fisioterapêutico nas disfunções uroginecológicas e obstétricas. O tratamento é feito através de orientações, terapia ...

Fisioterapia na Uroginecologia


http://1.bp.blogspot.com/-19WfGtO9TIk/TZDanNPnsVI/AAAAAAAAAU4/eD4PiV8TmqE/s1600/3.jpg

Conceito: tratamento fisioterapêutico nas disfunções uroginecológicas e obstétricas. O tratamento é feito através de orientações, terapia comportamental, biofeedback, eletroestimulação, cinesioterapia, treinamento global, ginástica hipopressiva.

Os materiais utilizados são: Biofeedback-perina, eletroestimulador, cones vaginais, luvas, camisinhas não lubrificadas, papel toalha, papel lençol, gel lubrificante e maca.

- Indicações:

Incontinênica urinária;
Obstetrícia;
Dor pélvica crônica
Constipação intestinal;
Sexualidade;
Qualidade de vida.

A prevenção é a melhor conduta em saúde, seja ela pública ou privada. Para os clientes as ações preventivas os deixarão em menor risco para ...

Prevenção de doenças ginecológicas


A prevenção é a melhor conduta em saúde, seja ela pública ou privada. Para os clientes as ações preventivas os deixarão em menor risco para que sejam expostos a doenças e suas conseqüências, para a sociedade observamos o controle efetivo de epidemias e pandemias e para o gestor uma população sadia e economicamente ativa diminui os gastos com doenças e sequelados. Países onde os programas de saúde são direcionados para a profilaxia têm menores custos na área da saúde e uma população livre de patologias e participativa.

A qualidade de vida desde alimentação rica em nutrientes, com baixa caloria, com frutas e verduras, atividade física, ocupação mental, vacinação, hábitos de não fumar, manutenção de peso, vida sem estresse, bom humor, amor, dentre outras são atitudes simples que somarão resultados positivos à efetivação de uma boa saúde. Infelizmente vivemos numa estrutura econômica e política aonde a população na sua maioria não tem emprego e/ou trabalho, não estuda e não tem nem o que comer. Como trabalhar com prevenção neste Brasil tão grande, pobre e heterogêneo?

As atitudes governamentais são importantíssimas para a divisão de renda e garantia de oportunidades para todos. Não devemos somente ficar a espera das mudanças, já que poderemos esta perdendo tempo. Campanhas de vacinação, campanhas de prevenção de câncer ginecológico, campanhas de anti-tabaco, controle de alcoolismo, anti-drogas, campanhas de doenças sexualmente transmissíveis, pré-natal, garantia de métodos contraceptivos e muitas outras que são oferecidas pelos gestores são ações que minimizam as patologias.

Na esfera da ginecologia e obstetrícia as vacinas para rubéola, tétano, hepatite B e, hoje de HPV diminuem as taxas de doenças para as mulheres. Infelizmente no Brasil, ainda temos uma medicina para os pobres e outra para os que tem dinheiro, mesmo que pouco. A vacinação em massa, exceto a de HPV que ainda não é acessível a maior parte da população é a forma mais democrática de prevenção. Faz-se necessário o mapeamento da cliente por idade, risco profissional, vida sexual, hábitos, heranças familiares, doenças pregressas e modo de vida atual. O zoneamento vai pontuar a que patologias esta cliente esta susceptível, facilitando as ações preventivas.

A mama que é para a mulher o órgão que demonstra sua feminilidade esta sujeita a várias patologias, porém a que mais apavora a população feminina é o câncer. As dores mamárias são freqüentes e conseqüentes às alterações hormonais vividas durante o ciclo menstrual e na maioria das vezes manisfetam-se como parênquima denso aos exames radiológicos de rotina. Alguns alimentos, explicação cientifica de difícil constatação, quando retirados da alimentação diária amenizam as dores. Estes alimentos são a cafeína, chocolates, frangos de criação e ovos. O estresse aumenta as dores mamárias. Uma vida feliz influencia de maneira positiva a saúde de uma população.

A Fisioterapia, como profissão da área da Saúde, deve possuir profissional capaz de lidar com as condições de saúde da população. Executar u...

Anorgasmia x Fisioterapia


A Fisioterapia, como profissão da área da Saúde, deve possuir profissional
capaz de lidar com as condições de saúde da população. Executar um trabalho cujo objetivo maior consiste em propiciar um “estado” de condições de saúde que permita um elevado grau de conforto e segurança à população. Para isso, são necessárias promoções de saúde, manutenção de boas condições de saúde e prevenção de problemas, além da assistência curativa e reabilitadora.

Chama-se anorgasmia o distúrbio que causa a falta de orgasmo numa relação sexual. Ela pode ocorrer em homens e mulheres que tem uma vida sexual ativa, chegam a sentir prazer durante o ato sexual mas não atingem o clímax.

As causas da anorgasmia comunmente são de foro emocional, por falta de confiança no parceiro, falta de conhecimento do próprio corpo ou por algum problema físico como acidentes que causam problemas ao nível da medula espinhal, problemas hormonais, corrimentos ou má formação dos órgãos sexuais.

No tratamento de uma disfunção sexual, o paciente deve ser pensado como um todo,
emocional e físico. Porque as emoções desencadeiam processos físicos pela liberação de neurotransmissores. Para isso, torna-se importante o enfoque interdisciplinar com a participação de diversos profissionais, tais como ginecologista, psicólogo, sexológo e fisioterapeuta.

O tratamento para a anorgasmia que têm maiores resultados são realizados através de fisioterapia uro-ginecológica com exercícios e eletro-estimulações específicas, com exercícios em musculatura em região pélvica.

A disfunção sexual é a alteração de uma das fases do ciclo da resposta sexual, que é dividida em desejo, excitação e orgasmo. Nas mulheres, ...

Fisioterapia Uroginecológica na disfunção sexual


A disfunção sexual é a alteração de uma das fases do ciclo da resposta sexual, que é dividida em desejo, excitação e orgasmo. Nas mulheres, as disfunções mais comuns são a inibição do desejo, a anorgasmia (ausência do orgasmo), a dispareunia (dor no momento da relação sexual) e o vaginismo (contração involuntária da vagina, que evita a penetração). Nos homens, os principais problemas são ejaculação precoce e disfunção erétil (incapacidade permanente de iniciar, manter e concluir o ato sexual de forma satisfatória, afetando a ereção). Além de ir ao médico e descobrir se a disfunção não está associada a outro problema orgânico, os especialistas orientam que se deve também procurar orientação psicológica.

Porém, um tratamento relativamente novo no Brasil chamado de fisioterapia uroginecológica surge como uma alternativa nesses casos e, segundo os profissionais, tem excelentes resultados. O tratamento já existe na Europa há mais de 20 anos. No Brasil, a fisiosexologia surgiu há pouco tempo. A fisioterapeuta com formação internacional em uroginecologia, Priscila Hermann, explica que o tratamento é feito com exercícios e aparelhos específicos que devolvem o controle da musculatura da região da pelve (que, segundo ela, são eficientes tanto para o homem quanto para a mulher). São exercícios que fortalecem e relaxam. Depende muito do caso, mas em geral, 15 sessões são suficientes para a recuperação do paciente. Geralmente os aparelhos e a postura já resolvem, diz a especialista. As sessões normalmente duram uma hora, uma vez por semana. Mesmo depois do tratamento os meus pacientes entram em contato e dizem que o resultado foi satisfatório, garante a fisioterapeuta.

É importante lembrar que o tratamento terá bons resultados caso a disfunção sexual não seja de origem psicológica. Ao contrário do que muitas pessoas pensam, Priscila conta que os homens procuram muito mais a fisioterapia uroginecológica do que as mulheres. Em geral, o paciente que busca a profissional é muito tímido, pois acabou nem admitindo ao médico que tinha algum tipo de disfunção. Percebo que existe muita ansiedade neles. Mas isso só existe porque a parte física não está boa, comenta a especialista. Já as mulheres, diz a fisioterapeuta, demoram mais para admitir o problema, em qualquer situação. Percebo que muitas delas só buscam ajuda quando não têm mais alternativa, quando a relação com o parceiro já ficou desgastada por conta da disfunção sexual. Algumas vêm com o marido, diz Priscila. Outro dado interessante é que a fisioterapia uroginecológica também traz bons resultados para outros problemas, como dores na região anal e perineal, incontinência urinária e fecal, além de constipação intestinal.

Psicológico atrapalha ereção

Nos homens, a disfunção sexual mais comum é a disfunção erétil. Nesse caso, a ereção do homem é que fica prejudicada, e não a ejaculação. Como explica o médico urologista Fernando Lorenzini, as causas da disfunção erétil podem ser psicológicas, orgânicas ou a junção das duas. Não é regra, mas, no jovem, o mais comum é a disfunção erétil estar associada à questão psicológica. Já no idoso, o problema pode estar ligado ao diabetes e à arteriosclerose, explica o médico. Lorenzini afirma que pesquisas mais tradicionais indicam que na faixa etária entre os 40 e os 70 anos, 50% dos homens teriam o problema. Porém, explica ele, a forma completa, mais grave da disfunção erétil, só aparece em 10% dos homens.

Em qualquer caso é muito importante o acompanhamento médico. Segundo Lorenzini, há alguns tipos de tratamento para a disfunção erétil, como os medicamentos de via oral (que são paliativos, segundo o médico), injeções (as quais devem ser ministradas com bastante cautela porque podem piorar o problema) e, como última alternativa, a prótese peniana (que também deve ser muito bem estudada, pois pode causar infecções).

Mulher: falta de orgasmo é a disfunção sexual mais comum

Nas mulheres, as disfunções sexuais mais freqüentes são inibição do desejo, anorgasmia (ausência do orgasmo), dispareunia (dor na relação) e vaginismo (contração involuntária da vagina evitando o ato).

O ginecologista especializado na área de sexualidade humana, Fernando César de Oliveira Júnior diz que o mais freqüente é a anorgasmia. Ele explica que neste caso a mulher até sente desejo, mas não consegue chegar ao orgasmo. Em geral, diz ele, a causa é de origem psicológica. Depende muito da ansiedade da pessoa, que fica com dificuldade de se soltar. É importante que ela não fique se observando na hora da relação, tem que brincar, se soltar, orienta o médico. A repressão e o parceiro que não colabora podem ser causas ou até agravantes do problema. A fase das preliminares é muito importante. Às vezes a mulher demora mais para se excitar e também para ter o orgasmo. É um mito que os dois tenham que atingir o orgasmo juntos, diz o médico.

A dispareunia geralmente é mais fácil de tratar, diz o ginecologista, porque em geral é causado por algum problema orgânico, como corrimentos ou alterações uterinas. Neste caso, trata-se a doença e resolve-se o problema. Mas a disfunção também pode ser de origem psicológica. Já a inibição do desejo, segundo ele, é mais difícil de resolver. Geralmente os resultados são bons em conjunto com um terapeuta sexual. Ocorre que a pessoa que tem inibição do desejo vai fugindo cada vez mais do sexo, vai perdendo o encanto, às vezes acontece muito na menopausa, o que não é normal, pois o desejo sexual começa no útero e prossegue até a morte. E para as mulheres, para as quais não há remédios para isso, como o Viagra para os homens, alertou o especialista. Não dá para generalizar, mas alguns medicamentos podem causar a diminuição da libido também.

No caso da anorgasmia, um dos tipos de tratamento é o focossensorial, no qual a pessoa aprende a se tocar e conhecer o próprio corpo, deixando o toque mais erótico para o final. O médico recomenda que a fantasia nunca acabe quando o assunto é sexo. “Já que é a cabeça que comanda tudo, os estímulos são importantes, como filmes ou leituras eróticas, roupas, enfim, aquilo que o casal achar melhor, explica. (MA)

Faça Fisioterapia