Desde 2005, na Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), a ginecologista Carolina Carvalho Ambrogini, coordenadora do Projeto Afrodite, a...

Fisioterapia na Sexualidade




Desde 2005, na Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), a ginecologista Carolina Carvalho Ambrogini, coordenadora do Projeto Afrodite, atende mulheres que foram vítimas de abuso, sentem dor ou não conseguem ter prazer durante a relação sexual. O programa combina as áreas de psicologia, fisioterapia e ginecologia.

Para serem atendidas, as pacientes devem participar de três palestras sobre sexualidade que ocorrem mensalmente no ambulatório de ginecologia da Instituição. Depois, as mulheres que procuram por ajuda, passam por uma triagem para que as médicas identifiquem o problema e indiquem o tratamento mais adequado.

O Programa começou com o foco limitado, voltado apenas para mulheres na menopausa. Segundo a médica, nessa etapa de vida, a dificuldade para ter prazer é maior. "O apetite sexual diminui, a musculatura pélvica é mais flácida e compromete o desempenho sexual."

O trabalho da fisioterapia, nesses casos, é fundamental. "As mulheres aprendem a fortalecer o músculo pélvico e descobrem que o prazer não tem idade." Por conta da demanda no atendimento, muitas mulheres procuravam o ambulatório reclamando dos mais variados problemas, o trabalho ganhou um leque ilimitado de abrangência. "Tratamos todos os tipos de problemas ligados à sexualidade da mulher."

No ambulatório de sexualidade, as mulheres podem ter um acompanhamento semanal com uma terapeuta e uma fisioterapeuta. Maria Angélica Alcides, fisioterapeuta da Unifesp, trabalha diariamente reabilitando mulheres.

O trabalho de fisioterapia na área da sexualidade ainda é muito novo no Brasil. Segundo Alcides, a Unifesp é a única instituição pública que trabalha com esse tipo de tratamento. "Existem muitos aparelhos que ajudam a tratar esses distúrbios, mas no País o tema ainda é novo e o acesso à tecnologia é pequeno."

A fisioterapeuta relata que muitas mulheres, por algum trauma do passado, apresentam esse distúrbio. "A dificuldade para ter uma relação é enorme. A contração não é só do músculo pélvico. Elas travam coxa, abdômen e glúteos, o que impossibilita a penetração. São reações típicas de pânico.", esclarece a especialista.

O primeiro passo da fisioterapia é fazer com que essas mulheres olhem para o próprio corpo. As participantes precisam se conhecer, gostar do que vêem. Não ter medo de se tocar também é essencial. O tratamento é feito com exercícios físicos, aparelhos específicos para estimular o equilíbrio entre relaxamento e contração pélvica. Angélica também ensina controlar a respiração, a ansiedade e orienta a relação sexual, indicando posições que deixem a mulher mais segura e confortável. "Realizamos um trabalho de reabilitação, orientação e educação sexual."

As pacientes são acompanhadas, em média, durante quatro meses. Inicialmente, as consultas são semanais. Conforme a melhora do quadro, passam a ser quinzenais. O ambulatorio atende mais de 50 mulheres por mês.

Com a ajuda de uma reportagem do IG.

A técnica de biofeedback para tratar incontinência urinária foi iniciada por Arnold Kegel nos anos 40. Exercícios de contração de músculo ex...

Biofeedback na incontinência urinária


A técnica de biofeedback para tratar incontinência urinária foi iniciada por Arnold Kegel nos anos 40. Exercícios de contração de músculo executados sem monitoração de EMG podem conduzir a contrações de outros músculos, como os abdominais, nádegas e coxas, conduzindo assim ao cansaço e pressão severa na bexiga. Vários investigadores informaram que a monitoração da musculatura do chão pélvico por eletrodos de superfície capturou atividade de músculo altamente correlacionada com aquela obtida com eletrodo de agulha inserido diretamente nos músculos pélvicos. Tratamento de EMG de superfície têm demonstrado ser altamente eficazes 3,7,12,19. O treinamento domiciliar com biofeedback demonstrou promover melhoras significativas na redução de sintomas e eliminação de incontinência urinária quando comparado com exercícios de Kegel, feitos isoladamente ou junto com um equipamento resistivo3.


Figure 2: Longitudinal electrodes (A or V) of inserted sensors are much closer to the PC muscle than perianal surface electrodes (B)

Aprender por tentativa e erro, faz com que o biofeedback de EMG permita ao paciente isolar só o músculo pélvico.

Usando-se um instrumento de dois canais como o MyoDac 2TM, sistema computadorizado, ou duas unidades de MyoTracTM, podem se colocar eletrodos a meio caminho entre o músculo abdominal, o umbigo e o púbis para ajudar o paciente a evitar a contração destes durante o exercício do músculo pélvico.

Há vários métodos de treinamento da musculatura do chão pélvico (figura 3). Contrações máximas são feitas durante 5-10 segundos de cada vez com períodos de 10 segundos de repouso entre elas. Estes exercícios são repetidos várias vezes, até que a contração comece a mostrar fadiga ou quando o paciente começa a compensar com musculatura adicional.

O treinamento de resistência é efetuado com contrações um pouco abaixo do valor máximo mantidas por períodos crescentemente mais longos, por exemplo, uma contração de 50% do valor máximo mantida durante 30 segundos ou mais. A velocidade de recrutamento é praticada com várias contrações repetitivas em um intervalo de tempo menor, por exemplo, 10 contrações sucessivas em um período de dez segundos. Uma contração progressiva também pode ser feita, e pode ser pedido ao paciente para contrair e relaxar gradualmente os músculos. O tempo de biofeedback total é de aproximadamente 15 minutos, o tempo gasto em cada tipo de treinamento depende do problema do paciente e de sua resposta.

Uma revisão dos dados de registro, combinada com uma sessão de biofeedback com um profissional de saúde, normalmente é sugerida a cada 7-10 dias. Ao paciente é pedido que trabalhe diariamente em casa o tempo equivalente a duas ou três sessões de biofeedback de EMG e 5-10 exercícios de contração muscular não monitoradas adicionais. Estes deveriam consistir em 3 grupos de exercícios de contração e relaxamento por sessão para começar o processo de generalização. Durante as semanas subseqüentes, estes exercícios deveriam ser praticados com um número crescente de repetições e esforço.

Várias escolhas de instrumentos para monitoração estão disponíveis e oferecem uma variedade de características:

  • MyoTracTM: Proporciona ajustes de limites de contração superior e inferior e gráficos de barras (LEDs)
    • excelente para treinamento domiciliar. Possui saída de leitura digital.
  • MyoTracTM: Idêntico a MyoTracTM, mas inclui uma característica de marcação para níveis absolutos, memória de atividade, e uma produção de leitura digital ou conexão para sistema de aquisição de dados computadorizado.
  • EMG lOlT/2OlTTM: Possui medidor analógico ou medidor de níveis absolutos digitais, e pode ser conectado ao sistema de aquisição de dados ProCompTM.
  • MyoDac2TM: EMG de dois canais para computador que monitora, biofeedback e aquisição de dados.
  • FlexComp/DSPTM: Sistema computadorizado de múltiplos canais.

Embora quaisquer dos instrumentos possam fornecer a retroalimentação adequada, para propósitos de treinamento - especialmente em casa - nós recomendamos o MyoTracTM da Thought Technology ou MyoTracTM que incorporam ambos, tom, limite e biofeedback de gráfico de barras com LEDs. Para trabalhos clínicos, o sistema computadorizado MyoDac 2TM é mais adequado. Todos os instrumentos usam o sensor de MyoScanTM que pode ser conectado a um sensor de EMG PerryMeterTM, vaginal para mulheres, ou um sensor de PerryMeterTM anal, para homens. Eletrodos de EMG de superfície também podem ser usados. Pequenos eletrodos descartáveis, pré preparados com gel, ou eletrodos pediátricos de ECG (Eletrocardiograma) podem ser colocados na região peri-anal, com o eletrodo de terra colocado próximo à região. O equipamento de biofeedback de EMG MyoTracTM auxilia o treinamento da musculatura pélvica do paciente reforçando a atividade apropriada do músculo pélvico. Para acelerar a aprendizagem, as colocações de limite são aumentadas elevando o nível de atividade muscular exigida. Os LEDs vermelhos (limite superior) e o reforço de tom proporcional incentivam o paciente quanto à consistência e qualidade do esforço.

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O assoalho pélvico é um conjunto de partes moles que fecham a pelve, sendo formado por músculos, ligamentos e fáscias. Suas funções são de s...

Musculatura do assoalho pélvico


O assoalho pélvico é um conjunto de partes moles que fecham a pelve, sendo formado por músculos, ligamentos e fáscias. Suas funções são de sustentar e suspender os órgãos pélvicos e abdominais, mantendo as continências urinária e fecal. Os músculos do assoalho pélvico também participam da função sexual e distendem-se em sua porção máxima na passagem do produto conceptual (OLIVEIRA & LOPES, 2006).

    Atualmente, entende-se como assoalho pélvico todo o conjunto de estruturas que dá suporte às vísceras abdominais e pélvicas. (SAMPAIO, FAVORITO & RODRIGUES, 1999). O assoalho pélvico consiste dos músculos coccígeos e elevadores do ânus, que conjuntamente são chamados de diafragma pélvico, que é atravessado à frente pela vagina e uretra e ao centro pelo canal anal (FREITAS, MENKE & RIVOIRE, 2002).

    Os músculos levantador do ânus se divide em pubococcígeo, ileococcígeo e puborretal, os músculos bulbocavernoso, transverso superficial do períneo e o isquiocavernoso compõem o diafragma urogenital, e também a fascia endopélvica que é composta pelos ligamentos pubo-vesical, redondo do útero, uterossacro e ligamento cervical transverso e são importantes para manter a estruturas pélvicas em suas posições normais (ZANATTA & FRARE, 2003; MOORE, 1998; OLIVEIRA & LOPES, 2006).

    A musculatura estriada do assoalho pélvico, juntamente com a fáscia endopélvica, exerce papel fundamental no suporte dos órgãos pélvicos e na manutenção da continência urinária (RIBEIRO & ROSSI, 2000).

    Os músculos do assoalho pélvico são constituídos de 70% de fibras do tipo I (fibras de contração lenta) e 30% de fibras do tipo II (fibras de contração rápida). Assim as fibras do tipo I são responsáveis pela ação antigravitacional dos músculos do assoalho pélvico, mantendo o tônus constante e também na manutenção da continência no repouso. E as do tipo II são recrutadas durante aumento súbito da pressão abdominal contribuindo assim para o aumento da pressão de fechamento uretral (CAMARRÃO et al., 2003; ZANATTA & FRARE, 2003; OLIVEIRA & LOPES, 2006).

    A bexiga urinária está localizada posteriormente à sínfise púbica e anteriormente ao reto, e nas mulheres está em contato com o útero e a vagina. A bexiga é um órgão pélvico muscular côncavo que possui quatro camadas: mucosa, submucosa, muscular e serosa (adventícia). A mucosa é composta de epitélio, que diminui em espessura quando a bexiga enche-se e as células são distendidas. A camada submucosa serve para dar suporte à mucosa. A parte muscular é constituída por um músculo liso denominado detrusor, e a camada serosa (externa) é constituída de gordura e tecido conjuntivo, e aparece apenas na face superior da bexiga. (GRAAF, 1992).

    A uretra feminina apresenta em média quatro centímetros de comprimento e também é composta por fibras musculares lisas (esfíncter interno) e estriadas (esfíncter externo). As fibras lisas têm pouca variedade de contração espasmódica, possibilitando que se mantenha uma pressão de fechamento e, assim, a continência urinária por período prolongado sem fadiga, e as fibras estriadas está sob o controle voluntário do sistema nervoso e pode ser usado para impedir conscientemente a micção, mesmo quando controles involuntários estão tentando esvaziar a bexiga (GUYTON & HALL, 2002; ZANATTA & FRARE, 2003; OLIVEIRA & LOPES, 2006).

    A submucosa constituída de tecido conjuntivo frouxo misturado com feixes de fibras musculares lisas é um elaborado plexo vascular, cria um efeito vital para o mecanismo de continência (OLIVEIRA & LOPES, 2006).

    Sob o ponto de vista funcional, a integridade da camada de músculo liso circundante mantém esse mecanismo, direcionando as pressões submucosas de expansão para dentro, em direção à mucosa. A integridade do músculo liso e do tecido esponjoso vascular da uretra fornece uma importante contribuição para o mecanismo de fechamento, possuindo, portanto, grande importância para a continência urinária passiva normal. As fibras de músculo estriado, extrínsecas à uretra no nível do diafragma urogenital, fornecem atividade esfincteriana reflexa e voluntária, contribuindo principalmente para a continência ativa (WEI, RAZ & YOUNG, 1999).

    Quando os músculos são mais requisitados do que o normal, eles são forçados a um trabalho extra para superar uma resistência ou carga. Este trabalho conduz a um aumento de força, pois o músculo se contrai e a síntese de proteínas musculares é estimulada. Após um período de descanso e recuperação, novas proteínas são construídas tornando as fibras musculares maiores em diâmetro e força (BRINCK & NERY, 2006).

Fonte: EF Esportes

Doenças do trato urinário atingem mais mulheres do que homens, mas na hora de procurar assistência poucas sabem que o urologista é o especia...

Metade das mulheres acima de 50 anos têm algum grau de incontinência urinária


Doenças do trato urinário atingem mais mulheres do que homens, mas na
hora de procurar assistência poucas sabem que o urologista é o
especialista indicado. "No Brasil, ele ainda é erroneamente associado
ao médico que cuida do aparelho reprodutor masculino, como é o
ginecologista para a mulher. Na verdade, cabe ao especialista tratar
do aparelho urinário masculino e feminino, além do genital masculino",
explica o urologista Ricardo Monteiro.

A incontinência urinária, por exemplo, é uma das doenças urológicas
que mais atingem mulheres. Segundo a Sociedade Brasileira de Urologia,
cerca de 20% da população feminina brasileira apresentam o distúrbio,
que é caracterizado pela perda involuntária da urina. Após os 50 anos,
a incidência sobe: cerca de 50% das mulheres sofrem de algum grau de
incontinência."Os principais fatores de risco são: questões
anatômicas, idade, multiparidade (vários partos), obesidade,
sedentarismo e tabagismo", explica Ricardo.

O tratamento inicial não é feito por cirurgia, como muitos acreditam.
Indica-se a fisioterapia urogenital – tratamento clínico que pode ou
não ser acompanhado da prescrição de medicamentos. "A definição da
conduta terapêutica depende da avaliação clínica da paciente, seu
histórico clínico e do resultado do estudo urodinâmico, que é o exame
que indica a causa da incontinência", elucida o médico.

Na Linha de Risco

As mulheres são mais propensas a infecções bacterianas do trato
urinário inferior – essas alterações chegam a ser até 20 vezes mais
frequentes nelas do que neles, especialmente naquelas com vida sexual
ativa.

A falta de informação pode causar demora no diagnóstico de diferentes
patologias. Esse atraso agrava infecções, além de piorar problemas
como a obstrução do sistema de drenagem da urina – o que em casos mais
graves ocasiona até a perda de um rim. Usualmente, elas buscam o
ginecologista primeiro. Esse especialista assiste os problemas mais
simples, mas costuma encaminhar ao urologista para investigação e
diagnóstico.

Fonte: UOL

Postado por Dani Souto - Email: danisouto@gmail.com

A Prostatite é o nome que se dá à inflamação da próstata e ela pode ser aguda, crônica ou não infecciosa. E não é uma doença contagiosa. A p...

Prostratite



A Prostatite é o nome que se dá à inflamação da próstata e ela pode ser aguda, crônica ou não infecciosa. E não é uma doença contagiosa. A prostatite aguda infecciosa é causada por bactérias e necessita de urgente tratamento, pois os sintomas são geralmente severos, in cluindo a febre, os tremores e o ardor ao urinar. Já a crônica pode ser causada por bactérias, fungos ou parasitas e os sintomas são menos intensos, podendo ocorrer vontade de freqüente de urinar, ardor ou dor miccional e eventualmente dor perineal. A prostatite não infecciosa é mais freqüente do que a prostatite infecciosa. Pode apenas causar sintomas mínimos. A sua verdadeira causa é desconhecida.

Sintomas

Os sintomas geralmente dependem do tipo da prostatite. Pode acontecer de não haver sintoma, como também podem acontecer as seguintes queixas: arrepios, aumento da freqüência urinária, dor entre o escroto e o anus, dores articulares e musculares, febre, micção difícil, mialgias e dor abdominal, sensação de dor ou ardor ao urinar, podendo ocorrer também a pre ença de sangue na urina e ejaculação dolorosa.

A doença pode ocorrer por diversos fatores. A migração de bactérias através da uretra em direção à próstata é uma delas, assim como a deficiência da atividade antibacteriana da secreção prostática, por refluxo de urina infectada para o interior dos dutos prostáticos e falta de anticorpos locais e sistêmicos e qualquer malformação congênita do aparelho urinário, entre outras ocorrências. 

Diagnóstico e tratamento

Quando o médico suspeita de um caso de prostatite, geralmente ele pede um exame físico completo com a finalidade de descartar outras patologias. O exame específico de toque retal, exame de urina e urocultura são alguns dos solicitados. Para o tratamento são utilizados medicamentos por via oral e o mesmo pode demorar em média de 7 a 14 dias, dependendo da resposta e gravidade de problema. E, de 4 a 12 semanas, em média, para os casos de prostatite crônica infecciosa.

Fonte: Saúde e Vida

Disfunção Erétil     Estudos, em diversos países, revelam que a Disfunção Erétil atinge mais de 100 milhões de homens em todo o Mundo. A des...

Principais Disfunções Sexuais Masculinas


Disfunção Erétil

    Estudos, em diversos países, revelam que a Disfunção Erétil atinge mais de 100 milhões de homens em todo o Mundo. A despeito deste enorme quantitativo, o paciente com problemas de ereção sente-se completamente só.

    O homem, em razão contexto sócio-cultural em que foi criado, apresenta dificuldades em conversar sobre seu problema até mesmo e principalmente com sua própria companheira, diante da qual sente-se diminuído. Com os amigos, vítimas do mesmo tipo de postura, a resposta recebida, certamente, será de galhofa e depreciação. O medo e a vergonha infundada de sua condição dificulta o acesso deste homem, até mesmo, ao especialista.

     Causas da Disfunção Erétil

    As causas da disfunção erétil podem ser divididas em três grandes grupos:

Orgânicas

Psicogênicas

Mistas

    Torna-se oportuno ressaltar que os distúrbios da ereção ocorrem, com maior freqüência, a medida que o indivíduo envelhece, todavia não são devidos apenas a idade . O fato pode ser bem compreendido quando se entende que várias doenças que favorecem ao aparecimento da disfunção erétil ocorrem com maior incidência em pessoas com idade mais avançada.

    Principais Causas Orgânicas

    A ereção peniana é um fenômeno dependente de vários fatores e envolve os sistemas nervoso, endócrino, vascular e tecidual dos corpos cavernosos. Assim sendo, alterações em qualquer um desses fatores podem contribuir pelo menos em parte para a disfunção erétil .   

    Lesões ou distúrbios vasculares que prejudiquem a perfeita circulação do sangue no pênis.

    A doença arterial oclusiva de etiologia aterosclerótica ou traumática do sistema vascular pélvico e peniano diminui o fluxo sangüíneo e reduz sensivelmente a ereção peniana.

    Alterações nos nervos que conduzem os estímulos sexuais até o pênis. Enfermidades ou condições que afetam o sistema nervoso, tais como o alcoolismo e diabetes melito , podem causar disfunção erétil. Alem disso, lesões na medula espinhal, cirurgias e radioterapia pélvica destroem fibras nervosas, com prejuízo da função eretiva.

    Alterações na produção de hormônios , como por exemplo a diminuição dos níveis sangüíneos da testosterona (produzida nos testículos) levando a diminuição do interesse pela atividade sexual.

    Alterações anatômicas e fisiológicas dos corpos cavernosos , impedindo que os mesmos se dilatem adequadamente para promover a ereção. Os corpos cavernosos são estruturas cilíndricas, localizadas no corpo do pênis, que ao recebem sangue e mantê-lo sob pressão, promovem a ereção.  

    Causas Psicogênicas

    Tem seu mecanismo de atuação relacionado com a inibição central do processo da ereção, de fundo emocional e sem a participação de nenhum componente orgânico.  

    Diversos fatores emocionais tais como: o stress, a ansiedade, o medo de falhar, a vergonha, problemas familiares, problemas financeiros , entre outros, podem ser responsáveis pela disfunção erétil, em diversos graus, incluindo problemas de ejaculação precoce.

    A preocupação excessiva do indivíduo com sua performance sexual também pode levar 
a disfunção erétil. O homem com disfunção erétil se isola com o seu problema.

    O receio e a vergonha de falhar mais uma vez, acabam por levar o homem a se abster de qualquer contato sexual, conduzindo-o a um ciclo vicioso que o afasta cada vez mais da cura.

     Causas Mistas

    Compreendem a combinação de fatores orgânicos e emocionais.

    Após passar por sucessivos fracassos ao tentar a relação sexual, a sensação de inferioridade experimentada pelo indivíduo vai provocar um enorme impacto psicológico. O ciclo  vicioso criado torna cada vez mais difícil a possibilidade de resolver sozinho o problema.

    Em se tratando de ereção , expressão máxima da masculinidade , relacionada por conceitos de nossa sociedade, a força e potência em seu sentido mais amplo, torna-se extremamente raro que um paciente com uma causa orgânica, qualquer que seja, não acabe apresentando, também, um comprometimento emocional.

    Fatores que favorecem a disfunção erétil

    A disfunção erétil é um quadro clínico associado a vários fatores de risco, entre os quais destacamos:  

    Doenças Crônicas, tais como: arteriosclerose, hipertensão arterial, Insuficiência renal, insuficiência hepática, insuficiência coronariana, doenças endócrinas como diabetes e depressão. Quanto mais profundo o estado de depressão, maior a incidência da disfunção erétil.

    Cirurgias realizadas na pelve, levando ao comprometimento dos nervos que conduzem os estímulos responsáveis pela ereção. Como exemplo citamos: cirurgias em que são retiradas a bexiga e a próstata em caso de tumores; cirurgias que exigem a retirada do intestino reto e anus, também em caso de tumores ; cirurgias de aneurismas e enxertos na artéria aorta ; entre outras.

    Traumas que afetem a medula espinhal, impedindo a transmissão dos impulsos nervosos.

    O tratamento tumores malignos com irradiação da pelve também provoca o comprometimento dos nervos envolvidos no processo de ereção.

    Medicamentos : Determinadas drogas têm como efeito colateral a interferência no processo de ereção através de mecanismos diversos. Atualmente acredita-se que 25 % dos casos de disfunção erétil são devidos ao uso de medicamentos. Dentre os medicamentos que interferem na capacidade eretiva destacam-se alguns dos utilizados para tratamento de Câncer de próstata, hipertrofia benigna da próstata, hipertensão arterial, insuficiência cardíaca, ulcera péptica, entre outros.

    Fumo, abuso do álcool e o uso de drogas comprometem a ereção em razão dos damos causados ao aparelho circulatório e sistema nervoso em geral.   
 

Ejaculação Precoce

    
    Ejaculação precoce pode ser definida como aquela que ocorre em um curto espaço de tempo após a ereção plena ou até mesmo antes que essa aconteça. O termo descontrole ejaculatório é o mais adequado, uma vez que, o problema maior é a insatisfação gerada pela impossibilidade de conter a ejaculação até o momento desejado. O espaço de tempo a ser considerado, é aquele suficiente para que ambos os parceiros possam obter o prazer na relação.

    Com relação ao período de tempo que decorre desde o início do ato sexual até a ejaculação, não existe um valor estabelecido que seja considerado o "normal".

    Não podemos deixar de lembrar que o tempo decorrido desde o início dos estímulos sexuais até o orgasmo, assim como nos homens, também varia de mulher para mulher.

    Existem casais em que o homem ejacula rapidamente, porém a mulher também é capaz de atingir o orgasmo em um curto período de tempo de penetração. Nestes casos a questão da ejaculação precoce não é percebida e o casal pode manter durante anos uma atividade sexual considerada satisfatória. Se ocorrer a dissolução desta união, ao estabelecer uma nova relação com outra parceira, cuja tempo necessário para atingir o orgasmo seja maior, o homem passará a ser afligido pelo problema da ejaculação precoce.

    A ejaculação precoce pode atingir homens de todas as idades, em um número bem maior do que o leitor possa imaginar.

    Apenas para ilustração, segundo Kinsey, 75% dos homens ejaculam nos primeiros dois minutos após a penetração.

    Alguns autores, entre eles Helen Kaplan, são da opinião que o homem pode exercer um controle voluntário sobre a ejaculação. Tal pressuposto encontra amparo, até mesmo, em milenares técnicas hindus, onde, segundo relatos, os praticantes conseguiriam chegar ao orgasmo, repetidas vezes sem ejacular.

    A ejaculação precoce seria então uma condição na qual o homem não é capaz de exercer um certo controle sobre o reflexo ejaculatório. 

    O Processo de Ejaculação

    A ejaculação é a saída do sêmen, através do orifício da uretra, que ocorre ao final da relação sexual ou da masturbação. A ejaculação pode ocorrer também em situações involuntárias como, por exemplo, durante o sono, em decorrência de um sonho erótico. Geralmente a ejaculação se apresenta associada ao orgasmo, porém pode existir orgasmo sem ejaculação e ejaculação sem orgasmo.

    No homem, a ejaculação é um ato reflexo, ou seja, uma resposta automática, desencadeada por um estímulo. 

    A forma como ocorre a saída do esperma pela uretra é variável, em intensidade, de indivíduo para indivíduo. Em alguns, a força do jato impulsiona o líquido à distância. Em outros o material ejaculado apenas escorre para fora do Pênis. Tais variações, que nada tem a ver com potência ou maior capacitação para obter prazer durante a atividade sexual. A intensidade da ejaculação depende do nível de excitação do indivíduo, da sua idade, das condições da próstata e vesículas seminais e certamente de uma série de outros fatores que ainda não conhecemos.

    Causas da Ejaculação Precoce

    Existem várias teorias e conseqüentemente poucas certezas sobre as causas da ejaculação precoce. Porém, tudo leva a crer que, ao contrário do que ocorre na falta de ereção, a grande maioria dos casos a ejaculação precoce tem origem emocional.

    Ao longo do tempo, diversas situações têm sido apontadas como desencadeantes de um quadro de ejaculação precoce, incluindo desde associações com a micção até conceitos oriundos da Teoria Psicanalítica.

     Não podemos deixar de atentar para o fato de que a ejaculação é um reflexo, e como tal está sujeita a um condicionamento ou "aprendizado". Adolescentes, ao se masturbarem escondido, com medo de serem percebidos, se condicionam a um orgasmo rápido.  Uma situação semelhante pode ocorrer na iniciação sexual do rapaz. Relações com as namoradas, em situações onde existe o medo de ser surpreendido por alguém, também exigem um "desempenho" rápido.

    O temor, a ansiedade e a inexperiência do rapaz em sua primeira relação sexual podem ser agentes causadores de uma ejaculação precoce. Se os resultados desta experiência forem superestimados podem levar a uma repetição do quadro, em relações futuras.

    Dificuldades no relacionamento do casal, tais como: ressentimentos, rancores, infidelidade descoberta, posturas competitivas, insegurança, desgaste afetivo da relação, entre outras, podem levar ao aparecimento da ejaculação precoce, em um homem anteriormente normal. Os pacientes relatam que a relação sexual se torna constrangedora ou até mesmo desagradáveis. Neste caso parece-me, bastante provável a existência de um sentimento involuntário de terminar a relação sexual, o mais rapidamente possível.

    Em relação à possibilidade da parceira engravidar, são mencionados fatores causais da ejaculação precoce em seus dois extremos. No primeiro, a prática da interrupção do coito, antes da ejaculação, como método anticoncepcional poderia levar à ejaculação precoce. No outro extremo, teríamos a excessiva pressão psicológica causada pela obrigatoriedade da relação sexual em dias predeterminados, com o objetivo de engravidar.

    A fácil entender que, cobranças ou demonstrações de insatisfação da parceira em relação ao problema, invariavelmente agravam o quadro.

    Em última análise, todos os fatores geradores de ansiedade podem levar ao desencadeamento da ejaculação precoce.            

    As causas orgânicas da ejaculação precoce são raras e geralmente devidas a infecções e processos inflamatórios da próstata e da uretra, além de certas doenças que comprometem o sistema nervoso. Nos casos de lesões cutâneas que afetem, principalmente à glande, a ejaculação precoce pode ser provocada pelo aumento da sensibilidade.

 

Ejaculação Retardada

A demora em atingir o orgasmo acompanhado da ejaculação também pode ser motivos de inadequação do casal.

    Sua origem pode estar na ansiedade e angustia que atuariam impedindo que o homem consiga relaxar ou em processos orgânicos que levem ao comprometimento do sistema nervoso.

    Com o aumento da idade, é normal que o tempo decorrido desde o início da atividade sexual até a ejaculação também aumente.

 

Falta de Desejo

    A diminuição da libido, no homem,  está ligada principalmente ao uso de determinados medicamentos e drogas

    Como vimos, doenças agudas e crônicas com comprometimento do estado geral do indivíduo levarão obviamente a uma diminuição do interesse pela atividade sexual. 

    Doenças endócrinas que alterem os níveis de testosterona (hormônio sexual masculino) podem cursar com diminuição da libido. Da mesma forma atuariam as cirurgias que levem à retirada dos testículos.

    É fácil entender que a deterioração do relacionamento afetivo do casal compromete diretamente o desejo sexual.

 

Falta de Orgasmo

    Retardo ou ausência do orgasmo estão relacionadas principalmente as doenças neurológicas levando ao comprometimento da transmissão dos estímulos sexuais.

    Como já foi mencionado, é sabido que o uso de determinadas substâncias tóxicas podem retardar ou abolir o orgasmo.

    A ansiedade e a preocupação exagerada com o desempenho sexual seriam as principais causas psicogênicas envolvidas. Da mesma forma estariam envolvidos o desagrado com a relação sexual e o comprometimento afetivo do casal.

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Ninfoplastia O que é: Diminui os pequenos lábios.  Por quê:  Em alguns casos, eles são maiores do que os grandes lábios, saindo da vulva. É ...

Cirurgias íntimas



Ninfoplastia

O que é: Diminui os pequenos lábios. 

Por quê:  Em alguns casos, eles são maiores do que os grandes lábios, saindo da vulva. É mais difícil manter a higiene e causa desconforto na relação — durante a penetração, eles podem acabar indo junto. Esteticamente é ruim porque eles podem sair da vulva, fazendo volume no biquíni, calcinha ou marcando até a calça. 

Como: Pode ser feita a laser ou com bisturi. É preciso anestesia local e sedação e demora em torno de 40 minutos. 

Recuperação: Alguns dias sem atividade física. Um mês sem sexo.


Preenchimento dos grandes lábios

O que é: Gordura (ou outros preenchedores) é injetada no local. 

Por quê: Depois de emagrecer muito, com a idade ou com o excesso de depilação, os grandes lábios podem murchar. 

Como: Com anestesia local e sedação. Dura cerca de 30 minutos. 

Recuperação: Um mês sem sexo até a gordura se fixar. Até 50% dela pode ser reabsorvida, exigindo uma nova aplicação de gordura. 

Lipoaspiração do monte de Vênus

O que é: Lipo para reduzir o volume da região. 

Por quê:  O monte de Vênus é um osso baixinho, mas pode ser maior. Nesse caso, nada pode ser feito. Mas algumas mulheres, especialmente as mais redondinhas nos quadris e nas coxas, acumulam gordura também ali. 

Como:  Com uma cânula, o excesso de gordura é aspirado. É preciso anestesia local e sedação. 

Recuperação: É indicado usar calcinha bem justa ou cinta de compressão.

Perineoplastia

O que é: Recuperação da musculatura pélvica. 

Por quê:  Depois de gravidez, parto ou com o tempo, os músculos pélvicos ficam frouxos. Em alguns casos, a bexiga cai um pouco e pode ocorrer até um pouco de incontinência urinária de esforço. Além disso, a vagina fica mais flácida e a mulher — e o parceiro — pode sentir menos prazer. 

Como: O médico abre a mucosa vaginal e aproxima a parte muscular da parede pélvica com pontos. Dura 2 horas e pede anestesia peridural ou raquidiana. 

Recuperação:  Geralmente a alta do hospital é no dia seguinte. Não se deve levantar peso ou fazer atividade física por alguns dias. E um mês sem sexo.

Fonte:  Womens Health

Você pode diminuir suas chances de desenvolver incontinência urinária por: Fazer exercicios para o assoalho pélvico (exercícios de Kegel) pa...

Previna a incontinência uriária


Você pode diminuir suas chances de desenvolver incontinência urinária por:

Fazer exercicios para o assoalho pélvico (exercícios de Kegel) para
fortalecer os músculos pélvicos. Os exercícios de Kegel podem ser
realizados durante a viagem, no trabalho ou em momentos aleatórios
durante o dia. Ninguém saberá que você está fazendo os exercícios,
assim você pode repeti-los com freqüência. Procure um profissional
para que ele possa te orientar sobre esses exercícios.

Mantenha-se em um peso saudável.

Parar de fumar. Fumar provoca tosse, que pode tornar mais difícil de
controlar sua urina. Parar de fumar faz tossir melhor.

Outra técnica envolve a utilização de um exercício de ponderação que o
cone é inserido na vagina. Você deve contrair os músculos pélvicos
para evitar o cone de cair fora da vagina. Um conjunto de cones
idênticos em tamanho e forma, mas de maior peso são fornecidos. Como o
tratamento progride, cones mais pesados são usados que exigem
contrações maiores para mantê-los no lugar.

Postado por Dani Souto. Contato: danisouto@gmail.com

A uroginecologia no momento atual está ganhando ou vivendo de perspectivas inovadoras, isto é, estamos dando ênfase a três conceitos: 1) Imp...

Opinião de médico sobre a Fisioterapia Uroginecológica



A uroginecologia no momento atual está ganhando ou vivendo de perspectivas inovadoras, isto é, estamos dando ênfase a três conceitos:
1) Importância da profilaxia, através da reeducação da musculatura do assoalho pélvico, antes ou durante o período gestacional e sobretudo no pós-parto.
2) O preparo do assoalho pélvico (reeducação), no pré e pós-operatório de cirurgias do assoalho pélvico como por exemplo cistoceles, incontinência urinária, etc., com prioridade de a reeducação ser o primeiro tratamento antes de se indicar a cirurgia.
3) A formação de uma equipe multidisciplinar unindo médicos, fisioterapeutas e psicólogos para um atendimento a pacientes com patologias do assoalho pélvico.

   Explicando melhor os itens acima a proposta seria:
   Devemos pensar que o primeiro investimento a ser feito deveria ser em profilaxia, seria um trabalho feito em reeducação da musculatura do assoalho pélvico. Toda mulher deveria ter noção de como trabalhar esta musculatura. Este trabalho deveria iniciar antes mesmo da paciente engravidar ou mais tardar durante o período gestacional inicial, sendo um trabalho orientado para a correção da postura, dos problemas urinários, sexuais e dores pélvicas. Com isto estaríamos atuando profilaticamente em patologias do assoalho pélvico, como por exemplo: incontinência urinária, retocele, cistocele e prolapso uterino. Exatamente como ocorre hoje em países do primeiro mundo em que há um investimento em profilaxia pós-parto e gestacional onde o fisioterapeuta é mestre, com isto obtendo-se resultado animadores em uroginecologia.

   Imaginemos então, quanto estaria economizando o Brasil, se conseguíssemos com este trabalho evitar a indicação de pelo menos 50% das cirurgias de correção de incontinência urinária e alterações da estática pélvica.
   Outro benefício que teríamos seria a melhora da qualidade de vida social e sexual destas pacientes.
   Estaríamos criando ou inovando dentro da uroginecologia um conceito de profilaxia e tratamento conservador e não somente o desenvolvimento de técnicas cirúrgicas avançadas
já no segundo conceito estaríamos também acrescentando novos procedimentos que seriam: antes de indicarmos uma cirurgia para correção da incontinência urinária, por exemplo, tentaríamos a reeducação da musculatura do assoalho pélvico, pois assim poderíamos evitar uma grande porcentagem de cirurgias com a possível melhora do quadro clínico das pacientes.    E se mesmo assim ainda tivéssemos a indicação de realizar a cirurgia, estas pacientes já teriam um melhor preparo pré-operatório e se necessário um acompanhamento no pós-operatório pelo fisioterapeuta contribuiria para um melhor resultado cirúrgico.
Para finalizar há necessidade de haver uma integração dos profissionais atuantes nestas áreas, tanto do médico, como do fisioterapeuta e psicólogo trabalhando em conjunto para a obtenção de bons resultados para seus pacientes.
   Esta integração médico e fisioterapeuta já existe em outras especialidades médicas como por exemplo ortopedia, neurologia, etc..... Podemos então, quem sabe, em uroginecologia ter esta mesma visão inovadora, integrando-nos aos fisioterapeutas para que possamos ensinar e aprender bilateralmente como melhorarmos e corrigirmos os defeitos do assoalho pélvico, ou melhor ainda, evitarmos que ocorram as patologias, acredito que juntos seremos mais eficazes.
   Estaríamos entrando assim, na era da profilaxia dentro da uroginecologia, juntamente, é claro, melhorando as técnicas curativas, mas acima de tudo uma integração multidisciplinar perfeita com uma única meta: uma qualidade de vida social e sexual de nossas pacientes.

 

Fonte : ABAFI

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